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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

VEJA PASSO A PASSO PORQUE ESTES 12 PARTIDOS SÃO PERIGOSÍSSIMOS PARA O CRISTIANISMO NO BRASIL

A primeira coisa que se deve investigar em um candidato, antes mesmo de sua atuação passada ou de suas promessas, é o partido político a que pertence.

Dos 32 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, muitos são amorfos. Seus estatutos dizem pouco ou quase nada. Tais partidos não trazem ameaças aos cristãos que a ele se filiam. Há uns pouquíssimos partidos que se propõem explicitamente à defesa da vida humana e da família. E há, por fim,
doze partidos perigosíssimos, que constituem um verdadeiro exército organizado contra os valores cristãos.

1.º - PT - Nº 13 - pró socialismo (comunismo) e pró aborto
2.º - PCB - Nº 21 - pró comunismo e pró aborto
3.º - PPS - Nº 23 - sucessor do p. comunista - pró aborto.
4.º - PCdoB - Nº 65 - comunista e pró aborto
5.º - PCO - Nº 29 - pró aborto.
6.º - PDT - Nº 12 - socialista (comunista) e pró aborto.
7.º - PMN - Nº 33 - socialista (comunista)
8.º - PPL - Nº 54 - comunista
9.º - PSOL - Nº 50 - comunista e pró aborto
10.º - PSB - Nº 40 - explicitamente comunista, pró aborto.
11.º - PSTU - Nº 16 - comunista, pró maconha e drogas.

12.º - PV - Nº 43 - Afinidade entre o socialismo e defesa do aborto.


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Com exceção do PV (nao é socialista, mas apoia o aborto), todos os partidos acima se declaram socialistas. Ora, como explica São João Paulo II, “o erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social. [...] O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral”[2]. O Concílio Vaticano II já havia ensinado que “o homem é a única criatura na terra que Deus quis por si mesma”[3]. O cristianismo vê na criança por nascer alguém que deve ser respeitado como pessoa e amado independentemente de sua “qualidade”, beleza ou utilidade. O socialismo vê na criança algo que está subordinado à vontade da sociedade. Se for proveitosa para a sociedade, que nasça. Se for trazer ônus ao Estado, se trouxer mais custos que benefícios, que seja abortada. Explica-se assim como há uma afinidade estreita entre o socialismo e a causa abortista.
Vejamos agora, brevemente, cada um dos doze partidos fatais:

1º) Partido dos Trabalhadores (PT) – n.º 13

No 3º Congresso do PT, ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”[4]. Todo candidato filiado ao PT é obrigado a acatar essa resolução. O Estatuto do PT põe como requisito para ser candidato pelo Partido “assinar e registrar em Cartório o ‘Compromisso Partidário do Candidato ou Candidata Petista’” (art. 140, c)[5]. Tal assinatura, diz o Estatuto, “indicará que o candidato ou candidata está previamente de acordo com as normas e resoluções do Partido, em relação tanto à campanha como ao exercício do mandato” (art. 140, §1º). Se o político contrariar uma resolução como essa, que apoia o aborto, “será passível de punição, que poderá ir da simples advertência até o desligamento do Partido com renúncia obrigatória ao mandato” (art. 140, §2º). Em 17 de setembro de 2009, dois deputados petistas (Luiz Bassuma e Henrique Afonso) foram punidos pelo Diretório Nacional. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto”[6]. Não deve causar espanto que o PT defenda o aborto, já que o artigo 1º de seu Estatuto põe como objetivo do Partido “construir o socialismo democrático”.

2º) Partido Comunista Brasileiro (PCB) – nº. 21

Os militantes do Partido Comunista Brasileiro são obrigados a aceitar “seu Estatuto e Programa”[7]. São seus deveres “cumprir as deliberações partidárias, aplicar a linha política do Partido e difundir os ideais comunistas” (art. 11, a, Estatuto do PCB). O Programa Político do PCB defende como um dos “pontos iniciais de uma alternativa socialista para o Brasil” a “garantia do direito ao aborto”[8].

