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sábado, 31 de maio de 2014

MARIA MORREU POR SEU PECADO, OU PELO PECADO DE ADÃO?



SANTO AGOSTINHO

AFIRMAVA QUE MARIA PECOU?



Caríssimos! 

Trago esse tópico como refutação de uma mentira que vem sendo propagada pelo conhecido "Fake" Frei Tuck, o mesmo tem criado tópicos em comunidade de debates religiosos no Orkut com títulos como "Católicos vocês acreditam em Santo Agostinho?", onde logo em seguida, ele traz um texto que afirma ser de autoria do Santo Bispo de Hipona onde é afimado que Maria pecou. 



A MENTIRA


O aleivoso falso Frei afirma que segundo Santo Agostinho Maria pecou, e para isso cita Santo Agostinho, Doutor da Igreja (354-430), comentando Salmos 34:3: 

"Maria, filha de Adão, morreu por causa do pecado; e a carne do Senhor, nascida de Maria, morreu para apagar o pecado." (TRANSCRIÇÃO INTEGRAL). 



ONDE SE ENCONTRA A MENTIRA 




Eis a pérfida fonte da calúnia omitida pelo desonesto "Frei": 

O DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO - CACP
A VERDADE DOCUMENTAL

Passemos à verdade - algo que não caminha nos meios protestantes: 

Primeiro pergunto ao Pseudo-Frei se o senhor leu o comentário de Santo Agostinho sobre o Salmo 34 sermão I e sermão II §3? Pois, se tivesse lido veria que o texto destacado acima simplesmente não existe, tanto na indicação "Salmo 34:3" como também, em "Salmo 34. Sermão II §3", a tradução está adulterada. O que aqui é falado, embora se pareça. é diferente da tradução apresentada. 


Vejamos o correto: "Maria, descendente de Adão, morreu pelo pecado de Adão [assim como também seu filho que, como ela, não tinha nenhum pecado], Adão morreu por causa do pecado, e a carne do Senhor, proveniente de Maria, morreu para destruir o pecado" ("Maria ex Adam mortua propter peccatum Adae, Adam mortuus propter peccatum, et caro Domini ex Maria mortua est propter delenda peccata" - In Psalmum XXXIV, Sermo II, §3,). Consultar MANUMENTA.

Tradução pari-passu

Maria ex Adam - Maria de Adão, descendente de Adão.
mortua - morreu 
propter - por causa de, do, dos... 
peccatum - pecado 
Adae, - de Adão 
Adam - Adão
mortuus - morreu 
propter peccatum, - por causa do pecado
et caro - e a carne
Domini - do Senhor 
ex Maria - proveniente de Maria 
mortua est  - morreu
propter delenda - para destruir
peccata" - os pecados.

Como de costume, é só mais uma falsificação. Se eu estiver errado, por favor nos mande o link ou passe pelo menos a fonte de tal informação. 

A acusação protestante, como de costume, não tem fundamento histórico nem provas. A verdade é simplesmente ao contrário do que o fake Frei afirma.
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A BÍBLIA NÃO É DE PESSOAL INTERPRETAÇÃO. DE QUEM É ENTÃO?

OSWALDO - Em diversos sites protestantes encontrei estas questões com a tentativa de retirar a autoridade da Igreja de Cristo transferindo-a para cada indivíduo que interpreta a Bíblia a seu talante. 





Arlindo Florentim - A igreja católica deixou de ser autoridade desde quando começou a infiltrar heresias no meio da igreja de Cristo,, inclusive citações, de forma errada, da bíblia.


