TRADUZIR

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O GRANDE MENTIROSO - JOSEPH SMITH FUNDADOR DOS MÓRMONS


I - A MENTIRA - "Em 1835 um homem chamado Michael Chandler veio para Ohio com uma exibição de quatro múmias Egípcias e alguns rolos de papiros com escritos antigos neles. O Profeta Joseph Smith viu os escritos e foi-lhe dito pelo Espírito que eles eram sobre José do Egito e sobre o profeta Abraão. 

A Igreja decidiu comprar as múmias e os rolos de papiros. Com Oliver Cowdery e William W. Phelps trabalhando como seu escrevente, 

JOSEPH SMITH traduziu um dos rolos de papiros. Esse rolo falava sobre Abraão e uma visão que ele teve quando falou com Cristo e aprendeu sobre a vida pré-mortal, a criação da terra e o propósito de Abraão como profeta. A tradução foi publicada no "Times and Seasons", o jornal em Nauvoo, começando no dia 1 de março de 1842"



Autor da denúncia:
Oswaldo


II - ONDE ELA SE ENCONTRA

2. IGREJA MORMOM - PEROLA DE GRANDE VALOR






III - A VERDADE


ANNA SMITH BIDAMON
Quando em 1835 Joseph  Smith adquiriu de Michel Chandler os papiros, havia 13 anos que os hieroglifos egípcios haviam sido decifrados, mas, para a maioria dos linguistas, traduzi-los ainda era uma habilidade que não dispunham. 

Ao primeiro contato teria Smith afirmado que se tratava da história de Abraão que, inclusive, tê-la-ia escrito com sua própria mão. 

Tendo Joseph Smith afirmado que tinha condições de traduzir tais documentos, uma associação de seus seguidores decidiram comprá-los por $2.400 em nome da Igreja. 

Na tradução foram incluídos alguns fac-similes das gravuras sendo o mais importante o fac-simile n.º 1 que é descrito como um homem deitado em um leito. Smith interpreta como sendo Abraão
deitado sobre um altar e, de pé, um sumo sacerdote egípcio empunhando uma faca. A coleção de papiros ficou em poder da família de Smith que faleceu em 1844 (em Carthage). 

Com isso, criou-se a suposição comum de que tinham sido destruídos num incêndio em Chicago.



AS EXPLICAÇÕES DE SMITH

1. O anjo do Senhor.
2. Abraão amarrado sobre um altar.
3. O sacerdote idólatra de Elquena tentando oferecer Abraão em sacrifício.
4. O altar de sacrifício dos sacerdotes idólatras diante dos deuses de Elquena, Libna, Mamacra, Corás e Faraó.
5. O deus idólatra de Elquena.
6. O deus idólatra de Libna.
7. O deus idólatra de Mamacra.
8. O deus idólatra de Corás.
9. O deus idólatra do Faraó.
10. Abraão no Egito.
 
11. Desenhado para representar os pilares do céu, como os entendiam os egípcios.
12. Rauqueeian, que significa expansão, ou seja, o firmamento sobre nossa cabeça; mas neste caso, em relação a este assunto, os egípcios davam-lhe o sentido de Saumau, estar no alto, ou seja, os céus, que corresponde à palavra hebraica Saumaieem.

Mas, os egiptólogos, lendo o documento tinham outra explicação:

EXPLICAÇÃO DOS EGIPTÓLOGOS

1. "A alma de Osiris (que deveria ter uma cabeça humana)";
2. "Osiris voltando à vida em seu sofá, que tem o formato de leão";
3. "O deus Anubis (que deveria ter uma cabeça de chacal) efetuando a ressurreição de Osiris";
4. "A cama funerária de Osiris";