3º) Partido Popular Socialista (PPS) – nº. 23

É o sucessor do Partido Comunista Brasileiro. O PPS se declara “humanista, socialista e ambientalista” e pretende resgatar “a melhor tradição do pensamento marxista e do humanismo libertário”[9]. A Coordenação de Mulheres do PPS, um órgão previsto no artigo 26 do Estatuto do Partido, repetidas vezes manifestou sua adesão à causa abortista. Uma delas foi a Nota pública sobre o aborto[10], de 18/04/2007, em que se relata três vezes em que o PPS se havia manifestado publicamente em favor da legalização/descriminalização do aborto, por considerá-la uma “questão de saúde pública” e de “direito e autonomia das mulheres”. A Plataforma Política das Mulheres do PPS[11] previa em 2009 a “legalização do aborto”, a “garantia de todas as formas de contracepção e interrupção da gravidez” e a “consolidação pelo SUS do serviço de aborto nos casos previstos em lei [?]”.

4º) Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – nº. 65

Nas Resoluções da 2ª Conferência Nacional do PCdoB Sobre a Emancipação da Mulher[12] realizada entre os dias 18 e 20 de maio de 2012 em Brasília, encontra-se o desafio de “desenvolver ações mais ofensivas à garantia do direito ao aborto como questão de saúde pública” (p. 44, n. 76, k). Essas Resoluções foram ratificadas pelo Comitê Central, conforme prevê o Estatuto do PCdoB[13] (art. 24, §2º). Portanto, são “válidas e obrigatórias para todo o Partido”.

5º) Partido da Causa Operária (PCO) – n.º 29

O Programa do Partido da Causa Operária (PCO)[14] defende a “liberdade para a mulher decidir sobre seu corpo com a legalização do aborto e sua realização, em condições dignas, pela rede pública de saúde” (X.11).
Segundo o Estatuto do PCO[15], os filiados têm o dever de “defender em todos os lugares e ocasiões o programa do partido” (art. 7, I). Se o “eleito pelo Partido para cargo executivo ou legislativo” agir contra “as deliberações, o Estatuto ou o Programa do PCO”, será punido com “expulsão” e “cancelamento da filiação” (art. 30, §3º, b). Essa é a sanção que espera o político do PCO que lutar contra o aborto.

6º) Partido Democrático Trabalhista (PDT) – nº. 12

O Partido Democrático Trabalhista tem como objetivo é a “construção de uma sociedade democrática e socialista[16]. Ele “adota como símbolo a rosa vermelha” (art. 1º, § 2º), símbolo da Internacional Socialista.
O Movimento de Mulheres do PDT no item “Nossas Conquistas” diz: “... temos que continuar lutando para que se efetive a descriminalização do aborto, pois só as mulheres pobres serão banidas por sua prática, já que as com melhores condições podem fazê-lo sem necessidade do aparato estatal. A saúde integral é uma luta de todos nós e o aborto não é uma questão de polícia e sim de saúde pública”[17].

7º) Partido da Mobilização Nacional (PMN) – n.º 33

O Partido da Mobilização Nacional (PMN) [...] “orientar-se-á por seu Manifesto, seu Programa e seus Estatutos e demais diretrizes de ação política, social e econômica, de conteúdo nacional, democrático e socialista”[18].

8º) Partido Pátria Livre (PPL) – n.º 54

O Partido Pátria Livre (PPL) “se orienta pelos princípios e pela teoria do socialismo científico”[19], como é chamado o socialismo de Marx e Engels.

