sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

CANONIZAÇÃO DO BEATO JOSÉ DE ANCHIETA

Igreja acelera canonização de José de Anchieta


Extraído de: jornaldebrasilia Dezembro 15, 2013







O processo de canonização do beato José de Anchieta, que parecia parado à espera de um milagre, está sendo acelerado, após a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil(CNBB) ter mandado uma carta a Francisco pedindo que o Apóstolo do Brasil seja declarado santo.

O papa não respondeu à carta assinada pelo cardeal-arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, d. Raymundo Damasceno Assis, mas deu sinal verde para a Companhia de Jesus apressar a documentação necessária. O prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato, pediu que seja encaminhada, no mais breve tempo possível, a Positio, texto com a biografia de Anchieta, uma relação de prováveis milagres e provas de fama de santidade.

"O cardeal Amato pediu as mesmas informações ao postulador geral, padre Anton Witwer, sobre dois missionários do Canadá, que foram beatificados com José de Anchieta, em 1980", disse um dos vice-postuladores, padre Augusto César dos Santos. Jesuíta e responsável pelo Serviço Brasileiro da Rádio Vaticano, ele trabalha na preparação da Positio em Roma, enquanto outro vice-postulador, padre Nilson Maróstica, atua no Brasil , recolhendo relatos sobre graças alcançadas.

"Recebemos dezenas de cartas, de todas as regiões do País, pois a devoção ao beato José de Anchieta é muito grande", revela padre Nilson. Essa devoção comprova a fama de santidade, argumento que atualmente pesa mais do que a exigência de milagre para a canonização.

Anchieta nasceu nas Canárias. Filho de pai basco e mãe descendente de cristãos novos ou judeus convertidos, teria deixado o arquipélago para fugir da Inquisição, porque em Portugal a perseguição contra os judeus era menos rigorosa do que na Espanha. Entrou para a Companhia de Jesus em 1551 e, dois anos depois, desembarcou na Bahia. Noviço, participou, em 25 de janeiro de 1554, da fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga, berço da capital paulista. Morreu em 1597, no Espírito Santo, onde está sepultado.

Logo após sua morte, a notícia de suas virtudes heroicas chegou a Roma e, em 1624, o papa Inocêncio X autorizou a abertura da causa de beatificação. No século seguinte, quando o Marquês de Pombal iniciou uma perseguição aos jesuítas, todos os processos foram suspensos. A causa de Anchieta só foi retomada em 1875. Nas décadas seguintes, o Brasil recorreu ao papa Paulo VI para pedir a beatificação, que saiu só em 1980, com decisão de João Paulo II. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


MISSA DE CANONIZAÇÃO DO PADRE JOSÉ DE ANCHIETA



Canonizado, José de Anchieta é o terceiro santo brasileiro

São Paulo terá missa especial de comemoração na Catedral da Sé, neste domingo. Em maio, a CNBB prestará homenagem ao novo santo em Aparecida

“Às estrelas por caminhos difíceis” A frase em latim no quadro de Anchieta, de autoria do pintor Oscar Pereira da Silva (1865-1939), é um dos lemas fundamentais na Companhia de Jesus
“Às estrelas por caminhos difíceis” A frase em latim no quadro de Anchieta, de autoria do pintor Oscar Pereira da Silva (1865-1939), é um dos lemas fundamentais na Companhia de Jesus (VEJA)
O papa Francisco assinou nesta quinta-feira, no Vaticano, a canonização do padre José de Anchieta (1534 - 1597) e o tornou oficialmente o terceiro santo brasileiro. São José de Anchieta agora se junta a Madre Paulina, canonizada em 2002 pelo Papa João Paulo II, e a Frei Galvão, que se tornou em 2007, no papado de Bento XVI, o Santo Antônio de Sant'Ana Galvão. Nascido nas Ilhas Canárias em 1534, Anchieta veio para o Brasil aos 19 anos e aqui fez toda sua obra como evangelizador. A canonização de Anchieta foi oficializada por decreto, dispensando a exigência de comprovação de um milagre. A iniciativa de fazer desse modo partiu do próprio papa Francisco, que fez toda sua carreira na Igreja Católica na ordem jesuíta, a mesma de Anchieta.
O processo de canonização normalmente é confirmado por dois milagres. Um é destinado à beatificação, quando o candidato passa a ser cultuado no país onde nasceu e morreu. O segundo, que deve ocorrer depois da beatificação, é contabilizado para a canonização - a santidade, portanto. A partir desse momento, o culto é permitido por completo. Anchieta tornou-se santo sem nenhum milagre comprovado, embora se diga dele que tenha acalmado feras e feito recuar tempestades. O privilégio é para poucos. Tal situação é chamada de canonização equipolente, quando um homem ou uma mulher se torna santo pelo "conjunto da obra". Ou seja, o candidato tem de ter a fama de milagreiro e ser alvo de grande devoção.
No domingo, às 11 horas, o cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, celebrará missa em homenagem a São José de Anchieta, na Catedral da Sé. Antes da cerimônia, haverá, às 10 horas, uma concentração no Pátio do Colégio, de onde os devotos sairão em procissão, acompanhando uma relíquia - um pedaço do fêmur do novo santo. O Pátio do Colégio, antigo Colégio de Piratininga, foi criado por Anchieta e pelo padre Manoel da Nóbrega em 25 de janeiro de 1554, data que marca a fundação da cidade de São Paulo. Tanto na Sé como no Pátio do Colégio, será descerrado um painel de sete metros com estampa de Anchieta.
Em comunicado, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também confirmou que no dia 4 de maio, durante a 52ª Assembleia Geral da entidade, que acontecerá em Aparecida (SP), será celebrada missa em ação de graças pela canonização do beato. 
Missa em Roma – No dia 24 de março, o papa celebrará missa em homenagem a São José de Anchieta na Igreja de Santo Inácio, em Roma. O organizador da cerimônia, o padre jesuíta César Augusto dos Santos, um dos defensores da canonização, informou que estão sendo convidadas 1.000 pessoas. Um convite será encaminhado também ao governo brasileiro, por meio da Embaixada do Brasil na Santa Sé. Padre Geraldo Lacerdine, porta-voz da Companhia de Jesus em São Paulo, informou que os jesuítas estão programando uma grande celebração de ação de graças para 9 de junho, festa litúrgica de São José de Anchieta. Ele foi beatificado em 1980 e é lembrado nessa data, por ser o dia de sua morte.
Outros santos – O papa também canonizou outras duas pessoas ligadas à evangelização nas Américas: o bispo de Québec, Dom Francisco de Laval (1623-1708) e a Irmã Maria da Encarnação (1599-1672), fundadora de um mosteiro das Ursulinas na cidade de Québec, ambos de origem francesa e mortos no atual Canadá. O sumo pontífice autorizou também a publicação de cinco outros decretos, que dizem respeito ao reconhecimento de milagres de um Bispo italiano, de um Padre indiano, de dois religiosos italianos e de uma religiosa indiana, vividos nos séculos XIX e XX.
Finalmente, o papa assinou também oito decretos reconhecendo as virtudes heroicas de outros ‘Servos de Deus’, religiosos e religiosas provenientes da Espanha, Itália, França e Brasil – a Irmã Dulce Rodrigues dos Santos, fundadora da Ordem das Missionárias de Maria Imaculada, falecida em 1972.
Anchieta e os jesuítas - Personagem seminal na construção do catolicismo no país, ele chegou a Salvador na comitiva do segundo governador-geral, Duarte da Costa, com 19 anos, e aqui morreu aos 63 anos, no Espírito Santo, reconhecido como "o apóstolo do Brasil". Ao longo dos 43 anos em que viveu no país, ele participou da fundação de escolas, cidades e igrejas. Anchieta foi quem liderou a catequese dos índios tupiniquins e tamoios que se espalhavam do litoral sul do Estado de São Paulo ao Ceará. Foi autor da primeira gramática brasileira, a Arte da Gramática da Língua Mais Usada na Costa do Brasil. Escrita em seis meses, a cartilha descreveu e sistematizou no papel uma "língua nova", o tupi. Anchieta será santo exatos 417 anos depois de sua morte. Inúmeras razões dificultaram o processo de canonização de Anchieta. Ao longo da história, os jesuítas foram expulsos de Portugal e suas colônias, as leis da canonização mudaram, a Companhia de Jesus foi restaurada, os recursos financeiros acabaram e, por fim, não se comprovou nenhum milagre de Anchieta.
A etapa final do processo de canonização foi pautada, em especial, pela atuação nos bastidores da Igreja do cardeal dom Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A escolha de Anchieta é um aceno à Companhia de Jesus, criada em 1534 por sete homens, três deles já canonizados - os espanhóis Inácio de Loyola, ex-militar e fundador da ordem, e Francisco Xavier e o francês Pierre Favre. Com forte espírito missionário, os jesuítas logo se transformaram na tropa de choque contra a Reforma Protestante de Martinho Lutero e João Calvino. Com o objetivo de catequizar as almas "pagãs", os jesuítas se espalharam para o chamado Novo Mundo, incluindo a Índia, a China e as Américas Central e do Sul. Mas foi no Brasil que os integrantes da ordem inaciana encontraram o celeiro ideal para a propagação da fé. Teólogos brilhantes (para Santo Inácio de Loyola, a fé católica deve ser defendida por meio de uma formação por excelência), os jesuítas souberam usar magistralmente com os índios uma das mais poderosas ferramentas no catecismo - a adaptação à cultura dos povos que pretendiam evangelizar.

Fonte: Vinculado ao jornal de brasilia VEJA
Veja o Índice das Mentiras em GOOGLE+
Acesse também:

.

INFORMAÇÕES ÚTEIS: MANTEIGA OU MARGARINA?

MANTEIGA OU MARGARINA? QUAL FAZ MAIS MAL A SAÚDE?

Manteiga ou Margarina? Qual é prejudicial à saúde? Qual devemos ter em nossa mesa no café da manhã? Saiba qual é prejudicial e qual traz benefícios à nossa saúde! A preocupação quanto à saúde está cada vez mais presente na vida das pessoas.

A alimentação é o item que mais preocupa, não só por estar ligado à estética, mas também à saúde. Se antes as pessoas preocupavam somente com qual alimento engorda ou não, hoje todos sabem que ter uma alimentação saudável é primordial não só para garantir o peso ideal, mas principalmente, a boa saúde. 

Mas nem todos sabem exatamente o que devem ou não comer, ainda é grande o número de pessoas que se confundem na hora de escolher entre um ou outro alimento, por exemplo, muitos não sabem o que faz mais mal, se é a manteiga ou a margarina. Alguns acham o sabor da margarina bem parecido com o da manteiga, mas há aqueles que veem diferença e preferem um ou outro alimento.

A origem da margarina é completamente diferente da manteiga que é derivada da gordura do leite enquanto que a margarina é obtida através da hidrogenação de óleos vegetais. E é justamente aí que está o perigo, por ser de origem animal, muitos pensam que a manteiga é prejudicial à saúde e começam a consumir a margarina no lugar da manteiga. 
Publicidade:


Acontece que é justamente o contrário, é a margarina que pode fazer mal à nossa saúde, sendo que seu consumo não é recomendado de forma alguma. Antigamente, a margarina era rica em gorduras trans, que devem estar sempre ausentes de nossa alimentação, por isto as empresas mudaram a forma como a margarina é produzida, adicionando gorduras interestificadas, mas estas aumentam os níveis de glicose no sangue e contribuem para o aumento do colesterol ruim, o LDL.


E tem mais, esta gordura é totalmente estranha ao nosso organismo, tanto é que ele não consegue metabolizá-la de forma apropriada, por isto, evite sempre margarinas, mesmo as light ou enriquecidas com ômega 3 e cálcio. Já, a manteiga, que é derivada do leite, contém níveis de colesterol e também de gorduras saturadas e realmente seu valor calórico deve ser levado em conta, porém, se você consumir com moderação, não irá fazer mal à sua saúde.





.A manteiga já é enriquecida naturalmente com ômega 6 que é um importante ácido graxo que tem papel importantíssimo no bom funcionamento de nosso organismo, pois combate o colesterol ruim e também ajuda a reduzir os níveis de glicose no sangue! 

