quinta-feira, 23 de maio de 2013

MENTIRA APOCALÍPTICA


A MENTIRA

“IDENTIFICA-SE A IGREJA no Apocalipse como "Embriagada com o sangue dos Santos e das Testemunhas de Jesus"(Cap. 17:6)”.


ONDE SE ENCONTRA

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A VERDADE DOCUMENTAL

Diz as Escrituras em Apocalipse 17,6, citado pelos embusteiros: “E vi que a MULHER estava embriagada do sangue dos santos das testemunhas de Jesus”. (Apoc 17,6). Logo a Igreja não é identificada aqui coisa nenhuma, mas a “mulher” que significa a cidade de Roma quando foi pagã.

CONFIRA: 

“E a MULHER que viste é a GRANDE CIDADE que reina sobre os reis da terra”. (Apoc 17,18) / “Estarão de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: AI! AI! Ai daquela grande Babilônia, aquela forte CIDADE! Pois numa hora veio o seu juízo (Apoc 18,10)”. 

Veio seu juízo, quando a venceu o reino da Igreja Católica de Jesus Cristo, “reino que jamais será destruído, nem passará a outro povo”, como previa Daniel 2,44. Desmoralizo assim, a interpretação satânica, comum no protestantismo.

A Bíblia é clara: A mulher é a grande cidade Ap 17,18; a grande cidade é a Babilônia (Ap 18,10); a prostituta é a cidade (Ap 17,16). Logo, Isso elimina o sofisma criminoso e blasfemo protestante, de querer maldosamente atribuir a Igreja Católica ser a “prostituta” (de quem eles são filhos, pois dela descendem e usurpam a bíblia). 

VEJA QUE ENTRE OS SANTOS E TESTEMUNHAS DE JESUS QUE TIVERAM SEU SANGUE DERRAMADO, ESTAVAM OS PAPAS QUE ERAM MORTOS PELOS IMPERADORES, QUANDO ROMA FOI PAGÃ:

1º Papa – S. Pedro - de 37 a 67 morto por Nero - de 41 a 68 
2º Papa – S. Lino - de 69 a 79 morto por Vespasiano - de 69 a 79
3º Papa – S. Cleto - de 79 a 92 morto por Domiciano - de 81 a 96
4º Papa - S. Celemente - de 92 a 101 morto por Trajano - de 98 a 117
5º Papa - St. Evaristo - de 101 a 107 morto por Trajano
6º Papa - St. Alexandro - de 107 a 116 morto por Trajano
7º Papa - S. Xisto - de 116 a 125 morto por Adriano - de 117 a 138
8º Papa - S. Telésforo - de 125 a 138 morto por Adriano
9º Papa - St. Higino - de 138 a 142 morto por Antonino - de 138 a 161
10º Papa - S. Pio I - de 142 a 155 morto por Antonino
11º Papa - St. Aniceto - de 155 a 166 morto por M. Aurélio de - 161 a 180
12º Papa - S. Sotero - de 166 a 174 morto pro M. Aurélio
13º Papa - St. Eleotério - de 174 a 189 morto por Comodo de 180 a 193
14º Papa - S.Vitor I - de 189 a 199 morto por S. Severo - de 193 a 211
15º Papa - S. Zeferino - de 199 a 217 morto por Caracala - de 211 a 217
16º Papa - S. Calixto I - de 217 a 222 morto por Heliogabalo de 218 a 222
17º Papa - St.Urbano I - de 222 a 230 morto por A. Severo de 222 a 235
18º Papa - S. Ponciano - de 230 a 235 morto por Alexandre Severo
19º Papa – St. Antero - de 235 a 236 morto por Maximino de 235 a 238
20º Papa - S. Fabiano de 236 a 250 morto por Décio de 249 a 251
21º Papa - S. Cornélio - de 251 a 253 morto por Treboniano - de 251 a 253
22º Papa - S. Lúcio - de 253 a 254 morto por Valeriano - de 253 a 260
23º Papa – St. Estêvão - de 254 a 257 morto por Valeriano

PopesixtusII
Martírio do Papa São Sisto II
24º Papa - S. Xisto II - de 257 a 258 - Morto por Valeriano
25º Papa - S. Dionísio - de 259 a 268 - Não sofreu o martírio
26º Papa - S. Félix - de 269 a 274 - morto por Aureliano - de 270 a 275