Resposta a Arlindo Florentim - Obrigado, amigo, por sua contribuição. Porém, tenho que fazer as seguintes observações:

1. Vejo que admite que a Igreja Católica era a autoridade legítima, pelo menos, antes de se desviar;

2. E que, embora sendo autoridade legítima, a perdeu, por terem prevalecido contra ela as portas do inferno (Mt 16,16-19);

Não é somente você que pensa assim. Nisto todos os rebelados estão de acordo contra a Igreja de
Cristo, embora divirjam entre si em tudo o mais,

3. Não obstante, a Bíblia a chama de sustentáculo da verdade (1Tm 3,5). Portanto, ela jamais poderia errar; 

4. Em consequência, terá de admitir que, ao afirmar tal, você se auto reveste de uma autoridade superior à da Igreja, como intérprete bíblico. Isto quer dizer que é você que tem o dom da inerrância, e não a Igreja;



5. Mas, ao que parece, a Bíblia considera a Igreja como inerrante (1Tm 3,15 e Mt 16,16-19) sem conferir à sua pessoa tal dom.



6. Pelo contrário, ela afirma que as profecias, e, por extensão, toda a Escritura, não é de pessoal interpretação (Ver: 2Pd 1,20 combinado com 3,15-16).





Autor: Oswaldo
Fonte: Comentário em "A Suprema autoridade Bíblica: O Protestante"

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quinta-feira, 29 de maio de 2014

A VERDADE QUE SOMENTE O PEQUENO VÊ E O SABIDO NÃO!

Andro Bereczki: - De todas estas coisas que vc escreveu, e respondeu neste tópico,eu queria te perguntar; Como  é que se pode concluir que Cristo fundou a IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA., e tb criou sucessores que assistem a Igreja católica como infalível, se n tem em lugar nenhum dizendo isso? O que tem lugar dizendo, é que a Igreja de Cristo é a coluna da verdade, mas n que esta seja a igreja católica ou outra...Então onde eu posso comprovar que essa Igreja é a Católica, tem algum versículo que diz isso? Como é que eu posso saber?





A resposta à sua pergunta é tão simples que até um rústico poderia responder, segundo está escrito: "Por aquele tempo, Jesus pronunciou estas palavras: Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequenos" (São Mateus 11, 25).


Responder-lhe-ia o inculto: "A Igreja Católica é a mais antiga". Para mais coisas lhe faltariam recursos, porém, só com o que expôs, embora não dissesse tudo, falou o essencial que salta aos olhos, numa lógica cristalina que só não veem os que se recusam ver: as igrejas que apareceram depois dela não podem ter sido fundadas por Cristo. Com este raciocínio pra lá de simples ele expõe sua fé em Cristo acreditando que a verdade se encontra no cristianismo não podendo estar fora dele e, ao mesmo tempo, exclui todas as igrejas oriundas exclusivamente do querer humano; acredita outrossim, na onipotência de Deus que tem o poder de providenciar para que sua Igreja não se arruíne, não seja vencida pelo mal, nem, tampouco, que se contamine pelo erro.


Autor: Oswaldo
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POPULAÇÃO ENFRENTA GRUPO ISLÂMICO BOKO HARAM

Terroristas do grupo Islâmico Boko Haram tentaram atacar três aldeias da Nigéria, mas a população enfrentou-os 

Presidente Goodluck Jonhatan não trocará prisioneiros islamistas pelas estudantes, garante ministro britânico. Os aldeãos formaram grupos de vigilantes para impedir possíveis ataques dos islamistas  Os habitantes de três aldeias do Norte da Nigéria repeliram ataques do grupo islamista Boko Haram, diz a BBC, citando uma testemunha local. 
Grupo local Borno aldeia das mulheres repele ataque Boko Haram em suas comunidades.