9º) Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) – n.º 50

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) tem por objetivo a “construção de uma sociedade socialista”[20]. Coerentemente com sua doutrina socialista, ele defende o direito ao aborto. Segundo resolução aprovada no 4º Congresso Nacional do Partido em 29/01/2014 denominada Conjuntura Nacional, “é tarefa do PSOL [...] barrar o estatuto do nascituro [criança por nascer] e sua ‘bolsa estupro’, defendendo a autonomia das mulheres sobre seus corpos e os direitos sexuais e reprodutivos”[21]. Qual o valor dessa resolução? Diz o Estatuto do PSOL: “As resoluções do Congresso representam a posição oficial do Partido e são válidas para todos os órgãos e filiados” (art. 36).

10º) Partido Socialista Brasileiro (PSB) – nº. 40

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) tem por finalidade a “implantação da democracia e do socialismo no País”[22], com a “gradual e progressiva socialização dos meios de produção”[23] e a “abolição de todos os privilégios de classe” (Manifesto, VIII). Entre as reivindicações imediatas do Partido está a estatização da educação: “Plano nacional de educação que atenda à conveniência de transferir-se gradativamente o exercício desta ao Estado e de suprimir-se, progressivamente, o ensino particular de fins lucrativos”[24] . Note-se que o PSB é muito mais explícito que o PT em expor seus propósitos socialistas. Nem mesmo oculta seu desejo urgente de extinguir as instituições educativas não estatais (incluindo as religiosas), obrigando as crianças a se submeterem à ideologia do Estado.

11º) Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – nº. 16

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) “não prioriza as eleições, mas a ação direta como meio de transformar a realidade em que vivemos”. Através da luta e da revolução, defende a instalação de uma “ditadura do proletariado” sobre a burguesia[25].
Seu candidato a Presidente da República, José Maria, promete “atender demandas democráticas históricas das mulheres como a legalização do aborto, e da juventude, como a legalização da maconha e descriminalização das drogas”[26].

12º) Partido Verde (PV) – n.º 43

O candidato filiado ao Partido Verde está comprometido a “respeitar e cumprir seu Programa e Estatuto”[27]. É seu dever “obedecer ao Programa, ao Estatuto e às resoluções do Partido” (art. 11, I, Estatuto do PV).
Ora, este Programa, ao qual ele está obrigado a obedecer, defende: o aborto: “legalização da interrupção voluntária da gravidez”[28]
o homossexualismo: “defender a liberdade sexual, no direito do cidadão dispor do seu próprio corpo e na noção de que qualquer maneira de amor é válida e respeitável” (Programa do PV, 4.1.i).
Anápolis, 4 de setembro de 2014.

Obs: Esses 12 e os outros 5 da lista são afiliados do Foro de São Paulo.
Conheça o Foro de São Paulo, o maior inimigo do Brasil

O maior inimigo do Brasil e do continente nas últimas décadas precisa ser identificado pelos homens de bem deste país, de modo que reúno abaixo o mínimo que você precisa saber a respeito para se informar e educar os amigos, compartilhando este link nas redes sociais. Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro — por ideia de Lula, segundo ele mesmo declarou (o que nunca é de todo confiável) em maio de 2011 [ver Vídeo 5] —, o “Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem dúvida, uma das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como outra qualquer. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como as Farc e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime”, como escreveu em 2007 o filósofo Olavo de Carvalho, autor do best seller idealizado e organizado por mim, O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota.
Por quase duas décadas, os jornais e supostos oposicionistas brasileiros esconderam do grande público a existência do Foro de São Paulo, descoberto pelo advogado paulista José Carlos Graça Wagner, que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, e não faltou quem rotulasse seus denunciadores como “teóricos da conspiração”. De uns anos para cá, quando o Foro já tinha feito e desfeito governos em toda a América Latina, elegendo presidentes dos países do continente cerca de 15 membros da organização, seu nome começou a aparecer aqui e ali em reportagens, como se o Foro fosse apenas uma entidade como outra qualquer.
Veja mais aqui sobre o FORO DE SÂO PAULO: 