27º Papa - S. Eutiquiano - de 275 a 283 - não sofreu o martírio
28º Papa - S. Caio - de 283 a 293 - Não sofreu o martírio

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Segundo o “Catálogo Liberiano”, Marcelo, um romano, foi eleito papa pelo 
clero romano por volta da última metade de 308 (Fuit temporibus Maxenti 
a cons. X et Maximiano usque post consulatum X et septimum). Com 
base na interpretação do arqueólogo italiano Giovanni Battista de Rossi, 
tal anotação deveria ser lida A cons. Maximiano Herculio X et Maximiano 
Galerio VII [308] usque post cons. Maxim. Herc. X et Maxim. 
Galer. VII [309].
29º Papa - S. Marcelino - de 296 a 304 - Não sofreu o martírio

30º Papa - S. Marcelo I - de 308 a 309 - morto por Constâncio de 305 a 311
31º Papa - St. Euzébio - de 309 a 310 - desterrado por Maxêncio
32º Papa - S. Melquíades - de 311 a 314 - Este não foi morto - Já reinava Constantino I, o Grande – O primeiro imperador cristão.

Logo, “os Santos e Testemunhas de Jesus” de que fala a bíblia eram principalmente os Papas, líderes dos cristãos. 

Isso elimina definitivamente a calúnia protestante, que malandramente coloca os Papas como “matadores”.


A CEGUEIRA PROTESTANTE RIDICULARIZA A BÍBLIA, IGNORA QUE A “PROSTITUTA” (ROMA PAGÃ) CAIU.


(Apocalípse14,8) “Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”.

E FOI JULGADA:

(Apocalípse19,2) “porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos”.

DANDO LUGAR A IGREJA, “NOIVA” DE CRISTO:

(Apocalipse 19,7) “Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou”,

Fontes consultadas: (biografia dos Papas),(Versículos conforme bíblia protestante de João Ferreira).


 POSTAGEM SEGUINTE:  A Igreja que vendeu sua fé -
Dentre muitas opiniões e expressões soberbas que costumamos ouvir de católicos e seguidores desta seita romana, uma que é mencionada muitas vezes é a seguinte: A Igreja Católica é a maior instituição religiosa no mundo





POSTAGEM ANTERIOR: ...Neste mesmo ano um teste foi realizado: hóstias não consagradas foram colocadas em uma caixa selada. Dez anos mais tarde foram examinadas e encontradas desfiguradas. Em 1850, 61 anos depois do fechamento da caixa, as hóstias não consagradas...


quarta-feira, 22 de maio de 2013

HÓSTIAS INCORRUPTAS - TRÊS SÉCULOS DEPOIS CONTINUAM INALTERADAS




Na cidade de Santa Catarina de Siena temos um milagre eucarístico que data de 1730. No dia 14 de agosto daquele ano a igreja de São Francisco fora vítima de um assalto. Os ladrões levaram 351 hóstias consagradas. A cidade se mobilizou, suspendendo inclusive a festa e procissão da Assunta.

O curioso foi que, três dias após o roubo, as hóstias foram encontradas no cofre de esmolas de outra igreja (St. Mary de Provenzano). Foi constatado que se tratavam das mesmas, e contaram-se 348 hóstias inteiras e seis metades.


O povo então fez uma procissão para levá-las para a igreja assaltada, tendo como portador o Arcebispo Alessandro Zondadari. Não foram consumidas, como previa o Direito Canônico, porque os fiéis queriam adorá-las para reparar o nocivo ato. Tais hóstias foram guardadas no local apropriado – no sacrário – e de algum modo acabaram sendo esquecidas.


O procedimento ordinário é que as mesmas deveriam ter sido consumidas. Uma teoria afirma que o povo de Siena e das cidades vizinhas queriam adorá-las para reparar a profanação, como já dito. A segunda seria a que as hóstias estariam ainda sujas, apesar de terem sido limpas superficialmente, não sendo neste caso necessário consumi-las, mas é permitido que se deteriorem-se naturalmente.


