quarta-feira, 15 de junho de 2011

ORIGEM DA IGREJA ANGLICANA

Autor: Fernando Nascimento




Santo Agostinho de
Cantuária
I - A MENTIRA - Veja abaixo todo tipo de embuste e fantasias dos anglicanos para contar a origem de sua “igreja” recente. Sem falar que usam até um santo católico (Santo Agostinho de Cantuária) para dar asas à imaginação dos incautos.

HENRIQUE VIII
"UMA OLHADA NA HISTÓRIA REAL DA IGREJA ANGLICANA - Ao contrário da opinião popular que vigora em alguns lugares, segundo a qual a Igreja Anglicana caiu pronta do céu em 1549, com o livro de Oração numa mão e a Bíblia versão King James na outra, na verdade a Igreja na Inglaterra já existia 1.300 anos antes dos problemas de Henrique VIII com o Papa. Gostaria de falar sobre duas significantes contribuições para o Cristianismo inglês: Santo Agostinho de Cantuária e o Sínodo de Whitby. Nosso Santo Agostinho era um abade italiano que foi o primeiro Arcebispo de Cantuária, e não deve ser confundido com o outro Santo Agostinho, o grande doutor da Igreja, o Bispo de Hipona na África do Norte, autor de "Confissões" e "A Cidade de Deus", falecido em 430. Nosso Agostinho foi enviado pelo Papa Gregório, o Grande (dos famosos cantos gregorianos), como missionário para a Grã Bretanha em 596. No livro II do Venerável Beda, "Uma História da Igreja e do Povo Inglês", escrito em torno do ano de 850, é relatado que Gregório, antes de se tornar Papa, viu umas crianças loiras `a venda no mercado de Roma. Quando contaram para ele que eram da Grã Bretanha, de uma raça chamada "anglos", Gregório teria dito: "non angli, sed angeli", que significa, "não anglos, mas anjos" ( uma paródia moderna traduziu as palavras de Gregório como "não anjos, mas anglicanos"). Logo depois que ele se tornou Papa enviou missionários para evangelizar a terra dessas crianças. O problema, porém, é que já existiam cristãos na Grã Bretanha (a Igreja Celta), e estavam lá provavelmente desde o Século II. Mesmo que os Saxões tenham destruído muito a herança Céltica da Grã Bretanha, a antiga Igreja Celta sobreviveu em alguns lugares e, naturalmente, tendo se desenvolvido no seu isolamento, tinha algumas pequenas diferenças do cristianismo Continental. Por exemplo, a Igreja Celta tinha simplesmente evitado as heresias cristológicas dos séculos IV e V, que foram sedimentadas no Concílios de Nicéia, Éfeso e Calcedônia. Em 603, Agostinho chamou representantes da Igreja Celta numa tentativa de convencê-los a se submeter `as práticas e disciplinas romanas, mas eles recusaram. Santo Agostinho morreu em 605, mas a questão das diferenças entre a Igreja Britânica e a Igreja Romana continuou sendo motivo de controvérsias. O principal ponto de discórdia era a data da Páscoa, pois a Igreja Celta seguia uma tradição bem mais antiga do que a Igreja de Roma (tradição joanina). Havia questões menores, como a forma da tonsura monástica, a área raspada da cabeça do monge. Finalmente, em 664, em Whitby, na Northumbria, a questão foi resolvida em Concílio, por votação e através de decreto do rei Oswy, que decidiu em favor das práticas e costumes romanos. Segundo o próprio rei afirmou, Pedro tinha as chaves do Reino de Deus, e o Papa era o sucessor de Pedro! Mesmo no século VII tivemos o problema da autoridade política resolvendo questões religiosas... Então, a presente alegação dos anglicanos de ser católicos sem ser romanos não é nova. No Concílio de Whitby encontramos um cristianismo britânico autêntico e aborígene, suprimido por aqueles que não conseguem distinguir entre Catolicismo e uniformidade eclesiástica. A Igreja Cristã na Inglaterra sempre reclamou a sua independência histórica, e mesmo que durante 850 anos a Inglaterra tenha sido nominalmente católica, ela sempre foi uma mancha para o papado."  Texto de Eric Griffin, publicado em “Niagara Anglican” Tradução da Catequista Ruth S-F de Barros, Diocese Sul-Ocidental da IEAB - Diocese Sul-Ocidental da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.

