quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A "SOLUS CHRISTUS" DIVIDE CRISTO



O princípio "Solo Christus" visto por um ex-protestante

 LUIZ FERNANDO PÉREZ



No tempo em que nos importa viver, no qual os ventos do ecumenismo tornam a soprar cada vez com mais firmeza, não é nada fácil tentar dizer três ou quatro verdades sobre os nossos "irmãos separados". Eu, que durante nove anos de minha vida fui protestante, sei como é estar dos dois lados da cerca. É uma experiência inegavelmente peculiar. Apesar de encontrarmos do lado protestante uma grande maioria que julga que o catolicismo romano não é cristão, do lado católico não observamos com abundância aqueles que colocam em dúvida a natureza cristã do protestantismo. Sem querer valorizar demais, posto que não vale a pena, a opinião anti-católica deste grupo de protestantes, creio ser necessário comentarmos alguns pontos chave para que os católicos em geral, ou pelo menos aqueles que mantém um contato maior com protestantes, reconheçam que deveriam ser menos otimistas quanto à existência de um elemento cristão genuíno no cristianismo protestante.








Desde seu surgimento, na reforma, o protestantismo elaborou uma série de lemas que se tornaram verdadeiros dogmas de fé do cristianismo protestante. Analisaremos um desses lemas, e vejamos o que ocorre na prática.
Solo Christus
A princípio nada haveria de me opor a esta doutrina essencial da fé cristã pela qual reconhecemos que a figura e a pessoa de Jesus Cristo é, por si só, o centro de nossa vida e esperança. Indubitavelmente, sem Cristo não há cristianismo. Contudo, acontece que na Bíblia ocorre uma realidade muito clara: uma vez que Jesus Cristo se encarnou e fundou sua Igreja não podemos mais separar a realidade de Cristo com a realidade da Igreja. 



A Palavra de Deus é clara neste ponto: 



- A Igreja é o Corpo de Cristo (Cl 1,18). 



- Diz mais: A Igreja é a Sua Plenitude (Ef 1,23). 



- Quem persegue a Igreja, persegue o Cristo (At 9,1-6) 



- E, caso a relação não esteja suficientemente nítida, podemos perceber que a relação entre Cristo e a Igreja é um mistério ao qual São Paulo compara ao mistério da união entre o homem e a mulher (Ef 5,31-32).
Portanto, dizemos a verdade se ensinamos que não pode crer em "Solo Christus" aquele que aceita o Cristo, mas rejeita a Igreja, indissoluvelmente unida a Ele por toda a eternidade. Por isso o Símbolo Niceno-Constantinopolitano afirma em um de seus pontos: "Creio na Santa Igreja Católica e apostólica". Ou seja, desde a antiguidade era demonstrado que a fé ou crença na Igreja era parte da fé cristã. E se o Cristo em pessoa afirmou, sobre o matrimônio, que "o que Deus uniu o homem não separe", mais ainda devemos crer que a união de Cristo com a Igreja está selada eternamente por vontade divina.
Se isto está claro, cabe aqui uma pergunta: 



- atacar a unidade da Igreja não é exatamente o mesmo que atacar o Cristo? 



- É cristão, portanto, dividir o corpo de Cristo em milhares de fragmentos? 