O Pe. Carlo Vipera - 50 anos depois -, da Ordem Franciscana, examinou as hóstias no dia 14 de abril de 1780 e as encontrou frescas e incorruptas. Somente 50 anos depois foi descoberto que estavam completamente intactas, não apresentando nem coloração diferente do tempo de sua fabricação. Tratava-se de um milagre! Nos séculos que se sucederam, as hóstias foram submetidas aos mais diversos exames científicos para comprovar a autenticidade do fato. Nos anos anteriores algumas hóstias foram distribuídas e consumidas. As 230 restantes foram colocadas em um cibório novo e posterior distribuição foi proibida.



Uma investigação mais detalhada foi realizada em 1789 pelo Arcebispo de Siena, Tiberio Borghese, com teólogos e cientistas. Após ter examinado as hóstias com um microscópio, a comissão declarou que eram perfeitamente intactas e não demonstravam nenhum sinal de deterioração.



Neste mesmo ano um teste foi realizado: hóstias não consagradas foram colocadas em uma caixa selada. Dez anos mais tarde foram examinadas e encontradas desfiguradas. Em 1850, 61 anos depois do fechamento da caixa, as hóstias não consagradas foram reduzidas à partículas de uma cor amarela escura, enquanto que as 230 hóstias consagradas milagrosas retiveram seu frescor original pelo mesmo tempo!



Ao longo dos anos outros exames foram realizados, mas o mais significativo foi o de 1914, empreendido por ordem do Papa Pio X. O arcebispo selecionou um distinto grupo de investigadores, com cientistas e professores de Siena e de Pisa, juntamente com teólogos e oficiais da Igreja. Testes químicos executados sobre fragmentos das hóstias milagrosas provaram que tais hóstias foram preparadas sem as precauções científicas que poderiam mantê-las preservadas por um período de poucos anos! A comissão concluiu que a preservação era extraordinária! Se as hóstias tivessem sido preparadas para se conservarem, alguns anos se passariam… mas as mesmas não foram preparadas e o milagre já durava 184 anos!



O professor Siro Grimaldi, professor na Universidade de Siena e diretor do Laboratório Químico Municipal, era o principal cientista da comissão de 1914. Mais tarde, escreveu um livro com detalhes preciosos sobre o milagre, intitulado Uno Scienziato Adora. Em 1914 declarou que “a farinha em grão é o melhor terreno de cultura de microorganismos, parasitas animais e vegetais, e fermentação láctica. As partículas de Siena estão em perfeito estado de conservação, contra as leis físicas e químicas, não obstante as condições de tudo desfavoráveis em que foram encontradas e conservadas. Um fenômeno absolutamente ANORMAL: as leis da natureza foram invertidas. O vidro em que foram encontradas possui mofo, enquanto a farinha se revelou mais refratária do que o cristal.”



Em 1922 outras investigações foram conduzidas, na presença no Cardeal Giovanni Tacci e do Arcebispo de Siena, de Montepulciano, de Foligno e de Grosseto. Os resultados foram os mesmos.

Em 1950 as hóstias foram submetidas a novo exame e colocadas em um cibório mais novo. Apesar das precauções, outro roubo sacrílego ocorreu na noite do dia 5 de agosto de 1951. O ladrão deixou as hóstias no canto do tabernáculo e levou somente o cibório! O arcebispo da cidade contou 133 hóstias e as selou em um novo recipiente de prata. Mais tarde, após serem fotografadas, foram colocadas em um recipiente mais elaborado, que substituísse o que tinha sido roubado.

As hóstias milagrosas são exibidas publicamente em várias ocasiões, especialmente no dia 17 de cada mês, comemorando o dia onde foram encontradas após o primeiro roubo, em 1730. Na festa de Corpus Christi elas são conduzidas em procissão triunfante, a partir da igreja, pelas ruas da cidade. Muitos distintos personagens adoraram as hóstias, como São João Bosco e o papa João XXIII, que inclusive assinou o livro dos visitantes, no dia 29 de maio de 1954, ainda quando era o bispo de Veneza. Apesar de incapazes de visitar as hóstias milagrosas, os papas Pio X, Benedito XV, Pio XI e Pio XII emitiram indicações de interesse e admiração profundos.

Com voz unânime, fiéis, padres, bispos, cardeais e papas maravilharam-se e adoraram as hóstias de Siena, reconhecendo nelas um milagre permanente, completo e que resiste há 250 anos! A Igreja assegura que, embora tenham sido consagradas em 1730, por terem mantido conservação perfeita, ainda são realmente e verdadeiramente o Corpo de Cristo!

