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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

COMO CHEGUEI AO CATOLICISMO

Ex-Protestante: O progresso de um forasteiro Protestante – como cheguei ao Catolicismo.


Duas são as frases que norteiam minha jornada, uma delas é a que diz que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e que são chamados pelo seu decreto” (Romanos 8.28) e a outra de Aristóteles, onde ele afirma: “Sou amigo de Platão, mas sou mais amigo da Verdade”.
Duas são as frases que norteiam minha jornada, uma delas é a que diz que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e que são chamados pelo seu decreto” (Romanos 8.28) e a outra de Aristóteles, onde ele afirma: “Sou amigo de Platão, mas sou mais amigo da Verdade”.
Com a primeira, aprendi que com “todas” São Paulo quer dizer, vejam só, TODAS as coisas, o que, claramente, inclui as que não são muito agradáveis. Hoje tenho 28 anos e há mais ou menos 17 anos atrás minha querida Vó, mãe de criação, Jumerci, faleceu. Este trágico evento mudou minha vida do avesso, pois meu avô, por razões diversas promoveu uma mudança de definitiva de cidade levando-me com ele. Então o cenário era de um garoto que há pouco perdera sua mãe de criação e que agora, perde seus amigos, amores, história, casa e até mesmo seu senso de unidade e vai para um lugar inóspito sozinho, sim, pois o recém divorciado avô já de imediato investiu tudo o que tinha em um novo relacionamento por medo de morrer sozinho – e aqui preciso ressaltar que eu o entendo –, inclusive seu tempo com este rapaz. Resultado: ele era um pré-adolescente que acabara de perder [literalmente] tudo e que agora estava morando sozinho. Está aí a receita da desgraça; em poucos meses ele já estava bebendo; do álcool para o tabaco foi um processo rápido; do tabaco para a maconha outro passo e não demorou muito para chegar ao crack, thinner, cola de sapateiro e até esmalte de unha. Tudo isso trouxe muitos problemas, obviamente, pois aconteceu tudo demasiadamente cedo para este rapaz – o que hoje alguns fazem depois dos 20 ou 30 anos, eu fiz com 13. No entanto, foi nesse cenário aparentemente desastroso que meu coração se abriu com sinceridade “ao Deus que ouvi falar” e, aos 17 anos, me rendi completamente ás graças e misericórdias d’Ele. Tive uma queda neste percurso aos 20 anos, mas desde os 21 que estou completamente limpo ininterruptamente. Algumas perguntas podem ser feitas, naturalmente, como “se minha querida Avó não tivesse falecido, eu teria um encontro com Deus?” Não sei, o que sei é que a vida que eu vivi em toda a sua concretude foi a vida que conheceu nosso Senhor Jesus Cristo. Claro que aqui não estou dizendo que Deus promove as desgraças para que o aceitemos, mas que até mesmo estas situações “cooperam para o [nosso] bem”! Dito d’outro modo, Deus em seu infinito poder e sabedoria, transforma situações ruins em seu inverso para que, de algum modo nós mesmos sejamos os primeiros a aprender com elas e também auxiliar outros que estejam na mesma situação.

Após esta queda tornei-me evangélico, caminhei em algumas denominações e por necessidades diversas ao longo de 5 ou 6 anos precisei trocar de igreja algumas vezes; ou pela igreja fechar, ou pela denominação não estar muito perto ou mesmo no caso da IURD, eu ser expulso por mostrar ao pastor que ele estava deturpando o sentido de “vida em abundancia”.
Nesse tempo empreendi uma batalha contra o ateísmo, nessa área sou conhecido em alguns núcleos. Também combati calvinistas e também lutei contra o Catolicismo. Mas aqui há de ser feita uma pequena ressalva. Contra o ateísmo e as doutrinas de João Calvino eu me aprofundei em cada área, respectivamente, e as compreendi e, a partir disso, denunciei seus equívocos. Com o catolicismo não aconteceu isso e aqui, entra o porquê deste pequeno ensaio. Anunciei minha conversão ao Catolicismo há exatos 4 meses e, surpreendentemente, houve muito alvoroço nas redes sociais. Por um lado, católicos me acolhiam, por outro, protestantes tentavam descolar de mim a origem protestante dizendo que por eu já ter feito parte de igrejas alheias ao verdadeiro protestantismo, eu nunca fora, de fato, um protestante. Curiosamente, enquanto “do lado deles”, isso nunca foi um problema. Mas devo confessar que agora, olhando para trás, fico muito lisonjeado pela repercussão por parte dos protestantes, pois, se eu fosse absolutamente insignificante, nada teriam dito de mim.
E também, claro, pela ótima receptividade que tive por parte dos Católicos, que outrora combati com tanta veemência, que estavam de braços abertos me aguardando. Muitos, nesse meio tempo, questionaram o motivo pelo qual abandonei uma crença e parti para outra. Pois bem, esperei pacientemente a poeira baixar e decidi quebrar o silencio. Alguns disseram que minha conversão se deu por eu ser aluno do professor Olavo de Carvalho, mas isso não faz sentido por 3 motivos. O primeiro é que o professor não faz proselitismo em suas aulas, e seus alunos sabem muito bem disso. Segundo, que se assim o fosse, seus alunos teriam um perfil predominantemente de católicos, mas isso não procede, pois, os alunos do professor Olavo são das mais diversas crenças e, em terceiro lugar, conheço o professor desde 2013 e sou seu aluno desde 2015. Se ele fizesse essa propaganda desenfreada, como alguns acham, é muito provável que eu tivesse aderido antes e não 4 anos depois de ter acesso aos seus livros e 2 anos depois de ter contato semanalmente com suas aulas. O motivo, o verdadeiro, começa com a frase citada no início “Sou amigo da Verdade”. Isso quer dizer que, aqueles que estão em busca da Verdade, não ligarão para o que disserem a seu respeito, mesmo com um histórico de lutas contra aquilo que ele pretende aderir.