Outro benefício da manteiga, é que ela ajuda na absorção de vários nutrientes, entre estes as vitaminas A, B, E e a vitamina K. E o nosso organismo consegue reconhecer a gordura da manteiga como sendo natural e assim, é possível metabolizá-la. Mas nada de exageros! Consuma no máximo 2 colheres de manteiga por dia e assim você terá vários benefícios 
à sua saúde e nem irá prejudicar a sua dieta.



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

MILAGRES - PADRE PIO DE PIETRELCINA

Milagres do Padre Pio
 
                 
É muito difícil estabelecer uma definição para a palavra "milagre". Os Milagres são considerados expressões do sobrenatural. Nós também podemos dizer que um milagre é um fenômeno que ocorre contrário as leis naturais e obedecem a uma força superior: a de Deus. A vida do Padre Pio é cheia de milagres. Mas nós temos que prestar atenção à natureza do milagre que é sempre divino. Desta maneira o Padre Pio sempre convidou as pessoas a  agradecer Deus, verdadeiro autor dos milagres. 
O primeiro milagre atribuído ao do Padre Pio, aconteceu em 1908. Naquela época ele morava no convento de Montefusco. Um dia ele decidiu ir a floresta para colher castanhas em uma bolsa. Ele enviou esta bolsa para sua tia Daria em Pietrelcina. Ela sempre foi muito afetuosa para com ele. A sua tia recebeu a bolsa e comeu as castanhas e depois guardou-a como lembrança. Poucos dias depois sua tia Daria estava procurando algo em uma gaveta onde o seu marido normalmente guardava pólvora. Era noite e ela estava usando uma vela quando de repente a gaveta pegou fogo. O fogo atingiu Tia Daria e num instante, ela pegou a bolsa que tinha as castanhas de Padre Pio e a pôs na sua face. Imediatamente sua dor desapareceu e não ficou nenhuma ferida ou queimadura na sua face.
Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar comer e o Padre Pio foi para a Igreja. Depois que um tempo que ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: "Onde você conseguiu os pães? " e Padre Pio respondeu:  "Um peregrino à porta me deu ". Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia encontrar esse tal peregrino. 
Uma vez no convento do Padre Pio, um frade deixou de colocar hóstias suficientes para a celebração, pois havia poucas disponíveis. Mas depois das confissões Padre Pio pegou as hóstias começou a entregar a Sagrada Comunhão às pessoas e ao término da celebração sobraram muitas hóstias, mais do que eles tinham antes. 
Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela encontrou com o Padre Pio que lhe disse: "Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela teria se perdido”.
Sra. Cleonice Morcaldi, filha espiritual do Padre Pio disse: "Durante a Segunda Guerra Mundial meu sobrinho estava prisioneiro. Nós não tínhamos recebido notícias durante um ano e todo mundo acreditou que ele havia morrido. Os Pais dele pensavam mesma coisa. Um dia a mãe dele foi ao Padre Pio e se ajoelhou em frente ao frade que estava no confessionário e disse: "Por favor, diga-me se meu filho está vivo. Eu não vou embora se você não me falar. Padre Pio simpatizou-se com ela e tendo piedade de suas lágrimas disse: FOTO15.jpg (4797 byte)"Levante-se e fique tranqüila". Alguns dias depois, eu não pude resistir  diante da dor dos Pais, e assim decidi pedir um milagre para Padre Pio. Eu disse: "Padre, eu vou escrever uma carta a meu sobrinho Giovannino. Eu só escreverei o nome dele no envelope por que nos não sabemos onde ele está. Você e seu Anjo da Guarda levarão a carta até ele" Padre Pio não respondeu. Eu escrevi a carta  e pus em minha mesa, de noite, para entrega-la na manhã seguinte ao Padre Pio. Ao amanhecer para a minha grande surpresa e medo a carta não estava mais lá. Eu fui correndo até o Padre Pio para lhe agradecer e ele me disse: "Dê graças a Nossa Senhora". Quase quinze dias depois nosso sobrinho respondeu a carta. Então toda nossa família ficou contente, dando graças a Deus e ao Padre Pio”.
Durante a Segunda Guerra Mundial o filho de Sra. Luisa que era Oficial da Marinha britânica Real era motivo de angustia para a sua mãe, pois ela orava diariamente para o conversão e salvação do seu filho. Um dia um viajante inglês chegou a San Giovanni Rotondo, trazendo alguns jornais ingleses. Luisa quis ler os jornais. Ela leu notícias do afundamento do navio que o filho dela estava. Ela foi chorando ver o Padre Pio que a consolou imediatamente: “Quem lhe falou que seu filho morreu? Na realidade Padre Pio pôde dizer exatamente o nome e o endereço do hotel onde o jovem oficial estava, depois de ter escapado do naufrágio no Atlântico. Ele estava no hotel a espera do novo cargo. Imediatamente Luisa lhe enviou uma carta e depois de 15 dias obteve uma resposta do seu filho”.
Havia uma tal mulher nobre e boa em San Giovanni Rotondo que o Padre Pio disse que era impossível, de achar qualquer falha em sua alma para perdoar. Em outras condições; ela viveu para ir para o céu. Ao término da Quaresma, Paulina, estava tremendamente doente. Os doutores não lhe deram esperanças. O marido dela e as cinco crianças deles foram para o convento rezar e pedir ajuda para Padre Pio. Duas das cinco crianças correram em direção ao Padre Pio chorando. O Padre Pio ficou perturbado; e então tentou consolá-los prometendo que ia rezar para eles, nada mais!  Alguns dias depois mais ou menos às sete horas da manhã, as coisas mudaram. Na realidade ele pediu para Paulina, de forma que isto curou e ele disse-lhes: “Ela se recuperará no Dia da Páscoa. Mas durante a sexta-feira Santa, Paulina perdeu a consciência, e ela logo depois no dia de sábado havia entrado em estado de coma; finalmente, depois de algumas horas Paulina morreu. Alguns dos seus parentes levaram o vestido de noiva dela para vesti-la, isto de acordo com uma velha tradição. Outros parentes correram para o convento para pedir um milagre ao Padre Pio. Ele lhes respondeu:” Ela ressuscitará e foi para o altar para celebrar a Santa Missa. Quando o Padre Pio começou a cantar o Glória e o som dos sinos que anunciam a ressurreição de Cristo, ele deu um forte grito e os olhos dele estavam cheio de lágrimas. No mesmo momento ressuscitou Paulina e sem qualquer ajuda ela desceu da cama, se ajoelhou e orou três vezes o Credo. Então eles se levantaram e sorriram. “Ela ressuscitou”. Na realidade o Padre Pio não tinha dito, “ela ressuscitará” e sim “ela recuperará”. Quando eles lhe perguntaram que se passou durante o tempo que ela estava morta; ela respondeu: “Eu subi, eu subi, eu subi; até que eu entrei em uma grande luz, e de repente eu voltei”.
Testemunho de uma mãe: “Minha primeira filha, nasceu em 1953 quando tinha um ano e meio; o Padre Pio salvou a sua vida em forma súbita e milagrosa. Na manhã de 06 de Janeiro de 1955 meu marido e eu estávamos na igreja assistindo à Santa Missa e nossa filha estava em casa com o avô dela. De repente um acidente aconteceu, e nossa filha se queimou com uma panela de água quente. A queimadura era tão grande quanto séria; o atingiu desde estômago até a parte de atrás. O doutor recomendou para a hospitalizá-la imediatamente; porque ela poderia morrer devido ao estado de gravidade suprema... Por isto ele não nos deu nenhum medicamento. Desesperada ao ver sofrendo a minha filha, nisso que o doutor se foi; eu invoquei fortemente o Padre Pio que entrevisse urgentemente. Enquanto eu estava pronta para levá-la para o hospital, já era quase meio-dia; quando de repente a menina que estava só no quarto me chamou mãe, mãe olhe eu já não tenho nenhuma ferida”. E quem desapareceu suas feridas? eu perguntei amedrontada e com grande curiosidade. Ela respondeu. “Mãe o Padre Pio veio, e ele curou minhas feridas pondo suas mãos sagradas em minha queimadura”. Realmente para surpresa de todos, não havia nenhum sinal ou marca que havia alguma queimadura; o corpo de minha filha era totalmente saudável, e pensar que alguns minutos antes que o médico a condenou.
Os camponeses de San Giovanni Rotondo se lembram com grande felicidade o evento seguinte: Estavam na primavera, as árvores de amêndoas floridas, enquanto estavam prometendo uma boa colheita. Mas infelizmente milhões de lagartas vorazes chegaram e elas devoraram as folhas e as flores, não deixaram se quer as cascas. Depois de dois dias tentando parar aquela invasão os camponeses estavam muito preocupados, porque para muitos deles as amêndoas eram o único recurso econômico - eles decidiram contar ao Padre Pio o problema. O Padre Pio teve uma bela visão das árvores pela janela dele no convento e ele decidiu as abençoar. Ele vestiu os vestuários sagrados e ele começou a rezar. Quando terminou, ele pegou a água benta e fez o sinal da Cruz, em direção para as árvores. Imediatamente as lagartas desapareceram, e no dia seguinte que as lagartas tinham desaparecido, as árvores de amêndoas, pareciam ter os brotos novamente. Era um desastre; a colheita estava perdida.  O que aconteceu então é realmente incrível!  Nós tivemos a colheita mais abundante. Como é possível que nós tivemos uma colheita mais abundante a que aquelas que nós normalmente tivemos? Nunca, em tempos normais nós tínhamos tido uma colheita deste modo. Os cientistas nunca puderam dar uma explicação a este fenômeno. 
No jardim do convento eles tiveram vários tipos de árvores; os ciprestes, algumas de fruta e algumas de espinho. Principalmente pelas tardes de verão, o Padre Pio desfrutava do clima, na sombra, junto com os amigos dele, e alguns convidados, uma vez, quando o Padre Pio estava falando com algumas pessoas, repentinamente muitos pássaros começaram a cantar e fazer barulho à sombra das árvores. Os pássaros tinham composto uma sinfonia ali; Grackles, pardais, e outras espécies. O Padre Pio ficou aborrecido pela sinfonia, e olhando para os pássaros lhes falaram: “silencio” Naquele mesmo momento, os pássaros, os grilos e as cigarras estavam quietos.  Pessoas que estavam no jardim, estava profundamente surpreso! Na realidade o Padre Pio tinha falado aos pássaros, igual a São Francisco. 
Outro testemunho, de um senhor que contou: “Minha mãe vinha de Foggia e era um das primeiras filhas espirituais do Padre Pio. Ela tinha pedido para o Padre Pio a conversão e a proteção” de meu pai; quando em abril de 1945 eles iriam executa-lo. Ele estava na frente do pelotão de tiroteio quando de repente pulou diante dele Padre Pio para protegê-lo. O comandante do pelotão deu a ordem de atirar; mas nenhum tiro foi disparado dos rifles dos sete membros do pelotão e o comandante ficaram surpreendidos, eles verificaram seus rifles e não acharam nenhum problema. Assim o pelotão; apontou para meu pai novamente, e o comandante pediu aos soldados dele para atirar novamente, E novamente acontece à mesma coisa. Os rifles não trabalharam. Esta realidade misteriosa e inexplicável interrompeu a execução. Meu pai voltou para casa e ele se converteu, ele recebeu os sacramentos sagrados em San Giovanni Rotondo quando fui agradecer Padre Pio. Deste modo minha mãe obteve os milagres que ela sempre tinha pedido ao Padre Pio: a conversão do marido dela! 
Testemunho do Padre Honorato: “Eu entrei para San Giovanni Rotondo com um amigo em motocicleta. Eu cheguei para o convento alguns minutos antes do meio-dia. Dando meus cumprimentos ao superior, eu fui para a caixa de confissão cumprimentar o Padre Pio e beijar a mão dele. Deveria ser se lembrado de que meu modelo de motocicleta foi chamado” vespa ". Quando me viu o Padre Pio me falou: “cansado pela viagem de vespa?” Eu estava bastante surpreendido: na realidade o Padre Pio não me tinha visto quando eu cheguei para o convento, mas ele soube que tipo de transporte eu usei. A manhã seguinte que nós deixamos San Giovanni Rotondo com minha “vespa” e nós partimos para San Miguel, a próxima cidade depois de  San Giovanni Rotondo. O tanque de gasolina estava vazio, e nós nos decidimos de enchê-lo em Monte San Ângelo. Mas assim que nós alcançamos aquela cidade pequena fomos deparados com um problema: todas as bombas de gasolina estavam fechadas. Desta forma, nós decidimos voltar a San Giovanni Rotondo. Realmente esperamos achar alguém na estrada que poderia nos dar um pouco de gasolina. No primeiro lugar eu estava angustiado por meus irmãos do convento, porque estava passando da hora do almoço; coisa que não é gentil... Mas sem a gasolina, para os poucos quilômetros, a moto começou a fazer um  barulho e parou, verificamos o tanque, e estava vazio. Com tristeza eu contei a meu amigo que nós só temos dez minutos para chegar para ao convento e almoçar com nossos irmãos.Não achamos nenhuma solução, e por isto, meu amigo, deu um pontapé no pedal. Incrível! A motocicleta arrancou novamente! Nós empreendemos a viagem imediatamente a San Giovanni Rotondo sem desejar saber a razão porque a motocicleta tinha arrancado sem gasolina. Quando estávamos chegando ao convento a motocicleta parou novamente. Destampamos o tanque e vimos que ele estava seco. Surpreendidos olhamos para nossos relógios: era dez minutos antes da hora do almoço. Significou que nós, nós tínhamos coberto quinze quilômetros em uma média de 180 quilômetros por hora. Sem a gasolina!”.Eu entrei para o convento enquanto os irmãos estavam abaixando para o almoço, e quando Fui procurar o Padre Pio, e ficamos olhando um para o outro e rindo.
Era o mês de maio em 1925.  Uma moça, chamada Maria, teve um pequeno bebê, e sentia-o doente desde o seu nascimento, o que a deixava muito preocupada. Após uma consulta ao médico, foi-lhe dito que a criança tinha uma doença muito complexa. Não havia nenhuma esperança para o bebê: ele não poderia se recuperar. Então, Maria decidiu ir de trem para a cidade de São Giovanni Rotondo. Mesmo vivendo em um pequeno povoado ao sul de Puglia (uma região muito pobre no sul da Itália), tinha ouvido alguns rumores em relação ao padre Pio, um frade que apresentava os estigmas, como Jesus Cristo, e que fazia milares, recuperava os doentes e dava esperança para as pessoas deseperadas; este relatos despertaram em Maria uma grande fé e esperança, e imediatamente iniciou a viagem, mas durante o trajeto o bebê morreu. Ela velou aquele pequeno corpo a noite inteira e, ao amanhecer, colocou-o numa bolsa e fechou-a. Após Maria ter perdido o filho, chegou ao convento de São Giovanni Rotondo. Ela não tinha mais nenhuma esperança! Mas não tinha perdido a fé. À tarde, após muitos esforços, estava em frente ao padre Pio. Conseguiu isto ficando na fila das pessoas que esperavam para confessar com o religioso. Continuava carregando a mala que continha o cadáver do seu filho, que havia morrido há quase 24 horas. Maria ajoelhou-se diante do sacerdote, chorou deseperadamente suplicando ajuda ao padre Pio. Ele a olhou piedosamente. A mãe abriu a mala e mostrou o cadáver de seu filho ao padre Pio. O pobre padre se condoeu profundamente com a tristeza daquela mãe. Ele tomou o pequeno corpo e pôs as mãos estigmatizadas na cabeça do bebê, e então orou voltado ao céu. Depois de um tempo, a pobre criatura estava novamente viva. Um gesto, um movimento dos pés, os braços... parecia que dormia e simplemente tinha acordado depois de um longo sono. Falando com a mãe ele disse: "Mãe, por que você está chorando? Seu filho está dormindo!" A mãe e os gritos da multidão encheram a igreja. Todo o mundo falava em milagre!
Um estanceiro saia muito tarde do convento, e quando se preparava para ir embora, notou que estava chovendo. Dirigiu-se ao padre Pio: “Eu não tenho guarda-chuva. Posso ficar aqui até de manhã? Se não puder ficar, vou me ensopar”. "Eu sinto muito meu querido, não é possível. Mas não se preocupe! Eu o acompanharei!", respondeu-lhe padre Pio. O engenheiro pensou que teria sido muito melhor não fazer aquela penitência, mas com a ajuda do padre Pio, a caminhada poderia ser menos rigorosa. Então, ele colocou o seu chapéu e saiu para percorrer à pé as duas milhas entre o convento e o povoado. Mas, assim que saiu, percebeu com surpresa que não chovia mais. Havia somento uma garoa quando ele chegou na sua casa. “Meu Deus”, exclamou a sua mulher, que abriu a porta. “Você deve estar molhado até os ossos!”. “Nada”, respondeu o estanceiro, “não está chovendo”. Os camponeses que lá estavam olharam uns para os outros e confusos disseram: “O que! Não está chovendo mais? Está chovendo muito! Escute!”. Eles abriram novamente a porta e estava chovendo torrencialmente. Comentaram que chovia há mais de uma hora ininterruptamente. “Como você conseguiu vir para cá sem estar molhado?” perguntaram. O estanceiro respondeu: “O padre Pio me falou que me acompanharia”. Então, os camponeses perceberam que tinha sido mais um milagre do padre Pio, e comentaram: “Agora está tudo exclarecido”. Dirigiram-se calmamente à cozinha onde iriam jantar, quando a mulher disse: “Sem dúvida, a companhia do padre Pio é muito melhor do que a de um guarda-chuva!”.
Um homem de Ascoli Piceno (uma cidade italiana) contou: “Lá pelo final dos anos de 1950, eu fui para São Giovanni Rotondo com minha esposa para confessarmos e recebermos a absolvição depois de cumprirmos a penitência imposta pelo padre Pio. Anoitecia, e eu ainda estava no convento, quando encontrei o padre Pio, que disse: ‘Você ainda está aqui?’. ‘Meu carango não deu partida’, eu respondi. ‘O que é exatamente um carango’, perguntou-me o padre Pio. ‘É o meu carro’, respondi. ‘Vamos dar uma olhadinha’, disse-me. Quando chegamos ao automóvel, ele deu partida imediatamente sem qualquer problema. Eu e minha mulher viajamos toda a noite e, na manhã seguinte, eu levei meu carro ao mecânico para dar uma verificada. O mecânico, depois de fazer os testes, disse que o sistema elétrico do carro estava completamente fora de uso, e não acreditou quando eu lhe falei que tinha viajado com o carro a noite inteira. Na realidade, era impossível cobrir 400 quilometros, entre San Giovanni Rotondo e Ascoli Piceno, com o carro naquele estado. Eu logo percebi: padre Pio tinha me ajudado e, assim, eu lhe agradeci mentalmente”.
Não era necessário repetir a mesma pergunta a padre Pio, mesmo que mentalmente. O marido de uma boa mulher estava muito doente. A senhora corre para o convento, mas ela se perguntava: "Como chegar ao padre Pio?” Ela teria que esperar pelo menos três dias se quisesse conhecê-lo para uma confissão. Assim, durante a missa ela caminhava de um lado para o outro, contando para Nossa Senhora das Graças qual era o seu problema e pedindo, ao mesmo tempo, a ajuda do padre Pio. Assim, após o término da missa, cruzou novamente a igreja para falar com o padre Pio. Alcançou-o, finalmente, num corredor onde ele normalmente passava. Ao vê-la, padre Pio disse: "Mulher com pouca fé, quando você vai parar de me pedir ajuda? Você pensa que eu sou surdo? Você já me falou isto cinco vezes quando você estava na minha frente, atrás de mim, do meu lado direitoo e do meu lado esquerdo. Eu entendi! Eu entendi!... Vá para casa! Tudo está bem”. De fato, ela encontrou o seu marido curado.
 