O Papa Paulo VI, no Congresso Eucarístico de Pisa, na Itália, falou sobre a presença real de Cristo na Eucaristia, e lembrou o testemunho do milagre de Siena. Também João Paulo II visitou Siena, como peregrino, para celebrar os 250 anos deste sinal extraordinário de Deus.

Palavras de Paulo VI:

"Na mesma carne que foi pregada na cruz. O mesmo sangue que jorrou do seu coração provarei tomarei na comunhão. Se me das o teu corpo e sangue Senhor o que mais darei a ti a não ser o meu louvor minha gratidão adoração? Doce e amado Jesus, que por mim morreste na cruz concede-me uma perfeita gratidão pela teu corpo e sangue que me une a ti em espírito e em verdade . Amem".



POSTAGEM SEGUINTE - “IDENTIFICA-SE A IGREJA no Apocalipse como "Embriagada com o sangue dos Santos e das Testemunhas de Jesus"(Cap. 17:6)”.



POSTAGEM ANTERIOR - ... outros autores apontam mais corretamente a interpretação da palavra porneía. Esta não seria a simples fornicação nem o adultério, mas propriamente o estado de concubinato. O termo rabínico empregado por Cristo teria sido zenut, que designa a união ilegítima de concubinato...

terça-feira, 21 de maio de 2013

CRISTO ADMITIU O DIVÓRCIO?


Em caso de adultério, Cristo admitiu o divórcio?

Os evangélicos, se perguntados, unanimemente respondem que o Evangelho permite o divórcio "em caso de adultério"

Categoria: Dir. Matrimonial  Criado, 15 Março 2003 - Escrito por Pe. Miguel Ángel Fuentes

Conseqüentemente, o divórcio, no caso de matrimônio válido, contradiz tanto aos preceitos positivos de Deus, quanto a Lei natural. Os teólogos explicitam esse assunto dizendo que contradiz ao direito natural secundário, isto é, o conjunto de preceitos cuja observância facilita a obtenção do fim primário; este poderá ser alcançado, porém com dificuldade e nem sempre. Os preceitos secundários se dão, a modo de conclusões, a partir dos primários.

Entretanto, historicamente sabemos que a lei de Moisés permitiu a prática da "carta de repúdio", ou seja, permitia ao homem separar-se da sua mulher e tornar a casar, ao menos em alguns casos. 

Quando era permitida? 

A cláusula mosaica diz simplesmente (Deuteronômio 24,1): "se notares nela algo de infame (=erwat dabar)". Duas escolas contendiam acirradamente quanto a este ponto. A escola do rabi Hillel era liberal e sustentava que o marido podia repudiar sua mulher por qualquer infâmia (inclusive se deixasse queimar a comida); a escola de Shammai era mais rigorosa e dizia que a afirmação de Moisés referia-se a uma infâmia moral grave, ou seja, apenas no caso de adultério da esposa.

Jesus Cristo, ao discutir com os fariseus que lhe apresentaram o caso, deixa bem claro que o motivo dessa permissão divina foi a dureza do coração. Supõe que Deus poderia dispensar do seu direito positivo e da lei natural neste caso. O faz como dispensa, para evitar males maiores: o fato de que Deus não aprova o costume mas se limita a regulamentar a carta de repúdio como mal menor é expresso por Malaquias (2,14-16): "Eu abomino o repúdio - diz Javé, Deus de Israel".

Pois bem. Por que Deus pode dispensar da lei natural neste caso? A explicação dada por São Tomás [de Aquino] é que a indissolubilidade pertence ao direito natural secundário, como dissemos, pelo qual Deus - e somente Deus - pode dispensar da mesma por motivos graves. O motivo grave seria, aqui, evitar o crime de conjugicídio ou uxoricídio, que os corações duros dos judeus não duvidariam em praticar. Alguns Santos Padres (São João Crisóstomo, São Jerônimo, Santo Agostinho) e até mesmo São Tomás deduziram que esta é a dureza do coração a que se refere Cristo, baseando-se nas palavras do Deuteronômio (22,13): "se um homem, após se casar, adquirir ódio da mulher..."

Que atitude toma Cristo frente a isto?