A mesma fonte disse que 200 terroristas do grupo foram mortos durante a luta em Kala-Balge, no estado de Borno. A testemunha explicou que os aldeãos formaram grupos de vigilantes para impedir possíveis ataques dos islamistas que, em Abril, raptaram mais de 200 garotas de uma escola numa aldeia deste estado. As garotas foram, entretanto, mostradas num vídeo e 70% delas foram identificadas por familiares. O Presidente Goodluck Jonathan declarou, há um ano, o estado de emergência em Borno e nos estados vizinhos de Adamawa e Yobe, num esforço para travar os Boko Haram, e estuda a possibilidade de prolongar esta medida durante mais seis meses. O grupo armado pretende criar um Estado islâmico, regido pela sharia (lei islâmica) no Norte da Nigéria. Mas apesar do estado de emergência, os ataques do Boko Haram contra aldeias e vilas e contra estabelecimentos de ensino frequentados por garotas continuaram.  Agora, Jonathan deu ordem a duas unidades do exército - e depois de muitas críticas devido à sua falta de reação ao rapto das garotas, o que levou a que pedisse ajuda aos Estados Unidos - para, em colaboração com especialistas clique aqui americanos e franceses já no terreno, participarem na operação em curso para localizar as alunas raptadas. 

Nigerianos rezam pelas jovens sequestradas por Islâmicos
Os islamistas propuseram trocá-las por membros do grupo presos. O Governo rejeitou a troca, porém disse estar disponível para negociar - numa posição pouco clara. A possibilidade de trocar as estudantes pelos islamistas está fora de causa, afirmou à AFP Mark Simmonds, o membro do Governo britânico responsável pelos assuntos africanos. "Falei desta questão com o Presidente e ele disse-me muito claramente que não terá negociações com os Boko Haram que incluam essa troca", afirmou. O Pentágono anunciou entretanto ter começado a utilizar drones Global Hawk sobre a Nigéria para procurar as adolescentes raptadas. Estes aparelhos não transportam armas, são usados apenas para vigilância e reconhecimento, a alta atitude, e podem cobrir diariamente uma área de 100.000 km2. Foram usados frequentemente no Afeganistão. Estes dados não estão ainda a ser partilhados com o Governo nigeriano, diz a AFP, pois Washington está ainda a trabalhar na elaboração de um acordo de partilha de dados com Abuja. Entretanto, em Borno, um grupo de soldados abriu fogo sobre uma caravana militar que entrava no quartel em Maiduguri, a maior cidade da província. Os soldados estão insatisfeitos com os salários que recebem e com a falta de material adequado para enfrentarem os Boko Haram. 

MULHERES XIITAS SE ARMAM PARA ENFRENTAS OS TERRORISTAS DO ISIS
O major-general Chris Olukolade confirmou à BBC que o incidente aconteceu em Maiduguri, mas disse que o ataque se deveu a uma "questão interna" e que não há razão para a população se alarmar.


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quarta-feira, 28 de maio de 2014

PADRE PIO CONVERTE UMA PARÓQUIA ORTODOXA INTEIRA

O incrível milagre de Padre Pio que levou à conversão uma paróquia ortodoxa inteira.

