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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM MENTIRAS E IMAGEM DO PAPA PARA SE PROMOVER

Por Fernando Nascimento


A seita Testemunhas de Jeová andou difundindo na internet um artigo mentiroso com a
seguinte mentira:


 I - A MENTIRA
Dizia o mentiroso artigo logo abaixo a manchete e foto acima:

“Segundo um jornal de destaque na Itália, a Igreja Católica, por exemplo, ressoou um “grito de alarme” porque anualmente aproximadamente 10.000 católicos se tornam Testemunhas de Jeová (TJs.). Os clérigos não desejam perder os seus rebanhos, justamente para um grupo minoritário em quantidade. Mas quais são as técnicas de sucessos utilizadas pela Testemunhas para angariar tantos adeptos? Pergunta esta feita por inúmeros dirigentes da Igreja Católica, os quais receberam o aval papal para que descobrissem as causas.

“Sob o prisma religioso, os mais perigosos são de fato as Testemunhas de Jeová porque elas são muito bem treinadas e tem uma bíblia nas mãos sempre, disse o jesuíta italiano Giuseppe De Rosa. A conclusão semelhante chegou a revista jesuíta no Vaticano, La Civiltà Cattolica, quando escreve que “o 1.º motivo para a propagação do movimento são as estratégias de pregação feita de forma minuciosa, de casa em casa por indivíduos muito bem treinados para este fim e os mesmos estão convencidos da veracidade do que falam. O 2.º motivo é o poder de atração das boas novas do seu Deus Jeová, que é capaz de sustentar, satisfazer as demandas, anseios e desejos do ser humano nos instáveis tempos modernos”.

A mesma revista católica ainda aborda a existência de uma “3.ª razão para o êxito de crescimento das TJs, que é conferir aos seus membros uma acolhida fraterna nos seus locais de adoração”, o que faz total sentido, já que conforme algumas pessoas, elas dizem viver em um mundo competitivo e egoísta voltado para si próprio.”


II - ONDE SE ENCONTRA

Roberto Campos - (https://www.facebook.com/groups/oswpgrcia/permalink/689336361216750/https://www.facebook.com/groups/oswpgrcia/permalink/689336361216750/) 
Não foram as testemunhas de Jeová que colocaram tal matéria na Internet. Tal matéria, do início de 2015 está em diversos sites, católicos, protestantes, de inimigos das Testemunhas de Jeová e até sites italianos. Mas no site oficial das Testemunhas de ...

Oswaldo De Paula Garcia - Bom, este site não é católico e tem a cara das TJ!

ACESSE E NOS DIGA SUA SUA OPINIÃO:

https://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/...

1.
TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO
III - A VERDADE:

Tudo que você acabou de ler é mentira. Eles sequer disseram qual seria o “jornal de destaque na Itália” que publicou isso.  Veja nesse artigo o que na verdade disse o jesuíta Giuseppe De Rosa na Revista La Civiltá Cattolica:

"La Civiltà Cattolica": as Testemunhas de Jeová não são cristãos

Em um artigo a ser publicado na próxima edição de "La Civiltà Cattolica", padre Giuseppe De Rosa diz que as Testemunhas de Jeová "não são cristãos" porque "deturpou as Sagradas Escrituras" não tem uma vida "estritamente religiosa" e o que é talvez pior, sofrem com a organização", uma espécie de plágio mentais" que leva a quebrar qualquer relação humana com quem não faz parte da sua organização.

Afirmar cada uma dessas declarações, a revista dos jesuítas oferece uma série de testes. Por exemplo, você não pode definir dois cristãos, porque eles negam dogmas sem a qual não haveria Cristianismo: a Trindade e a divindade de Jesus, Filho de Deus encarnado.
Embora as Testemunhas de Jeová se definam como os "únicos verdadeiros cristãos" para eles "Jesus não é Deus, mas é a primeira criatura de Deus e identificado com o arcanjo Miguel."

Em seguida, "têm uma Bíblia própria que não é a hebraico-cristão" e é traduzida "de modo a confirmar a doutrina jeovista" com "falsificação no essencial, para fazê-la dizer coisas que ela não diz, ou para fazê-la dizer o oposto do que diz".

No jeovismo também não há "práticas religiosas e vida sacramental". O batismo dos Testemunhas de Jeová, diz De Rosa pai, "não é um sacramento, mas o sinal dado aos outros que fizeram a decisão de servir a Jeová. E apenas uma vez por ano tem uma reunião em massa para comemorar a morte de Jesus". A cerimônia inclui uma solene oração, uma canção, um lembrete do que Jesus fez na Última Ceia e da "passagem de símbolos", ou seja, o pão e o vinho, mas nem todos assumem, apenas um que se sente que faz parte dos 144.000 "ungidos" que destina-se a estar com Jesus no céu, enquanto todas as outras testemunhas de Jeová vivem em uma espécie de paraíso terrestre.

“O fato das mudanças na data do fim do mundo, 1874, 1914, 1925, 1975, para uma data iminente não especificada" não causaram uma crise no jeovismo e é explicável pela "martelar psicológica contínuo" a qual seguidores são submetidos. Isso resulta "na destruição do homem mais propriamente humano e por prejudicar a sua capacidade de pensar de forma independente, de raciocinar e exercer a capacidade crítica na sua liberdade." Sem contar, argumenta" La Civiltà Cattolica "- que são concepção altamente censurável de Deus e até mesmo o fato de que o jeovismo induz a considerar estranhos e a evitar todos aqueles que não são Testemunhas de Jeová."