- Ou, pelo contrário, a divisão da unidade do corpo de Cristo não é a arma mais poderosa que satanás poderia se servir durante a história da Igreja?
Quando era protestante, eu via como secundário este assunto de unidade da Igreja e, acima de tudo, sacrificável ao "deus" da pureza doutrinária. Ou seja, a verdadeira doutrina expressa "somente na Bíblia" está um tesouro de muito mais valor que a unidade visível da Igreja de Cristo. Porém não era somente isso. Assim como a imensa maioria dos protestantes, eu tinha um conceito sobre a Igreja que não se acha em lugar nenhum da Bíblia, a não ser através de interpretações torcidas e contorcidas. É o que eu chamo de conceito "docetista" da Igreja, onde se tira a noção de que possa haver uma Igreja visível, organizada e hierarquizada, para se aceitar uma Igreja desorganizada, invisível, pseudo-etérea, sem unidade orgânica real.
Sem muita demora, vejamos o que diz a Bíblia sobre a Igreja:
1 -    Cristo deixou muito claro que a unidade dos cristãos deveria ser semelhante à sua unidade com o Pai e que por essa unidade o mundo deveria crer.
2 -    A Igreja teria uma hierarquia muito bem definida: apóstolos, entre eles Pedro, o primeiro, e logo os bispos e anciãos (presbíteros).
3 -    A Igreja adotaria um sistema de análise chamado Conciliar, tal e como se vê em Atos 15, com o particular fato de que Pedro iniciou os debates sobre os temas em pauta naquele concílio. Além disso, as disposições do Concílio eram de aceitação obrigatória por toda a Igreja.
4-     Os apóstolos eram intolerantes com aqueles que causavam divisões. Encabeçados por Paulo, que teve que se deparar com os "denominacionalismos" de Corinto (1Cor 1,10-13). Também ele deu a Tito uma ordem bem clara sobre o que ele deveria fazer com aqueles que causassem divisões. Deveria admoestá-los primeiro e depois expulsá-los da Igreja, porque haviam-se pervertido (Tt 3,10-11). Judas (Jd 19) coloca que os que causam divisão não possuem o Espírito. E, digamos alto e claro, o apóstolo João mostra em 1Jo 2,18-19 que os que saem da Igreja são anti-cristos, ainda que alguns queiram interpretar este versículo de uma forma mais suave.
Bem, alguém deve estar se perguntando: "E o que tem a ver isto tudo com o protestantismo e 'Solo Christus'?". Respondo: Tem tudo a ver! E mais: o protestante que entende esta realidade, se é honesto e inteligente, necessariamente tem de deixar de ser protestante, a menos que queira pecar gravemente contra Deus.
É evidente que um sistema religioso que afirma aceitar inteiramente o Cristo e todo o seu ensinamento, mas que leva em sua essência o vírus mortal da divisão do corpo de Cristo, somente pode ser definida como anti-cristo. Anti-cristã. Não há justificativa alguma ao fato de que o protestantismo tem sido absolutamente incapaz de manter uma unidade eclesial interna minimamente respeitável. Quando os protestantes se insurgem em apontar, com seus tratados e comentários bíblicos, os erros doutrinários do catolicismo, não se dão conta que a simples existência de uma miríade de denominações protestantes independentes umas das outras é, nos seus olhos, uma trave de proporções apocalípticas.
Parece forte dizer isso, mas a verdade é que o protestantismo é a negação de Cristo desde o momento em que, na prática, nega a existência de uma só Igreja de Cristo, com uma só fé, com um só batismo e um só credo. E, negando a existência dessa Igreja, que é o corpo de Cristo, está se negando o próprio Cristo, ainda que inconscientemente. Ponto final!
Revoluções, Rebeliões - Tudo a ver com o protestantismo!
Se o protestantismo tivesse a capacidade de ter se organizado em uma só denominação, poderíamos hoje contemplar a reforma de um prisma totalmente diferente. Porém, a reforma não foi o que pretendia ser, senão o maior levante de aniquilação da Igreja, com a desculpa de uma verdadeira mudança. Aproveitaram da fraqueza da Igreja da época para tentar destruí-la por completo, mas, graças a Deus, foi na fraqueza que a Igreja despertou com força para novos desafios, ainda que lhe custasse muito recuperar o que havia perdido com a corrupção interna e os desajustes doutrinais e externos.
Para finalizar, ainda me caberia verificar muitas das ramificações desse desastre que é o protestantismo para a cristandade, mas me contentarei em assinalar pelo menos algumas poucas incoerências da agressiva dinâmica dialética que os protestantes usam contra a Igreja Católica:
1 - Os protestantes rejeitam a Igreja Católica por não se basear somente na Bíblia. A verdade é que eles, que dizem basear-se somente na Bíblia, não conseguem chegar a um acordo sobre doutrinas como a Eucaristia, sacramentos, organização eclesial, doutrinas da graça e salvação (calvinismo e arminianismo), etc., etc., etc.
2 - Os protestantes atacam a Igreja Católica por valorizar o papel da Tradição, mas eles mesmos são escravos de suas próprias tradições interpretativas da Palavra de Deus. E, ainda por cima, aceitam grande parte da linguagem e do conteúdo doutrinal que a eles chegou através da...Tradição da Igreja (Trindade, Cânon da Bíblia, Filioque, Pecado Original, Domingo como dia do Senhor).
3 - Os protestantes usam a Bíblia como uma arma contra determinadas doutrinas e práticas católicas, porém nada dizem sobre o que essa mesma Bíblia fala sobre divisões na Igreja, tão presente nas suas igrejas.
4 - Os protestantes atacam a Igreja Católica acusando-na de possuir um sistema de governo ditatorial, porém resulta que boa parte das igrejas protestantes exercem uma tirania a nível denominacional que faria você rir da severidade disciplinar do cardeal Ratzinger.
Por fim, para não estender-me demais, terminarei com uma reflexão. Creio que tanto aqueles que nasceram numa família protestantes como aqueles que saíram da Igreja Católica para o protestantismo deveriam voltar com urgência para a Igreja de Cristo. É incompatível ser de Cristo e pertencer a um sistema religioso que está dividindo continuamente o corpo de Cristo, que nega o princípio da eficácia regeneradora que o Espírito Santo possui na sua condução da Igreja. Muitos protestantes nunca tinham sido defrontados com esta realidade que estou escrevendo. Outros tomaram conhecimento, mas resolveram continuar seguindo suas vidas separados da Igreja, e, portanto, apesar de se revoltarem ao ler isto, separados de Cristo.
É nossa missão evangelizá-los e/ou resistir às suas tentativas de levar católicos da Igreja de Cristo. Sem dúvida, muitos católicos precisam de um contato maior com Cristo, porém este encontro não se dá fora do Corpo de Cristo, nas igrejas protestantes, mas um encontro na Igreja do Cristo verdadeiro.