II - ONDE SE ENCONTRA



Site em que se encontra a mentira - (Print Screen)


III - A VERDADE

E no endereço abaixo, veja a verdade documental que conta com detalhe a origem desta “igreja” recente, que começou com um adultério:

"(...) Na Espanha, acontece o mesmo em muitas diocese. Na França, idem. Estão destruindo a Fé e a religião. Tudo está sendo abandonado. Como na Inglaterra, às vésperas do cisma e da heresia anglicana.

O que você obteve sobre o anglicanismo no site anglicano é completa mentira histórica. Nunca houve uma igreja católica celta independente de Roma. É claro que, nos primeiros séculos do cristianismo na Inglaterra, pelas dificuldades de comunicação com Roma, e pelo isolamento da Inglaterra, as relações materiais com Roma eram pouco freqüentes. Mas isto não significava, de modo algum. que se admitisse que houvesse uma igreja católica separada de Roma.

Foi São Gregório Magno que mandou um de seus monges – Santo Agostinho de Cantuária (que não é o famoso Santo Agostinho, bispo de Hipona, na África) catequizar os anglos.

Santo Agostinho se tornou o grande Apóstolo da Inglaterra, Arcebispo de Canterbury, e primaz da Inglaterra.

Os reis ingleses, desde muito cedo, tentaram dominar a Igreja. Para isto se aproveitavam das dificuldades de comunicação com Roma, para se apossarem de bens da Igreja, e pretenderem dar a investidura aos Bispos, direito que é do Papa.

Essa tentativa de dominar a Igreja na Inglaterra causou perseguições a Santo Anselmo, assim como o assassinato de São Thomas Becket.(ambos arcebispos de Cantuária).

São Tomás Becket sofreu exílio durante anos, para não ceder às pretensões regalistas do Rei Henrique II. Quando o próprio Papa Alexandre III cedeu às intrigas do rei, São Thomas Becket teve que voltar à Inglaterra, sabendo que o rei o mataria. E foi o que aconteceu. São Thomas Becket foi assassinado na própria catedral de Canterbury. Foi martirizado por defender os direitos do Papa e as imunidades da Igreja, frente as pretensões absolutistas do rei Henrique II da dinastia Plantageneta. Isso foi no século XII.

As tendências regalistas dos reis da Inglaterra prosseguiram. A decadência do poder papal cresceu a partir do século XIV, quando os reis da França forçaram os Papas a residirem em Avignon. Inglaterra e Alemanha passaram a ver o Papa como um mero capelão do rei da França e não mais como juiz imparcial entre as nações da Cristandade. Este foi um dos motivos que auxiliaram a Alemanha e a Inglaterra a caírem na heresia e no cisma, pela Reforma, no século XVI.



Catarina de Aragão

O nascimento da pseudoigreja anglicana foi motivado, em primeiro lugar, pelo desejo do Rei Henrique VIII de se divorciar de sua esposa Catarina de Aragão.

Essa rainha era filha dos reis de Espanha, Isabel de Castela e Fernando de Aragão, e ela se casara, com o Rei da Inglaterra, irmão de Henrique VIII, mas esse rei morreu sem consumar o casamento com ela. Inglaterra e Espanha, então, pediram ao Papa que concedesse licença a Henrique VIII, irmão e herdeiro do rei falecido e que não consumara o casamento com Catarina de Aragão, a casar-se com ela, afim de manter a aliança das duas nações.


Maria Tudor
Roma, tendo em vista que o casamento se dera apenas no papel, permitiu a Henrique VIII que se casasse com Catarina, visto que eles eram cunhados apenas documentalmente, e não realmente. Eles se casaram e tiveram uma filha, Maria Tudor, que será Rainha da Inglaterra. O casal real não teve filhos homens, a rainha Catarina tendo sofrido várias perdas de gestação por aborto involuntário, é claro.

Depois de quase trinta anos de matrimônio, Henrique VIII se apaixonou por uma mulher leviana e protestante, Ana Bolena, e pretendeu anular seu casamento com Catarina de Aragão, porque ela seria sua "cunhada".

Para isto ele pediu ao Papa que anulasse o seu casamento, assim como a licença que ele pedira a Roma – e que Roma dera – para casar-se com Catarina de Aragão.