VASOS CANÓPICOS
 5. Jarro Canópico retratando Qebehsenuf com uma cabeça de falcão – um dos quatro filhos de Horus;
6. Jarro Canópico retratando Duamutef com uma cabeça de chacal – um dos quatro filhos de Hórus;
7. Jarro Canópico retratando Hapy com uma cabeça de macaco - um dos quatro filhos de Hórus;
8. Jarro Canópico retratando Imsety com uma cabeça humana - um dos quatro filhos de Hórus;
9. "O crocodilo sagrado, símbolo do deus Sedet" (Sedet, Sebek);
10. "Altar rodeado de oferendas";
11. "Um ornamento peculiar da arte egípcia";
O Livro dos Mortos 
dos egípcios diz 
textualmente(*)
12. "Representação habitual do solo nas pinturas egípcias (a palavra  Shauman não é egípcia, e a palavra hebraica está mal escrita)";
Joseph Smith inventara tudo, assim como o fabuloso conto da descoberta e tradução das suspeitíssimas placas de ouro. Portanto, na Europa como nas Américas, cientistas familiarizados com mitologias e costumes do antigo Egito, não tinham a menor dúvida em classificar a tradução de Smith como “impostura desajeitada”.  Nada, porém, poderiam provar porque não dispunham dos documentos originais supostamente perdidos.
_________________
(*) “Eu sou o crocodilo sagrado Sebek. Eu sou a chama de três  pavios e meus pavios são imortais. Eu entro na região de Sekem, eu entro na região  das chamas que derrotaram meus adversários”. O crocodilo sagrado Sebek simboliza o Íntimo e se colocamos o aloés junto, teremos o Íntimo com seus três pavios, isto é, a divina tríade reencarnando-se  incessantemente para alcançar a perfeição.
______________________

John Henry
Evans
Favorecidos pelas dúvidas, os "Santos dos Últimos Dias" (SUD), além de declarar a falsidade de tais declarações não hesitavam em afirmar que a História de Abraão ("Pérola de Grande Valor"), "traduzida" miraculosamente por Joseph Smith faziam parte das Escrituras Sagradas. Tanto assim que o escritor mórmon John Henry Evans em 1913 chegou a afirmar que os depreciadores da obra de Smith, antes de mais nada “teriam que examinar o papiro original, ou uma cópia disto do qual o Livro de Abraão foi traduzido”.

Os seguidores de Smith sentiam-se FRUSTRADOS por causa do sumiço dos papiros com os quais poderiam  desmascarar todos os que acusavam o profeta mormonista de impostura.

 
Pois bem, os "Santos dos últimos Dias" teriam de lamentar ainda, por mais de meio século, a destruição dos papiros com os quais poderiam provar ao mundo que a tradução do profeta Smith era verdadeira e por ele miraculosamente executada.

The Metropolitan Museum of Art – New, York
Porém o que era TRISTEZA acabou se transformando em DESOLAÇÃO quando, finalmente, puderam verificar que a tal "tradução" de seu profeta não passava de indecorosa fraude desmoralizada, fragorosamente.

Dr. Aziz Atiya Aziz Suryal Atiya
(1898-1988)
O tão suspirado papiro que tanto desejavam ter em mãos, finalmente foi encontrado em 1966, muito bem conservado, no Museu Metropolitano de Arte de New York, pelo pesquisador Aziz Atiya.

A esta altura os hieróglifos já não eram mais mistério para inúmeros estudiosos e a historieta mal ajustada de Smith ficou conhecida como a fraude mais escandalosa dos Estados Unidos. E, pior ainda,  é que isto punha abaixo também a crença sobre a descoberta e tradução miraculosa das placas de ouro que deram origem ao LIVRO DOS MÓRMONS.



DETALHANDO O QUE FOI OBSERVADO
NA "TRADUÇÃO" DE SMITH

 
JOSEPH SMITH DISSE que o fac-símile nº 1 era de um pássaro como o “Anjo do Senhor” com “Abraão amarrado em um altar” sendo oferecido como um sacrifício por um falso sacerdote. Os potes debaixo do altar eram vários deuses: “Elquena, Libna, Mamacra, Corás e Faraó”, etc.