Traduzido para o Veritatis Splendor por Rondinelly Ribeiro Rosa.







VOCÊ LÊ A BÍBLIA? AGRADEÇA À IGREJA CATÓLICA!

Ao todo a Igreja expurgou  do Novo Testamento cerca de 94 livros que considerou verdadeiramente APÓCRIFOS: Eis a relação dos livros expurgados: 

1. A Hipóstase dos Arcontes, 2. (Ágrafos Extra-Evangelhos), 3. (Ágrafos de Origens Diversas), 4. Apocalipse da Virgem, 5. Apocalipse de João o Teólogo, 6. Apocalipse de Paulo, 7. Apocalipse de Pedro, 8. Apocalipse de Tomé, 9. Atos de André, 10. Atos de André e Mateus, 11. Atos de Barnabé, 12. Atos de Filipe, 13. Atos de João, 14. Atos de João o Teólogo, 15. Atos de Paulo, 16. Atos de Paulo e Tecla, 17. Atos de Pedro, Atos de Pedro e André, Atos de Pedro e Paulo, Atos de Pedro e os Doze Apóstolos, 18. Atos de Tadeu, 19. Atos de Tomé, 20. Consumação de Tomé, 21. Correspondência entre Paulo e Sêneca, 22. Declaração de José de Arimateia, 23. Descida de Cristo ao Inferno, 24. Discurso de Domingo, 25. Ditos de Jesus ao rei Abgaro, 26. Ensinamentos de Silvano, 27. Ensinamentos do Apóstolo [T]adeu, 28. Ensinamentos dos Apóstolos, 29. Epístola aos Laodicenses, 30. Epístola de Herodes a Pôncio Pilatos, 31. Epístola de Jesus ao rei Abgaro (2 versões), 32. Epístola de Pedro a Filipe, 33. Epístola de Pôncio Pilatos a Herodes, 34. Epístola de Pôncio Pilatos ao Imperador, 35. Epístola de Tibério a Pôncio Pilatos, 36. Epístola do rei Abgaro a Jesus, 37. Epístola dos Apóstolos, 38. Eugnostos, o Bem-Aventurado, 39. Evangelho Apócrifo de João, 40. Evangelho Apócrifo de Tiago, 41. Evangelho Árabe de Infância, 42. Evangelho Armênio de Infância (fragmentos), 43. Evangelho da Verdade, 44. Evangelho de Bartolomeu, 45. Evangelho de Filipe, 46. Evangelho de Marcião, 47. Evangelho de Maria Madalena (ou Evangelho de Maria de Betânia), 48. Evangelho de Matias (ou Tradições de Matias), 49. Evangelho de Nicodemos (ou Atos de Pilatos), 50. Evangelho de Pedro, 51. Evangelho de Tome o Dídimo, 52. Evangelho do Pseudo-Mateus, 53. Evangelho do Pseudo-Tomé, 54. Evangelho dos Ebionitas (ou Evangelho dos Doze Apóstolos), 55. Evangelho dos Egípcios, 56. Evangelho dos Hebreus, 57. Evangelho Secreto de Marcos, 58. Exegese sobre a Alma, 59. Exposições Valentinianas, 60. (Fragmentos Evangélicos Conservados em Papiros), 61. (Fragmentos Evangélicos de Textos Coptas), 62. História de José o Carpinteiro, 63. Infância do Salvador, 65. Julgamento de Pôncio Pilatos, 66. Livro de João o Teólogo sobre a Assunção da Virgem Maria, 67. Martírio de André, 68. Martírio de Bartolomeu, 69. Martírio de Mateus, 70. Morte de Pôncio Pilatos, 71. Natividade de Maria, 72. O Pensamento de Norea, 73. O Testemunho da Verdade, 74. O Trovão, 75. Mente Perfeita, 76. Passagem da Bem-Aventurada Virgem Maria, 77. "Pistris Sophia" (fragmentos), 78. Prece de Ação de Graças, 79. Prece do Apóstolo Paulo, 80. Primeiro Apocalipse de Tiago, 81. Proto-Evangelho de Tiago, 82. Retrato de Jesus, 83. Retrato do Salvador, 84. Revelação de Estevão, 85. Revelação de Paulo, 86. Revelação de Pedro, 87. Sabedoria de Jesus Cristo, 88. Segundo Apocalipse de Tiago, 89. Sentença de Pôncio Pilatos contra Jesus , 90. Sobre a Origem do Mundo, 91. Testemunho sobre o Oitavo e o Nono, 92. Tratado sobre a Ressurreição, 93. Vingança do Salvador, 94. Visão de Paulo e etc.






