Ana Bolena
O Papa negou a Henrique VIII a nulidade de seu casamento com Catarina, reafirmando que o casamento fora legítimo. Como o Papa não cedeu nem a subornos, nem a ameaças, o Rei Henrique VIII proclamou-se chefe supremo da Igreja na Inglaterra, concedeu a si mesmo o divórcio e a licença para casar-se com Ana Bolena (de cuja mãe ele fora amante).

Casou-se com Ana Bolena, e foi excomungado por sua rebeldia contra Roma, por usurpar a chefia da igreja na Inglaterra.

Ele forçou o episcopado inglês a apoiá-lo. Só o Bispo de Exeter, João Fisher, resistiu e permaneceu fiel ao Papa. Henrique VIII cortou-lhes a cabeça, e o Papa proclamou São João Fisher mártir da Fé.

Outro martírio importante foi o de Thomas Morus, antigo Chanceler de Inglaterra, que não aceitou a usurpação da chefia da Igreja por Henrique VIII, e nem o divórcio do Rei. Henrique VIII decapitou Thomas Morus, que o Papa, por isso, elevou aos altares como mártir.

Houve uma perseguição enorme contra aqueles que se mantinham fiéis ao Papa, havendo inúmeros martírios de sacerdotes e de leigos.


RAÍNHA ISABEL I - CHAMADA "RAINHA 
VIRGEM"  -  Isabel nasceu como princesa, 
mas a sua mãe, Ana Bolenafoi executada 
dois anos e meio depois do seu nascimento 
e Isabel foi declarada bastarda.


O Rei teve de Ana Bolena uma filha, Isabel, que vai ser a rainha que consolidará o cisma e a heresia anglicana. Entretanto, o Rei não ficou muito tempo com Ana Bolena. O fato de que ela não teve um filho, como o rei queria, e o fato de que o rei já não tinha paixão por ela, levaram-no a querer se livrar dela. Isso não foi difícil. O Rei se aproveitou de provas das ligações sexuais de Ana Bolena com cortesãos – ele a acusou até de ser amante do próprio irmão dela – para condená-la à morte por adultério.

O Rei se casou seis vezes, tendo matado várias de suas amantes. A última só se salvou do patíbulo, porque o rei morreu antes.

A coroa inglesa foi herdada pela legítima filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão, Maria Tudor, que era católica, e que fez a Inglaterra voltar à união com Roma.

Ela se casou com o Rei da Espanha Felipe II, mas eles não tiveram filhos.

A filha bastarda de Henrique VIII e de Ana Bolena, Isabel, era protestante secretamente, e como ela pretendia ter direito à Coroa – e os anglicanos esperavam que ela subisse ao trono e rompesse, de novo, com Roma – a Rainha Maria Tudor a manteve sob vigilância, e, depois. presa.

Felipe II, esposo da Rainha Maria Tudor, se interessou por Isabel, quis conhecê-la, e quando a conheceu, apaixonou-se por ela. Desde então, vendo que Maria Tudor não teria filhos porque já era muito velha, planejou casar-se com Isabel, para manter a aliança com a Inglaterra e manter esse país unido a Roma católica.

Quando Maria Tudor descobriu que Isabel se envolvera numa conspiração para matar a rainha e assumir a coroa, a Rainha quis condenar Isabel à morte, mas Felipe II não permitiu que isso ocorresse, protegendo Isabel.

Ao morrer a Rainha Maria Tudor, o trono inglês deveria ter passado para Maria Stuart, Rainha católica da Escócia, mas Felipe II favoreceu Isabel, e foi esta que subiu ao trono inglês.

Inicialmente, Isabel I, procurou disfarçar sua verdadeira posição religiosa, que só foi revelando aos poucos. Quando se sentiu firme no poder, ela rompeu, de novo, com o Papa, e restabeleceu o anglicanismo. Foi ela a verdadeira consolidadora da religião anglicana.

Quando o Papa tomou conhecimento dessa traição, excomungou Isabel como herege. Felipe II procurou impedir – e durante certo tempo conseguiu fazer isso – que a notícia da excomunhão chegasse na Inglaterra, colocando a frota espanhola guardando o Canal da Mancha para impedir que qualquer navio levasse o decreto de excomunhão para a Inglaterra.

Ele fez pior.

Procurou casar-se com Isabel, chegando a fazer o seu embaixador dizer a ela que, por amor dela, ele seria capaz de renunciar à Religião.