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis.
[1] O PV não se declara socialista, mas em seu Programa defende o homossexualismo e a legalização do aborto (cf. 
[2] JOÃO PAULO II, Encíclica Centesimus annus, 1991, n. 13.
[3] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 24.
[4] Resoluções do 3º Congresso do PT, p. 82. in:
[5] Partido dos Trabalhadores. Estatuto, art. 140, c in: 
[6] DN suspende direitos partidários de Luiz Bassuma e Henrique Afonso. Notícias. 17 set. 2009, in: 
[7] Partido Comunista Brasileiro. Estatuto, art. 6º in:http://pcb.org.br/portal/docs/estatuto230308.pdf
[8] Partido Comunista Brasileiro. Programa. ponto 21.18, in:
[9] Partido Popular Socialista. Estatuto, art. 2º, in:
[16] Partido Democrático Trabalhista. Estatuto, art. 1º, in:
[18] Partido da Mobilização Nacional. Estatuto, art. 2º, in:
[19] Partido Pátria Livre. Estatuto, art. 3º, in:
[20] Partido Socialismo e Liberdade, Estatuto, art. 5º, in:
[22] Partido Socialista Brasileiro. Estatuto, art. 2º, in:
[23] Partido Socialista Brasileiro. Manifesto, VII, in:
[24] Partido Socialista Brasileiro. Manifesto, Reivindicações Imediatas, 9ª
[26] A disputa das eleições numa perspectiva revolucionária in:
[27] Partido Verde. Estatuto, art. 5º, in: 
[28] Partido Verde. Programa, 7.1.g, in: 



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ÁRVORE DE JESSÉ SE CUMPRE NO FRUTO DO VENTRE DE MARIA

Jessé era o pai do rei Davi 
e, embora sabemos pouco mais sobre ele, este fato 
por si só é significativo. 




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POIS: Na profecia judaica o Messias deveria ser descendente de Davi, e o próprio Davi é considerado como um prenúncio da pessoa de Jesus Cristo.




PORQUE - A Árvore de Jessé é uma representação da árvore genealógica de Jesus a partir de Jessé, pai do rei David. 


DIZ A PROFECIA: Árvore de Jessé - O nome de Jessé é citado no Antigo Testamento da Bíblia, em particular em Isaías 11,1-3:

«Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará.»


AGORA, VEJA QUE AS RAÍZES DO FRUTO PREDITO EM ISAÍAS SE CUMPRIU NO VENTRE DE MARIA.

Isabel ficou cheia do Espírito Santo.

"Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o FRUTO do teu ventre" SÃO LUCAS 1,48


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"Eis que em teu VENTRE conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai" Lucas 1,31-32 


SOBRE ISSO: Santo Ambrósio de Milão nascido no ano 337 escreve: 

"A raiz é o lar dos judeus, a haste é Maria, a Flor de Maria é Cristo. Ela é justamente chamada uma haste, pois ela é da linhagem real, da casa e família de Davi. Sua flor é Cristo, que destruiu o mau cheiro da poluição mundana e derramou o perfume da vida eterna. Como ele mesmo disse, 'Eu sou uma flor da planície, um lírio dos vales' "

Autor: EDMILSON SILVA



Autorização para publicação


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ANO 553 - A REENCARNAÇÃO ERA ACEITA PELA IGREJA CATÓLICA ATÉ O ANO 553


I - A MENTIRA


“A Igreja Católica e a reencarnação” - O Concílio de Constantinopla – 553 D.C - 
Até meados do século VI, todo o Cristianismo aceitava a Reencarnação que a cultura religiosa oriental já proclamava, milênios antes da era cristã, como fato incontestável, norteador dos princípios da Justiça Divina, que sempre dá oportunidade ao homem para rever seus erros e recomeçar o trabalho de sua regeneração, em nova existência. 
Aconteceu, porém, que o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para atender exigências do Império Bizantino, resolveu abolir tal convicção, cientificamente justificada, substituindo-a pela ressurreição, que contraria todos os princípios da ciência, pois admite a volta do ser, por ocasião de um suposto juízo final, no mesmo corpo já desintegrado em todos os seus elementos constitutivos.