OS PERITOS AFIRMAM que se trata de "uma cena de embalsamento mostrando o defunto deitado em um sofá em forma de leão” (2); no papiro original, este desenho está anexado aos hieroglíficos (veja figura A) dos quais Joseph derivou o começo do livro de Abraão que começa com as palavras, “Na terra dos caldeus, na residência de meus pais, eu, Abraão, vi que me era necessário encontrar outro lugar para morar” (Pérola de Grande Valor - Abraão 1:1).


mcEVANGÉLICOS - PERGUNTARAM A JESUS


Na realidade, os hieróglifos são traduzidos como: “Osíris será conduzido ao Grande Lago de Khonsu – e como Osíris Hor, justificado, nascido para Tikhebyt, justificado – depois seus braços foram colocados em seu coração e a Respiração permitiu (o qual [Isis] fez e escreveu por dentro e por fora) foi embrulhado em linho real e colocado debaixo de seu braço esquerdo próximo ao coração; o resto da bandagem deveria ser embrulhado por cima. O homem para quem este livro foi copiado irá respirar para sempre e sempre como os deuses” (3)

“É a porção egípcia de abertura de um Shait en Sensen, ou Livro de Respirações… um texto funerário que originou-se do antigo e complexo Livro dos Mortos”. “Este papiro em particular foi preparado (como determinou pela escrita, grafia, conteúdo, etc.) em alguma época do final da era ptolemaica e início do período romano (cerca de 50 A.C. a 50 d.C.)”. (4)

 
A figura A é uma reconstrução profissional do original (figura B).
Na realidade, “descreve o embalsamento mítico e a ressurreição de Osiris, deus egípcio do mundo inferior. Osíris foi morto por seu invejoso irmão Set, que cortou seu corpo em 16 pedaços e os espalhou… O deus com cabeça de chacal, Anúbis, é visto aqui embalsamando o corpo de Osíris na tradicional cama em forma de leão deitado, de forma que ele pudesse voltar a vida…” (5)

Figura B



Acima, "restauração" de Joseph Smith.
Abaixo, representação real da cena.
“O segundo pássaro é Isis e ela está magicamente
grávida de Osiris morto e depois dá à luz a Hórus,
que vinga o pai e assume a sua herança. O pássaro
 completo representa Néftis, irmã de Osíris e Ísis.





A figura B é uma foto do verdadeiro papiro usado por Joseph Smith.

Note as áreas onde o papiro foi perdido. É neste que Joseph Smith “terminou” o desenho que resultou no Fac-símile nº 1. Sua restauração, segundo os egiptologistas, revela uma completa falta de compreensão da prática e teologia egípcia.

O FAC-SIMILE N.º 2

FAC-SIMILE N.º 2



EXPLICAÇÃO DE JOSÉ SMITH

  
DO FAC-SÍMILE N.º 2:Como é explicado por Joseph Smith e é incluído na Pérola de Grande Valor, o segundo desenho contém cenas diferentes que Joseph Smith interpretou da forma seguinte:

1. Colobe, que significa a primeira criação, a mais próxima do celeste, ou seja, da morada de Deus. A primeira em governo, a última pertencente ao cálculo de tempo. O cálculo segundo o tempo celestial, tempo celestial esse que significa um dia por côvado. Um dia em Colobe é igual a mil anos, de acordo com o cálculo desta Terra, que é chamada pelos egípcios Ja-o-e.

2. Fica perto de Colobe, chamada pelos egípcios Oliblis, que é a seguinte grande criação governante próxima do celeste, que é o lugar onde Deus reside; também possui a chave do poder em relação a outros planetas; como revelado por Deus a Abraão quando oferecia sacrifício sobre um altar que ele construíra ao Senhor.


3. Feita para representar Deus sentado em seu trono, revestido de poder e autoridade, com uma coroa de luz eterna na cabeça; representa também as importantes palavras-chave do Santo Sacerdócio, como reveladas a Adão no Jardim do Éden, e também a Sete, Noé, Melquisedeque, Abraão e a todos a quem o Sacerdócio foi revelado.

