quarta-feira, 26 de outubro de 2016

DESCOBERTOS TODOS LARANJAS DO LULA

OS LARANJAS DO LULA - SEUS NOMES E SUAS EMPRESAS

A BRECHA - O chefe (Lula) das Organizações Criminosas, PT e Foro de São Paulo, deslocam-se por todo o Brasil e exterior em jatinhos particulares. Nas últimas semanas, ele chamou muito atenção quando seguiu de São Paulo-Brasília para participar da sua cerimônia de POSSE NA CASA CIVIL a bordo de um jatinho particular.

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Por conta da divulgação na mídia, Lula pediu para desembarcar do jatinho dentro do hangar da empresa de Táxi Aéreo para passar despercebido. Mas em um mundo onde a grande maioria possui um celular em mãos para registrar tudo, ele não conseguiu êxito em passar despercebido. Esse foi o seu grande erro!



Lula gasta R$ 120 mil para ir de São Paulo a Brasília. Click aqui para ver a matéria completa. www.otaviosaleitao.com.br

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AO FIO DA MEADA

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ÀS ESCONDIDAS!
São tantas informações que vou ser obrigado a divulgar em muitas publicações, mas seguindo o fio da meada par melhor entendimento de todos. E ao final vou divulgar um organograma onde vou mostrar que todos estão interligados.

Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou do jatinho da Pássaro Azul Táxi Aéreo Ltda no hangar da empresa. Quem são os sócios da empresa? O que essa empresa tem em comum com o Deputado Eduardo Cunha, Presidente da Câmara dos Deputados?
Sócios:
Global Aviation S.A. (Ricardo Breim Gobbetti)
SSR Assessoria e Prestação de Serviços Ltda. (Ricardo Breim Gobbetti)
Ricardo Gobbetti
Marco Roberto Pacheco
Capital social: 260.000,00 (DUZENTOS E SESSENTA MIL REAIS)

Doleiro ligado a Cunha e grupo J&F são alvos de nova fase da Lava-Jato
Funaro é acusado de corrupção, evasão de divisas e
lavagem de dinheiro. As investigações relacionas estariam 

a esses crimes estariam entre os fundamentos que 

levaram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), 

Teori Zavascki, a decretar a prisão dele.
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de acordo com o delator JÚLIO CAMARGO, consultor da empreiteira asiática Toyo Setal, o doleiro LÚCIO BOLONHA FUNARO, foi um dos passageiros de voos em táxi aérea faturados como parte do pagamento de propina a Eduardo Cunha. Num dos voos, Funaro e Cunha viajaram juntos.



Investigados pela Procuradoria-Geral da República, os voos-propina teriam sido pagos por Júlio Camargo, delator do esquema de corrupção na estatal, para saldar uma dívida residual de R$ 500 mil, a que o deputado julgava ter direito por conta de variação cambial do suborno. Deste total, R$ 200 mil teriam sido quitados em dinheiro e R$ 300 mil em créditos em voos de táxi aéreo.

Funaro é acusado de corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. As investigações relacionadas estariam entre os fundamentos que levaram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, a decretar a prisão dele.

De acordo com as investigações, Cunha usou R$ 122,245 da quota em três viagens. Na primeira, ao custo de R$ 44.200, Funaro e Raquel Aldejante Pitta viajaram no jatinho PP MIS, da Global Táxi Aéreo, nos trechos Congonhas/Salvador/São João da Boa Vista/Viracopos. Na segunda, Cunha e Funaro voaram juntos, no jato PR JET, da Realy Táxi Aéreo, por R$ 38.220, nos trechos Congonhas/Brasília/Aeroporto de Jacarepaguá/Congonhas. Os horários das decolagens sugerem que Funaro se encontrou com Cunha em Brasília e, depois, eles voltaram juntos a partir da Capital.

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A terceira viagem, por R$ 39,825, Cunha e o assessor Altair Alves Pinto, no trechos Congonhas/Rio de Janeiro/Brasília. Altair aparece na delação premiada de Fernando Falcão Soares como operador que teria recebido propina em nome de Cunha. Camargo autorizou que a Global Táxi Aéreo faturasse os voos solicitados, mas os investigadores suspeitam que o deputado não tenha usado toda a quota por causa do avanço na Lava-jato. 

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As Empresas de Táxi Aéreo citadas são todas do Grupo Global Aviation Reali
Táxi Aéreo Ltda
Sócios:
Global Aviation S.A. (Ricardo Breim Gobbetti)
Ricardo Breim Gobbetti
Mario Magalhães de Albuquerque
Capital social: R$ 1.242.531,44.

Global Táxi Aéreo Ltda (Global Aviation)
Sócios:
SSR Assessoria e Prestação de Serviços Ltda (Christiane de Carvalho Bichara Lindoso)
Global Aviation S.A. (Sylvio Armando MNode Neto)
Décio Ricardo Brandão
Edgard Salles Lopes Neto
Capital Social: R$ 1.2336.500,00.