Pergunta padre De Rosa: "Como pode Deus, o Deus verdadeiro, que você não deva praticar uma transfusão de sangue para uma criança que está condenada a morrer? Um Deus que quer uma coisa dessas pode ser verdadeiramente Deus?"

"Jeová - conclui o artigo- não é o Pai e amigo de todos os homens. Reconhece como seus só as Testemunhas de Jeová e só para eles havia preparado o paraíso terrestre. Para todos os outros homens a destruição e o extermínio. " Em suma, "um Deus exterminador de milhões de homens."  http://www.conoze.com/doc.php?doc=1196

Tudo isso é vergonhoso para um grupo religioso que inventa nome para Deus (Jeová) e se promove chafurdando na mentira.


Encerramos essa refutação mostrando um vídeo bem interessante sobre o insucesso de duas jeovistas diante de um sacerdote católico em plena missa:
Fim da farsa.

Fonte: FIM DA FARSA

sábado, 29 de outubro de 2016

SOLDADOS CATÓLICOS ERGUEM CRUZ E REZAM APÓS DERROTAR O ESTADO ISLÂMICO


Soldados católicos erguem cruz e rezam após derrotar o Estado Islâmico em Mossul: assista!


O ESTADO ISLÂMICO (EI ou ISIS), graças ao bom Deus, vem perdendo posições estratégicas e sofrendo derrotas a cada semana. A mais recente, ocorrida no início da semana, foi na aldeia de Bartella, na planície de Nínive, Iraque.

Quando os jihadistas invadiram o local, há mais de um ano, as famílias cristãs foram obrigadas a fugir. Casas e igrejas foram invadidas, profanadas e saqueadas. Muitos foram assassinados publicamente. Um dos primeiros atos dos terroristas era arrancar as cruzes do alto dos templos e substitui-las pela bandeira negra que simboliza a sua seita nefasta.

Hoje, afinal, a situação se reverte. Soldados da milícia cristã vêm obtendo importantes vitórias no entorno de Mossul, ao norte do Iraque e próximo à fronteira com a Síria. Num vídeo histórico e belíssimo, divulgado esta semana pela imprensa internacional (ao final deste post), vê-se o momento emocionante em que estes novos cruzados improvisam uma rústica cruz e, em seguida, a recolocam no alto de uma igreja, junto com a bandeira daquele país. Enquanto isso, repicavam os sinos, simbolizando que o cristianismo havia mais uma vez triunfado.

Quando tiveram certeza da vitória, muitos membros da milícia começaram a cantar louvores e rezar. Alguns jogavam areia sobre a cabeça – um gesto simbólico antiquíssimo para essas populações – enquanto repetiam, em prantos: “Esta é a nossa terra!”... Antes da invasão, a população era de aproximadamente 20 mil pessoas, sendo 95% cristã.

Em uma celebração improvisada, foram para dentro da igreja e rezaram o Pai Nosso em aramaico, língua falada nos tempos de Jesus e que está quase desaparecida. A região tem quase dois mil anos de cristianismo e não é a primeira vez que tentam exterminar a fé deste povo heroico, de tradição católica assíria. As três igrejas da cidade continuam de pé, mas foram saqueadas e tiveram todos os símbolos cristãos destruídos.

O líder caldeu católico da vizinha Erbil, dom Bashar Warda, afirmou que “a ação militar não acabará com o pesadelo” que os cristãos “viveram durante os últimos dois anos”, submetidos aos horrores impostos pelo grupo terrorista Estado Islâmico.

“Por quase 2.000 anos, muitos povos das planícies do Nínive, agora libertados –, como Bartella, Karlais, Qaraqosh e outros –, eram conhecidos como lugares cristãos”, lembrou Warda. Tudo mudou em 2014, quando esses lugares foram tomados pelos terroristas. O apelo do líder religioso é que os cristãos de todo o mundo não esqueçam dos que vivem na região. “Eles necessitam de apoio contínuo e um compromisso claro para a reconstrução”.

Cerca de 90% da população original fugiu e vive como refugiada em outros lugares. Não há estimativa se elas voltarão e quando isso se dará. Não há eletricidade nem água corrente na cidade, a comida é escassa. O governo do Iraque comemora a retomada dos territórios, mas avisa que não há previsão para a reconstrução das cidades.

Aa forças iraquianas juntam-se às curdas e peshmergas no que vem sendo considerada a investida final contra o Estado Islâmico. Elas já dominam o entorno de Mossul, considerada a capital de fato e o último bastião do Estado Islâmico no país. A informação é confirmada pelo porta-voz do Comando das Operações Conjuntas, o general da brigada Yehia Rasul.



______
** Com informações de 'LA Times' e 'World Watch Monitor'

Fonte:  
O FIEL CATÓLICO

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

ANÁLISE: "TU ÉS KEPHA (PEDRA) E SOBRE ESTA KEPHA (PEDRA) EDIFICAREI... " (Mt 16,18)

Análises do nome de S. Pedro Apóstolo e da passagem de
Mateus 16,18




NO ARAMAICO, temos duas palavras que designam os materiais rochosos:

1. Evna = Pedra;

2. Kepha ou, transliterado para o grego, Cefas = Rocha.

Em grego, assim como no aramaico, temos também duas palavras:

1. Lithos (λίθος), = Uma pedra pequena;

2. Petra (πέτρᾳ) = Rocha maciça; grande pedra (que é o equivalente de kepha).


Na Sagrada Escritura lemos como Jesus deu um nome novo ao pescador que se chamava Simão, e este nome foi Kepha (no aramaico original, em que Jesus e seus discípulos se comunicavam, e no qual certamente foi escrito originalmente o Evangelho segundo Mateus), transliterado como Cefas, que na tradução para o grego ficou Petrus, como podemos ver no Evangelho segundo João 1,42:

“Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: 'Tu és Simão, filho de Jonas; serás chamado Cefas' (que quer dizer Pedro).”

