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segunda-feira, 20 de junho de 2011

DIFERENÇAS ENTRE IGREJAS EVANGÉLICAS

Índice das Mentiras
Autor: Oswaldo



I - A MENTIRA






ORDENS RELIGIOSAS


"... As distâncias entre as Ordens Católicas assemelham-se às distancias entre as denominações evangélicas e com algumas exceções... "












II - ONDE SE ENCONTRA


http://www.sobreasaguas.com.br/romano.htm











III - A VERDADE



DEMONSTRAÇÃO LÓGICA - Não há diferenças doutrinárias entre as Ordens Religiosas da Igreja Católica. Existem, porém, muitas diferenças em questões disciplinares e de objetivos.

DIFERENÇAS ENTRE AS IGREJAS EVANGÉLICAS - Gostaria de receber aqui a contribuição dos demais participantes desta comundiade.






Este é o landgrave de Essen cujo novo
casamento foi autorizado por Lutero
VER NOTA ABAIXO (*)
Respondendo à Sibele:

Oi Sibele,

Que bom ver você postando por aqui.

Mas, amigos, amigos, negócios à parte... ou melhor, "fé à parte" vou responder-lhe sobre as "diferenças meramente administrativas":

Jesus é Deus/Jesus não é Deus; 

O Batismo é necessário para a salvação/não é necessário; 

Há a Santíssima Trindade/A Santíssima Trindade é uma fórmula pagã; 

Observância do Domingo em vez do Sábado/Observância do Sábado em vez do Domingo; 

Não é permitido o divórcio/é permitido (em quase todas as igrejas protestantes); 

Somente a fé é necessária/somente a caridade (filantropia) é necessária (quakers); 

Não é permitda a Bigamia, Poligamia/É permitada (mormons-vários príncipes alemães protestantes por ordem direta dos primeiros reformadores) Etc., etc., etc.

Abração!!!




30/07/07
FERNANDO:



E digo mais, caro Oswaldo:

As doutrinas desses “crentes”

é mesmo o pastor quem faz.

Se eles “seguem” a mesma bíblia

então por quê não são iguais???


nunca foram unidade


e ao mesmo tempo são rivais.



(Jo 7,17; Cl 2,20-23; Jo 17,21)



30/07/07
Luiz


"... LOUVO A DEUS POR CADA DENOMINAÇÃO EVANGÉLICA TEREM DOUTRINAS(COSTUMES ) DIFERENTES, POREM TODAS ESTÃO UNIDAS EM UM SÓ OBJETIVOS , QUE É PROCLAMAR O EVANGELHO DO SENHOR JESUS..."


OSWALDO

Irmão Luis,

Doutrina é uma coisa; costume, outra bem diferente.

Costume se refere a uso, hábito e quando se trata de bom costume se entende como MORAL.

Já  DOUTRINA é o "conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político, filosófico, científico, etc. "

Neste último, não se pode admitir diferenças entre as que são ensinadas pelos homens e a que nos legou Cristo através de seus apóstolos.

Quanto à proclamação do Evangelho eu duvido (minha reles opinião) que seja algo de bom, pois, na verdade, não proclamam "O EVANGELHO" por considerar que cada uma das mais de 300.000 seitas anuncia um evangelho diferente das demais o que é proibido pela Bíblia que não admite nenhum outro evangelho além daquele que nos foi comunicado pelos santos apóstolos.





(*) - NOTA: - FILIPE, landgrave de Hesse, não estava satisfeito com uma só esposa; queria outra de sobressalente para as frequentes viagens fora de seus domínios. Uma segunda consorte volante, além de muitas outras vantagens, representava a economia de enorme dispêndio no deslocamento da corte. Mas, evangélico de consciência delicada, queria estar em paz com Deus e a sua igreja. Recorre, para isso, aos representantes autorizados do novo cristianismo, instrução dada a BUCERO, o príncipe luterano declarava "que não queria por mais tempo ficar nos laços do demônio, mas que, para se libertar deles, não podia nem queria tomar outra via senão a que indicava a da bigamia), e, por isso, pedia a LUTERO, a MELANCHTHON e ao -próprio BUCERO que lhe dessem uma declaração por escrito, autorizando a segui-la. Assim," acrescentava ele "se poderia viver mais alegremente, morrer pela causa do Evangelho, e empreender-lhe a defesa" contra os adversários. Uma vez obtida a almejada licença, "far-lhes-ia tudo o que razoavelmente lhes pedissem como os bens dos mosteiros ou outras coisas semelhantes". Em caso de recusa, ameaçava-lhes politicamente de recorrer ao imperador.


O landgrave sabia tocar todas as teclas sensíveis aos reformadores: o receio de um apelo ao imperador (era CARLOS V), a perspectiva de novos bens eclesiásticos, a promessa de pôr as armas ao serviço do evangelho contra os papistas. Quem, por um pontinho insignificante de moral cristã, haveria de resistir à bateria de tantas seduções? Reuniu-se o conselho, folheou-se a Escritura... e tudo se pôde legitimar. "Em consciência tranquila podia landgrave esposar segunda mulher, se a isto estivesse decididamente resolvido, contanto que o caso se conservasse secreto". O crime praticado às ocultas, deixava de o ser. De fato, o segundo matrimônio foi celebrado em forma. O príncipe declarou tomar segundo esposa "não por leviandade ou curiosidade", senão por "necessidades inevitáveis do corpo e da consciência", que sua alteza havia explicado a muitos doutos. (A Igreja, a Reforma e a Civilização, pg. 399)



Autor: Oswaldo
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