MILAGRES - JOÃO PAULO II


Para Igreja Católica, Floribeth Mora é a prova viva de um milagre.


João Paulo II e João XXIII vão se tornar santos em abril de 2014.

O Fantástico ficou frente a frente com uma mulher que, para a Igreja Católica, é a prova viva de um milagre. Ela vive na Costa Rica e se curou de uma doença fatal no cérebro ao chamar por um nome: o do papa João Paulo II, que vai se tornar santo no ano que vem.
Floribeth acredita em milagres. O cérebro dela é muito parecido com o meu e com o seu só até o dia em que ela começou a sentir algo estranho. Ela ainda não sabia que havia alguma coisa errada lá dentro.
“Eu perdi os movimentos do lado esquerdo do corpo. Era muito difícil caminhar, andava agarrada nas paredes”, conta a empresária Floribeth Mora.
Em abril de 2011, ela foi parar na emergência do hospital. “A Floribeth teve um aneurisma fusiforme, quando existe dilatação da artéria. É o tipo mais raro que existe e o tratamento é muito complexo”, explica o médico Alejandro Vargas Román.
Na Costa Rica, não há o equipamento cirúrgico necessário para fazer a cirurgia na Floribeth. Ela teria que viajar ao exterior. Só que a família não tinha dinheiro nem para viajar e muito menos para pagar a estadia num hospital lá fora. Eles não tiveram então que se contentar em sair daqui, voltar para casa e esperar.
“Eu falava para o meu marido: 'eu não quero morrer. Não me deixa morrer'”, conta Floribeth.
Floribeth ficou meses na cama. Os médicos decidiram controlar a dor com remédios que a faziam dormir o tempo todo.
“Eu via os meus filhos e os meus netos entrando no quarto e colocando a mão em cima de mim para saber se eu ainda tava respirando. Quando sentia que a minha hora de ir estava perto, eu rezava a Deus e pedia: 'dá-me força, porque tenho medo'”, afirma ela.
Floribeth tinha 48 anos. Olhou ao seu redor e se segurou em duas coisas. Primeiro, o marido, os cinco filhos e os seis netos. Depois, numa devoção que começou há tempo. “Eu tinha 20 anos, quando João Paulo II veio à Costa Rica em 83. Todos vimos que ele era um homem extraordinário”, conta.
Desde que passou por aqui, o papa João Paulo II conquistou o país na América Central. Na frente da principal catedral da capital San José, uma estátua de Karol Wojtyła.
E, na casa de Floribeth, as imagens do Papa estão por todo canto, inclusive naquele quarto onde ela estava no dia 1º de maio de 2011, quando o papa João Paulo II foi beatificado.
“Eu sentia que ele podia me ajudar. Comecei a rezar: ‘João Paulo, você que está tão perto de Deus, escute minhas súplicas, que não me quero morrer’. Foi quando ouvi ele dizer: ‘levanta!’ E suas mãos saíram dessa foto que eu pedi pra colocar na frente da minha cama. E a voz repetia: ‘levanta! não tenhas medo!’”, relembra Floribeth.
Floribeth não podia andar, mas se levantou e, se escorando nas paredes, foi até a cozinha.“Meu marido me perguntou: 'o que você tá fazendo aqui? E eu disse, tô me sentindo bem!'”, conta. 
Daí pra frente, dia após dia, pouco a pouco, ela foi recuperando os movimentos. Sete meses depois, voltou ao hospital.
“Fiquei surpreso. Não consegui achar uma explicação médica. O dano no cérebro tinha desaparecido. Foi realmente um milagre”, conta o médico Alejandro Román.
Floribeth se recuperou e resolveu contar a história. Na página de João Paulo II na internet, ela escreveu o que tinha acontecido. Um mês depois, recebeu uma ligação do Vaticano. Um mês depois disso, saiu da Costa Rica pela primeira vez. Ela foi a Roma.
No hospital do Vaticano, em novembro de 2012, Floribeth passou por uma bateria de exames para comprovar que estava curada. E, de volta à Costa Rica, recebeu a visita de um grupo de postuladores de milagres. Eles vieram à casa dela investigar cada detalhe a vida da miraculada.
Poucos dias depois, eles se reuniram com a alta cúpula da igreja na Costa Rica e assinaram os papéis. Na Igreja Católica, o que aconteceu foi realmente um milagre e uma resposta a um pedido antigo de milhões de fiéis.
Daquela multidão nunca vista antes na cidade romana, saíram os gritos de santo súbito. Era 2 de abril de 2005 e um dos papas mais populares da história estava morto. Num pontificado longo - 26 anos, 5 meses e 17 dias - ele juntou multidões ao redor do mundo.
No Brasil, o Papa Wojtyła esteve quatro vezes. Em Curitiba, onde vive uma grande comunidade polonesa, foi construído um bosque em homenagem a ele.
Depois da sua morte e da apoteose da praça, o processo para torná-lo santo foi encurtado. O então sucessor do Papa Bento XVI, dispensou os cinco anos exigidos para o início do reconhecimento da santidade de João Paulo II.  Uma cura inexplicável, que os cristãos chamam de milagre, foi atribuída a ele.
A freira francesa Marie Simon-Pierre curou-se completamente do Mal de Parkinson, a mesma doença da qual o papa polonês foi vítima.
São muitas as etapas de estudos e investigações para tornar santo um pontífice. Alguns teólogos importantes foram contrários à canonização de João Paulo II.
O vaticanista e escritor Marco Politi lembra que ele foi acusado de ter acobertado alguns casos de pedofilia. Depois do reconhecimento do segundo milagre, de Floribeth, o Papa Francisco anunciou na última segunda-feira a canonização de João de Deus.
Outro grande personagem da igreja moderna vai virar santo, João XXIII, conhecido como o "Papa Bom". A cerimônia de canonização dos dois papas será em 27 de abril do ano que vem.
Neste dia, Floribeth voltará a Roma. Até lá, agradece ao Papa num altar que construiu em casa. Bem perto da foto de João Paulo II, estão os exames que atestaram sua cura.
“Só Deus sabe porque fui a escolhida. Eu não sou importante. Eu só fui um instrumento para mostrar que milagres existem”, explica a fiel.
Floribeth acredita em milagres. “Os milagres estão por toda a parte. O sol, todas as manhãs... As pessoas não conseguem enxergar porque já são parte da rotina. Temos que dar importância à vida, porque a vida é um milagre”, afirma.