Tudo isso pode ser lido no livro de William Thomas Walsh, Felipe II, (Ed. Espasa Calpe, Madrid, 1958).

Graças a Deus, esse plano de casamento de Felipe II com Isabel I falhou.

Isabel nunca se casou. Passou à História inglesa com o epíteto de "a Rainha Virgem", apesar de ter tido onze amantes.

Ela era feiticeira, e favoreceu a pirataria, tornado-se participante dos lucros dos piratas ingleses.

Ela perseguiu os católicos de modo brutal. Prendeu e matou sua prima Maria Stuart. Favoreceu o protestantismo por toda a parte. Fez triunfar o anglicanismo na Inglaterra.

Essa é, em resumo e a grandes traços, a origem do anglicanismo, religião que hoje permite o aborto e o homossexualismo.

Santa Sé, ainda no tempo de Leão XIII, declarou oficialmente que os anglicanos não têm sucessão apostólica. Isto significa que a Igreja Católica não reconhece que os chamados Bispos anglicanos tenham sido validamente sagrados. Em conseqüência disso, nenhuma ordenação de sacerdotes é válida no anglicanismo. Portanto, os anglicanos não tendo Bispos e nem padres, seus sacramentos, exceto o batismo, são inválidos

Perdoe-me a brevidade de minha resposta num assunto tão complexo. Espero, porém, ter respondido a sua pergunta

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli"

http://montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20040729224522&lang=bra



Recado aos amigos anglicanos:

Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.

Diz o articulista do link anglicano, querendo surrupiar um santo da Igreja Católica: “Nosso Santo Agostinho era um abade italiano que foi o primeiro Arcebispo de Cantuária, e não deve ser confundido com o outro Santo Agostinho, o grande doutor da Igreja, o Bispo de Hipona na África do Norte, ...”

Muito bem, vejamos de fato qual era a religião de Santo Agostinho de Cantuária:

[Santo Agostinho de Cantuária. Bispo e Confessor. Monge beneditino enviado pelo Papa Gregório I, Magno à Inglaterra, onde converteu o rei Etelberto de Kent e evangelizou a população.

Era do Mosteiro de Santo André, em Roma, quando foi enviado por São Gregório Magno, em 597, à Inglaterra para pregar o evangelho. Foi bem recebido e ajudado pelo rei Etelberto. Eleito bispo de Cantuária, converteu muitos à fé católica e fundou várias paróquias, principalmente no reino de Kent. Morreu a 26 de maio, cerca do ano 605. (Fonte: Liturgia das Horas - Vol II - pg. 1596) e 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Agostinho_de_Cantu%C3%A1ria

Querem saber porque a Igreja de Santo Agostinho de Cantuária pertence aos anglicanos hoje? Lá vai:

A INGLATERRA: foi "convertida" na marra porque o rei Henrique VIII queria se divorciar de Ana Bolena. Como a Igreja não consentiu, ele fundou a "sua" igreja obrigando o parlamento a aprovar o "ato de supremacia do rei sobre os assuntos religiosos". Padres e bispos foram presos e decapitados, igrejas e mosteiros arrasados, católicos aos milhares foram mortos. Qualquer aproveitador era alçado ao posto de bispo ou pastor. Tribunais religiosos (inquisições) foram montados em todo o país. ( Macaulay. A História da Inglaterra. Leipzig, tomo I, pág. 54 ).

Cai a farsa.

23/03/09
Fernando

Pela graça de Deus, que bom que 400 mil deles pediram volta à Igreja Católica:

Anglicanos pedem volta a Igreja Católica

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 28 de julho de 2008 (ZENIT.org).- A Santa Sé segue com «séria atenção» o pedido de «unidade corporativa» com a Igreja católica apresentada pela Comunhão Anglicana Tradicional, ramo ao qual pertencem aproximadamente 400 mil anglicanos.


24/03/09
Rαfαel

Nesse texto oculta que Henrique VIII defendeu a Igreja contra Lutero, com o livros As Afirmações dos Sete Sacramentos. Caso a Inglaterra, como a autora coloca, tinha um histórico de "sempre foi uma mancha para o papado", porque até Henrique VII e Henrique VIII (antes de cometer adultério) defenderam tanto a Igreja?

28/01/10
Fernando

Tem razão Rafael, nesse texto:


a tradutora ignora que quem desviou das coisas de Deus, e praticou adultério foi o seu líder e rei, que passou a ser um heresiarca.

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