Por intercessão de Padre Pio a mãe de um sacerdote ortodoxo da Romênia ficou curada de um câncer terminal. Depois deste milagre toda a paróquia se converteu ao catolicismo. A obra do santo de Pietrelcina mudou tanto as suas vidas que apesar das dificuldades construíram uma Igreja dedicada ao santo e um hospital para os doentes em fase terminal.
O Padre Pio continua intercedendo por todo o mundo e, lá do Céu, continua fazendo milagres de todo o tipo. Existem inúmeros testemunhos conhecidos sobre o santo de Pietrelcina por todo o mundo, alguns deles recolhidos no livro“Padre Pio”, de José Maria Zavala.
No entanto, no caso da família Tudor não proporcionou apenas um milagre físico, mas uma conversão de centenas de pessoas ao catolicismo e o sonho de fazer uma pequena San Giovanni Rotondo no interior da Romênia, um país com um arraigado passado comunista e de maioria ortodoxa.
VICTOR, UM SACERDOTE ORTODOXO
Victor Tudor era um sacerdote ortodoxo romeno que não conhecia o Padre Pio e que depois da cura milagrosa de sua mãe que tinha uma doença incurável passou, junto com toda a paróquia, à Igreja Católica. Mas, além disso, decidiu ir além e conseguiu construir, apesar de mil dificuldades, uma Igreja dedicada ao santo capuchinho, bem como um hospital para os doentes em fase terminal.
Esta história teve início em 2002 quando diagnosticaram em Lucrécia, mãe de Victor, um câncer no Pulmão. Os médicos disseram que não era operável, pois havia metástase, por isso, deram a ela apenas alguns meses de vida.
A VIAGEM DE LUCRÉCIA À ITÁLIA
Diante desta situação, o padre Victor contatou seu irmão Mariano, pintor especializado em iconografia e que vivia em Roma. Com isto, esperava que pudesse conhecer algum médico que tratasse de sua mãe na Itália. Finalmente, pôde chegar a contatar-se com um dos melhores médicos do mundo em sua especialidade e este lhe disse que estudaria o caso se sua mãe fosse a Roma.
Dito e feito. Lucrécia chegou enferma à Itália. O médico a viu e igualmente lhe falou que a operação era inútil e que só poderia intervir com alguns remédios para aliviar as terríveis dores.
A mãe ficou um tempo com seu filho em Roma para que assim pudesse fazer mais exames. Enquanto isso, Mariano trabalhava fazendo um mosaico numa Igreja e levava a sua mãe consigo. Enquanto ele trabalhava Lucrécia visitava o templo e via as imagens.
A DESCOBERTA DO PE. PIO
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Uma imagem lhe chamou muito a atenção. Estava situada num canto da Igreja. Era o Padre Pio. A mulher ficou impressionada e perguntou ao seu filho quem era. Este lhe contou brevemente sua história e durante os dias seguintes o filho percebeu que sua mãe estava constantemente sentada à frente da imagem do santo de Pietrelcina. Falava com a escultura como se estivesse falando com uma pessoa.
Assim, passaram os dias. Duas semanas depois, Lucrécia e seu filho Mariano correram ao hospital para realizar um exame. Mas, para a surpresa e espanto dos médicos e deles mesmos, o câncer terminal que sofria esta mulher Romena havia desaparecido completamente.
Esta mulher ortodoxa havia pedido a intercessão do Padre Pio e este respondeu. Este feito percorreu toda a família começando por seu filho Victor, sacerdote ortodoxo. “A cura milagrosa de minha mãe realizada pelo Padre Pio em favor de uma mulher ortodoxa me chamou a atenção”, reconhecia, então, este sacerdote romeno.
A COMOÇÃO NA PARÓQUIA
Este personagem até então desconhecido para ele o deixou fascinado. Começou a ler a vida do Padre Pio e algo nele começou a mudar. Contou sobre o milagre de sua mãe a seus paroquianos e todos ficaram admirados, pois a mãe de Victor era bem conhecida por eles. “Todos conheciam a minha mãe e sabiam que havia ido à Itália para tentar uma intervenção cirúrgica, e que logo voltou para casa curada, sem que nenhum médico a tivesse operado”.
Este milagre transformou não só a família Tudor, mas toda a comunidade ortodoxa. Conta o padre Victor que pouco a pouco a sua paróquia começou a conhecer e a amar o Padre Pio. “Líamos tudo aquilo que encontrávamos sobre ele e sua santidade nos conquistava”.
A CONVERSÃO AO CATOLICISMO
A coisa ia mais adiante e outros enfermos da paróquia também receberam graças extraordinárias do Padre Pio. Não obstante, começava a surgir um problema nesta comunidade, pois continuavam sendo ortodoxos e eram devotos de um santo católico contemporâneo.
Por causa de Padre Pio, o Padre Victor e sua paróquia com quase 350 pessoas decidiram se tornar católicos. Hoje pertencem ao rito greco-católico da Romênia. Suas vidas foram transformadas, mas, como o Padre Pio viveu numerosas dificuldades, eles também haviam de provar a sua nova fé.
Em uma recente entrevista em Padre Pio TV, Victor Tudor conta que tiveram “numerosas dificuldades” para ser católicos, pois a conversão neste país ortodoxo com um passado comunista era bastante complexa. Problemas com os políticos, a polícia etc..
UM NOVO TEMPLO NA ROMÊNIA
lucrecia-tudorNão desanimaram e apesar dos impasses decidiram ir, inclusive, mais adiante, construindo uma Igreja dedicada ao Padre Pio. O templo já está praticamente construído e isso foi outro milagre do santo capuchinho.
Os fiéis, em grande gesto de humildade, colaboraram na construção. Enquanto isso, celebravam as missas na rua, apesar da gélidas temperaturas do inverno. Tudo isso somado aos enormes obstáculos burocráticos. O padre Victor, desesperado acudia ao seu Bispo diante de tantos problemas e este sempre lhe respondia: “isto é de Deus e todas essas coisas se resolverão”. Assim, de repente um bispo pagou para eles o terreno da Igreja. Iam acontecendo feitos extraordinários, que pouco a pouco favoreciam a construção.
Apesar disso, o padre Victor recorreu a Roma junto ao seu irmão para pedir também ajuda para esta igreja. Ali se encontrou com outro bispo ao qual contou seus problemas. “Qual será o padroeiro da sua Igreja?”, lhe perguntou o prelado. Depois de responder que seria o Padre Pio, este bispo sorriu e lhe tranquilizou dizendo que “o Padre Pio lhe fará a Igreja sozinho”.
O HOSPITAL DEDICADO AO SANTO
Agora o templo já é uma realidade e para o padre Victor é outro milagre. “Senti que o Padre Pio ajudou a mim, a meus fiéis e em outros países e Igrejas. É um sinal de fé”, afirma.
Ainda assim, este sacerdote romeno não ficou tranquilo e seguindo os passos do santo e pedindo sua intercessão criou um “pequeno San Giovanni Rotondo”, na Romênia, depois de fundar um hospital que atenderá enfermos em fase terminal, gente sem recursos e idosos abandonados. As dificuldades são enormes e falta o dinheiro, mas Victor conta com a intercessão de Padre Pio. Até agora ele não falhou.