Acesse o índice das: Mentiras contra a Igreja Católica


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

MENTIROSO AGRIDE QUEM O REFUTA


O protestante Elisson Freire, embora se ache um “teólogo”, tem dificuldade em escrever correto e em muitos de seus posts no Facebook, aparece agredindo com palavras de baixo calão os que o refutam. Portanto, desde já não me incomodo com o que este rapaz venha a praguejar contra minha pessoa.

O MENTIROSO - NA FOTO 
AUGUSTO MARIN
 - FOTO DE ALICIA PERES
As criminosas acusações apresentadas abaixo por Elisson Freire contra o Papa Pio XII e contra o Tribunal católico medieval, tiveram origem no meio protestante, e por muitos anos, e ainda hoje, são usadas como mentiras estratégicas protestantes contra a Igreja Católica, em teatros e panfletos difamatórios, sendo mais tarde também assim disseminadas pelos comunistas.

O ex-chefe da espionagem romena, Ion Mihai Pacepa, confessou recentemente que a onda de acusações ao Papa Pio XII, começou com a peça do protestante Rolf Hochhuth, “O Vigário” (1963). (Fonte: http://www.olavodecarvalho.org/semana/070201jb.html )

Casiodoro de Reina ou de Reyna (1520 de - 15
março, 1594) -
 
luterano [ 1 ]
O historiador Jaime Contreras afirmou recentemente que as barbáries atribuídas à “inquisição” é fruto da imaginação do protestante Casiodoro Reina, que se escondia por trás do pseudônimo de “Montanus”.  Seu engodo foi disseminado mundo afora na ópera de Verdi: "Don Carlo". (Conf.: Jaime Contreras (1), professor catedrático em História Moderna na Universidade de Alcala de Henares, é um dos máximos especialistas mundiais em assuntos da Inquisição e da sociedade nos tempos da Contra-Reforma.)

Como se não bastasse tais embustes protestantes, o Elisson Freire também insinua que a Igreja Católica perseguia judeus. Mas verá cair uma a uma todas as suas acusações com os relatos do próprios judeus em todos os tempos.

 Abaixo, estão as acusações do protestante Elisson Freire (em vermelho), seguidas de nossas refutações:

A igreja católica e o Nazismo Durante quase 1000 anos antes de Lutero. Os padres e bispos incutiram na cabeça do Povo europeu que os Judeus Mataram Jesus, Falavam da ignorância invencível, culpavam eles pelos problemas, forçando-os a se converterem, massacrado-os durante toda a idade media, tirando os seus filhos para serem educados por famílias cristãs e espalharam mitos que os Judeus matavam uma criança cristã e bebiam seu sangue na páscoa judaica.

1- A ignorância deste protestante o faz desconhecer que Nazismo é uma ideologia praticada pelo Partido Nazista da Alemanha, formulada por Adolf Hitler, e adotada pelo governo da Alemanha de 1933 a 1945 e não tem qualquer ligação com a Igreja Católica. Ele também desconhece que o Nazismo nasceu no mesmo berço do protestantismo e que foram os protestantes que escolheram Adolf Hitler, que por sua vez, adotou as idéias anti-semitas de Lutero que pregava: "A Alemanha deve ficar livre de judeus, aos quais após serem expulsos, devem ser despojados de todo dinheiro e jóias, prata e ouro, e que sejam incendiadas suas sinagogas e escolas, suas casas derrubadas e destruídas (…), postos sob um telheiro ou estábulo como os ciganos (…), na miséria e no cativeiro assim que estes vermes venenosos se lamentassem de nós e se queixassem incessantemente a Deus". – ("Sobre os judeus e suas mentiras" de Martinho Lutero.)

No Segundo Reich, após a unificação da Alemanha, o chanceler Otto Von Bismarck, apoiado
pela maioria protestante iniciaria a 
famosa campanha contra a minoria católica: Bismarck
restringiria a livre prática religiosa, reprimindo os direitos católicos

Em novembro de 1933, uma manifestação protestante que reuniu um recorde de 20.000 pessoas, aprovou três resoluções:
A- Adolf Hitler é a conclusão da Reforma;
B- Judeus Batizados devem ser retirados da igreja (luterana);
C- O Antigo Testamento deve ser excluído da Sagrada Escritura.
(Buchheim, Glaubnskrise im 3.Reich,124-136)

2- Não eram os padres e bispos que diziam que os judeus mataram Jesus, mas as Escrituras, confira:“Por esta razão os Judeus, com maior ardor, procuravam tirar-lhe a vida, porque não somente violava o repouso do sábado, mas afirmava ainda que Deus era seu pai e se fazia igual a Deus.”  (João 5,18)

3- A Igreja jamais forçou os judeus a se converterem ou os perseguiu. A precaução em determinada época, contra a presença de judeus em alguns países europeus pelos seus governantes, era uma questão de segurança nacional, pois os judeus haviam escolhido se juntar aos islâmicos para invadir a Europa.

- Para entender adequadamente esta questão, é necessário recordar o fato de que a Espanha esteve, por mais de metade de 12 (doze) séculos, em guerra contra os muçulmanos, com os quais os judeus se haviam aliado contra os espanhóis. Era a batalha do estandarte da Cruz contra o 'crescente islâmico'. Isto é confirmado pela 'Graetz's History of the Jewish Encyclopedia', a 'Encyclopedia of Jewish Knowledge", a 'Vallentine's Jewish Encyclopedia', e outras autoridades de grande importância no Judaísmo. Os dois últimos claramente dizem: 'Os judeus espanhóis deram boas vindas, ou melhor dizendo, convidaram a invasão árabe. Debaixo do califado (governador muçulmano) do Oeste, com sua capital em Córdoba, seus membros (os judeus) cresceram e atraíram grande influência no Estado(Dr. Cecil Roth, in Vallentine's J. E., p. 612).

É também confirmado que os 'judeus africanos ajudaram os árabes em Córdoba, Málaga, Granada, Sevilha e Toledo, e essas cidades foram colocadas sob controle judaico por tais conquistadores' (Enc. J. Knowledge, pag. 531).

Quando a Espanha foi retomada, os islâmicos invasores foram expulsos, os judeus permaneceram na Europa, mas sob desconfiança do povo europeu por razões óbvias. Do mesmo modo que alguns judeus dissociados preferiam converter-se católicos para ter acesso aos empregos públicos, também escolhiam ser protestantes, sito o caso do pai do futuro criador do comunismo: Herschel Marx (1777–1838), este além de pai de Karl Marx, era advogado e conselheiro de Justiça. Herschel descendia de uma família de rabinos, mas se converteu protestante luterano em função das restrições impostas à presença de membros de etnia judaica no serviço público, quando Marx ainda tinha seis anos.(BOITEMPO, Editorial. Cronologia resumida de Karl Marx e Friedrich Engels contida em edição de A Ideologia Alemã. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007.)

4- A Igreja nunca tirou filhos dos judeus, essa é mais uma mentira descabida protestante.



5- A Igreja nunca espalhou mito sobre a matança de crianças. A matança de crianças na idade média para uso de seu sangue em rituais praticados por determinados judeus é fato confirmado pelo historiador italiano de origem judaica Ariel Toaff, professor de História da Idade Média e do Renascimento da conservadora Universidade Confessional Israelense de Bar-Ilan, filho de Elio Toaff, ex-grande rabino de Roma.


No livro Páscoa de sangue: hebreus da Europa e homicídio ritual”, com mais de trezentas páginas, o erudito trabalho de Ariel Toaff, defende que os propostos sequestros, torturas e crucificações rituais de crianças cristãs praticados por judeus através da Europa, em diversas épocas, que justificaram a perseguição, tortura e morte de multidões de hebreus, não seriam fruto do imaginário anti-semita, mas práticas correntes entre algumas comunidades hebraicas europeias. No livro ele conta com riqueza de detalhes como eram feitos estes sacrifícios de crianças cristãs pelos judeus.

O Papa Pio XII não empregou todos os métodis (sic) para lutar contra Hitler ,não convocou os católicos a desobedecer os governastes (sic) fascistas, (...)

Puro embuste! Enquanto os chefes de Estados calavam diante das brutalidades de Hitler, o Papa Pio XII era o único na Europa ocupada que ousava se levantar contra a besta nazista e convocava os católicos a repudiá-lo.

Os Papas Pio XI e Pio XII foram os primeiros chefes de estado a denunciarem a perversidade da ideologia nazista. A Encíclica de Pio XI Mit brennender Sorge (Com profunda preocupação), de 14 de Março de 1937, fez a condenação expressa e formal dos erros do nacional-socialismo alemão (o nazismo). A encíclica foi escrita em Roma, em alemão para facilitar a sua compreensão, e enviada à Alemanha, lá foi impressa em segredo para não ser apreendida pela Gestapo e distribuída a todos os bispos, padres e capelães e lida, simultaneamente, em todas as Igrejas da Alemanha no dia 21 de março de 1937.

Não, Pio XII não se calou
Passados 55 anos da morte do venerável Papa Pio XII, é 
momento de voltar alguns anos e honrar a sua grandiosa 
memória. pio-xii-com-os-romanos
A reação de Hitler através da Gestapo foi violenta e recrudesceu fortemente a perseguição de católicos na Alemanha. No dia seguinte ao lançamento da Mit brennender Sorge, o Völkischer Beobachtercarregava um forte contra-ataque ao "judeu-Deus e seu vice em Roma." O Das Schwarze Korpschamou de "a mais incrível das cartas pastorais de Pio XI, cada sentença era um insulto para a nova Alemanha." O embaixador alemão no Vaticano foi instruído que o governo alemão "teve de considerar a encíclica do Papa como uma chamada para a batalha“, pois apela a cidadãos católicos a se rebelar contra a autoridade do Reich."
Para que este protestante caluniador se corrija de vez, posto abaixo outras corajosas atitudes do Papa Pio XII contra a ameaça nazista. Este relato foi publicado pela Revista Isto É, N° 2144, de 10 Dez de 2010:

- Na posição de núncio apostólico da Baviera, entre 1917 e 1029, fez 44 discursos dos quais 40denunciavam alguns aspectos da ideologia nazista emergente.