Fonte: "CRISTO EM NÓS"

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

PROPAGANDA - LIVRO "ÍNDICE DAS MENTIRAS"

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NDICE DAS MENTIRAS CONTRA A IGREJA CATÓLICA"

PROFESSOR DE GENÉTICA ANALISA RELÍQUIA ATRIBUÍDA A CRISTO






... lendo as "autênticas" da relíquia (documentos que garantem sua origem), os especialistas verificaram que em momento algum se fala de Sandálias de Jesus.







Antes bem, as “autênticas”

dizem somente Particulae         Sandaliis SS. Salvatoris”.

Quer dizer,“Partículas das Sandálias do Santíssimo Salvador”.


À Esquerda: Fragmentos das Sandálias 
de Cristo,encastoados em sandálias de 
coroação







Desta maneira, ficou claro que só algumas partes das sandálias de Nosso Senhor estão ali, incorporadas no interior das pantufas riquíssimas em arte e ouro. 

Mas, para a ciência isso é muito insuficiente. Onde estão essas partes não visíveis à simples vista? Como saber se de fato elas são o que dizem ser?
Fragmentos das Sandálias de Cristo
Fragmentos das Sandálias de Cristo, encastoados em sandálias de coroação










Nosso Jesus Cristo usava sandálias, segundo o costume dos judeus na Palestina.




O Evangelho de São Lucas reproduz as seguintes palavras de São João Batista:




“16. ele tomou a palavra, dizendo a todos: Eu vos batizo na água, mas eis que vem outro mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo.” (São Lucas 3,16)







E São Marcos narra as seguintes palavras de Nosso Senhor:







“7. Então chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.



8. Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um bordão; nem pão, nem mochila, nem dinheiro no cinto;

9. como calçado, unicamente sandálias, e que se não revestissem de duas túnicas.” (São Marcos, 6, 7-9)

Mas alguém ouviu que as sandálias de Nosso Senhor, essa divina relíquia, ainda existe?

E, se existe, onde está?

Muito poucos católicos sabem que, após dois mil anos de o Redentor ter pisado nossa Terra, algumas partes de suas sandálias se conservam dignamente veneradas numa basílica da Cristandade.



Basílica do Santíssimo Salvador, Prüm, Alemanha


Estas relíquias se encontram na Basílica Pontifícia do Santíssimo Salvador, na cidade de Prüm na Alemanha.







Prüm fica perto da fronteira com o Luxemburgo, portanto, do mundo de língua francesa. A Basílica pertenceu a uma grande abadia e hoje é a paróquia da cidade.



O historiador Michael Hesemann descreveu como chegaram ali: uma doação do Papa Zacharias (*679 – 741 – +752), que favoreceu muito a evangelização da Alemanha através de São Bonifácio e promoveu a primeira reforma da Igreja franca coroando rei a Pepino III, o Breve.

Este rei ficou muito conhecido por ter sido o pai do primeiro Imperador do Sacro Império, Carlos Magno, e filho de Carlos Martel, o herói da guerra contra os muçulmanos invasores.
















No último ano de pontificado, o Papa Zacharias enviou as relíquias das Sandálias de Cristo como inestimável presente a Pepino.

O rei escolheu como tesoureiro o mosteiro de Prüm, fundado pela sua avó, Bertrada a Velha (660 – 721), e o confiou à Ordem de São Bento.

As Sandálias de Cristo chegaram à basílica de Prüm no ano de 725. O templo, em virtude daquele dom, foi chamado do Santíssimo Salvador.




O Papa Zacharias e a esperança posta pela Igreja na França








O Papa Zacharias, como seus predecessores, explica Heseman, via na nação franca “a filha primogênita da Igreja”, o braço armado que poderia libertá-la dos assaltos dos pagãos, muçulmanos e heréticos de toda espécie, e proteger a expansão do Evangelho.