A coisa começou em 2013 quando comecei a cursar faculdade de Filosofia e já no primeiro semestre conheci a filosofia patrística e escolástica. Ali percebi, mesmo que inconscientemente, que nada que eu combatia no catolicismo estava ali, e desde sempre soube que essas duas correntes filosóficas são os pilares do catolicismo. Em 2016, por eu iniciar um curso de defesa da fé cristã que incluía a análise de muitos nomes que compuseram a escolástica e a patrística, ficou claro que eu havia criado um espantalho do Catolicismo, batia nesse espantalho e em seguida, cantava vitória achando que havia derrotado os pilares católicos. Em seguida baixei (pois não queria gastar dinheiro com esse livro) e li todo o Catecismo Católico e percebi que estava diante da Verdade acerca do Cristianismo. Muito do que sempre desconfiava, mesmo enquanto protestante, ali se solidificou e houve uma sincronia linda entre os dogmas Católicos e eu. Em seguida, conheci o padre Paulo Ricardo, que desmistificou algumas dúvidas que tive sobre alguns pontos específicos do Catecismo – é claro que ficaram muitas dúvidas, mesmo tendo uma aceitação geral, afinal, foram 5 anos de pré-conceitos contra o Catolicismo – até culminar no estudo sistemático de Sto. Agostinho e Sto. Tomás de Aquino, sínteses da Patrística e Escolástica nas obras “Cidade de Deus”, “Confissões” e as “Sumas Teológica” e “contra os gentios”. Depois, e somente depois disso, pude fazer aquela declaração que gerou tanta polêmica “A partir de hoje podem me chamar de Católico”. Hoje estou relendo o Catecismo, agora em livro físico, estudando a história dos Santos e a própria história da Santa Igreja e posso, mais do que nunca afirmar com orgulho que sou Católico; novamente, é muito provável que esta abertura só tenha acontecido justamente pelo histórico que tenho das igrejas protestantes, o que deixa claro que as duas frases citadas no início, não são teoréticas, mas que fazem parte de minha vida, pois hoje percebo que “todas [essas] coisas contribuíram para o bem” deste que vos fala.
Paz de Cristo a todos!

FONTE - CATÓLICOS NA BÍBLIA

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Milagres Eucarísticos


Recolher e publicar os milagres da Eucaristia
é tanger um sino de prata

Há dois mil anos que o mistério da Eucaristia ilumina a terra e a impede de voltar ao caos e à lama. (...)

Faz-se necessário recolher mais uma vez esses prodígios da graça divina e recordá-los à humanidade sempre pronta a desanimar, por falta do sagrado alimento, no rude caminho de sua peregrinação terrestre. (...)

“Nos tempos atribulados que correm, recolher e publicar esses milagres da Eucaristia é tanger um sino de prata, que faça vibrar de alegria os fiéis reunidos no seio da Igreja e que aos outros, onde quer que estejam, na inquietação, na dúvida ou no perigo, faça ouvir a voz de Deus, para que saibam todos que o Senhor passa e vê os seus sofrimentos, e que um raio de luz os ilumina!”

(Autor: A. Mabille de Poncheville, “La Croix”, apud Plinio Corrêa de Oliveira, “Milagres eucarísticos”, Legionário, 3-3-1940)

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Milagres Eucarísticos de Buenos Aires
deixam cientistas sem ter o que dizer

As hóstias de onde foram tiradas as amostras de carne e sangue com DNA humano
As hóstias de onde foram tiradas as amostras de carne e sangue com DNA humano
O Pe. Alejandro Pezet estava concluindo a Missa das sete da tarde em sua paróquia, a de Santa Maria no bairro de Almagro, no centro comercial de Buenos Aires, capital argentina. Era o 15 de agosto de 1996, festa da Assunção de Nossa Senhora.