- Em carta endereçada ao bispo de Colônia, em 1935, chama os nazistas de “falsos profetas, orgulhosos como Lúcifer”.

- Enviou, em 1942, o seu núncio apostólico para protestar junto ao governo francês contra “as prisões desumanas e deportações de judeus”.

- Durante os anos 30, foi satirizado pela imprensa nazista como o cardeal pró-judeu de Pio XI, seu antecessor. Motivo: ele enviara mais de 55 protestos como secretário de Estado do Vaticano.

- Atuou como intermediário secreto ente os alemães que conspiraram contra Hitler.

- Sua primeira encíclica como papa Pio XII, de 1939, ganhou manchete na primeira página no New York Times com o título: “Papa condena ditadores, os que violam os tratados e o racismo”. Aviões aliados lançaram milhares de cópias da encíclica em território alemão para despertar o sentimento antinazista.

Recebeu e Abençoou o Líder Nazista Da Croácia que estava envolvido na perseguição aos judeus junto com os Alemães e Estava massacrando ou convertendo a força os sérvios ortodoxos.

Puro embuste! O papa jamais “abençoou” o líder nazista da Croácia.
Pavelić visitou o Papa Pio XII em maio 1941, na tentativa de ganhar reconhecimento do Vaticano, mas não conseguiu. (Matković, Hrvoje (2002). Povijest Nezavisne države Hrvatske (em croata). Naklada Pavičić. p. 26.)

A relação do Vaticano com outros lideres fascistas era igualmente próxima ao do Nazismo croata, (...)

“Igualmente” só se for no sentido dE o Papa repudiar essas duas doutrinas nefastas.

Mensagem do Vaticano para os seus
representantes de outubro/1942 sobre a
"situação dolorosa que se derrama
contra os judeus na Croácia"
Em outubro de 1942, saiu uma mensagem do Vaticano para os seus representantes em Zagreb (capital da Croácia), sobre a "situação dolorosa que se derrama contra os judeus na Croácia" e instruindo-os a apresentar uma petição ao governo para "um tratamento mais benevolente dos infelizes." O Cardeal Secretário de notas do Estado refletiu que as petições do Vaticano foram bem sucedidas na obtenção de uma suspensão de "despachos de judeus da Croácia", em janeiro de 1943, mas a Alemanha estava aplicando pressão para "uma atitude mais firme contra os Judeus". Outra instrução da Santa Sé aos seus representantes em Zagreb direcionando-os para trabalhar em nome dos judeus, saiu em 6 de março de 1943. O croata Arcebispo Alojzij Stepinac, depois de ter recebido a direção de Roma, condenou as ações brutais do governo. Um discurso que proferiu em 24 de outubro de 1942 é típico de muitos que ele fez para refutar a teoria nazista:

“Todos os homens e todas as raças são filhos de Deus; todos, sem distinção. Aqueles que são ciganos, negros, europeus ou ariano todos têm os mesmos direitos... Por esta razão, a Igreja Católica sempre condenou e continua a condenar toda a injustiça e toda a violência cometida em nome de teorias de classe, raça ou nacionalidade. Não é permitido que os ciganos ou judeus sejam perseguidos, porque eles alegadamente são uma raça inferior". (Goldhagen v. Pius XII". 2007.)

Mussolini foi quem Deu ao Papa O direito de Ter o vaticano Separado do Estado Italiano.

O protestante faz bem em dizer isso, pois o Papa assim se livrou de estar sob o governo de um déspota. Além do mais, os governos italianos anteriores, haviam se apoderado de vastos territórios da Igreja e Mussolini foi apenas o governo na sequência que fechou questão neste roubo histórico contra a Igreja.

Francisco Franco era católico e Devoto da virgem E o Papa Não Lutou contra esses regimes totalitários e sangrentos.

Franco era devoto da virgem, tanto quando foram até o fim da vida os protestantes Lutero e Calvino, mas Franco não era nazista, comunista, fascista ou maçom. Franco era um nacionalista que lutou pelo seu país, a Espanha, contra forças comunistas que ceifaram a vida de muitos espanhóis. Apesar das suas estreitas relações com a Alemanha e a Itália, manteve a neutralidade espanhola durante a Segunda Guerra Mundial. Por ser diferente dos depostas Hitler e Mussolini, teve o seu regime reconhecido pela Organização das Nações Unidas.

Muito tem sido escrito sobre o alegado “fascismo e brutalidade” de Franco, mas talvez o historiador inglês Paul Johnson tenha melhor caracterizado seu caráter: “Os Nacionalistas venceram principalmente pela capacidade e bom senso de Franco. Embora Franco fosse um homem desagradável e seja improvável que jamais ele venha a ganhar a estima dos historiadores, ele deve ser considerado um dos mais bem sucedidos homens públicos do século [...] O soldado-estadista a que mais ele se assemelha é Wellington, uma figura muito admirada na Espanha [...] Franco jamais foi um Fascista ou teve a menor crença em qualquer tipo de Utopia ou sistema”. (ROYAL, R. p. 116.)

O Papa lutou sim e muito contra os ditadores. Sua primeira encíclica como papa Pio XII, de 1939, ganhou manchete na primeira página no New York Times com o título: “Papa condena ditadores, os que violam os tratados e o racismo”. Aviões aliados lançaram milhares de cópias da encíclica em território alemão para despertar o sentimento antinazista. (Revista Isto É, N° Edição: 2144, 10 Dez 2010)

 Ou seja quem Implantou o ante-semitismo (sic) na Europa foi a igreja católica, Ela o fomentou Por mais de um Milênio e até o início do século XX era comum ainda falar mal dos judeus, coisas na liturgia que foram tiradas depois do holocausto , como a oração para a conversão dos judeus e remover sua ignorância invencível.

Puro embuste, que será desmascarado por um judeus abaixo. O desinformado protestante desconhece que a Igreja ensina que a ignorância invencível também salva as pessoas.

O período da história em que os governos europeus temeram a comunidade judaica, foi por óbvias razões de segurança nacional, pois os judeus eram aliados militares dos invasores islâmicos que estavam invadindo a Europa com seus exércitos, e não por questões anti-semitas.

O judeu Dr. Cecil Roth, especialista inglês em "História do Judaísmo", declarou num Forum sionista em Bufallo, (USA, 25 de Fev de 1927): "Apenas em Roma existe uma colônia de judeus que continuou a sua existência desde bem antes da era cristã, isto porque, de todas as dinastias da Europa, o Papado não apenas recusou-se a perseguir os judeus de Roma e da Itália, mas também durante todos os períodos, os Papas sempre foram protetores dos judeus. (...) A verdade é que os Papas e a Igreja Católica, desde os primeiros tempos da Santa Igreja, nunca foram responsáveis por perseguições físicas aos judeus, e entre todas as capitais do mundo, Roma é o único lugar isento de ter sido cenário para a tragédia judaica. E, por isso, nós judeus, deveríamos ter gratidão."

Só a Igreja Católica pode ser chamada de Igreja judaica glorificada, ela é a Igreja dos conversos e descendentes de convertidos judaicos. Primeiro a fundou Jesus Cristo, o judeu dos judeus, depois vieram os Apóstolos, todos judeus, depois os milhares de primeiros membros, todos os judeus, e mais adiante, vieram os convertidos dentre os gentios. Na verdade, não teria sido uma Igreja Católica (universal, para todos), se não fosse para todos.

Portanto, é falsa esta estória protestante de que a Igreja Católica em algum momento da história tenha fomentado o anti-semitismo, com historicamente bem o fez, o fundador do protestantismo.

Lutero, por mais duras que sejam as palavras dele, seu discurso ainda era, para a epoca, mais humano que o tratamento e discurso católico da época.

Compare o discurso “humano” de Lutero, com o discurso do Líder católico:



Líder protestante, Lutero: (…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.”  (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).

Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade … são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).

Líder Católico, Papa Pio XI: "Observe bem que na missa católica, Abraão é nosso Patriarca e antepassado. Anti-semitismo é incompatível com o pensamento elevado, que o fato expressa. (...) eu digo que é impossível para um cristão participar de anti-semitismo. Isso é inadmissível. Através de Cristo e, em Cristo, somos a descendência espiritual de Abraão. Espiritualmente, somos todos semitas." (La Documentation Catholique, 29 (1938))

E Foi nos países protestantes que os judeus tiveram mais liberdade, Inclusive muitos Judeus convertidos a força na Espanha e em Portugal voltaram para o judaísmo sem penalidade na holanda, (...)

Essa é uma falácia tendenciosa protestante. Os judeus dos países ibéricos como Espanha e Portugal eram expulsos porque eram aliados dos invasores islâmicos que haviam se apoderado da Espanha por séculos, e sendo estes mais tarde vencidos junto aos islâmicos, fugiram para Portugal onde por desconfiança, e com razão, os governantes portugueses os rejeitavam se não se dissociassem do judaísmo grupal. Não havia qualquer repulsa ao ser humano em si, como faziam os nazistas aprendizes de Lutero.

Contrariando a falácia do protestante caluniador que refutamos, em 1264, o rei Boleslav da Polônia, catolissíssima, expediu uma carta convidando os judeus para viverem na Polônia. A carta é um documento impressionante, concedendo aos judeus direitos e privilégios sem precedentes.

Outro rei católico polonês, Sigismundo II Augusto, emitiu outro convite aos judeus. Em seu edital datado de 23 de agosto de 1567 diz: "Como resultado dos esforços de nossos consultores e de acordo com o pedido dos judeus de Lublin, concedemos permissão e concessão para erigir uma yeshiva (escola judaica) equipando-a com tudo que for necessário para o avanço da aprendizagem. (...)”

Os judeus seguiram para a Polônia e constituíram naquele país a maior comunidade judaica da Europa, dando de goleada nos judeus que se aliaram aos bandidos invasores e corsários holandeses que vieram saquear no Brasil.

Na própria expedição de Pedro Álvares Cabral, antes do protestantismo ser fundado, já aparecem alguns judeus, dentre eles, Gaspar Lemos, Capitão-mor, que gozava de grande prestígio com o Rei D. Manuel.

Também antes do protestantismo existir, Fernão de Noronha, um judeu convertido cristão novo, foi Cavaleiro das Casas de D. Manuel I e D. João III e descobriu a ilha à qual ele pôs o nome de São João Baptista por a ter achado no dia deste santo. Como consequência do contrato e da expedição de Gonçalo Coelho, o Rei Venturoso D. Manuel I (1495-1521) fez mercê com grande jurisdição e doou, em 1504, a Fernão de Noronha, a primeira «capitania do mar» no litoral: a ilha de São João da Quaresma, atual Fernando de Noronha. (Armorial Lusitano", Afonso Eduardo Martins Zúquete, Editorial Enciclopédia, 3.ª Edição, Lisboa, 1987, p. 316)

Foi Na época do Brasil holandês, do domínio protestante no nordeste que A primeira sinagoga Foi implantada no Brasil por Judeus de origem ibérica. Quando foram expulsos os Holandeses os Judeus tiveram que partir porque não existia liberdade religiosa nas terras do Portugal católico e Foram para Onde Hoje é Nova Yorque e na sinagoga de la ate hoje tem nos nomes dos fundadores Sobrenomes ibéricos como Silva.

Como já demonstramos historicamente antes, o povo judeu tendia a aliar-se a salteadores como os invasores islâmicos que invadiram a Espanha e aos intolerantes protestantes holandeses que invadiram o Brasil ceifando muitas vidas como podemos ver neste artigo:http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2012/11/sonho-sangrento-de-um-brasil-protestante_16.html

Os judeus que se aliaram aos holandeses que invadiram o Brasil eram exatamente os ibéricos já famosos negativamente na Europa, muitos eram portadores da fortuna levantada quando governaram importantes e ricas cidades da Espanha durante a invasão islâmica.