Jesus Cristo legislou sobre o divórcio derrogando explicitamente a dispensa que regia no Antigo Testamento. Isto aparece em quatro lugares nos Evangelhos: Mateus 19,3-9; 5,31; Marcos 10,2-12 e Lucas 16,18. No entanto, ao mesmo tempo que Nosso Senhor restaura a indissolubilidade original, aparece em seus lábios (mas somente nos textos de Mateus) uma expressão que parece conceder certa exceção (ou seja, certa possibilidade de divórcio): salvo em caso de adultério, exceto em caso de fornicação. Perguntar-se-ia: trata-se afinal de uma indissolubilidade absoluta ou para a maioria dos casos? Para responder, devemos analisar os textos.

1. Os problemas que apresentam os textos de São Mateus

O texto do capítulo 19 de São Mateus deve ser interpretado considerando-se o contexto histórico em que se desenvolve a discussão. Cristo está polemizando com os fariseus e são eles que levantam a questão do divórcio; a pergunta visa saber em qual das opiniões mais importantes daquele tempo (escola de Hillel ou escola de Shammai) se enquadria Jesus.

Jesus responde apelando para a intenção original de Deus no Gênese: "Não lestes que no princípio o Criador os fez homem e mulher? E disse: Por isso deixará o homem o pai e a mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois em uma só carne?" (Mateus 19,4-5); e conclui seu raciocínio dizendo: "Assim, pois, o que Deus uniu, o homem não separe" (versículo 6).

Os fariseus entendem claramente que Jesus Cristo não concede nenhuma possibilidade de divórcio (nem sequer no caso restrito da escola de Shammai), por isso objetam com a atitude permissiva de Moisés. Jesus, portanto, passa a explicar como se interpreta a intenção original do Criador ("ao princípio não foi assim" - Mat. 19,8) e explica então o porquê da atitude mosaica (devia-se à dureza do coração dos judeus; já apontamos acima sob qual sentido se entende).

Pois bem. Jesus, após recordar a permissão mosaica, passa a legislar restaurando o matrimônio em sua força original. Ele tem consciência de estar ab-rogando uma lei transitória do Antigo Testamento; por isso, introduz a nova legislação (no mínimo, no texto de Mateus 5) com as palavras: "Mas eu vos digo", locução com a qual, no Sermão da Montanha, opõe precisamente ao ensino dos antigos a sua própria superioridade. E qual é o ensinamento que ele opõe ao que foi dito aos antigos? Quem repudia a sua mulher (salvo em caso de adultério) e se casa com outra, comete adultério (Mateus 19,9; cfr. 5,32).

Aqui está o problema... Mateus 19,9: "...salvo em caso de adultério (mé epì porneía)"; Mateus 5,32: "...exceto em caso de fornicação (parectós logou porneías)". O núcleo do problema consiste, na verdade, na correta interpretação das duas expressões gregas.

Antes de apresentar as várias opiniões a respeito, há uma coisa que é clara e não pode se discutir: a lógica que deve guardar o pensamento de Cristo. Com efeito, não se pode dar uma interpretação que "frature" psicologicamente o raciocínio de Jesus. Pois bem; Cristo, a esta altura da sua discussão, já tinha indicado: (1) que "no princípio" (isto é, na Criação), a situação do matrimônio não foi a que se dava nos tempos de Moisés; (2) que Moisés concedeu o repúdio não como um progresso espiritual, mas como um retrocesso devido à dureza do coração de seu povo; (3) que Ele (Jesus) pretende voltar à situação do Gênese (tudo isto em Mateus 19); (4) que a sua legislação se opõe ao que foi ensinado aos antigos (isto em Mateus 5).

Contudo, se a controvertida expressão pudesse ser entendida literalmente como "salvo em caso de adultério", Cristo não teria saído do marco mosaico; estaria, todavia, nele, filiando-se à posição da escola de Shammai. Logo, após anunciar uma derrogação da dispensa, não teríamos mais a consagração de uma das interpretações da dispensa. Caso contrário, teríamos encontrado uma fratura lógica no raciocínio de Cristo ou um recuo diante da objeção dos seus adversários. Esta dificuldade foi percebida há muito tempo, razão pela qual alguns neoprotestantes e modernistas quiseram explicar as exceções de Cristo como uma interpolação redacional: alguém acrescentou essa expressão ao texto original (assim defende Loisy, por exemplo). Esta explicação não faz outra coisa senão contornar o problema.