É importante saber que em aramaico não há gênero, mas em grego sim. Por isso a palavra Petra, que é o equivalente a Kepha (Cefas) foi masculinizada para dar nome a um homem, o que deu origem a Petrus (e por fim a 'Pedro', no português), – mas o significado do nome, evidentemente, permaneceu o mesmo (rocha ou pedra grande); se uma tradução alterasse o significado do que foi dito, isto seria uma deturpação fundamental do sentido da fala do Senhor Jesus Cristo.

Esta realidade muito básica é atestada em todo o estudo formal e acadêmico das Sagradas Escrituras, inclusive nos principais léxicos protestantes, como podemos ver abaixo (grifos nossos).

• Concordância Strong:

"4074 – πετρος – Petros; Pedro = uma rocha ou uma pedra; 1) um dos doze discípulos de Jesus."

• Friberg, Analytical Greek Lexicon

Πέτρος, ου, ὁ – Pedro, nome próprio masculino dado como um título descritivo para Simão, um dos apóstolos (Mc 3,16); o significado do nome, 'a pedra', é provavelmente o equivalente grego de uma palavra aramaica transliterada como Κηφᾶς [Kephas – João 1,42].”

• Thayer, Greek Lexicon of NT

Πέτρος, Πέτρου, ὁ – Um nome próprio apelativo, o que significa 'uma pedra'; 'uma rocha'; 'rochedo'.”


Estamos tratando de um fato claríssimo. Não há polêmica ou discordância, ao menos entre estudiosos sérios, até aqui.

Outra nuance a ser observada é que na tradução para a língua portuguesa, a diferença entre "Pedro" (nome próprio) e "Pedra" (substantivo) não permite acentuar a força do original aramaico ou da tradução para o grego, nas quais são usadas palavras, tanto para o nome quanto para o objeto, que designam explicitamente a materialidade da rocha. O Concordância Strong, que é um dos léxicos bíblicos mais utilizados pelos protestantes brasileiros, define expressamente que Cefas ou Kepha significa "Rocha". Vejamos a citação literal (a tradução entre colchetes é nossa):

“03710 כף (Keph) – Procedente de 3721, grego 2786 – κηφας [Cefas]; DITAT – 1017; n m; – 1) Rocha; cavidade duma rocha.”


Mais uma vez, portanto, comprovamos que todos os principais especialistas, – católicos e não católicos, – confirmam que o nome de Pedro significa “Rocha” ou “Pedra” (com sentido genérico, sem definição de tamanho), sendo que na Bíblia Sagrada abundam as passagens que dão a Pedro o nome “Cefas”:

"Seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro; tudo é vosso," (1Cor 3,22)

"Acaso não temos nós direito de deixar que nos acompanhe uma mulher irmã, a exemplo dos outros Apóstolos e dos irmãos do Senhor e de Cefas?" (1Cor 9,5)

"E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a Graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão;" (Gl 2,9)


Entretanto, para a confusão e o desespero dos "evangélicos" mais radicais, que sustentam a estapafúrdia ideia de que na passagem de Mateus 16,18 Jesus teria se afirmado a si mesmo como Rocha e a Pedro como "pedrinha", – e, mais além, que essa suposta diferença conteria em si um importante significado teológico, – o texto literal da Bíblia também chama o próprio Senhor e Deus, Jesus Cristo em Pessoa, de “Lithos”; – a mesma palavra em gênero, número, grau e declinação que é usada para chamar as pedras que seriam arremessadas contra a mulher adúltera (cf. Jo 8,7) e das pedras que tomaram os incrédulos para atirar (pequenas, portanto) contra Jesus (cf. Jo 8,59):

Ὡς δὲ ἐπέμενον ἐρωτῶντες αὐτόν, ἀνακύψας εἶπεν πρὸς αὐτούς, Ὁ ἀναμάρτητος ὑμῶν, πρῶτον ἐπ᾽ αὐτὴν τὸν λίθον βαλέτω." (Jo 8,7)

Na tradução:

“Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.”


E novamente a mesma palavra, com o mesmo significado (aqui no plural):

"Ἦραν οὖν λίθους ἵνα βάλωσιν ἐπ᾽ αὐτόν· Ἰησοῦς δὲ ἐκρύβη, καὶ ἐξῆλθεν ἐκ τοῦ ἱεροῦ, διελθὼν διὰ μέσου αὐτῶν·" (João 8, 59)

Na tradução:

“Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim se retirou.”


Por fim, vemos a mesmíssima palavra sendo usada com sentido completamente diferente:
“Ὡς δὲ ἐπέμενον ἐρωτῶντες αὐτόν, ἀνακύψας εἶπεν πρὸς αὐτούς, Ὁ ἀναμάρτητος ὑμῶν, πρῶτον ἐπ᾽ αὐτὴν τὸν λίθον βαλέτω” (1Pd 2,4)

Na tradução:

“Achegai-vos a ele, Pedra viva que os homens rejeitaram, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus.”


Seria também Jesus uma "pedrinha", e não a grande Rocha da Salvação? Ou será que os fariseus e incrédulos tomaram rochas enorme para atirar contra a mulher adúltera e contra Jesus? A Bíblia não diz que eles tinham superforça...