A falácia anti-histórica em afirmar que os protestantes invasores holandeses eram “tolerantes” porque os temidos judeus ibéricos, seus aliados, construíram uma mesquita em seu território usurpado, é falsa. O historiador Leonardo Dantas acrescenta: "Não se tratava de uma liberdade total. Havia restrições a cultos não reformados.", ou seja, a “liberdade” era só para culto protestante. A revista protestante Eclésia, edição especial de Abril de 2000, afirma que os judeus só podiam fazer culto à portas fechadas e que as igrejas católicas foram queimadas e as missas e procissões proibidas. Bela tolerância, dos assassinos holandeses que chegando ao Brasil decapitaram os jesuítas, dizimaram os católicos em Natal-RN e queimaram as igrejas católicas de Olinda e da Bahia. Confira:http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2012/11/sonho-sangrento-de-um-brasil-protestante_16.html

Lutero e suas palavras nunca desencadearam um perseguição aos judeus, pelo menos nenhuma que foi digna de nota na historia. e ninguém que busque falar mal dos evangélicos acha uma perseguição aos judeus no tempo das reformas.

Será mesmo? Além da grande perseguição anti-semita proposta por Lutero, que já documentamos, o ignorante protestante acusador desconhece que o terrível tratado de Lutero “Sobre os judeus e suas mentiras” foi escrito exatamente durante a reforma e no tempo de Lutero, como o próprio heresiarca bem lembra:



Comentário de Vradimir Maximo em resposta a nando2646: - "Depende, amigo o Povo 
do Eterno não é aquele e o mesmo povinho de Israel, que nega o Cristo, Messias 
Rejeitado até hoje em Israel. Com certeza este tipo de Povo é Fariseu. Lavou as Mãos e 
seu Sangue foi Derramado Pelos mesmos Fariseus Vestidos de Terno e Gravata 
em Igrejolas que Roubam, Enganam e Escravizam com suas Doutrinas Financeiras 
para Roubar dos Incautos. Estes são os que mataram Jesus.

“(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).

A visão acadêmica prevalecente, desde a Segunda Guerra Mundial, é que o tratado exerceu uma grande influência na atitude da Alemanha em direção aos seus cidadãos judeus nos séculos entre a Reforma e o Holocausto. Quatrocentos anos depois que foi escrito, os Nacionais-Socialistas expuseram o “Sobre os judeus e suas mentiras” durante seus comícios e reuniões em Nuremberg, e a cidade de Nuremberg apresentou uma primeira edição a Julius Streicher, editor do jornal Nazista Der Stürmer, o jornal que o descreve como o tratado mais radicalmente antisemítico já publicado(Ellis, Marc H. Hitler and the Holocaust, Christian Anti-Semitism", Baylor University Center for American and Jewish Studies, Spring 2004, slide 14. Also see Nuremberg Trial Proceedings, Vol. 12, p. 318, Avalon Project, Yale Law School, April 19, 1946.)

Em seu livro Why the Jews? [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem:
“[...] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher (nazista), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”.

“Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)

E a base do Nazismo Para perseguir os judeus era cientifica , a eugenia , tanto é que Familinhas (sic) luteranas de origem judaica (convertidas pacificamente) iam junto com Judeus católicos, judeus ateus, Ciganos, e deficientes para os campos de extermínio. O critério era Racial e étnico e não religioso.

Isso não faz diferença, quando o motivo principal era o ódio ao judeu físico, como bem Lutero ensinou:

“Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.” (Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)

A Eugenia Disse que os Judeus eram uma raça inferior, assim como os Ciganos e os elos fracos dentro das raças europeias, Foi O Objetivo de evoluir pelo melhoramento genético a raça humana que foi o critério e o motivo dos morticínios.

Hitler tinha uma justificativa para exterminar cada grupo que achasse “inferior”, e os escritos de Lutero eram os citados para alimentar o ódio contra os judeus, porque quando se odeia costuma-se achar “inferior”.

Mas se tem que Culpar Lideres religiosos e igrejas. A igreja católica é a principal responsável pelo nazismo seja por um milênio e meio de ante semitismo, e incutindo o ódio aos judeus no povo europeu, Tanto pela Negligencia porque o papado estava em Divida com o Eixo pelo vaticano, (...)

Quanta idiotice já foi respondida! A lorota do “um milênio” agora virou “um milênio e meio”. Quanto à afirmação de que “o papado estava em Dívida com o Eixo pelo vaticano”,  isso não procede.

A Igreja nunca esteve em dívida com o eixo. O governo italiano anterior ao de Mussolini é que estava há séculos em dívida com a Igreja por ter-se apoderado dos Estados Pontifícios pertencentes de fato e direito à Igreja. Como antes já vimos, foi exatamente no governo de Mussolini que a Igreja se separou do Estado Italiano.

... e em alguns locais como a Croácia e Espanha esses regimes estavam matando comunistas e opositores da igreja e favorecendo a limpeza religiosa de Não Cristãos e Ortodoxos, e favorecendo as conversão para fugir da fúria dos perseguidores nazi-fascistas católicos, porque o unico meio de um servio ortodoxo não ser morto era ter um documento que provasse que ele tinha se convertido ao catolicismo romano.

Esse argumento acima usado pelo protestante, foi reconhecido pela imprensa universal como mais uma farsa criada pelos comunistas. A intenção destas calúnias era colocar o povo Croata contra a Igreja Católica, atacando com infâmias o arcebispo Stepinac.

Entenda como a farsa foi criada:

No início da Segunda Guerra Mundial (Março 1941), a Croácia ficou sob o controle de um novo governo liderado por Ante Pavelic e seu partido pró-nazista, a Ustashi. A Ustashi desencadeou uma onda de brutalidade contra os judeus e sérvios ortodoxos que chocou até mesmo os nazistas. Desde o início, o então Arcebispo Stepinac usou sua posição para protestar contra os abusos e para proteger as vítimas. Um general alemão nazista uma vez declarou: "Se algum bispo na Alemanha falasse dessa forma, ele não iria descer do púlpito vivo!"

O Arcebispo Stepinac enfrenta corajosamente os nazistas da Ustashi e
depois os comunistas comandados pelo General Tito. Por isso foi preso
e condenado.
Depois da guerra, guerrilheiros comunistas do marechal Josip Broz - mais conhecido como Tito, estabeleceu um novo regime sérvio comunista: a Federação Socialista da Jugoslávia. O novo governo perseguiu católicos e a Igreja Católica, confiscando propriedades, fechando seminários e escolas, proibindo missas, e prendendo o clero.

Antes de chegar ao poder, os comunistas usaram os discursos do Arcebispo Stepinac contra a Ustashi em sua propaganda. Agora, no entanto, passaram a ver o arcebispo como uma ameaça já que também criticava os abusos comunistas. Depois de mais de um ano de protestos aos abusos comunistas - e Tito fazendo o que podia para calar o líder católico - as autoridades jugoslavas prenderam o Arcebispo Stepinac e o acusaram falsamente de ter colaborado com a Ustashi.

O julgamento do arcebispo começou em 30 de setembro de 1946. A imprensa mundial o reconheceu como uma farsa. A promotoria teve 15 meses para forjar as acusações, enquanto os advogados do arcebispo Stepinac só tiveram uma semana para coletar provas e uma hora para se encontrar com seu cliente. Muitas testemunhas de defesa não foram autorizadas a testemunhar e as provas da defesa foram declaradas inadmissível, e (como claramente estabelecido mais tarde) as provas da acusação chave foram fabricadas. Naturalmente, o Arcebispo Stepinac foi considerado culpado e condenado a 16 anos de trabalhos forçados.

Devido à indignação em todo o mundo democrático, o arcebispo NÃO foi condenado. Em vez disso, ele foi mantido em uma pequena cela, isolado do mundo exterior. Tito, no entanto, permitiu que grupos selecionados cuidadosamente observassem o prisioneiro e informassem sobre a forma como ele estava sendo tratado. (a revista TIME escreveu que estes relatórios não valiam o papel em que foram impressos.)

Em 1950, um grupo de senadores norte-americanos procuraram permitir a ajuda americana para a Iugoslávia sob a condição de liberação do Arcebispo Stepinac. Percebendo a necessidade de melhores relações com o Ocidente, e também preocupado com a saúde em declínio do arcebispo, em 1951, Tito disse que iria liberar o arcebispo com a condição de que ele deixasse o país. Mas o Arcebispo Stepinac se recusou a deixar o seu povo. Finalmente, em dezembro daquele ano, Tito o mandou para prisão domiciliar em sua aldeia natal de Krasic. O Papa Pio XII nomeou o Arcebispo Stepinac como um cardeal, mas ele não fez a tradicional viagem a Roma. Ele sabia que se deixasse a nação, Tito não o deixaria voltar.

A saúde do cardeal Stepinac declinou, e ele morreu em 10 de fevereiro de 1960, ainda sob prisão domiciliar. (Mais tarde, testes indicaram que de fato ele foi lentamente envenenado.) Em 1992, a Croácia saiu do jugo do comunismo. Um dos primeiros atos do novo parlamento foi emitir uma declaração condenando "o julgamento e sentença política proferida sobre o Cardeal Alojzij  Stepinac em 1946."

O Arcebispo Stepinac foi condenado, disse o Parlamento, porque ele tinha agido contra a violência e crimes das autoridades comunistas, assim como ele agiu durante o turbilhão de atrocidades cometidas na Segunda Guerra Mundial, para proteger os perseguidos, independentemente da origem nacional ou denominação religiosa. O dissidente iugoslavo Milovan Đilas disse: "o problema com Stepinac não era a sua política em relação a Ustashi, mas para com os comunistas."
De acordo com o estudioso Ronald J. Rychlak, "o Arcebispo croata Alojzij Stepinac, após ter recebido orientação de Roma, condenou as ações brutais do governo. Um discurso que ele deu sobre 24 de outubro de 1942 é típico de muitos que ele fez ao refutar a teoria nazista:

“Todos os homens e todas as raças são filhos de Deus; todos, sem distinção. Aqueles que são ciganos, negros, europeus ou ariano todos têm os mesmos direitos... Por esta razão, a Igreja Católica sempre condenou e continua a condenar toda a injustiça e toda a violência cometida em nome de teorias de classe, raça ou nacionalidade. Não é permitido que os ciganos ou judeus sejam perseguidos, porque eles alegadamente são uma raça inferior". (Goldhagen v. Pius XII". 2007.)

Rychlak continua: "A Associated Press relatou que em 1942, Stepinac tornou-se um duro crítico do regime fantoche nazista, condenando sua política de genocídio, que matou dezenas de milhares de sérvios, judeus, ciganos e croatas. Com isso, ele ganhou. a inimizade do ditador croata, Ante Pavelic. Em 13 de outubro de 1946, quando as autoridades comunistas do pós-guerra tentaram inventar um processo contra Arcebispo Stepinac, o líder judeu Louis Braier declarou:

“Este grande homem da Igreja tem sido acusado de ser um colaborador nazista. Nós, os judeus, negamos isso. Ele é um dos poucos homens que se levantaram na Europa contra a tirania nazista, precisamente no momento em que era mais perigoso. Ele falou abertamente e sem medo contra as leis raciais. Depois de Sua Santidade, o Papa Pio XII, ele foi o maior defensor dos judeus perseguidos na Europa.”("Goldhagen v. Pius XII". 2007.)

Mas e aquele frade que simpatizava com a política do ditador croata?
O frade franciscano Miroslav Filopovic-Majstorovic por suas más ações na Croácia, foi julgado, laicizado, e expulso da ordem franciscana, antes da guerra. (na verdade, antes demais da sua transgressão grave). (Ronald J. Rychlak. "Goldhagen v Pio XII." First Things 124 (Junho / Julho de 2002): 37-54.)

Em 1298, "todos os judeus em Rottingen foram queimados vivos, acusados de desecrar uma hóstia sacramentada".(Will Durant, História da Civilização.Vol. IV, p. 391).

Há uma tremenda má fé no que escreveu o fantasioso Will Durant. Esse episódio de Rottingen foi um fato que envolvia apenas problemas financeiros de um único sujeito e os judeus que em vão foram protegidos pelo rei e pelos cristãos católicos. De acordo com fontes contemporâneas o assassino de Röttingen, havia se sobrecarregado com dívidas a credores judeus e por isso resolveu caluniá-los e massacrá-los.