A doutrina da reencarnação deriva da antiguidade, originando-se no Oriente, mas também foi encontrada na Grécia antiga. Ela “nos ensina que a alma entra nessa vida, não como uma nova criação, mas depois de um longo curso de existências anteriores nesta terra e outras posições… e que está no seu caminho para futuras transformações e se encontra agora moldando-se a si mesma. ” (E. D. Walker, Reincarnation: A Study of Forgotten Truth. New Hyde Park, NY: University Books, 1965, 14.). As reencarnações da alma são entendidas, segundo o espiritismo, como uma viagem de Deus para Deus. O objetivo é reabsorção do Uno. As crenças que formam o contexto oriental e ocidental do reencarnacionismo são claramente incompatíveis com cristianismo bíblico. Assim, o processo contra a reencarnação ser “cristão” vai muito além de suas implicações para a vida após a morte, e envolve muito mais do que algumas versículos escolhidos pela Bíblia. Em vez disso, toda a revelação bíblica em seu ensinamento sobre Deus, o mundo, o homem, do pecado e da salvação, se destaca como um todo contra o reencarnacionismo. A reencarnação é claramente uma impossibilidade, mesmo se considerarmos apenas os ensinamentos de Jesus Cristo registrados no Novo Testamento: os seus ensinamentos sobre a ressurreição do corpo, a morte, céu, inferno, e outros temas devastam qualquer tentativa de defender a reencarnação. Nos primeiros anos de existência da Igreja tal doutrina era indefensável mesmo que as evidências se restringissem ao cânon aceito das Escrituras. Conforme os anos passaram e os ensinamentos e as implicações cristianismo foram melhor compreendidos e mais plenamente expressos, o corpo de teologia em desenvolvimento providenciou um recurso rico para avaliar a confiabilidade das teorias teológicas. Na época de Orígenes e nos séculos depois dele não havia provas abundantes de que a reencarnação não tinha lugar na Revelação Divina.
Os fatos históricos não fornecem nenhuma base para essa afirmação do poster espírita. Na verdade, não houve Concilio em Nicéia em 553 AD. Os dois concílios ecumênicos de Nicéia (325 dC e 787 dC) tiveram lugar na cidade de Nicéia (daí seu nome) e não tratou da reencarnação. O que ocorreu no ano 553 foi o Concilio Ecumênico de Constantinopla. Mas os registros deste Concilio mostram que, também, não abordou o tema da reencarnação. Nenhum dos primeiros concílios trataram disso.
O mais próximo que o Concílio de Constantinopla passou a abordar da reencarnação foi que, em uma frase, condenou Orígenes, um escritor do início da Igreja, que acreditava existir almas no céu antes de vir à Terra para nascer. Os espíritas confundem essa crença na preexistência da alma com reencarnação e alegam que Orígenes era uma reencarnação. Na verdade, ele foi um dos primeiros escritores mais prolíficos contra a reencarnação! Orígenes é continuamente deturpado por adeptos do espiritismo e há muitas fontes que datam de antes 553 d.C., que demonstram que Pais e cristãos como S. Justino e S. Jerônimo já condenavam esta heresia, mesmo antes da doutrina da reencarnação ser supostamente “tirada da Bíblia e condenada pela Igreja Católica”. Outros primitivos teólogos, incluindo Irineu, Tertuliano e Gregório de Nissa, também rejeitaram explicitamente a ideia da reencarnação. Outro problema com esta teoria espírita é o fato de que os manuscritos da Bíblia existentes e que remontam ao século III, como o Papiro Bodmer (datada de cerca de 200-225), o Papiro Chester Beatty (datada de cerca de 200-250), Codex Vaticanus (datada de cerca de 325-350) e Codex Sinaiticus (datada de cerca de 340) são todos os documentos escritos séculos antes do Concilio de 533, e nenhum deles revelou qualquer suposto ensinamento reencarnacionista que foi removido em edições posteriores da Bíblia!