No fim da distribuição da Sagrada Comunhão, uma paroquiana lhe avisou de uma hóstia jogada num candelabro nos fundos da igreja.

Quando o padre Alejandro foi ao local encontrou-a e de, acordo com o que prescreve a Igreja, a pôs num purificador, ou tigela de água, no tabernáculo da capela do Santíssimo Sacramento, aguardando sua dissolução.

Na segunda-feira 26 de agosto, quando era possível que o desfazimento estivesse concluído ou muito avançado, abriu o tabernáculo e viu com espanto que a sagrada partícula havia se tornado uma substância sangrenta.

Ele informou ao arcebispo, então o cardeal Jorge Bergoglio, segundo informou o especializado site Miracoli Eucaristici concebido pelo Servo de Deus Carlo Acutis, (1991–2006) que descreve todos os procedimentos adotados.

Paróquia Santa Maria onde se deram os milagres eucarísticos de Buenos Aires
Paróquia Santa Maria onde se deram
os milagres eucarísticos de Buenos Aires
Em 6 de setembro foram tiradas fotografias em qualidade profissional que provam claramente que a hóstia não só se tinha tornado um pedaço de carne ensanguentada, mas havia crescido consideravelmente.

Os responsáveis eclesiásticos determinaram que ela ficasse mais tempo no tabernáculo, porém em segredo.

Após prolongado tempo não apresentava desfazimento visível e foi ordenado analisá-la cientificamente.

Também em 1992 e 1994


Não era a primeira vez que aconteciam fatos prodigiosos com a Eucaristia naquela paróquia.

Em 1º de maio de 1992, o sacerdote guardou alguns fragmentos de hóstia consagrada em um recipiente com água, que depois foi guardado no sacrário para se dissolver.

Porém, sete dias depois, os fragmentos tinham aparência de sangue.

No domingo seguinte, durante duas Missas, foram vistas pequenas gotas de sangue nas patenas que os sacerdotes usavam na comunhão aos fiéis.

O caso foi analisado por uma paroquiana que é doutora em química e que identificou glóbulos brancos ativos. Mas não pode fazer uma análise genética completa por carência de meios técnicos.

E mais tarde, em 1994, durante a Missa das crianças, o ministro da Eucaristia pegou a âmbula no sacrário e viu uma gota de sangue que fluía na lateral.

Os fatos evidenciavam todo o cuidado que se deve ter com na distribuição da Eucaristia que hoje se tende a relaxar. Mas, um outro fato mais importante estava por vir.

Anos depois, amostras analisadas nos EUA


O Dr. Ricardo Castañón Gómez ficou encarregado de levar as amostras aos laboratórios. Era ateu e acabou se convertendo
O Dr. Ricardo Castañón Gómez ficou encarregado de levar as amostras aos laboratórios.
Era ateu e acabou se convertendo
Em 1999, três anos depois do fato eucarístico extraordinário de 1996 com o qual iniciamos o post, o Dr. Ricardo Castañón Gómez foi contatado.

Ele devia realizar testes mais aprofundados na hóstia que se mantinha como carne e sangue fresco após todo o tempo transcorrido, segundo narra Miracoli Eucaristici.

O Dr. Castañón é doutor em Psicologia Clínica, especializado em medicina psicossomática e neuro-psicofisiologia cognitiva, e autor de 14 livros.

Quando foi chamado se professava ateu existencialista, mas hoje é católico militante, especializado nos milagres eucarísticos, tocado pelo que viu.

Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do cardeal, o especialista retirou uma amostra de cada um dos fatos de 1992 e 1996 e os levou para análise.

Em 21 de outubro do mesmo ano, ele consignou as amostras ao Laboratório de Genética Forense Analítica de San Francisco, EUA.

Esse Laboratório informou em 28 de janeiro de 2000 ter encontrado fragmentos de DNA que permitiam afirmar que era sangue de homem com código genético obviamente humano.

Em março de 2000 participou nas análises o Dr. Robert Lawrence, uma referência mundial em Histopatologia, um dos maiores especialistas em tecidos.

Os trabalhos desta autoridade concluíram se tratar de tecido de coração inflamado, portanto de pessoa que deveria ter sofrido muito.

Fragmento de tecido cardíaco do milagre eucarístico sendo analisado.
Fragmento de tecido cardíaco do milagre eucarístico sendo analisado.
Segundo ACIDigital, o Dr. Castañón contou também: “em 2001, levei as amostras para o Professor Odoardo Linoli, que identificou os glóbulos brancos e disse-me que, com grande probabilidade, as células correspondiam ao tecido do coração.