Fonte: -  Religión en Libertad
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DESCONHECEM O QUE REALMENTE É A IGREJA DE CRISTO

ONDE É QUE CRISTO FUNDOU UMA RELIGIÃO QUE SE DIZ A ÚNICA QUE SALVA?

Andro Bereczki O que eu queria saber, onde é que Cristo fundou uma religião que se diz única que salva? Que eu saiba, quem salva é só Cristo por meio do evangelho...


Os dizeres acima denota desconhecimento da natureza da Igreja , sendo o corpo de Cristo  (1Cor 12,12-13)  outra coisa não é senão o próprio Cristo. Mas como pode ser a Igreja, formada por comedores de feijão ser o próprio Cristo? 

Simples se soubermos um dos efeitos do verdadeiro batismo de Cristo que é, segundo nos diz São Paulo:

"... nos tornamos uma coisa só com ele por uma morte semelhante à sua, seremos uma coisa só com ele também por uma ressurreição semelhante à sua..." (Rm 6,5).

"... morte semelhante à sua...". Fomos mortos para o pecado segundo está escrito: "... vós também considerai-vos mortos ao pecado, porém vivos para Deus, em Cristo Jesus" (Romanos 6, 11); "... fomos sepultados com ele pelo batismo na morte..."(Rm 6,4).

Entendamos o sentido profundo deste conceito. Por ele, já que a Igreja é o corpo de Cristo, formada por cada um de nós que, segundo explicado acima, somos uma só coisa com Cristo, podemos entender que, por meio da Igreja, Cristo continua atuando no mundo a fim de levá-lo à salvação, Por ela, Cristo continua sendo a luz do mundo, o sal da terra e o germe que fermenta a massa. 



Por este mesmo conceito também (o de que a Igreja é o próprio Cristo), também fica explicado porque Cristo é a único mediador também aqui na terra, tendo em vista que sendo cada um de nós, os batizados, uma só coisa com ELE, então tudo o que fizermos, será o próprio Cristo quem o faz. 

- Mas... e quando pecamos?! 