O que fica inquestionavelmente demonstrado é que o texto sagrado usa a palavra traduzida como pedra sem distinção de tamanho ou de importância, como querem fazer parecer alguns. Não existe base ou sustentação alguma para se afirmar que “Petrus” signifique “pedra pequena”, pelo contrário: para especificar o tamanho a Bíblia utiliza outra palavra (a saber, lithos ou lithon), e mesmo assim isso não designa maior ou menor importância. A Primeira Carta de Pedro revela ainda mais:

"καὶ αὐτοὶ ὡς λίθοι ζῶντες οἰκοδομεῖσθε οἶκος πνευματικός, ἱεράτευμα ἅγιον, ἀνενέγκαι πνευματικὰς θυσίας εὐπροσδέκτους τῷ θεῷ διὰ Ἰησοῦ χριστοῦ" (1Pd 2,5)

Na tradução:

"Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo."


Mais uma vez, vemos que a mesma palavra, lithos, usada para Jesus (em 1Pd 2,4), é utilizada (no mesmo grau e gênero) para os demais cristãos. E, por incrível que pareça, mesmo assim, ainda existem "pastores" que insistem em alegar que o termo "rocha" ou "pedra" só pode ser utilizado para Jesus! São estes os grandes conhecedores da Bíblia que muitos andam seguindo...


Em outras passagens das Sagradas Escrituras, Jesus igualmente é chamado Petra, assim como Pedro (Petrus). Isto, entretanto, não tira a magnitude nem a exclusividade do Cristo como nossa única e maior Rocha da Salvação, – e nem da especial função de Pedro como Rocha da Unidade da Igreja, como reflexo ou imitação daquele que é seu Deus, Senhor e Mestre. Afinal, é isto que todo cristão deve ser: reflexo e imitação de Cristo. Tanto mais aquele que foi escolhido diretamente pelo Senhor para guiar o seu rebanho (cf. Jo 21, 15-17).

Aqui finalizamos a explicação sobre o nome de Pedro, e partimos para a apreciação aprofundada da passagem do Evangelho de Mateus (16,18) que é o tema central deste estudo e que, vista assim de perto, talvez surpreenda a muitos.


A tradução literal e fiel de Mateus 16,18: palavras que fazem toda a diferença

Com variações mínimas entre versões e edições, o que Nosso Senhor Jesus Cristo diz a Simão filho de Jonas, traduzido para o português (atenção para o trecho em negrito), é:
“Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”


Em Grego, o texto é o que segue abaixo, com as mesmas palavras destacadas em negrito:

“κἀγὼ δέ σοι λέγω ὅτι σὺ εἶ Πέτρος, καὶἐπὶ ταύτῃ τῇ πέτρᾳ οἰκοδομήσω μου τὴν ἐκκλησίαν καὶ πύλαι ᾅδου οὐ κατισχύσουσιν αὐτῆς”


Vejamos no aramaico, – a língua original e primária deste Evangelho, – este mesmo trecho que destacamos em negrito (cf. Bíblia Peshita, tradução do grego para o aramaico do séc. V – lê-se da direita para a esquerda):

Veja que em aramaico não há diferença entre "Pedra" ou "Rocha" e o nome de Pedro


Agora analisaremos de modo especial duas palavras nesta frase, as quais fazem toda a diferença no sentido da expressão e que são literalmente o que chamamos de palavras-chave. Trataremos, a partir daqui, do que vai encerrar definitivamente a questão. Voltemos ao mesmo trecho escrito em grego:

“κἀγὼ δέ σοι λέγω ὅτι σὺ εἶ Πέτρος, καὶἐπὶ ταύτῃ τῇ πέτρᾳοἰκοδομήσω μου τὴν ἐκκλησίαν καὶ πύλαι ᾅδου οὐ κατισχύσουσιν αὐτῆς”

Note bem as duas palavras em negrito (ταύτῃ τῇque praticamente todas as versões (tanto católicas quanto protestantes) traduzem simplesmente pelo pronome demonstrativo “esta”. – O que não é errado, mas pode ser insuficiente para que os homens de mente fraca ou má vontade compreendam, no português, exatamente o que está sendo dito no idioma original, especialmente quando em torno do assunto se procura criar polêmica. Vejamos...

ταύτῃ (tauth) é o dativo feminino de οὗτος (outós), e sua tradução mais simples realmente seria “esta”, neste caso servindo para dar ênfase a algo previamente mencionado. τῇ (th) é também dativo feminino e o artigo da frase, ou seja, sua tradução seria “a”, como quando se diz "a" pedra, que não é o mesmo que dizer "uma" pedra. Se eu digo "a" pedra, estou me referindo a uma pedra específica, e se digo "uma" ou "alguma" pedra, estou me referindo a uma pedra qualquer, não específica. Ocorre, então, que as duas palavras juntas (ταύτῃ + τῇ) conferem o sentido deesta mesma”; “esta própria”.

Sim... Então, juntando o nome de Pedro, que foi previamente confirmado como Petra (Pedra ou Rocha, conforme atestado também nos léxicos protestantes, como vimos) podemos e, de fato, deveríamos, traduzir Mateus 16,18 da seguinte forma:

“Tu és Pedra e sobre esta mesma Pedra Eu edificarei a minha Igreja.”

Ou, ainda:

“Tu és Rocha e sobre esta mesma RochaEu edificarei a minha Igreja.”


Percebe agora, caro leitor, como a questão não é tão complexa como alguns querem fazer parecer? Como é perfeitamente possível comprovar o sentido real e insofismável do que a Bíblia realmente diz no Evangelho segundo Mateus, simplesmente prestando atenção ao que ali está escrito?