4. Corresponde à palavra hebraica Rauqueeian, que significa expansão, ou seja, o firmamento dos céus; também um algarismo que, em egípcio, significa mil; corresponde à medida de tempo de Oliblis, que é igual a Colobe em sua revolução e em sua medida de tempo.

5. Chamada, em egípcio, Enis-go-on-dos; este também é um dos planetas governantes e os egípcios dizem ser o Sol e tomar emprestada a luz de Colobe, por meio de Cae-e-vanrás, que é a Chave suprema ou, em outras palavras, o poder governante, que governa quinze outros planetas ou estrelas fixos, assim como também Floeese, ou seja, a Lua, a Terra e o Sol em suas revoluções anuais. Este planeta recebe seu poder por meio de Cli-flos-is-es, ou Há-co-cau-beam, as estrelas representadas pelos números 22 e 23, recebendo luz das revoluções de Colobe.

   
6. Representa esta Terra em seus quatro cantos.

7. Representa Deus sentado em seu trono, revelando através dos céus as supremas palavras-chave do Sacerdócio; como também o sinal do Espírito Santo a Abraão, na forma de uma pomba.

8. Contém escritos que não podem ser revelados ao mundo; mas que se encontram no Templo Santo de Deus.

9. Não deve ser revelada no momento.

10. Idem.

11. Idem. Se o mundo conseguir descobrir estes números, que assim seja. Amém.

As figuras 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20 e 21 serão reveladas no próprio e devido tempo do Senhor.

EXPLICAÇÃO DO EGIPTÓLOGOS

Novamente a erudição discorda com a tradução de Joseph:


“Na verdade isto é amuleto funerário bastante comum chamado de hipocéfalo, porque era colocado abaixo (hipo) da cabeça de uma múmia (céfalo). Seu propósito era manter magicamente o defunto aquecido e proteger seu corpo da profanação por ladrões de túmulos”.

1. Dr. Samuel A.B. Mercer, Ph.D., disse: "Ela representa o deus de quatro cabeças, uma forma de Khnumu no qual ... os espíritos dos quatro elementos estavam unidos”.

2. Dr. Mercer disse: “Representa um deus com duas faces - o duplo aspecto do sol ao nascer e ao se por." Esta figura usa o capacete de Amon, e é identificado como Amon-Rá pelo erudito Michael D. Rhodes, da BYU.10

Horus-Re - Representado com a cabeça de Falcão
 3.Dr. Samuel Mercer identificou a figura como: "Hórus-Re sentado em seu barco com o usuário, o cetro real que dá o domínio sobre o céu e a terra em sua mão. Está com ele dois olhos-uzat. Estes eram usados como amuletos para a proteção contra o mau-olhado. Ele está coroado com o disco solar e ruaeus. Uma mesa de oferendas está diante dele."

 
4. Dr. Mercer disse que ela representa Sokar, 12, provavelmente baseado no fato de que este é um falcão, e Sokar é frequentemente representado como um falcão. As asas estendidas indicam o domínio do espírito ou vida após a morte, e uma vez que a metade inferior da figura está mumificada, parece que isto representa o falecido – ou seja, a união do falecido com o reino espiritual; o nascimento de Hórus no outro mundo.

VACA DE HATHOR
5. Dr. Mercer: “... representa a vaca de Hathor, atrás da qual está uma deusa com a cabeça de uzat segurando uma árvore sagrada.” Ele também observou que não existe essa palavra egípcia como "Enish-go-on-dosh”, Kae-e-vanrash, Floeese, Hah-ko-kau-beam e Kli-flos-is-es são transliterações do hebraico que foram, sem dúvida, o resultado do estudo do hebraico que Joseph estava fazendo com o professor Seixas. No contexto funerário, Hathor é o que recepciona o falecido"


 


6. Os quatro Filhos de Horus são associados aos pontos cardeais em apenas um aspecto, e nunca em um contexto funerário como este. Num contexto funerário, os Filhos de Horus eram vistos como protetores dos órgãos internos do falecido. Imsety protegia o fígado, Hapy protegia os pulmões, Duanutef protegia o estômago e Qebehsenuef protegia os intestinos.