Quando pecados gravemente separamo-nos do Corpo de Cristo e já não somos mais igreja. 



- E quando pecamos levemente? 



Aqui continuamos ser a luz de Cristo, porém a luz que emitimos será uma luz embaçada, parcialmente retida por nossa pessoa. Neste caso é o homem, isto é, o nosso egoísmo, que se mostra ao mundo em vez de Deus e por isso Cristo dificilmente é visto: "Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim... (Gl 2, 20).


Andro Bereczki: Onde isso mostra que a Igreja católica é a igreja de Cristo,e que a mesma é o proprio Cristo? Impossível n  tem em lgar menhum, isso n tem.... O que tem é Jesus dizendo que o evangelho salva.. . Igreja n salva ninguém, n sou eu que digo isto, mas a biblia diz o Evangelho salva.. basta observar o que diz o evangelho...


Pelo jeito percebo que você aceita como correto o que falei na mensagem imediatamente superior sobre o que é a Igreja de Cristo, pois não mencionou nenhum argumento em oposição. Ora, se nada apresentou contra, por que afirmou, sem prova alguma, que a Igreja (que é o próprio Cristo), não salva?


A Única coisa que devo levar em consideração é a sua pergunta pela qual demonstra que não aceita a Igreja Católica não é a Igreja de Cristo. Mas, as características que identificam a Igreja de Cristo com a Igreja Católica já foram mencionadas logo no início deste tópico. Para facilitar, as repito a seguir:


1. Quem fundou a minha igreja? Se a resposta não for Jesus Cristo, sua igreja é falsa;


Quando foi fundada? Se for a partir de 1054, ou 1517, também é falsa;

Onde? Se não for na Palestina, é falsa.

3. Quais foram os santos formados por minha Igreja? Se não tiver nenhum, a sua igreja é falsa;

4. Qual foi a Igreja que, antes de 1054 e 1517 levou a luz de Cristo às mais remotas partes da terra? Se a sua igreja não está incluída aí, então é falsa. 

5. A minha igreja pode exibir, pelo menos, um milagre que tenha sido exaustivamente examinado por peritos (cientistas, médicos, oftalmologistas, odontólogos, cientistas etc.) sem que estes pudessem determinar com precisão a causa natural que os tenha produzido? Se não pode exibir nenhum, então sua igreja não é legítima

Somente Deus pode operar milagres e de conceder este dom a pessoas santas. O Demônio não pode fazer milagre nenhum, mas faz simulações às quais a Bíblia denomina de "... sinais e prodígios ENGANADORES" (II Tss 2,9).


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terça-feira, 27 de maio de 2014

DECLARAÇÃO CONJUNTA DO PAPA E DO PATRIARCA BARTOLOMEU

Declaração conjunta do Papa e do Patriarca Bartolomeu, a 50 anos do encontro de Paulo VI com Atenágoras


Jerusalém, 26 Mai. 2014 - Como os nossos venerados predecessores Papa Paulo VI e Patriarca Ecumênico Atenágoras, que se encontraram aqui em Jerusalém há cinquenta anos, também nós – Papa Francisco e Patriarca Ecumênico Bartolomeu – decidimos encontrar-nos na Terra Santa, «onde o nosso Redentor comum, Cristo nosso Senhor, viveu, ensinou, morreu, ressuscitou e subiu aos céus, donde enviou o Espírito Santo sobre a Igreja nascente» (Comunicado comum de Papa Paulo VI e Patriarca Atenágoras, publicado depois do seu encontro de 6 de Janeiro de 1964). O nosso encontro – um novo encontro dos Bispos das Igrejas de Roma e Constantinopla fundadas respectivamente por dois Irmãos, os Apóstolos Pedro e André – é fonte de profunda alegria espiritual para nós. O mesmo proporciona uma ocasião providencial para refletir sobre a profundidade e a autenticidade dos vínculos existentes entre nós, vínculos esses fruto de um caminho cheio de graça pelo qual o Senhor nos guiou desde aquele abençoado dia de cinquenta anos atrás.