Leslie Weatherhead, por exemplo, afirmou que a reencarnação “foi aceita pela igreja primitiva pelos primeiros 500 anos de sua existência. Só no ano de 553 o Concílio de Constantinopla a rejeitou e só então por uma pequena maioria”  (O cristão agnóstico. Nashville, TN: Abingdon Press, 1972, 209-10, citado em John Hick, Morte e Vida Eterna. San Francisco, CA: Harper & Row, 1976, 39). Muitos reencarnacionistas afirmam que este concilio foi especificamente convocado pelo imperador romano Justiniano para condenar a reencarnação e apagar todas as referências a ele a partir da Bíblia.
Existem numerosas objeções que podem ser levantadas contra esta alegação. Primeiro, o cânon do Novo Testamento como o temos hoje foi finalizado, o mais tardar, no quarto século, como já temos explicado (desde o Concílio de Roma, em 382, com o Papa Dâmaso I). Na verdade, temos inúmeros manuscritos do Novo Testamento que datam entre o segundo e o quinto séculos, bem como manuscritos que datam desde muito mais tarde. Os textos dos manuscritos do Novo Testamento que datam de antes do sexto século não diferem significativamente daqueles que datam do século VI e mais tarde. Este fato por si só é uma prova de que os concílios de 553 não alteraram a Bíblia, a fim de suprimir a reencarnação ou qualquer outra crença, como falsamente alegam os espíritas.
Em segundo lugar, o Segundo Concilio de Constantinopla não teve nada a ver com a reencarnação, como dissemos. O principal item da agenda foi lidar com a heresia monofisita, que ensinava que o Cristo encarnado tinha apenas uma natureza (em vez das duas naturezas de divindade e humanidade como ensinadas pelo Novo Testamento e os Pais da Igreja). Neste mesmo concilio ou outros na mesma época foram lançadas uma lista de “anátemas” ou condenações contra (entre outras coisas) a noção da preexistência das almas (como ensinada em Orígenes e alguns de seus seguidores), mas não foi feita nenhuma menção da reencarnação, o que não era, evidentemente, nem mesmo um assunto vigente. (ver, por exemplo, os artigos de “Segundo Concilio de Constantinopla” e “Origenismo,” no The New International Dictionary of the Christian Church, ed. J.D. Douglas, 2d ed. Grand Rapids, MI: Zondervan Publishing Co., 1978: 257, 734.
De fato, outros reencarnacionistas alegaram que, como há alguma dúvida de que o concilio em 553 não teve nada a ver com a reencarnação, não há nenhuma razão para considerar a reencarnação como oficialmente condenada pela igreja! Só que este argumento claramente ignora o fato de que os cristãos não acreditam na reencarnação, porque é contrário ao cristianismo bíblico, não porque eles pensam (erroneamente ou não) que foi condenado em 553.
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"... reconstrução mítica da história da Igreja primitiva história, a fim de alegar que a Igreja primitiva ensinava a reencarnação..."
Em conclusão, a reencarnação não foi certamente suprimida pela Igreja no século VI, ou em qualquer outro momento. Foi explicitamente rejeitada pelos líderes da igreja, desde meados do século II, e nunca foi levada a sério como uma crença que pudesse ser adotada pelos cristãos. A crença de Orígenes na preexistência das almas foi tratada como um aberração romântica pelos Padres da Igreja e os concilios que vieram depois dele. Os defensores da reencarnação tiveram que inventar textos inexistentes, interpolar palavras em outros textos, citar passagens anti-reencarnacionistas como se fossem de apoio de a doutrina e, em geral apresentar uma reconstrução mítica da história da Igreja primitiva história, a fim de alegar que a Igreja primitiva ensinava a reencarnação. Teorias que necessitam dessa defesa frágil podem seguramente ser consideradas falsas.
Em resumo, a Igreja Católica nunca adotou oficialmente a doutrina da reencarnação, mas vigorosamente se opôs e condenou o erro logo depois que começou a perturbar a Igreja.