“Os resultados obtidos das amostras eram semelhantes aos dos estudos realizados na hóstia do milagre de Lanciano”.

O prof. Linoli ficou célebre pelas investigações neste milagre eucarístico. Cfr.: “O milagre eucarístico de Lanciano segundo o cientista que comprovou sua autenticidade”.

“Em 2002, acrescentou o Dr. Castañón, mandamos as amostras para o Professor John Walker, da Universidade de Sydney, Austrália, que confirmou que continham glóbulos brancos e células musculares intactas.

“Todos sabem que os glóbulos brancos, fora do nosso corpo, após 15 minutos se desintegram, porém já tinham passado 6 anos”, explicou.

O lapidar laudo clínico do Dr. Zugibe


Por fim, em 2004, cinco anos após colher as amostras, o Dr. Castañón pediu ao Dr. Frederick Zugibe (1928-2013) que as avaliasse. Tampouco lhe informou a origem.

Prof. Frederick Zugibe: não há como explicar cientificamente o fato
Prof. Frederick Zugibe:
não há como explicar cientificamente o fato
O Dr. Zugibe foi um famoso cardiologista e um dos mais renomados patologistas forenses dos EUA.

O condado de Rockland NY colocou seu nome a uma unidade forense do Rockland County Medical Examiner's Office. Foi professor na Universidade de Columbia, New York. (Cfr. Wikipedia, verbete Frederick Zugibe)

Ele concluiu que a matéria analisada era carne e sangue contendo DNA humano.

No laudo da perícia, o Dr. Zugibe afirma:

“O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco localizado na parede do ventrículo esquerdo, próximo às válvulas.

“Esse músculo é responsável pela contração do coração.

“Lembre-se que o ventrículo esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo.

“O músculo cardíaco está em uma condição inflamatória e contém um grande número de glóbulos brancos.

“Isso indica que o coração estava vivo no momento em que a amostra foi coletada.

“Meu argumento é que o coração estava vivo, já que os glóbulos brancos morrem fora de um organismo vivo. Eles requerem um organismo vivo para mantê-lo.

“Portanto, sua presença indica que o coração estava vivo quando a amostra foi coletada.

“Além disso, esses glóbulos brancos haviam penetrado no tecido, o que também indica que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido severamente espancado no peito”. (Cfr.: Reinaldo Montiel, “El Papa y uno de los milagros eucarísticos”).

Dois australianos, o jornalista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam esses testes.

Sabendo de onde procedia a amostra, eles ficaram surpresos com o depoimento do Dr. Zugibe.

Mike Willesee perguntou então ao cientista quanto tempo os glóbulos brancos permaneceriam vivos se proviessem de tecido humano conservado em água.

Interior da igreja paroquial de Santa Maria.
Interior da igreja paroquial de Santa Maria.
O Dr. Zugibe respondeu imediatamente que eles teriam deixado de existir em questão de minutos.

O jornalista disse então ao médico que a amostra foi inicialmente deixada em água comum durante um mês e, depois, por mais três anos em um recipiente com água destilada, e somente então foi coletada para análise.

O Dr. Zugibe respondeu que não havia como explicar cientificamente esse fato.

Somente nesse momento Mike Willesee informou ao Dr. Zugibe que a amostra analisada foi tirada de uma partícula consagrada (pão branco, sem fermento) que misteriosamente se transformou em carne humana com sangue.

Surpreso com essas informações, o Dr. Zugibe respondeu:
Excelente artículo, muy bien documentado y exacto; pues, nosotras que hemos ido muchas veces a venerarlo, gracias a Dios, hemos visto el fervor, el amor, el silencio y hasta varias personas llorando compungidas.

Si alguna vez alguien viaja a Buenos Aires, que no deje de ir los 3ros. viernes por la tarde o los 4tos. sábados por la mañana (www.parroquiasantamaria.com.ar y el email: psm.signo@gmail.com).

Se Lo puede ver muy bien, porque lo iluminan con una linternita, en un cristal ampliado, persona por persona.

Tiene una abertura bordeada de glóbulos blancos.

Es una gloria inmerecida para nuestro país.
Delia y Trinidad

“Como e por que uma hóstia consagrada pode mudar sua natureza e se tornar carne e sangue humano vivo permanecerá um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente além da minha competência”.

Para o fiel há um adorável mistério que a Igreja nos explica perfeitamente: é a transubstanciação operada nas espécies pelo sacerdote que cumpre fielmente com as rubricas do Missal agindo de acordo com a ordem do Divino Mestre na Última Ceia.

fonte: A CIÊNCIA CONFIRMA A IGREJA

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