O episódio aconteceu durante a guerra civil entre o rei Adolf de Nassau e seu rival Albert da Áustria, quando a autoridade imperial, tradicionalmente voltada para a proteção dos judeus, tinha temporariamente entrado em colapso.

Os judeus da cidade da Francônia de Röttingen foram acusados ​​de ter obtido e profanado a hóstia consagrada. Um "Senhor Rintfleisch", a quem as fontes referem-se a um cavaleiro pobre ou um açougueiro (o nome "Rindfleisch" significa "carne" em alemão), fingiu ter recebido um mandato dos céus para vingar o sacrilégio e exterminar os judeus. Ele reuniu uma multidão em volta dele e queimaram alguns judeus de Röttingen em 20 de abril. Depois disso, ele e sua máfia iam de cidade em cidade e mataram todos os judeus que caíram sob seu controle.

Em Nuremberg, os judeus procuraram refúgio na fortaleza e foram assistidos pelos cidadãos cristãos, mas Rindfleisch superou os defensores e massacraram os judeus em 1 º de agosto.

O católico Rei Alberto I, tendo superado Adolf, assumiu a coroa, finalmente Rintfleisch foi preso e enforcado. As cidades em que os judeus haviam sido mortos foram obrigadas a pagar multas ao rei. (Österreichische Chronik von den 95 Herrschaften)
Novamente isso nada teve a ver com a Igreja.

Em Deggendorf toda a comunidade judaica foi massacrada por supostamente roubar e "torturar" uma hóstia consagrada. Quem esqueceria a inscrição na igreja católica naquela pacata cidade que durante séculos, sob uma pintura comemorativa do massacre dos judeus, proclamava em triunfo "cristão": "Deus permita que a nossa pátria seja para sempre livre dessa escória infernal"!(Guenter Lewy, The Catholic Church and Nazi Germany (McGraw-Hill, 1964), pp. 272-273).

Essa é uma lenda tardia muito boquejada pelos mentirosos anti-católicos, que na verdade, tentam atribuir à Igreja Católica o que era sonho de Lutero.

 O poema dos anfitriões de Deggendorf não tem rigorosamente nenhuma credibilidade em tudo. Seus séculos de aparecimento súbito após os eventos reais ocorridos, o faz apenas uma peça de evidência para isso, pois não existia antes do século 15, seu conteúdo e clichês são esquemáticos. O estereótipo do dia de Páscoa é dado como é adicionado a data e a acusação de envenenamento bem mesmo que ele nunca tenha sido mencionada antes neste contexto. Detalhes que poderiam ser interpretados como específico para Deggendorf são deixados de fora. O único nome dado é o de Hartmann von Degenberg que não pôde ser identificado como uma pessoa histórica real. (1) A deformação completa da realidade se manifesta no poema. O que aconteceu em Deggendorf em 1338 é provavelmente, que a revolta contra alguns judeus surgiu por causa das altas dívidas de pessoas que deviam dinheiro a eles. Os gafanhotos destruindo grande parte da safra apertou a situação no final de setembro ou início de outubro 1338, provável data correta do dia de pagamento. (2) Isto significa que os judeus foram assassinados por razões econômicas. Eventos foram retrabalhados mais tarde para justificar o ato, de modo que, no século 15 a lenda estereotipada assumiu vida própria. (3)      ---- Notas: (1)- Eder (Ann. 2), pp 230-244; (2)- DII., pp 287-288; (3)- DII.


Duque Albrecht V da Baviera e sua esposa
Anna da Austria Jogando Xadrez. Tela de
Hans Mielich (1552)







O desenvolvimento da peregrinação a tornar-se um momento de adoração dos anfitriões mágicos de Deggendorf foi particularmente promovida pelo pastor Johannes Sartorius (1599 - 1609) e o Duque Albrecht da Baviera (1584-1666). (Eder (Ann. 10), p. 107.)

Novamente aí, isso nada tem a ver com a Igreja. A estória da hóstia foi inserida para ligar a lenda à Igreja. Certamente esqueceram que os luteranos, anglicanos e ortodoxos também têm hóstia.

E quem pode negar que séculos de tal fanatismo preparariam a Alemanha para a "solução final" de Hitler?

Quem nega esta falsidade são os próprios judeus, como bem noticiou os meios de comunicação: "Bento XVI recebeu nesta quarta-feira um grupo de judeus sobreviventes do holocausto, em um encontro organizado pela Fundação judaica Pave The Way (PTWF).  - Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial”, explicou à Zenit Gary L. Krupp, presidente da fundação". Fonte: http://www.zenit.org/article-18780?l=portuguese

Só uma informação: logo após a II Guerra, os judeus de Roma homenagearam Pio XII... e o Rabino-Chefe de Roma se converteu ao catolicismo e tomou o nome de cristão de Eugênio em homenagem ao Papa Pio XII (Eugênio Pacceli).

Em 1236, soldados da cruzada "invadiram as colônias judaicas de Anjou e Poitou... e ordenaram que todos os judeus fossem batizados; quando os judeus se recusaram, os soldados pisotearam 300 deles sob os cascos de seus cavalos."(Durant, op. cit., Vol. IV, pp. 391,393-94).

Tal calúnia propalada por Durant, faz parte das falsas acusações contra os cruzados, forjadas pelo então livre pensador Voltaire que ensinava: “Mentez, mentez toujours, il en restera quelque chose“, ou seja, “minta, minta sempre, alguma coisa ficará”. Voltaire mais tarde converteu-se ao catolicismo e pediu perdão pelas calúnias que levantou contra a Igreja Católica. O mito das cruzadas foi desmentido historicamente: 

E aqui podemos ver a conversão de Voltaire ao catolicismo e seu pedido de perdão pelas calúnias assacadas contra a Igreja: http://entreomalhoeabigorna.blogspot.com.br/2013/07/a-conversao-de-voltaire.html

Com esse histórico, o tratamento de Hitler aos judeus não é tanto um caso isolado quanto uma continuação do que estava acontecendo há séculos promovido pelo catolicismo romano.

Vejam até que ponto perverteram a mente deste rapaz, após bombardeá-la com tanta mentira como bem ensinava o então livre pensador Voltaire. Só temos a dizer-lhe o seguinte:

Hitler, o aprendiz de Lutero, nunca recebeu placa dos judeus o congratulando por tê-los salvo do ódio incitado por Lutero. Mas o Papa Pio XII recebeu uma placa da comunidade israelita com os seguintes dizeres:

“Os judeus para a Sua Santidade Pio XII
O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas foram postas em perigo pelas atrocidades nazi-fascistas. Muitas vezes, sacerdotes suportaram prisões e campos de concentração e até mesmo sacrificaram as suas vidas para ajudar os judeus. Essa prova que o sentimento de bondade e caridade que ainda conduz o justo tem servido para diminuir a vergonha das indignidades suportadas, o suplício sofrido das perdas de milhões de seres humanos. Israel ainda não terminou o sofrimento: Os judeus sempre lembrarão o que a Igreja, sob ordens do papa, fez por eles naquele momento terrível ".  (Moção aprovada pelo Terceiro Congresso da Comunidade Israelita Italiana realizado em março de 1946.)

Não é novidade pra nós, um fator muito peculiar do catolicismo que é o de, descaradamente acusar os outros daquilo que a Igreja Romana fez por séculos. De certo que lideres protestantes tiveram algum garu (sic) de participação na morte de outras pessoas, contudo tal ação não era incentivada como sendo cristã. Já no catolicismo, as atrocidades eram incentivadas de alto a baixo. Um historiador católico escreve:
Dos oitenta papas seguidos desde o século treze, nenhum desaprovou a teologia e os aparatos da Inquisição. Pelo contrário, um após o outro acrescentou as suas próprias crueldades aos trabalhos dessa máquina mortífera. (Peter de Rosa, Vicars of Christ: The Dark Side of the Papacy (Vigários de Cristo: O Lado Negro do Papado). Crown Publishers, 1988, pp. 175-76.

1- A única verdade que há neste trecho é a de que líderes protestantes tiveram de fato participação na morte de muita gente. Por ordem de Lutero, milhares de camponeses foram exterminados e o Luterano Benedict Carpzov matou na fogueira 20 mil pessoas, sem falar nos genocídios que promoveram Calvino e Henrique VIII.

2- O catolicismo figura na história como o criador do direito de defesa ao acusado e também criador do tribunal mais indulgente da história no tempo que qualquer delito levava desde o decepar de membros a morte na fogueira. E inquisição não quer “dizer matar pessoas”, mas apenas inquirir, entrevistar, consultar somente católicos que espalhavam heresias contra a fé católica, para simples absolvição mediante confissão, ou expulsão, como foi o caso de Lutero que morreu protestante e bêbado na velhice.

3- Peter de Rosa, nunca foi “Um historiador católico”, foi um apostata que virou livre pensador e passou a escrever sem fundamentos, insultos à Igreja Católica para protestante ler. Até já refutamos outros embustes daquele, nesta outra refutação: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/04/pedro-nas-mentiras-do-site-espadaeti.html

4- Os fantasiosos “aparatos da inquisição” são frutos da imaginação do protestante Casiodoro Reina, que se escondia por trás do pseudônimo “Montanus”, para forjar a lenda da “inquisição” para denegrir a Igreja. Logo os papas jamais poderiam “aprovar” ou “desaprovar” o que nunca existiu. (Conf.: Jaime Contreras, professor catedrático em História Moderna na Universidade de Alcala de Henares,)

O que os militantes católicos não sabem ou querem esconder, é que a Inquisição Católica consumiu centenas de vezes mais não-católicos do que qualquer perseguição promovida por protestantes. Durante 15 séculos (durante 1.200 anos antes da Reforma) a Igreja Católica Romana, ao mesmo tempo em que estava matando judeus aos milhares, torturava e matava cristãos aos milhões. Um dos historiadores católicos mais respeitados do século dezenove escreveu:

"Através da... atividade incansável dos papas e seus legados... a posição da Igreja era .. [que] todo desvio do ensinamento da Igreja, e toda oposição importante a qualquer ordenança eclesiástica, deviam ser punidos com morte, e a mais cruel das mortes, pelo fogo... Eram os papas que incentivavam bispos e padres a condenar os heterodoxos à tortura, confisco de seus bens, aprisionamento, e morte, e impor a execução dessa sentença às autoridades civis, sob pena de excomunhão... Todo papa confirmava ou acrescentava aos artifícios de seu antecessor... [envolvendo] a Inquisição, que contradizia os princípios mais simples da justiça cristã e o amor ao próximo, e teria sido rejeitada com horror universal na igreja primitiva".(J.H. Ignaz von Dollinger, The Pope and the Council (O Papa e o Concílio). Londres, 1869, pp. 190-93).

O que acabamos de ler são anti-históricas fantasias da “Disneylândia” protestante, e Dollinger, seu autor, nunca foi “historiador católico” e muito menos “respeitado”.

A caluniosa fonte citada pelo precipitado protestante, (“O Papa e o Concílio”), foi forjada na Alemanha em 1870 pelo apostata Döllinger, sob o pseudônimo de “Janus”, por encomenda do tirano Bismarck, para irresponsavelmente atacar a Igreja, tendo sido esquecida depois por ser um trabalho sujo; traduziu-a Rui Barbosa, em sua juventude, e depois arrependeu-se, pelas calúnias e pelo ataque apaixonado que o livro faz contra a Igreja Católica, não permitindo mais sua reimpressão enquanto vivo; após a sua morte, sarcasticamente reimprimiram a obra, rejeitando porém um prefácio que explicava o arrependimento de Rui Barbosa. Bismarck foi um tirano alemão, que tentou “resolver” os problemas da Alemanha com “sangue e aço”, e também calúnias contra a Igreja. (Fontes: Enciclopédia Microsoft Encarta 99). Veja na página 6, da Academia de letras a repulsa de Rui Barbosa pelo calunioso livro:  http://www.academia.org.br/abl/media/celebracao12.pdf 


Sobre o tribunal católico o historiador Daniel Roups, é categórico nos seus registros: ”Foram numerosos os cânones dos concílios que, excomungando os hereges e proibindo os cristãos de lhes darem asilo, não admitiam que se utilizassem contra eles a pena de morte. Deviam bastar as penas espirituais ou, quando muito, as penas temporais moderadas”. (Daniel-Rops, História da Igreja de Cristo, vol. III, Quadrante, pp. 605-606.) 