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JANAÍNA ABAFOU NO SENADO. JOICE HASSELMANN DISSE: "JANAÍNA LAVA A ALMA DO BRASIL!"

JANAÍNA LAVA A ALMA DO BRASIL NO SENADO!
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Durante seu discurso, Janaina rebateu as falas sobre misoginia da presidente na sessão desta segunda no Senado e disse que ninguém pode ser “perseguido por ser mulher”, mas também “ninguém pode ser protegido por ser mulher”. A advogada afirmou que agiria da mesma forma caso a presidente fosse homem.






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terça-feira, 30 de agosto de 2016

MENINA DE 3 ANOS PASSOU A NOITE COBERTA COM O MANTO DE NOSSA SENHORA


A menina que passou a noite coberta com o manto de Nossa Senhora. Ela tinha apenas 3 anos de idade e se perdeu dos seus pais em plena noite de inverno







Uma menina de apenas 3 anos de idade se perdeu dos seus pais na cidade espanhola de Rojales. A noite gelada chegou, no rigoroso inverno europeu, e seus pais, com o coração partido de dor, recorreram às autoridades. A notícia correu de boca em boca. O povoado inteiro se mobilizou. Os jovens, com tochas, percorreram as redondezas do local e da cidade vizinha, mas a pequena não aparecia em lugar nenhum. Era 18 de janeiro de 1896.
No dia 19, os habitantes das cidades vizinhas foram avisados, e todos procuravam a menina com ansiedade. As pessoas esperavam encontrar pelo menos seu cadáver, supondo que ela não teria resistido ao frio da noite anterior.




Às três da tarde, seus tios, que persistiam na busca, viram-na encostada em uma grande pedra, atrás da qual havia um enorme precipício. A menina parecia estar morta. No entanto, ao ouvir a voz dos seus tios, ela se levantou e se dirigiu a eles com os bracinhos levantados, como se estivesse acordando de um profundo sonho. Sua tia, abraçando-a com força e chorando de emoção, perguntou-lhe:

– Querida, você não passou frio à noite?

Então, e menina respondeu sorrindo que não tinha sentido frio algum, porque havia uma mulher com ela, que a cobria com seu manto. A tia, com olhos arregalados, continuou perguntando:

– Uma mulher passou a noite com você?

– Sim, tia, uma mulher boa e carinhosa – respondeu.

– Mas o que essa mulher lhe dizia? Você não via as luzes das nossas lanternas, não ouvia nossos gritos?

– Sim – disse a menina. Mas a mulher me disse: “Não se mexa, minha filha, já virão buscá-la”.

As pessoas simples aquele povoado, entusiasmadas com o que ouviam, gritavam: “Milagre! Milagre!”. No dia seguinte, celebraram uma missa solene em ação de graças. A menina foi levada até a imagem de Nossa Senhora do Carmo e, nesse momento, disse para a sua mãe:

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– Mamãe! Mamãe! Esta é a mulher que me cobriu ontem!
Essa menina esteve prestes a cair em um precipício, pois era noite e não se enxergava nada. Foi por isso que Nossa Senhora, como boa mãe, ficou com ela junto àquela pedra, para que, durante a noite, a pequena não errasse o caminho e não se dirigisse ao lado do precipício, onde havia um grande abismo.

Por isso, quando a menina escutava os gritos e via as tochas acesas, Nossa Senhora lhe pedia para não se mexer, que em breve viriam buscá-la, pois, ao estar no escuro e ter o precipício ao seu lado, certamente teria caído nele se tivesse tentado sair do lugar.
* * *
E você, quando se sente desolado e perdido no escuro, prefere caminhar sozinho, correndo o risco de cair no precipício, ou coloca sua vida nas mãos de Maria?

Fonte: ALETEIA


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