A Global atendeu todos os envolvidos no esquema de pagamento de corrupção das empreiteiras com horas de voo de suas aeronaves no transporte dos envolvidos. Uma empresa que foi criada em 1994, mas só conseguiu comprar a sua primeira aeronave muitos anos depois, e a partir de 2004 cresceu de forma astronômica. Hoje possui 54 aeronaves, dezenas de helicópteros, hangares próprios imensos. A maior do Brasil no setor de aviação executiva.

Principalmente depois que Ricardo Breim Gobbetti e seu irmãos Sergio Breim Gobbetti criaram a empresa Infinity One Participações S.A., uma holdings de instituições não finanaceiras. Seu capital social é de R$ 500,00 (quinhentos reais!), mas é a principal investidora em todas as empresas de Táxi Aéreo do Grupo Global Aviation S.A.
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"Um bom trabalho de inteligência enfraquece o inimigo, expõe as suas fraquezas, reduz as nossas baixas e abrevia a batalha"
O REI DAS LARANJAS

Entre centenas de laranjas, um chama muita atenção. JOSÉ LUIZ DA SILVA. Ele é sócio em 425 empresas, em todos os setores empresariais. Entre as empresas a Global Vendas de Aeronaves e Peças Ltda. - ME do grupo Global Aviation e Infinity One Representções, holdings de instituições não financeiras de Ricardo Breim Gobbetti e seu irmão Sergio Breim Gobbetti.

O mesmo grupo ao qual pertence as empresas de Táxi Aéreo que Luiz Inácio Lula da Silva faz seu deslocamento por todo o Brasil e exterior em jatos executivos.

A Global Aviation adquiriu a aeronave Falcon 2000LX EASY, com capacidade de 12 pessoas e alcance de 7.400 km, somente para atender as viagens internacionais do chefe da organização criminosa, Lula.

Resultado de imagem para Falcon 200OLX EASY,

AS EMPRESAS DO SUPER LARANJA

Neste momento é impossível listar todas as empresas do super laranja, mas em momento oportuno será feito. Segue um resumo.
Empresas por estados do Brasil:

Alagoas - 5
Baia - 2
Ceará - 1
Distrito Federal - 3
Espírito Santo - 6
Goiás - 17
Minas Gerais - 59
Maranhão - 2
Mato Grosso - 6
Mato Grosso do Sul - 6
Paraíba - 3
Paraná - 34
Pernambuco - 37
Piauí - 6
Rondônia - 2
Rio de Janeiro - 38
Rio Grande do Norte - 2
Rio Grande do Sul - 13
Santa Catarina - 14
São Paulo - 168
Sergipe - 1
Capital social das empresas de José Luiz da Silva: R$ 72.519.348,00

Índios

Dentre as participações no quadro de sócios em centenas de empresas, uma me chamou a atenção porque eu conheço. Fica localizado no entorno do Maracanã.

Aldeia Maracaná, situada na área conhecida como Antigo Museu do Índio, foi uma aldeia indígena urbana localizada no prédio antigo do Museu do Índio. O prédio antigo do Museu do Índio situa-se próximo o Estádio Mario Filho.

A polêmica em torno da manutenção da aldeia, considerada uma referência para o movimento político, mobilibzou diversos movimento populares da esquerda carioca.

O prédio onde funcionava o Museu do Índio foi construído pelo Duque de Saxe em 1852 e doado em 1910 ao Serviço de Proteção aos Índios, órgão estatal comandado pelo Marechal Rondon, quando de sua criação, em 1910. O objetivo é que o espaço fosse um área de preservação da cultura indígena brasileira. Inicialmente, o prédio abrigou a sede do órgão federal, e posteriormente, entre 1953 e 1977, abrigou o Museu do Índio. Após essa data, o museu foi transferido para o Botafogo e o prédio ficou abandonado. O local era utilizado por delinquentes, viciados, mendigos e assaltantes.

Foi comprado do governo Federal em agosto de 2012, pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, que devido às obras para a Copa do Mundo de 2014, o Antigo Museu do Índio seria demolido para facilitar a saída de torcedores do Estádio do MARACANÃ. A demolição causou comoção de setores mais ligados à esquerda, principalmente o PSOL e parte do PT, que passaram a fazer forte oposição à proposta de demolição.

Inicialmente, o governo alegou que a demolição do prédio antigo do museu seria necessária para atender ás exigências da FIFA, o que foi negado pela entidade. O governo argumentou também que o imóvel não teria qualquer valor histórico. Como reação, os vereadores Reimont Otoni, Eliomar Coelho e Leonel Brizola Neto apresentaram  em 2013 o projeto de lei 1536, prevendo o tombamento do prédio.

Os 60 milhões pagos pelo governo federal pela compra do imóvel, somados aos 568 mil reis que seriam pagos por sua demolição, haveria dinheiro suficiente par recuperá-lo. Em janeiro de 2013, o Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural deu parecer unânime pela manutenção do prédio,mas pelo primeira vez um parecer do órgão não foi seguido pelo prefeito...

Continuar a leitura na fonte: PELO AMOR DE DEUS
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