A Tradição tem buscado, ao contrário, explicitar o pensamento de Cristo por duas vias: seja interpretando de outro modo as partículas mé e parectós, ou estudando mais profundamente o conceito de porneía. As principais conclusões são as seguintes:

1) Para alguns, a expressão deve ser entendida como se traduz geralmente (salvo em caso de adultério ou fornicação), porém o que Cristo permite aqui é tão somente o "divórcio incompleto", ou seja, a separação de corpos (deixarem de co-habitar) por motivos graves, e não equivale a uma permissão para voltar a casar (assim o entendia São Jerônimo, por exemplo). Esta interpretação é indubitavelmente ortodoxa, porém, não soluciona o problema, simplesmente o evita.

2) Para outros, os termos "exceto" e "salvo" querem indicar, na boca de Cristo, que ele não deseja tocar, no momento, nesse caso particular (o de adultério ou fornicação); portanto, não soluciona a questão. O texto deveria, portanto, entender-se: "...salvo o caso de adultério, do qual não quero falar agora..." (assim propunha, por exemplo, Santo Agostinho). Pois bem; era precisamente sobre este caso - o adultério - que os adversários de Cristo queriam tratar (porque era a interpretação da escola de Shammai); não haveria, assim, nenhum sentido evitar esta questão.

3) Outros têm explicado o problema analisando mais detidamente o verdadeiro sentido ou os possíveis significados das preposições mé e parectós. A uma primeira vista, mé parece indicar exceção, porém, gramaticalmente, admite tanto o sentido de exceção quanto o de negação proibitiva (igualmente como a preposição praeter com a qual foi traduzido este versículo no latim). Deveria, portanto, entender-se assim: "nem sequer em caso de adultério". O mesmo valeria para parectós que, além do significado de exceção ou fora de também admite (embora raramente) o significado de além de, ainda em caso de. É uma interpretação admissível porém discutível. É a explicação que dá a Bíblia de Nacar-Colunga, nas notas destas passagens, apesar de traduzí-las com o outro sentido.

4) Finalmente, outros autores apontam mais corretamente a interpretação da palavra porneía. Esta não seria a simples fornicação nem o adultério, mas propriamente o estado de concubinato. O termo rabínico empregado por Cristo teria sido zenut, que designa a união ilegítima de concubinato; o grego carece, ao contrário, de um vocábulo específico para designar a "esposa", razão pela qual se teria recorrido ao termo porneía. Em tal caso, é evidente que não apenas é lícita a separação, como também obrigatória, já que não há matrimônio, mas união ilegal. Esta explicação é reforçada quando se considera que São Paulo, em sua carta aos Coríntios, qualifica a união estável incestuosa daquele que se casou com sua madrasta como porneía. A ela também teria se referido o Concílio de Jerusalém, ao exigir que os fiéis se abstivessem da porneía, ou seja, das uniões ilegais ainda que estáveis. Esta última é, talvez, a mais plausível das interpretações e é sustentada por autores como Cornely, Prat, Borsiven, Danieli, McKenzie, como também algumas versões da Bíblia.

2. Os textos de São Lucas e São Marcos

Compreendidas as dificuldades que acabamos de expor, entende-se que [as passagens de Mateus] sejam totalmente equivalentes às de São Lucas e São Marcos, as quais mencionam a sentença de Cristo sem as cláusulas problemáticas.

1) São Lucas 16,18: "Todo aquele que repudia sua mulher é adúltero; e o que se casa com a que foi repudiada por seu marido, é adúltero" - Aqui fica claro que o vínculo permanece tanto para quem foi repudiada como para o repudiador; portanto, não existe dissolubilidade e não aparece a aparente exceção.

2) São Marcos 10,11: "O que repudia a sua mulher e se casa com outra, adultera contra aquela; e se a mulher repudia ao marido e se casa com outro, comete adultério" - Por mais repúdio mosaico que se pratique, o novo matrimônio da repudiada ou do repudiador constitui adultério.

É evidente que se houvesse uma diferença moral tão radical entre o caso de repúdio por motivos de adultério (sendo lícito como queria a escola de Shammai) e os demais casos de repúdio (que seriam ilícitos), tanto Cristo como os seus evangelistas deveriam ter indicado em todos os lugares em que se faz referência ao divórcio. Pelo contrário, nesses lugares, Cristo não dá crédito nem mesmo para a única exceção proposta pelo rabi Shammai.