2. O nosso encontro fraterno de hoje é um passo novo e necessário no caminho para a unidade, à qual só o Espírito Santo nos pode levar: a unidade da comunhão na legítima diversidade. Com profunda gratidão, relembramos os passos que o Senhor já nos permitiu realizar. O abraço trocado entre o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras aqui em Jerusalém, depois de muitos séculos de silêncio, abriu a estrada para um gesto epocal: a remoção da memória e do meio da Igreja dos actos de recíproca excomunhão de 1054. Isso foi seguido por uma troca de visitas entre as respectivas Sés de Roma e de Constantinopla, por uma correspondência regular e, mais tarde, pela decisão anunciada pelo Papa João Paulo II e o Patriarca Dimitrios, ambos de abençoada memória, de se iniciar um diálogo teológico na verdade entre católicos e ortodoxos. Ao longo destes anos, Deus, fonte de toda a paz e amor, ensinou-nos a olhar uns para os outros como membros da mesma família cristã, sob o mesmo Senhor e Salvador Jesus Cristo, e a amar-nos de tal modo uns aos outros que podemos confessar a nossa fé no mesmo Evangelho de Cristo, tal como foi recebida pelos Apóstolos e nos foi expressa e transmitida a nós pelos Concílios Ecumênicos e pelos Padres da Igreja. Embora plenamente conscientes de ainda não ter atingido a meta da plena comunhão, hoje reafirmamos o nosso compromisso de continuar a caminhar juntos rumo à unidade pela qual Cristo nosso Senhor rezou ao Pai pedindo que «todos sejam um só» (Jo 17, 21).

3. Bem cientes de que a unidade se manifesta no amor de Deus e no amor do próximo, olhamos com ansiedade para o dia em que poderemos finalmente participar juntos no banquete eucarístico. Como cristãos, somos chamados a preparar-nos para receber este dom da comunhão eucarística, segundo o ensinamento de Santo Ireneu de Lião (Contra as Heresias, IV, 18, 5: PG 7, 1028), através da confissão de uma só fé, a oração perseverante, a conversão interior, a renovação da vida e o diálogo fraterno. Ao alcançar esta meta esperada, manifestaremos ao mundo o amor de Deus, pelo qual somos reconhecidos como verdadeiros discípulos de Jesus Cristo (cf. Jo 13, 35).

4. Para tal objectivo, o diálogo teológico realizado pela Comissão Mista Internacional oferece uma contribuição fundamental na busca da plena comunhão entre católicos e ortodoxos. Ao longo dos sucessivos tempos vividos sob os Papas João Paulo II e Bento XVI e o Patriarca Dimitrios, foi substancial o progresso dos nossos encontros teológicos. Hoje exprimimos vivo apreço pelos resultados obtidos até agora, bem como pelos esforços actuais. Não se trata de mero exercício teórico, mas de uma exercitação na verdade e no amor, que exige um conhecimento ainda mais profundo das tradições de cada um para as compreender e aprender com elas. Assim, afirmamos mais uma vez que o diálogo teológico não procura o mínimo denominador comum teológico sobre o qual se possa chegar a um compromisso, mas busca aprofundar o próprio conhecimento da verdade total que Cristo deu à sua Igreja, uma verdade cuja compreensão nunca cessará de crescer se seguirmos as inspirações do Espírito Santo. Por isso, afirmamos conjuntamente que a nossa fidelidade ao Senhor exige um encontro fraterno e um verdadeiro diálogo. Tal busca comum não nos leva para longe da verdade; antes, através de um intercâmbio de dons e sob a guia do Espírito Santo, levar-nos-á para a verdade total (cf. Jo 16, 13).