7. Esta figura é claramente o deus itifálico Min. Próximo à Min, mostrado mais claramente no hipocéfalo do British Museum, à direita, está a serpente itifálica que representa Atum, cujo poder de criação foi muitas vezes representado na forma de uma cobra. A pose itifálica enfatiza este aspecto criativo. Provavelmente o desenho danificado de Atum no Facsímile 2 foi interpretada por Joseph como uma figura "na forma de uma pomba", em vez de uma serpente. No geral, todo esse registro inferior descreve a entrada do falecido no reino divino na vida após a morte e o início de sua transformação - o seu renascimento para o reino, representado por estas figuras itifálicas.

8 a 11. Fig. 11 - "Ó deus daqueles que dormem desde o momento da criação"; Fig. 10 - "Ò deus poderoso, Senhor do céu e da terra"; Fig. 9 - "o submundo (abaixo da terra "e suas grandes águas"); Fig. 8 - “conceda que a alma de Osíris Sheshonk possa viver."

 
12 a 15. As figuras de 12-15 estavam aparentemente danificadas no original, e foram "restauradas" copiando-se os símbolos hieráticos da Permissão da Respiração de Hor de cabeça para baixo. Um traço da escrita hieroglífica original pode ser estabelecida, mas apenas a expressão "suas palavras" pode ser identificada no final da linha na figura 15. O restante das linhas está preenchido com a escrita hierática retirada das linhas 4 e 5 da Permissão da Respiração de Hor: 15. Figura 12: (de cabeça para baixo) "perto" e "envolto"; Figura 13: (de cabeça para baixo) "que foi feito por" ; Figura 14: (de cabeça para baixo) "respirações"; Figura 15: (de cabeça para baixo) "este livro".

16 a 17. devem ser lidas na seguinte ordem: Figura 17: "Que esse túmulo nunca seja profanado"; Figura 16: "E que esta alma e seu possuidor nunca sejam profanados no além-mundo".

18. Três quartos da inscrição hieroglífica original ficaram intactos, e lê-se (no sentido anti-horário):  "Eu sou Djabty na casa de Benben em Heliópolis, tão exaltado e glorioso. [Eu sou] um touro copulador sem igual. [Eu sou] aquele deus poderoso na casa de Benben em Heliópolis ... que deus poderoso ... " 

19 a 21. "Você será como aquele Deus, o Busirian."
--
22. "O nome deste Todo Poderoso Deus"



FAC-SIMILE N.º 3

"INÉPCIA E IMPOSTURA"

M. THEODULE DEVERIA
O primeiro estudo foi realizado por M. THEODULE DÉVERIA do Louvre, em Paris. DÉVERIA era capaz de decifrar os nomes e títulos dos vários deuses e deusas egípcios, bem como o nome do morto egípcio para quem o livro fora originalmente elaborado.

Quanto Fac-símile n º 3, ele escreveu:

"O falecido é liderado por Ma até a presença de Osíris. Seu nome é Hórus, como pode ser visto na oração que está no fundo do quadro, e que é dirigida às divindades dos quatro pontos cardeais." (Voyage au Pays des Mormons (Paris, 1860).

DÉVERIA reconheceu os três Fac-símiles como documentos funerários egípcios comuns e concluiu que as interpretações de Joseph eram um absurdo.





ARQUEÓLOGO ARTHUR MACE
Em 1912, o reverendo Franklin S. Spalding enviou cópias dos três Fac-símiles do Livro de Abraão para alguns dos principais estudiosos do mundo da egiptologia. 

Todos os oito acadêmicos que responderam foram unânimes na condenação das traduções de Joseph como sendo incorretas. 