Fonte: El Teólogo Responde. Tradução: Carlos Martins Nabeto.




POSTAGEM SEGUINTE: ...Neste mesmo ano um teste foi realizado: hóstias não consagradas foram colocadas em uma caixa selada. Dez anos mais tarde foram examinadas e encontradas desfiguradas. Em 1850, 61 anos depois do fechamento da caixa, as hóstias não consagradas foram reduzidas...

POSTAGEM ANTERIOR  - Foram terríveis os prejuízos causados pelos tradutores protestantes em todas as suas tentativas de traduzir as Sagradas Escrituras. A incompetência, aliada muitas vezes a má fé, causou danos irreparáveis aos ensinamentos de Jesus Cristo na terra contribuindo decisivamente para a dispersão de seu rebanho.



A BÍBLIA SOFRE OS PIORES ATENTADOS


Foram terríveis os prejuízos causados pelos tradutores protestantes em todas as suas tentativas de traduzir as Sagradas Escrituras. A incompetência, aliada muitas vezes a má fé, causou danos irreparáveis aos ensinamentos de Jesus Cristo na terra contribuindo decisivamente para a dispersão de seu rebanho. Acompanhe abaixo cada tradutor protestante e seu atentado às Escrituras:

Lutero



"Seja um pecador e peque fortemente..."

Na Alemanha, já havia 30 diferentes edições católicas alemãs da Bíblia*, mas, Lutero, fundando o protestantismo, resolveu fazer sua tradução e adulterou Romanos 1,17,  onde diz que “o justo viverá pela fé”. Ele acrescentou a palavra alemã “allein” que significa “somente”, e passou a pregar que o justo “viverá SOMENTE pela fé”. Foi o modo desonesto que ele achou para justificar sua nova religião do “Sola fide”. Ele mesmo confirmou esta adulteração, quando cheio de ódio disse: ”Se um papista lhe questionar sobre a palavra ‘somente’, diga-lhe isto: papistas e excrementos são a mesma coisa. Quem não aceitar a minha tradução, que se vá. O demônio agradecerá por esta censura sem minha permissão.” (Amic. Discussion, 1, 127,'The Facts About Luther,' O'Hare, TAN Books, 1987, p. 201). - * (Imperial Encyclopedia and Dictionary © 1904 Vol. 4, Hanry G. Allen & Company), (Holman Bible Dictionary © 1991).

A carta de Tiago que condena o “Somente a fé” em (2,20), (2,14-16) e (2,21-22), foi assim tratada pelo dito “reformador”: ”A carta de Tiago é uma carta de palha, pois não contém nada de evangélico.”('Preface to the New Testament,' ed. Dillenberger, p. 19.).



Hoje, discretamente retiraram o “somente” das traduções protestantes posteriores, mas a doutrina de Lutero (sola fide) é a essência do protestantismo. Continua o jeito fácil de salvar-se, “somente” tendo fé, como determinou Lutero: “Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda...Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar...Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 - American Edition, Luther's Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

Zwinglio

"Deus é o primeiro princípio do pecado. É por divina necessidade que o homem comete os piores crimes"

Zwínglio foi além, na sua tradução alemã, ousou adulterar as mais importantes palavras de Jesus Cristo, com visível intenção de eliminar sua presença na Eucaristia. Colocou a palavra “significa”, onde Jesus diz que o pão “É” seu Corpo e o vinho “É” seu Sangue. Veja o repúdio de um autor protestante da época: "Não é possível de modo algum excusar este crime de Zwínglio; a cousa é por demais manifesta; (...) Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zwinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zwinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue." (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211).

Lutero levantou-se contra Zwinglio, e disse que "'é' não pode ser traduzido por 'significa'”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo - Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. -  SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107). 



Eles corrigiram isso nas versões protestantes seguintes. Mas, até hoje muitos pastores ao contrário de Lutero, pregam que “significa”, apenas para rivalizar com os católicos.