Sobre a lorota protestante da “perseguição a não católicos”: George Sokolsky, editor judeu de Nova York, em artigo intitulado "Nós Judeus", escreveu: "A tarefa da Inquisição não era perseguir judeus, mas limpar a Igreja de todo traço de heresia ou qualquer coisa não ortodoxa. A Inquisição não estava preocupada com os infiéis fora da Santa Igreja, mas com aqueles heréticos que estavam dentro dela.(Nova York, 1935, pg. 53)

Afinal, a Igreja nunca foi um braço da lei para efetuar sentença de morte a ninguém, pois se assim fizesse ela mesma teria que responder pelo crime diante da justiça. Como no passado ainda é hoje, uma instituição só pode inquirir, absolver, suspender ou demitir seu funcionário infrator, mas nunca matá-lo, podendo até prestar queixa contra tal numa delegacia. Foi o ódio protestante que estrategicamente mudou na consciência de alguns, a palavra inquirir em “matar pessoas” e inquisição em “matança na fogueira”.

A maioria dessas vítimas foram verdadeiros seguidores de Cristo, que através dos séculos recusaram aliar-se ao papa ou sua Igreja e que ao invés disso procuraram seguir a Bíblia como seu guia em todos os assuntos de fé e prática.
Como resultado eles foram odiados, caçados, perseguidos, torturados, e massacrados pela Igreja Católica Romana em nome de Cristo, em completa oposição a tudo que Cristo ensinou. Esse falso "cristianismo" sediado em Roma se tornou tão sanguinário quanto o islamismo, e em muitos casos, pior.

Mais fantasias anti-históricas da “Disneylândia” protestante.
O pai desses tais “perseguidos” e “verdadeiros seguidores de Cristo” que removeu sete livros das Escrituras, o Lutero, morreu livre e bêbado na velhice, após ter a fio de espada e sob sangue derramado, se apoderado de muitos países católicos na Europa. Dizia o tal arrependido depois de ter pregado o livre exame:

"Este não quer o batismo, aquele nega os sacramentos; há quem admita outro mundo entre este e o juízo final, quem ensina que Cristo não é Deus; uns dizem isto, outros aquilo, em breve serão tantas as seitas e tantas as religiões quantas são as cabeças" (Luthers M. In. Weimar, XVIII, 547 ; De Wett III, 6l ).

E ainda: "Se o mundo durar mais tempo, será necessário receber de novo os decretos dos concílios (católicos) a fim de conservar a unidade da fé contra as diversas interpretações da Escritura que por aí correm." (Carta de Lutero à Zwinglio In Bougard, Le Christianisme et les temps presents, tomo IV (7), p. 289).

O acusador protestante, mergulhado nas próprias fantasias, esqueceu que ler a real história do vou de galinha de Lutero.

Ele também parece não ter conhecimento que os pseudos “verdadeiros seguidores de Cristo”, os luteranos, promoveram “o maior massacre da história da humanidade”, segundo Maurice Andrieux, no dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma, matando grande parte da população, degolando os pacientes nos hospitais, estuprando ou esquartejando quem encontrassem pela frente. Eles deixaram o Rio Tibre coberto de cadáveres(Conf.: Rome, Maurice Andrieux, Editora: Funk & Wagnalls, 1968, Original Universidade da Califórnia)

Tal morticínio só veio a ser superado pelo mais tarde, pelos nazistas e pelos comunistas.
  
Portanto a Reforma que ocorreu no século dezesseis sob a liderança de Martim Lutero, teve uma enorme importância. Multidões começaram a ler a Bíblia por conta própria e como resultado foram libertos do engano de que a Igreja Católica Romana tinha as chaves do céu.

Já eram 30 as traduções católicas na Alemanha quando surgiu a rebelião protestante. Só no ano de 1524, apareceu a bíblia protestante, vertida por Lutero. Isso acaba com a calúnia protestante, de que Lutero foi quem primeiro traduziu a bíblia do latim para o povo alemão. - Fontes: (Imperial Encyclopedia and Dictionary © 1904 Vol. 4, Hanry G. Allen & Company), ( Holman Bible Dictionary © 1991).

A “reforma” protestante nada reformou na Igreja, que tinha a sua Contra Reforma.
A “reforma” protestante consistia em apoderar-se dos países ricos católicos e obrigar sob pena de morte as pessoas a se converterem ao protestantismo, roubando as Igrejas católicas para o culto criado por Lutero.
É costume dos filhos tardios de Lutero propalarem a lorota de que o povo era impedido de ler a Bíblia antes da rebelião de Lutero. Isso é falso.

1- O próprio Lutero disse: “foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo batismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação…” (De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92).
Veja, agora, um trecho católico anterior à rebelião protestante, que seria suficiente para encerrar a questão:
"Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las... Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero...devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação" (The publisher of the Cologne Bible [1480] )

2- Quem tiver qualquer dúvida sobre a que líder de Igreja Jesus deu as chaves do reino dos céus e a capacidade de ligar e desligar no céu, leia (Mt,16,17-19), onde se lê literalmente: "Bem aventurado és Simão Barjona, porque não foi a carne e o sangue que te revelou, mas sim meu Pai que está nos céus, e eu digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado também nos céus..."

Ao invés de seguirem o papa, eles se tornaram seguidores de Jesus Cristo.
O ex-católico Martinho Lutero, um dos expoentes da Fé Reformada, teve a coragem de protestar contra a venda de indulgências, um comércio que estava denegrindo o Cristianismo. A partir daí, o Cristianismo, sob a graça de Deus, seguiu seu caminho livre das heresias. A ruptura foi necessária num momento em que o catolicismo pretendia se estender por todo o mundo, sempre com a ameaça de colocar na fogueira seus opositores. Então o Cristianismo seguiu seu caminho com a verdade bíblica, tendo unicamente Jesus como Senhor, Mediador, Advogado e Intercessor, conforme as Escrituras.

Quanta fantasia! Lutero corrige a este protestante na sua tese número 7 alegando: 7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.”

Certamente este incauto protestantes nunca leu as 95 Teses de Lutero, que desmente toda esta farsa tardia de “venda de indulgência pela Igreja” dizendo:

“50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.

53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.”

Um ato isolado de um único monge e seus seguidores numa pequena cidade na Alemanha, e que foram exemplarmente punidos pela Igreja em Roma, não representa a vontade do Papa, nem da Igreja. Isso Lutero está esclarecendo muito bem em suas teses acima. Verdadeiro comércio da fé não se viu depois que as seitas oriundas da rebelião de Lutero pulularam pelo mundo.

O catolicismo atacou muçulmanos nas Cruzadas, os missionários católicos nas Américas tentaram converter os nativos sob ameaça de morte. Carlos Magno e outros imperadores romanos espalharam o catolicismo romano pela espada ao mesmo tempo que os muçulmanos espalhavam o islamismo pelo mesmo meio. Qualquer "cristianismo", no entanto, que tenha sido difundido pela espada foi uma fraude.

Novamente sou obrigado a exclamar: quanta fantasia! Os invasores muçulmanos é que começaram invadindo Jerusalém para destruir os ícones do cristianismo, depois invadiram a Europa e fizeram os cristãos católicos escravos por seis séculos. E só por isso foram justamente expulsos pelos católicos. Nas Américas os católicos portugueses foram recebidos com festa pelos nativos, e quando pensou em ir embora, depois de ter feito do Brasil uma nação próspera e um dos países mais ricos do mundo, foi obrigado a ficar pela nação e o imperador citou esta frase: “Pra felicidade geral na nação, diga ao povo que fico!” Os países latinos católicos, são os únicos que preservaram os índios. Os protestantes dizimaram todos os índios de suas colônias, e à moda dos muçulmanos, era quem de fato pregava o protestantismo à espada, confira: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2012/11/sonho-sangrento-de-um-brasil-protestante_16.html  - Ao contrário do que afirma o aleivoso protestante, a Igreja nunca obrigou os índios a converte-se ao catolicismo: Vemos isso no documento Papal a este país do ano de 1537:

Papa Paulo III (1534-1549), “Pelo teor das presentes determinamos e declaramos que os ditos índios a todas as mais gentes que aqui em diante vierem a noticia dos cristãos, ainda que estejam fora da fé cristã, não estão privados, nem devem sê-lo, de sua liberdade, nem do domínio de seus bens, e não devem ser reduzidos a servidão”. (...) determinamos e declaramos que os ditos índios, e as demais gentes hão de ser atraídas, e convidadas à dita Fé de Cristo, com a pregação da palavra divina, e com o exemplo de boa vida. E tudo o que em contrário desta determinação se fizer, seja em si de nenhum valor, nem firmeza; não obstante quaisquer cousas em contrário, nem as sobreditas, nem outras, em qualquer maneira. Dada em Roma, ano de 1537 aos 9 de junho, no ano terceiro do nosso Pontificado.” (Bula Veritas Ipsa” - 1537) (grifos nosso)

Qualquer pessoa que afirma ou afirmou ser um cristão e age ou agiu com violência contra outra pessoa, tanto para defender ou difundir a fé "cristã", está e estava agindo em clara oposição aos ensinamentos da Bíblia e de Cristo e Seu exemplo. Isso não é cristianismo!

Exatamente! E esta é a tônica protestante matar e mentir para instalar sua crença. O luterano Benedict Carpzov matou na fogueira 20 mil pessoas; O protestante Casiodoro Reina escondido por trás do pseudônimo “Montanus” forjou a lenda da inquisição contra a Igreja.  Lutero mandou tirar a vida de milhares de camponeses e se esquivava disso “culpando” Deus, dizia: “Eu, Martinho Lutero, exterminei os camponeses revoltados, ordenei-lhes os suplícios, que o seu sangue recaia sobre mim, mas o faço subir até Deus, pois foi ele quem me mandou falar e agir como agi e falei”.
Centenas de rebeldes, segundo Goethe, foram torturados, empalados, esquartejados e queimados vivos. A Alemanha, disse o autor de Hermann e Dorotéia, parecia um açougue onde a carne humana tinha preço vil. (Citado no livro “Lutero e a Igreja do Pecado”, Fernando Jorge, editora Mercúrio, 1992, pág. 138)

Os países ricos católicos na Europa, foram todos tomados à espada pelos protestantes, que obrigaram seu povo a converter-se ou morrer, confira: 

E assim, cai por terra todos os embustes propalados por mais este filho da rebelião. Afinal, a mentira é própria dos rebelados "que não servem a Cristo, mas a seu próprio ventre". (Rm 16, 17-18)
________

(1) - JAIME CONTRERAS Jaime Contreras, catedrático de História moderna na Universidade de Alcalá, é um dos maiores e mais prestigiosos especialistas em história da Inquisição espanhola e em história social, cultural e religiosa da Espanha moderna. Entre suas publicações se destacam "El Santo Oficio de la Inquisición en Galicia, 1560-1700" (1982), "Historia de la Inquisición española, 1478-1834" (1997), "Carlos II el Hechizado. Poder y melancolía en la corte del último Austria" (2003), "Los olvidados de la historia: herejes" (2004) y "Judíos y moriscos" (2005), asim como numerosos artígos de referância e manuais acadêmicos de historia moderna.



Por: Fernando Nascimento 
Acesse também o índice das: MENTIRAS CONTRA A IGREJA CATÓLICA


Compartilhar

 
  •  
    Ocorreu um erro neste gadget

    FAZER PEDIDO AQUI

    MAIS OUTRA NOVIDADE!
    Já está em andamento o segundo volume do
    NDICE DAS MENTIRAS CONTRA A IGREJA CATÓLICA"

    ROLE O BANNER E CLIQUE NO ASSUNTO DESEJADO

    >
    > >