O Príncipe dos Apóstolos com as Chaves, Basílica de S. Pedro, Vaticano


A Pesca Milagrosa, por Rafael Sanzio (1483-1520)


Libertação de S. Pedro, por Bartolomé Esteban Murillo (1617 - 1682)

Aqui, uma pergunta que se poderia fazer, com certa justiça, seria: “Por que as Bíblias (especialmente as católicas) não trazem a tradução dada acima, que seria mais precisa e fiel ao texto original?”. E a resposta muito, muito simples, é esta: porque na tradução culta (e uma tradução da Bíblia precisa ser culta), o artigo (τῇ – th), do grego, depois de um pronome demonstrativo não precisa ser traduzido, pois está subentendido. Logo se traduz, comumente, somente o “esta”, e o sentido continua o mesmo.

Exemplificando, seria exatamente o mesmo caso, prezado leitor, se eu lhe dissesse: "você está usando gravata, e eu lhe digo que esta gravata é azul". Evidentemente, a gravata azul tem que ser a que você está usando, que eu mencionei antes, na mesma frase, e o complemento "mesma" é totalmente desnecessário numa asserção assim. Mais do que desnecessário, tornaria a frase até estranha: "você está usando uma gravata, e eu lhe digo que esta mesma gravata é azul".

Mesmo assim, São Jerônimo traduziu a passagem em questão, para o latim, com os seguintes termos: "Tu es Petrus et super hanc Petram aedificabo Ecclesiam meam”: o trecho em negrito seria igualmente traduzido por “sobre esta mesma Rocha", pois o "hanc" no latim tem igualmente o sentido de “esta mesma” ou “esta própria”. São Jerônimo, que falava fluentemente o grego koiné (bíblico), sabia muito bem o sentido real da passagem. Quando ele traduziu a vulgata, o koiné ainda era uma língua viva.

Finalizando, para que não fique realmente nenhuma dúvida a respeito das duas palavras que fazem toda a diferença, demonstraremos o fato de que ταύτῃ + τῇ têm o sentido literal de “esta mesma” usando a tradução protestante de João Ferreira de Almeida. – Como vimos, a maioria das passagens que contém estas duas palavras juntas não são assim traduzidas, simplesmente porque usando-se somente o pronome demonstrativo "esta" o sentido fica já claro, como no exemplo da gravata acima.

Então, abaixo, utilizamos a tradução de João Ferreira de Almeida, apenas para esgotar definitivamente a questão. O texto a ser analisado é o do versículo 23 do capítulo 27 do Livro dos Atos dos Apóstolos:

No grego:

"παρέστη γάρ μοι ταύτῃ τῇ νυκτὶ τοῦ θεοῦ, οὗ εἰμι [ἐγώ] ᾧ καὶ λατρεύω, ἄγγελος" (Atos 27,23)

Aí estão, novamente destacadas em negrito, exatamente as mesmas duas palavrinhas usadas por Jesus Cristo em Mateus 16,18. Pois bem, vamos à tradução de João Ferreira de Almeida ('Corrigida e revisada fiel') desta passagem:

"Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo." (Atos 27,23)


Aqui está o link para conferência. Por tudo o que vimos até aqui, podemos dizer com toda a clareza, cabeça erguida, em alto e bom tom e sem nenhum medo de errar, a quem quiser ouvir: PEDRO É A ROCHA sobre a qual o Senhor Jesus Cristo edificou a sua Igreja (e não 'as suas igrejas'), porque foi a este Apóstolo, e somente a ele, a quem o Senhor pessoalmente disse, exatamente nestes termos:

“TU ÉS ROCHA E SOBRE ESTA MESMA ROCHA EU EDIFICAREI A MINHA IGREJA.” (Mt 16,18)


Encerro este estudo em duas partes com um convite a uma breve reflexão. O fato simples, óbvio e concreto, para todo homem e mulher de boa vontade, é que não é preciso se perder em estudos linguísticos complexos nem em traduções de línguas estrangeiras antigas para compreender toda a questão. Além de toda a evidência gramatical, linguística e filológica, a própria estrutura da narração do Evangelho segundo Mateus (no cap. 16, vs. de 15 a 19) não permite uma diminuição do papel de Pedro na Igreja, de modo algum. Para confirmá-lo basta observar a forma na qual se estrutura o texto! Haveria algum sentido em Jesus dizer uma frase mais ou menos assim: “Bendito és tu, Simão, pois não foi a carne nem o sangue que te revelaram este Mistério, mas meu Pai, que está nos Céus. Por isso, eu te digo: és uma pedrinha insignificante, e sobre esta Pedra, que sou Eu mesmo, edificarei a minha Igreja... Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e tudo o que ligares na Terra será ligado no Céu, e tudo o que desligares na Terra será desligado no Céu”!?..

Querido leitor protestante/evangélico, será que isso realmente faz algum sentido para você?

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. E quem tem entendimento para entender, entenda. Deus Pai, Filho e Espírito Santo nos guarde e salve no último dia.

________
Bibliografia:

• MALZONI, Cláudio Vianney. 25 Lições de Iniciação ao Grego do Novo Testamento, São Paulo: Paulinas, 2009.

• RUSCONI, Carlo. Dicionário de Grego do Novo Testamento, São Paulo: Paulus 2003.

• STRONG, James. Exaustiva Concordância – Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong, São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2002.

• FRIBERG, Analytical Greek Lexicon.