A estirpe dos vencedores de Poitiers era a única esperança material da Igreja, então muito atribulada.

Convencido disso, o papa Zacharias foi até a abadia de Saint-Denis, na vizinha de Paris, para ungir o primeiro rei carolíngio.



Basílica do Santíssimo Salvador, Prüm, detalhe
Basílica do Santíssimo Salvador, Prüm, detalhe


Quando Astulfo turbulento, rei dos Longobardos, soube do fato, logo acertou o passo e cedeu a Pepino extensas regiões que o rei franco logo passou ao Papa, dando origem material ao Estado do Vaticano, que existe até hoje.







Com a preciosa relíquia das Sandálias de Cristo, a abadia de Prüm se tornou o mosteiro mais célebre do reino franco.






A escola monástica de Prüm foi sinônima de ciência e estava consagrada à formação da elite da nobreza.







Em 1794, o mosteiro foi fechado pelo invasor napoleônico. O interesse pela Basílica e suas relíquias diminuiu muito no século XIX.



A torrente de eventos históricos descristianizadores e o entibiamento da Fé contribuíram decisivamente para esquecer a história da relíquia.
















Desta maneira, chegando ao presente, apareceu a pergunta: esta relíquia é deveras autêntica?



Como chegou de Jerusalém até o Papa de Roma?

Pior ainda, quem olha para as Sandálias de Cristo com olhar científico, duvida imediatamente.

Pois há no relicário uma espécie de sola ricamente decorada com uma sublime árvore da vida com folhas de ouro.

“Em ambos os lados dessa artística sola há duas sandálias também decoradas ricamente com placas de ouro, que mais se assemelham a um ornamento de coroação que aos objetos da Judéia do primeiro século, tempo de Cristo. Sob este ponto de vista, tudo parece apontar para uma falsificação fantasiosa e até chocante do século VIII”, má arte em que se destacavam falsificadores de Constantinopla.



Fragmentos das Sandálias de Cristo, encastoados em sandálias de coroação
Fragmentos das Sandálias de Cristo, 

encastoados em sandálias de 

coroação


Porém, lendo as "autênticas" da relíquia (docu-mentos que garantem sua origem), os especialistas verificaram que em momento algum se fala de Sandálias de Jesus.







Antes bem, as “autênticas” dizem somente“Particulae Sandaliis SS. Salvatoris”.Quer dizer,“Partículas das Sandálias do Santíssimo Salvador”.




Desta maneira, ficou claro que só algumas partes das sandálias de Nosso Senhor estão ali, incorporadas no interior das pantufas riquíssimas em arte e ouro.



Mas, para a ciência isso é muito insuficiente. 







Onde estão essas partes não visíveis à simples vista? Como saber se de fato elas são o que dizem ser?








Cientista analisa








Interveio então o professor de genética Gérard Lucotte, para estudar com critérios modernos as valiosíssimas as complicadas peças.





Ele apresentou pela primeira vez seus resultados num colóquio científico realizado em abril de 2011 em Argenteuil, cidade hoje integrada na grande Paris.

O Prof. Lucotte informou que a análise química revelou a presença de minerais de silicato, incluindo a montmorilonite, feldspato, silicato de magnésio e sulfato de cálcio, que são característicos do deserto.

A presencia de óxido de ferro também indicava uma região árida como a origem das partes consideradas de época e podendo ser fragmentos das Sandálias de Jesus.


“Ainda mais reveladores – explicou o Prof. Lucotte – são os traços de titânio, elemento relativamente raro. Nós o encontramos nesta composição num ambiente rico em ferro conhecido como ‘Terra Rossa’, principalmente num lugar na terra: a região em volta de Jerusalém”.
Das análises, continuou o especialista, se depreende claramente que sob os enfeites dourados do relicário se encontram “partículas autênticas de Jerusalém”, que no século VIII já eram veneradas como relíquias das Sandálias de Cristo.

Em locais perfeitamente identificados se encontram partes em couro da sola das sandálias com pedacinhos de cadarços.

Para apresentar de modo representativo o valor extraordinário destas relíquias de Jesus, elas foram incrustadas num calçado real da época carolíngia.

Testemunhos históricos

Os testemunhos históricos são da maior importância. Como os múltiplos legados por Santa Helena (*250 +330), mãe do imperador Constantino, que trouxe pessoalmente da Palestina todos os objetos relacionados com Jesus, por volta do 325.

Santa Helena enviou muitas relíquias a Roma, enquanto outras ficaram em Constantinopla.