Por exemplo, o Dr. Arthur Mace, curador assistente para o Departamento de Arte Egípcia do Metropolitan Museum of Art, em Nova York, explicou:

"O Livro de Abraão, é desnecessário dizer, é uma invenção pura. Os desenhos 1 e 3 são cópias imprecisas de cenas bem conhecidas em papiros de funerais, e o  
desenho 2 é uma cópia de um dos discos mágicos que, no final do período egípcio, eram colocados sob as cabeças de múmias. Há cerca de quarenta destes últimos conhecidos em museus e todos eles são muito semelhantes nos seus caracteres. 
"A interpretação de Joseph Smith desses desenhos é uma miscelânea de besteiras do começo ao fim. Os caracteres egípcios agora podem ser lidos quase tão facilmente como o grego, e um estudo de cinco minutos em uma galeria de qualquer museu egípcio deve ser suficiente para convencer qualquer homem educado da inépcia da impostura." (F.S. Spalding, Joseph Smith Jr., As a Translator, 1912, p. 27)

Fonte: http://www.scribd.com/doc/39984467/Investigacoes-sobre-a-Igreja-Mormon-Out2010-v8

Dr. A. H. Sayce de Oxford, Inglaterra, concordou:

"É difícil lidar seriamente com a fraude descarada de Joseph Smith. O Fac-símile do Livro de Abraão n º 2 é um hipocéfalus comum, mas os hieróglifos sobre ele foram copiados de maneira tão ignorante que dificilmente um deles está correto. Preciso de pouco dizer que Kolobe, e companhia são desconhecidos na língua egípcia. Smith transformou uma deusa em um rei e Osiris em Abraão. " (Ibid., p. 23)

DR. FLINDERS PETRIE
UNIVERSIDADE DE LONDRES
Dr. Flinders Petrie da Universidade de Londres escreveu:

"Estas são cópias dos caracteres egípcios, e tenho visto dezenas de exemplares. São de séculos após Abraão. As tentativas de adivinhar o significado deles e as professas explicações são absurdas demais... Pode-se dizer com segurança que não existe uma única palavra que seja verdadeira nessas explicações. " (Ibid., p. 24)

Dr. James H. Breasted do Museu Oriental Haskell, da Universidade de Chicago, declarou:

"Será visto, então, que se Joseph Smith podia ler a escrita egípcia, sua capacidade de fazê-lo não tinha qualquer ligação com a decifração dos hieróglifos, de acordo com os estudiosos europeus ...

“Os três Fac-símiles em questão são representações que vão e tem sido encontradas em inumeráveis túmulos egípcios ... O ponto é, então, que ao publicar estes Fac-similes dos documentos egípcios como parte de uma revelação única para Abraão, Joseph Smith atribuiu a Abraão não três documentos únicos e que não existem outros exemplares, mas atribuiu a Abraão uma série de documentos que eram propriedade comum de toda uma nação, de pessoas que os empregaram em cada enterro, que se prepararam ...

 
“O Fac-símile número 2 representa um pequeno disco ... comumente chamado entre os egiptólogos um hipocéfalus ... Esses não entraram em uso até o final do século antes da era cristã. Eles não apareceram em qualquer enterro egípcio até mais de mil anos depois da época de Abraão. Eles não eram conhecidos no Egito nos dias de Abraão.

“O Fac-símile n º 3 ... Este cenário novamente é retratado inúmeras vezes em papiros de funerais, túmulo e caixões e paredes dos templos do Egito. Nenhuma representação do cenário, até agora, foi encontrado no Egito - embora tenhamos milhares dele - com datas anteriores a 500 anos após a época de Abraão, e pode-se afirmar como certeza que a cena era desconhecida até aproximadamente 500 anos após os dias de Abraão. "(Ibid. , pp. 24-27).

Assim, com base nos elementos fornecidos apenas pelos Fac-símiles, os estudiosos concordaram que a tradução de Joseph estava errada. Além disso, determinou-se que Abraão não poderia ter possuído esses Fac-símiles pelo menos no caso dos n º s 2 e 3, que passaram a existir apenas muito tempo de após Abraão.

Fontes:




Postar um comentário

Compartilhar

 
  •  
    Ocorreu um erro neste gadget

    ROLE O BANNER E CLIQUE NO ASSUNTO DESEJADO

    >
    > >