• THAYER, Greek Lexicon Of NT.

ofielcatolico.com.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

CRONOLOGIA UNIVERSAL DAS MENTIRAS E SABOTAGENS PROTESTANTES


Observe que são exatamente essas mentiras e sabotagens históricas que moldam o DNA do protestantismo, que passa muito longe de ter sido uma revelação divina



Por Fernando Nascimento

Uma vez protestante, ensinava Lutero: "Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: "Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe... Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz". (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)

Diante de tamanho testemunho que comprova a aversão de Lutero à verdade, vejamos então as maiores mentiras e sabotagens históricas protestantes, forjadas ao longo de 496 anos contra a Igreja Católica:

1520 – Inventam a primeira mentira contra o celibato: Lutero no final de 1520, fez uso de uma notória fábula para macular o bispo Ulrich, de Augsburg, publicando-a em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta  o bispo Ulrich é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teriam sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (...) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada. (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960 pág. 177).

1525 – Adulteram a Bíblia colocando o termo “significa” onde Jesus diz que “É” seu corpo: o reformador suíço Zuinglio muda a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia: onde os Evangelhos e São Paulo dizem "isto é o meu corpo", o heresiarca traduz por "isto significa o meu corpo". A respeito, comenta outro protestante: "Não é possível de modo algum excusar este crime de Zuinglio; a cousa é por demais manifesta;(...)." (Conr. Schluesselburg, Theologia calvinista, Francofurte, a M. 1592, 1. 2, f. 43 b.), escreve ainda o mesmo autor: "Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zuinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525, in 8o. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zuinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue." (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211).

As posteriores edições protestantes foram impressas corrigindo essa sabotagem de Zuinglio, que foi inclusive denunciado por Lutero, pois Lutero levantou-se contra o tal dizendo: ” ’é’ não pode ser traduzido por 'significa'”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo - Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. - SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107).

Infelizmente, por causa do estrago causado pela falsificação de Zuinglio, a maioria dos protestantes continuam a ensinar erroneamente que o pão e o vinho consagrados, “significam” o corpo e sangue de Cristo. Sendo assim eles comem e bebem indignamente a própria condenação, como bem diz as Escrituras: “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor." (1Cor 11, 28-29)
1540 – plantam a mentira que a Igreja é contra a ciência: um pastor protestante sabotou a obra do padre Copérnico sobre o heliocentrismo, em sua dedicatória ao Papa. Isso ajudou os protestantes mais tarde a propalarem falsamente que os papas eram contra o heliocentrismo. Naquele ano, o astrônomo Rheticus enviou para a gráfica o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus ("As Revoluções"), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio dedicado ao Papa Paulo III fora substituído por outro anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, e que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema. Esse pastor também modificou o nome da obra para De Revolutionibus Orbium Coelestium ("As Revoluções do Orbe Celeste"). No livro, que tinha o texto já aprovado pelo Papa, Copérnico declarava e provava matematicamente que a Terra cumpria "uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta”. Fonte: http://www.ghtc.usp.br/server/Sites-HF/Egont-Schenkel/21_copernico.htm

Essa dedicatória omitida, acabou por colaborar com a falsidade de que os Papas eram contra a ciência.

Quem na verdade era contra Copérnico e a ciência, a qual chamava de “razão”, era Lutero, que assim se expressava: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol.” - Lutero deu de ombros -“Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

Deste modo Lutero via a ciência: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

Como se vê os protestantes buscaram inverter os papeis, mas a história universal advoga contra estes.

1546 – Forjam a mentira da fixação das teses de Lutero: após a morte de Lutero, Melanchthon inventa a lenda em que Lutero teria fixado 95 teses contra a Igreja, no pórtico da igreja do castelo de Wittenberg. Os historiadores Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann negam que isso tenha ocorrido. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada a notícia da afixação das teses. Não é encontrado, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato. Lê-se apenas: "No Ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg-sobre­ o Elba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porem modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém." Ou seja, aquilo não passava de reles tese estudantil que até defendia o Papa, mas com alguns erros teológicos cometidos pelo autor, que foi em pouco tempo corrigido. (FITZER, Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Muchen-Zurique, 1968.)

1546 – Plantam a mentira “a Igreja vendia lugares no céu”: esse embuste acusava o Papa de estar vendendo indulgências para construir a Basílica de São Pedro. Tudo falsidade que se desfaz mediante simples leitura das teses de Lutero, especialmente a de nº 50, que diz: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” As acusações de que o perdão dos pecados foi vendido por dinheiro, independentemente de contrição, ou que a absolvição de pecados a ser cometidos no futuro poderiam ser comprados são infundadas. (Paulus, "Johann Tetzel", 103). Tetzel ", 103).

O que aconteceu de fato em 1517, foi a desobediência de um monge isolado, numa distante cidade alemã, longe do conhecimento do Papa em Roma, que teria cobrado pelas indulgências que são dadas gratuitas pela Igreja. Este monge era o Johann Tetzel, o mesmo foi punido disciplinarmente e morreu de desgosto adiante, inclusive sendo consolado magnanimamente por Lutero que antes o havia injustamente acusado de ter dito que uma indulgência comprada perdoaria até quem “violasse a mãe de Deus.”

Uma outra falsa frase que ilustra ainda hoje panfletos difamatórios diz: "Tão logo o dinheiro no cofre tilintar, a alma do purgatório sairá voando". A Bula Papal de indulgência não deu qualquer sanção para essa proposição. Foi uma opinião escolar vaga, refutada em 1482, e novamente em 1518, e certamente não é uma doutrina da Igreja, que foi assim indevidamente apresentada por difamadores como “verdade dogmática”. (consulta: Ludwig von Pastor , A História dos Papas, a partir do final da Idade Média, Francisco Kerr Ralph, ed., 1908, B. Herder, St. Louis, Volume 7, pp 347-348.)