Um peregrino inglês do século XII deixou escrito que viu naquela capital, além da Coroa de Espinhos, o manto e o instrumento da flagelação, as sandálias de Jesus (cf. Gerhard Kuhnke: “Rome et le linceul – scandale à Turin”, p. 32f). No catálogo de Mesarita figuram também as sandálias.

Relicário aberto das Sandálias de Cristo, Prüm, Alemanha
Como é possível que Jesus tivesse mais de um par de sandálias, ainda ficam por esclarecer muitos e importantes detalhes.

Porém, o que ficou demonstrado é que as relíquias de Prüm são originárias de Jerusalém (Michael Hesemann: “VATIKAN Magazin”, março 2012 p. 28 ss; 2. Prof. Gérard Lucotte: “La Sandale du Christ“ cf. ACTES p. 48ss).


Desta maneira, recorrendo pela primeira vez a estudos científicos, pode-se fundamentar o legado da Tradição a respeito das relíquias de Prüm. As tentativas de negar a autenticidade das descobertas terão que proceder com muita cautela.

Entretanto, não está excluído que maiores e mais exigentes estudos venham a revelar outros aspectos das Sandálias de Jesus.

As Sandálias de Cristo de Prüm, com suas partes de couro, provadamente provenientes da Jerusalém do século I, nos falam do Filho de Deus caminhando com seus pés sobre esta Terra semeando o bem, recolhendo o entusiasmo transitório, a indiferença e até o ódio mais injusto, rumo ao Calvário.

Rei de Israel e do mundo, Ele o fez para nos remir a nós, tão inferiores, indignos e pecadores.

As Sandálias conservam restos do solo da Terra Santa, da Jerusalém do deicídio que Ele, entretanto, tanto amou.

O crime espantoso foi cometido no Calvário, mas a Redenção gloriosa se operou.

Jesus Cristo subiu aos Céus, mas deixou suas sandálias para nos ensinar a caminhar, a seu exemplo, em meio às asperezas deste vale de lágrimas, a fim de aportarmos nossa gotinha de sofrimento em reparação a Ele e como contribuição pobre, mas digna, à obra da Redenção – escreve o Pe. Josef Läufer, que divulga notícias sobre as relíquias de Nosso Senhor Jesus Cristo. 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

PRIMEIRO MANIFESTO INTERNACIONAL CONTRA O COMUNISMO






O Notalatina apresenta hoje uma importantíssima petição, uma decisão talvez inédita no mundo, que pede a condenação do comunismo por crimes de lesa-humanidade. Ela foi elaborada em Praga, por importantes pessoas que sofreram na carne a brutalidade criminosa deste regime e está encabeçada pelo ex-presidente da República Tcheca, Václav Ravel. O documento é todo tão bem elaborado e com indicações de links tão importantes, que resolvi traduzi-lo por inteiro.













Memorial do Holodomor - Curtiba-PR
há algum tempo o presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, vem mostrando seu absoluto rechaço a tudo o que significou para o seu país o domínio soviético, então, derrubou monumentos, trocou nomes de ruas, praças e edificações, e em seu lugar colocou o de mártires ou ilustres escritores.



Agora este movimento contra o comunismo chega ao Parlamento Europeu com bastante representatividade. É salutar, portanto, que também apoiemos esta decisão. Eu assinei, porém ainda somos poucos – meu número foi o 4.130 - e é importante que se chegue aos milhares, para mostrar ao mundo que ninguém aguenta mais esta ideologia assassina que só trouxe miséria, destruição e mortes brutais por onde passou. Acredito que uma petição desta envergadura não pode circunscrever-se aos países do Leste Europeu mas a todos aqueles que se solidarizam com suas vítimas, que condenam com veemência este genocídio e que também não desejam ver em seus países mais sangue inocente derramado por criminosos psicopatas desta estirpe. Lembrem-se de Cuba e a Venezuela aqui do nosso lado, pois nós também corremos este risco, como todos sabem.









Fiquem com Deus e até a próxima!





Tradução e comentários: G. Salgueiro



A Declaração de Praga condena o comunismo por crimes contra a humanidade

O nacional-socialismo alemão converteu-se na cara exclusiva do Mal no mundo. As embaixadas da Alemanha e de Israel, assim como o imprensa, protestaram porque um museu de cera na Tailândia usou como anúncio uma reprodução de Adolf Hitler. Ninguém, entretanto, teria protestado se a imagem em questão fosse de Joseph Stalin. Inclusive é habitual cruzar-se com gente que leva orgulhosa em sua camiseta a cara de um certo terrorista denominado Che Guevara. A Declaração de Praga quer acabar com essa impunidade do comunismo.

Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a morte por fome de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de Paracuellos del Jarama. A soma de mortos pelos criadores do Homem Novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.

Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual. Em abril passado, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução na qual se propunha a adoção do dia 23 de agosto como o dia do pacto entre Hitler e Stalin, pelo qual ambos os ditadores repartiam o Leste Europeu, como o Dia da Lembrança das Vítimas dos Totalitarismos.

Em Praga, cidade que sofreu os totalitarismos nazista e comunista, surgiu o projeto da Declaração de Praga. Nela se exorta autoridades e cidadãos europeus a criar o Instituto da Memória e Consciência da Europa que informe e investigue o comunismo e o nazismo, e um museu pan-europeu das vítimas de todos os regimes totalitários. Como afirmam seus criadores, não haverá uma Europa unida se não for capaz de antes unificar sua história e reconhecer o comunismo e o nazismo como movimentos responsáveis por genocídios.

Convidamos nossos leitores a ler a Declaração de Praga e a assiná-la. Aqui há a parte essencial de seu conteúdo:

DECLARAÇÃO DE PRAGA

Tendo em conta o futuro digno e democrata de nossa comum pátria européia,

- Considerando que as sociedades que esquecem seu passado carecem de futuro;

- Considerando que a Europa não se unirá a menos que seja capaz de unificar sua história, de reconhecer o comunismo e o nacional-socialismo como um legado comum e de conseguir um debate sincero e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado;

- Considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade;

- Considerando que a má consciência que se deriva do passado comunista é uma pesada carga para o futuro da Europa e para nossos filhos;

- Considerando que diferentes valorações do passado comunista ainda podem dividir a Europa em Ocidente e Oriente;

- Considerando que a unidade européia foi uma resposta direta às guerras e à violência causada pelos sistemas totalitários no continente;

- Considerando que a consciência dos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente deve informar a todas as mentes européias, na mesma medida que os crimes do regime nacional-socialista;

- Considerando que existem similitudes entre o nacional-socialismo e o comunismo no que se refere a seus caráter horrível e espantoso, e a seus crimes contra a humanidade;

- Considerando que os crimes do comunismo ainda necessitam ser avaliados e julgados desde os pontos de vista jurídico, moral e político, assim como do ponto de vista histórico;

- Considerando que tais crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura doproletariado, que utilizam o terror como método para preservar o poder dos Governos que o aplicaram;

- Considerando que a ideologia comunista foi utilizada como uma ferramenta em mãos de imperialistas na Europa e na Ásia para alcançar seus planos expansionistas;

- Considerando que muitos dos autores que cometem e cometeram crimes em nome do comunismo ainda não foram levados ante a justiça, e suas vítimas ainda não foram indenizadas nem satisfeitas;

- Considerando que o objetivo de proporcionar informação completa sobre o passado totalitário comunista, que conduza a uma compreensão mais profunda e ao debate é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias;

- Considerando que a reconciliação definitiva de todos os povos europeus não é possível sem um esforço potente para estabelecer a verdade e para restaurar a memória;

- Considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado a fundo, tanto na academia como ao público em geral, e as gerações futuras devem ter fácil acesso à informação sobre o comunismo;

- Considerando que em diferentes partes do mundo só uns poucos regimes totalitários comunistas sobrevivem, porém que, todavia, oprimem aproximadamente a um quinto da população mundial, e ainda se aferram ao poder cometendo delitos e impondo um alto custo para o bem-estar de seus povos;

- Considerando que em muitos países, apesar de que os partidos comunistas já não estão no poder, não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas nem os condenaram;

- Considerando que Praga é um dos lugares que sofreu tanto com o nazismo quanto com o comunismo,

Estando convencidos de que os milhões de vítimas do comunismo e suas famílias têm direito a desfrutar da justiça, da solidariedade, da compreensão e do reconhecimento de seus sofrimentos da mesma forma que as vítimas do nazismo foram moral e politicamente reconhecidos,

Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência européia e o comunismo,

- Ante a Resolução do Parlamento Europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 8 de maio de 1945, de 12 de maio de 2005,

- Ante a Resolução 1.481 da Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006,

- Ante as resoluções sobre os crimes comunistas adotadas por vários Parlamentos nacionais,

- Ante a experiência da Comissão pela Verdade e a Reconciliação na África do Sul,

- Ante a experiência dos Institutos da Memória e os Memoriais na Polônia, Alemanha, Eslováquia, República Checa, Estados Unidos, o Instituto para a Investigação de Crimes Comunistas na Romênia, os museus da ocupação da Lituânia, Letônia e Estônia, assim como a Casa do Terror na Hungria,

- Ante as presidências atuais e futuras na UE e no Conselho da Europa.