5. Todavia, apesar de estarmos ainda a caminho para a plena comunhão, já temos o dever de oferecer um testemunho comum do amor de Deus por todas as pessoas, trabalhando em conjunto ao serviço da humanidade, especialmente na defesa da dignidade da pessoa humana em todas as fases da vida e da santidade da família assente no matrimónio, na promoção da paz e do bem comum e dando resposta ao sofrimento que continua a afligir o nosso mundo. Reconhecemos que a fome, a pobreza, o analfabetismo, a distribuição desigual de recursos devem ser constantemente enfrentados. É nosso dever procurar construir juntos uma sociedade justa e humana, onde ninguém se sinta excluído ou marginalizado.

6. É nossa profunda convicção que o futuro da família humana depende também do modo como protegermos – de forma simultaneamente prudente e compassiva, com justiça e equidade – o dom da criação que o nosso Criador nos confiou. Por isso, arrependidos, reconhecemos os injustos maus-tratos ao nosso planeta, o que aos olhos de Deus equivale a um pecado. Reafirmamos a nossa responsabilidade e obrigação de fomentar um sentimento de humildade e moderação, para que todos possam sentir a necessidade de respeitar a criação e protegê-la cuidadosamente. Juntos, prometemos empenhar-nos na sensibilização sobre a salvaguarda da criação; apelamos a todas as pessoas de boa vontade para tomarem em consideração formas de viver menos dispendiosas e mais frugais, manifestando menos ganância e mais generosidade na proteção do mundo de Deus e para benefício do seu povo.

7. Há também urgente necessidade de uma cooperação efetiva e empenhada dos cristãos para salvaguardar, por todo o lado, o direito de exprimir publicamente a própria fé e de ser tratados equitativamente quando promovem aquilo que o cristianismo continua a oferecer à sociedade e à cultura contemporânea. A este propósito, convidamos todos os cristãos a promoverem um diálogo autêntico com o judaísmo, o islamismo e outras tradições religiosas. A indiferença e a ignorância mútua só podem levar à desconfiança e mesmo, infelizmente, ao conflito.

8. Desta cidade santa de Jerusalém, exprimimos a nossa comum e profunda preocupação pela situação dos cristãos no Médio Oriente e o seu direito de permanecerem plenamente cidadãos dos seus países de origem. Confiadamente voltamo-nos para Deus onipotente e misericordioso, elevando uma oração pela paz na Terra Santa e no Médio Oriente em geral. Rezamos especialmente pelas Igrejas no Egito, Síria e Iraque, que têm sofrido mais pesadamente por causa dos eventos recentes. Encorajamos todas as Partes, independentemente das próprias convicções religiosas, a continuarem a trabalhar pela reconciliação e o justo reconhecimento dos direitos dos povos. Estamos convencidos de que não são as armas, mas o diálogo, o perdão e a reconciliação, os únicos meios possíveis para alcançar a paz.

9. Num contexto histórico marcado pela violência, a indiferença e o egoísmo, muitos homens e mulheres de hoje sentem que perderam as suas referências. É precisamente através do nosso testemunho comum à boa notícia do Evangelho que seremos capazes de ajudar as pessoas do nosso tempo a redescobrirem o caminho que conduz à verdade, à justiça e à paz. Unidos nos nossos intentos e recordando o exemplo dado há cinquenta anos aqui em Jerusalém pelo Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, apelamos a todos os cristãos, juntamente com os crentes das diferentes tradições religiosas e todas as pessoas de boa vontade, que reconheçam a urgência deste tempo que nos obriga a buscar a reconciliação e a unidade da família humana, no pleno respeito das legítimas diferenças, para bem de toda a humanidade atual e das gerações futuras.

10. Ao empreendermos esta peregrinação comum até ao lugar onde o nosso e único Senhor Jesus Cristo foi crucificado, sepultado e ressuscitou, humildemente confiamos à intercessão da Santíssima e Sempre Virgem Maria os nossos futuros passos no caminho rumo à plenitude da unidade e entregamos ao amor infinito de Deus toda a família humana.

«O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te favoreça! O Senhor volte para ti a sua face e te dê a paz!» (Nm 6, 25-26).

Jerusalém, 25 de Maio de 2014


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