1553 – Inventam a mentira que a Igreja proibiu a Bíblia: essa mentira dá conta que, o Papa Júlio III teria convocado três bispos que teriam optado por proibir a leitura da Bíblia visando “manter” a autoridade da Igreja. O autor desta farsa foi Pier Paolo Vergério (1498-1565), um protestante, grande inimigo da Igreja. O falsário na época, deu um jeito de colocar tal falsidade escrita dentro da Biblioteca Nacional de Paris, para dar-lhe ares de veracidade.

Recentemente o apologista católico Oswaldo Garcia deu-se ao trabalho de verificar isso junto àquela biblioteca e recebeu a seguinte informação: "O texto que procurais é uma crítica em estilo satírico, dirigida ao Papado e publicada em 1553 com o título "Consilium quorumdam apiscoporum Bononiae Congregatorum quod de ratione stabiliendae Romanae Ecclesiae Iulio III P.M. datum est". O seu autor Pier Paolo Vergério (1498-1565) Bispo de Modruch, e, depois, de Capo d'Istria, aderiu posteriormente à reforma protestante em 1549 aproximadamente, põe em cena Bispos que prestam conselho ao Papa Júlio III sobre a maneira de restabelecer a autoridade pontifícia". Às pessoas que interpelam esta instituição a respeito da autenticidade do documento, a biblioteca tem respondido: "É impossível que tal documento seja obra de alguma autoridade da Igreja Católica." Por sugestão do Garcia, esta informação foi publicada na revista "Pergunte e Responderemos" de novembro/2006, n. 533.

Veja, agora, uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar essa lenda que apregoa que a Igreja seria contra a Bíblia:

"Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las... Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero ... devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação" (The publisher of the Cologne Bible [1480] ).

Bibliografia:
- Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée [...] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857

- Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l'Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.

1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros : "... O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, ... Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus , ... , Sabedoria e Eclesiástico, ... Baruque, ..."

Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos.

Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp

Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879.

1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judithe, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16.


1567 –  Criam as falsidades sobre a Inquisição, Inventam todas as mentiras conhecidas hoje sobre o Tribunal Católico e forjam fantasiosos “instrumentos de tortura” que nunca existiram: o principal autor desses embustes, usava o pseudônimo de “Reginaldus Gonsalvius Montanus”, mas era na verdade o protestante Casiodoro de Reina (ou Reyna, no espanhol antigo). Ele reuniu todos os embustes num livro intitulado: “Uma reveladora e cabal descrição das várias práticas insidiosas da Santa Inquisição na Espanha”, publicado em 1567. Um ano depois foi traduzido para o inglês, francês, holandês e alemão. Foi sua obra que apresentou ao mundo a falsa imagem da inquisição que persistiu desde então enganando a todos até os dias de hoje.   Fontes: Revista “Águas Vivas” de maio/junho de 2009, Ano 10 · Nº 57 ; ( Relato colhido das informações do historiador Jaime Contreras e equipe, no documentário da BBC “o mito da inquisição espanhola”).

1685 – Criam a lenda de que o protestantismo teria surgido no dia da falsa fixação das teses de Lutero: como seria possível isso se Lutero ainda era católico e defendia o Papa naquelas teses, dizendo entre muitos outros muitos elogios: “Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.”(Tese nº 9).
Na verdade, foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios protestantes o dia de lançamento das teses de Lutero como um “marco de ruptura” com Roma. (Alexander Martins Vianna, Professor do Departamento de História da FEUDUC-RJ).

1819 – Caluniam que um “padre” traduziu a bíblia protestante para o português: no maior “conto do vigário” da história, João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego, o que não é verdade.

Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade.”http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ferreira_de_Almeida

A tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tanto erro, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).

Só em 1819 a bíblia completa de João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título: “A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia.(...)” .

Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, o continuaram chamando de “padre” no prefácio para agregar credibilidade a tal bíblia errática. Esta edição foi mais tarde reimpressa com a ressalva: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, e depois novamente com: “ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL”. Tais avisos significam, em bom português, que as edições anteriores estão sempre erradas.

1836 – Inventam a “Noite de São Bartolomeu” contra a Igreja: o alemão Giacomo Meyerbeer (1791- 1864 ) forja em 1836, uma ópera intitulada “Les Huguenotes” onde numa farsa musical, atribui a morte de protestantes (chamados huguenotes), envolvidos em brigas políticas como os reis em 1572, à Igreja Católica. Deram a esse episódio político o nome de “Noite de São Bartolomeu”, para sutilmente o vincularem a Igreja. Porém, não foi a Igreja e nem o Papa, e nem o alto clero francês que determinaram aquele massacre. Seria preciso lembrar que, antes, os protestantes haviam feito outros massacres de católicos, assassinado o Duque Francisco de Guise, destruído igrejas e profanado muitas vezes hóstias consagradas e destruído imagens. Os huguenotes eram uma bem pequena fração dos franceses, mas nessa minoria ínfima, se contavam inúmeros príncipes e personagens muito importantes que armavam os protestantes. Nesta tardia ópera, forjada 264 anos após os fatos, Meyerbeer vergonhosamente colocava o cardeal de Lorena, que no momento do massacre estava em Roma, a abençoar em Paris os punhais destinados à matança. Se a Igreja Católica de fato tivesse tido parte nisto, em 1593, o líder protestante huguenote, Henrique IV, que escapou do citado massacre, não teria se convertido voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo. Consultas: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologética Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429; Enciclopédia Microsoft Encarta 99.