- Ante o fato de que 2009 é o vigésimo aniversário da queda do comunismo na Europa Central e Oriental, assim como dos assassinatos em massa na Romênia e no massacre da Praça de Tianamen em Pekin,

Pedimos:


1. Chegar a um entendimento entre todos os europeus de que os regimes totalitários nazista e comunista devem ser julgados por seus próprios méritos terríveis, por ser destrutivo em suas políticas de maneira sistemática na aplicação das formas extremas de terror, da supressão de todos os direitos civis e das liberdades humanas, começando pelas guerras de agressão e, como uma parte inseparável de suas ideologias, o extermínio e a deportação de nações inteiras e grupos de população, e que como tais devem ser considerados os principais desastres que frustraram o século 20,

2. O reconhecimento de que muitos crimes cometidos em nome do comunismo devem ser qualificados como crimes de lesa-humanidade, de modo que constituam uma advertência para as gerações futuras da mesma maneira que os crimes nazistas foram julgados pelo Tribunal de Nüremberg,

3. A formulação de um enfoque comum a respeito dos crimes dos regimes totalitários, incluídos os regimes comunistas, e uma versão européia dos crimes comunistas, a fim de definir claramente uma atitude comum frente aos crimes dos regimes comunistas,

4. A introdução de uma legislação que permita aos tribunais de justiça julgar e condenar os culpados pelos crimes comunistas e compensar as vítimas do comunismo,

5. A garantia do princípio de igualdade de tratamento e não-discriminação entre as vítimas de todos os regimes totalitários,

6. A pressão européia e internacional para a condenação efetiva dos crimes do passado comunista e da luta eficaz contra os crimes comunistas em curso,

7. O reconhecimento do comunismo como parte integrante e horrível da história comum da Europa,

8. A aceitação por toda a Europa da responsabilidade pelos crimes cometidos pelo comunismo,

9. O estabelecimento de 23 de agosto, dia da assinatura do pacto Hitler-Stalin, conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop, como um dia de lembrança das vítimas dos regimes totalitários nazista e comunista, do mesmo modo que a Europa recorda as vítimas do Holocausto em 27 de janeiro,

10. A reclamação aos Parlamentos nacionais para quereconheçam os crimes comunistas como crimes contra a humanidade, e modifiquem a legislação pertinente,

11. O debate público sobre o mal uso comercial e político dos símbolos comunistas,

12. A continuação das audiências da Comissão Européia com respeito às vítimas dos regimes totalitários, com vistas à elaboração de uma comunicação da Comissão,

13. O estabelecimento de comitês compostos por experts independentes nos Estados europeus que foram governados por regimes comunistas totalitários, com a tarefa de  recolher informação sobre violações dos direitos humanos sob cada regime comunista totalitário em nível nacional, com o fim de colaborar estreitamente com o Conselho de Comitê de experts da Europa,

14. A elaboração de um claro marco jurídico internacional em relação a um acesso livre e irrestrito aos arquivos que contêm informação sobre os crimes do comunismo,

15. A fundação de um Instituto Europeu da Memória e da Consciência, que teria duas funções:

A) a de um instituto europeu dedicado à investigação dos estudos do totalitarismo, o desenvolvimento de projetos científicos e educacionais e o apoio à criação de redes de institutos de investigação nacionais especializados no tema da experiência totalitária,

B) e a de um museu memorial de âmbito europeu das vítimas de todos os regimes totalitários, com o objetivo de recordar as vítimas destes regimes e de dar a conhecer os crimes cometidos por eles,

16. A organização de uma conferência internacional sobre os crimes cometidos pelos regimes comunistas totalitários, com a participação de representantes de governos, parlamentares, acadêmicos, experts e associações, cujos resultados devem ser difundidos no mundo inteiro,

17. O ajuste e a revisão de livros de texto de história européia, para que as crianças possam aprender e ser advertidas sobre o comunismo e seus crimes, da mesma forma que se lhes ensinou a compreender os crimes nazistas,

18. A abertura de um amplo e profundo debate em toda a Europa sobre a história européia e a herança comunista,

19. A comemoração conjunta do 20º aniversário no próximo ano da queda do Muro de Berlim, do massacre da Praça Tianamen e da matança na Romênia.

Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência Européia e o Comunismo, nos dirigimos a todos os povos da Europa, a todas as instituições políticas européias, inclusive os Governos e os Parlamentos nacionais, o Parlamento Europeu, a Comissão Européia, o Conselho da Europa e outros órgãos internacionais pertinentes, e os exortamos a abraçar as idéias e as propostas enunciadas nesta Declaração de Praga, e a convertê-las em medidas práticas e políticas.

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