1858 – Inventam a mentira que as doutrinas católicas têm origens pagãs: o ministro protestante escocês Alexander Hislop, publica o mentiroso livro "A Duas Babilônias", onde alega que a religião da antiga Babilônia, sob a liderança do Nimrod e sua esposa, recebeu mais tarde disfarces de sonoridade cristã, transformando-se na Igreja Católica Apostólica Romana. Com efeito, existiriam duas "Babilônias": uma antiga e outra moderna (a Igreja Católica). É deste livro que dimanam os insultos protestantes que caluniam que as doutrinas católicas são pagãs, desde a hóstia até a celebração do Natal. Ainda hoje os vemos com tal insulto na ponta da língua.

Recentemente, o pastor, Ralph Woodrow, escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substitui seu livro que se baseava nas mentiras de Alexander Hislop. Aponta Ralph Woodrow: "É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente.” (Confira em: http://www.ukapologetics.net/1hislopbaby.html )
Para entender as doutrinas católicas, bastava estudarem a Bíblia e a Patrística.

1883 – Forjam um sanguinário juramento e os atribuem aos jesuítas, para posar de perseguidos ao mundo: o escritor francês Charles Didier (1805-1864), forja em seu livro “Rome Souterraine”, um sanguinário “juramento” atribuindo-o aos jesuítas. Esse falso juramento, ainda mais carregado de brutalidades, continua sendo amplamente usado pelos protestantes em apostilas e na internet. No ano de 1912 no estado da Pensilvânia-EUA, eles o utilizaram alterado para ganhar uma eleição estadual contra o democrata católico, Eugene C. Bonniwell. Para ver a investigação que desmascarou a farsa, acesse:

1962 – Reúnem todas as calúnias e lançam o livro “Catolicismo Romano” repleto de falsidades: o protestante presbiteriano Loraine Boettner (1901-1990), lança o livro “Catolicismo Romano” que era conhecido como “A bíblia do Anti-catolicismo”. O livro continha quatrocentos e cinqüenta páginas com todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Ainda hoje muitos protestantes fazem uso das falsidades constante naquele livro. O ministro protestante Scott Hahn distribuiu este embuste. Scott Hahn converteu-se ao catolicismo, provando ser o conteúdo do livro uma farsa. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado aqui:

1963 – Aliam-se aos comunistas para injuriosamente fazer da Igreja Católica cúmplice do nazismo: o protestante Rolf Hochhuth, para macular o Papa Pio XII escreve a peça “O Vigário” (1963), onde criminosamente põe o Papa como colaborador de Hitler. Essa farsa culminou mais tarde no livro de John Cornwell, "O Papa de Hitler"(1999). Foi tudo de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. (leiam a história inteira aqui: http://www.nationalreview.com/articles/219739/moscows-assault-vatican/ion-mihai-pacepa ).
Desmoralizando estes difamadores: Albert Einstein (1879-1955), um refugiado do nazismo, e a primeira-ministra israelense Golda Meir (1898-1978), por exemplo, expressaram publicamente sua gratidão ao Santo Padre por salvar judeus do genocídio. Explicou à agência Zenit Gary L. Krupp, presidente da Fundação Judaica Pave The Way (PTWF): “Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial.” (Fonte: http://www.zenit.org/article-18780?l=portuguese )

2003 – Lançam o filme “Lutero” recheado de mentiras e omissões: vendo o protestantismo definhar, tentam no cinema reabilitar Lutero, num tributo fantasioso ao pai da revolta protestante. Pois ainda que seus idealizadores tenham deixado de retratar fielmente a vida atribulada de Lutero, movidos claramente pela ideologia apaixonada que visou a reabilitação pública do monge alemão e o bem da Igreja luterana, usaram e abusaram do princípio escandaloso proposto pelo próprio Lutero: mentir a vontade, sem remorso, dizer boas e grossas mentiras! De antemão se sabia que o filme seria tendencioso, pois fora patrocinado por um fundo luterano milionário – Thrivent – bem como pela Federação Luterana. Mas o resultado ultrapassou em muito as piores perspectivas:

Do soberbo Lutero fizeram um religioso humilde, quando aquele na verdade dizia: "Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer". (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

Do infiel Lutero, fizeram um homem leal, quando aquele dizia: "Eu tive até três esposas ao mesmo tempo." (Lutero). Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira. (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l'heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi - Daniel Raffard de Brienne 1983).

Do assassino Lutero, fizeram um santo, quando aquele dizia: "Eu, Dr. Martim Lutero, durante a rebelião matei todos os camponeses, porque fui eu quem ordenou que eles fossem mortos. Todo o sangue deles está sobre minha cabeça. Mas eu o ponho todo sobre Deus Nosso Senhor; pois foi ele quem assim me mandou falar!" ("Tischredden", Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)

Jesus edificou Sua única Igreja sobre Pedro apóstolo (Mateus 16,18), nos ensinou que o Diabo é o pai da mentira (João 8,44), e príncipe deste mundo (João 12,31; 14,30; 16,11). Também nos ensinou que Ele, Jesus, é a verdade o caminho e a vida (Jo 14, 6), que sua Igreja é a coluna e fundamento da verdade (1 Timóteo 3,15) e que seu reino não é desse mundo (Jo 18, 36).

Não sendo o reino de Jesus deste mundo e Sua Igreja nesse mundo, a coluna e fundamento da verdade que conduz a Seu Santo reino, é natural que o Diabo, príncipe deste mundo, atue por meio da mentira contra a Igreja, usando os mais inesperados meios para que as almas a odeiem e neste mundo permaneçam para sempre.

Isto se confirma pelo que você acabou de ler. Observe que são exatamente essas mentiras e sabotagens históricas que moldam o DNA do protestantismo, que passa muito longe de ter sido uma revelação divina.

Deus tenha piedade!

Fonte: FIM DA FARSA

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