Tyndale

Tyndale foi outro falsário protestante, por isso, morto por um decreto do imperador em Augsburg. O rei Henrique VIII já havia condenado em 1531 a “bíblia” de Tyndale como uma corrupção da Escritura.Nas palavras dos conselheiros do rei: "a tradução da Escritura corrompida por Tyndale deveria ser totalmente expelida, rejeitada e deveria ficar fora das mãos das pessoas...".  Para se pensar, que as “bíblias” protestantes de Tyndale ou Lutero fossem tão boas, por que os protestantes europeus hoje não as usam como fazem com a King James? São Thomas More, que viveu naquele tempo comentou que, procurar erros na “bíblia” de Tyndale era semelhante a procurar água no mar. (Henry G. Graham, Where We Got The Bible (TAN Books, 1977) pp. 128,130).


Miguel Servet



Miguel Servet foi outro protestante que morreu por corromper ao traduzir as Escrituras. João Calvino, o principal “reformador” protestante em 1522, obteve tantas cópias quanto pôde ter achado da bíblia protestante de Miguel Servet para serem queimadas, já que Calvino não a aprovou, queimou o próprio Miguel Servet na estaca. (Henry G. Graham, Where We Got The Bible (TAN Books, 1977) p. 129).




William Shakespear


William Shakespear, aquele da caveirinha, nasceu em 1564, e quando tinha 46 anos, em 1610, participou da tradução da Bíblia protestante do Rei Tiago (King James Version – KJV, publicada em 1611), e maliciosamente forçando a tradução, ele deixou autografado seu sobrenome no Salmo 46. Usando uma Bíblia KJV, localize o Salmo 46 e conte 46 palavras a partir do início: você encontrará a palavra "shake". Vá agora para o final do mesmo Salmo e conte 46 palavras a partir da última voltando: você encontrará agora a palavra "spear". Junte-as, e você obterá "Shakespear" (veja abaixo).

SALM 46 (King James Version):
“God 1 is 2 our 3 refuge 4 and 5 strength, 6 a 7 very 8 present 9 help 10 in 11 trouble. 12 Therefore 13 will 14 not 15 we 16 fear, 17 though 18 the 19  earth 20 be 21 removed, 22 and 23 though 24 the 25 mountains 26 be 27 carried 28 into 29 the 30 midst 31 of 32 the 33 sea; 34 Though 35 the 36 waters 37 thereof 38 roar 39 and 40 be 41 troubled, 42 though 43 the 44 mountains 45 shake 46 with the swelling thereof. Selah. There is a river, the streams whereof shall make glad the city of God, the holy place of the tabernacles of the most High. God is in the midst of her; she shall not be moved: God shall help her, and that right early. The heathen raged, the kingdoms were moved: he uttered his voice, the earth melted. The Lord of hosts is with us; the God of Jacob is our refuge. Selah. Come, behold the works of the Lord, what desolations he hath made in the earth. He maketh wars to cease unto the end of the earth; he breaketh the bow, and cutteth the  spear 46 in 45 sunder; 44 he 43 burneth 42 the 41 chariot 40 in 39 the 38 fire. 37 Be 36 still, 35 and 34 know 33 that 32 31 am 30 God: 29 I 28 will 27 be 26 exalted 25 among 24 the  23 heathen, 22 I 21 will 20 be 19 exalted 18 in 17 the 16 earth. 15 The 14 Lord 13 of  12 hosts 11 is  10 with 9 us; 8 the  7 God 6 of 5 Jacob 4 is 3 our 2 refuge 1".   (Charles The Hammer – Fonte: Catholic Apologetics .Net ).

E assim o malandro Shakespear fez sua travessura, nos Salmos da bíblia inglesa protestante. Apesar do descalabro acima, esta é tida pelos protestantes como sua melhor tradução. Isso porque foi literalmente traduzida da Vulgata Católica de São Jerônimo. O crítico bíblico protestante, George Campbell, disse: "A vulgata é, no geral, uma versão boa e fiel". ( Fonte: Lista Apologética Aplicada).

João Ferreira de Almeida


João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego. O que não é verdade.

Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI de Erasmo de Roterdam. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade.” JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA

A tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tantos erros, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).

Hoje, os erros aumentaram, incluindo os de gramática, com frases inteiras erradas, tanto pela fraseologia quanto pela ortografia e sintaxe. Em (Êxodo 9,24), (I Samuel 18,22) e (I Cor 4,3) a palavra espanhola “mui” aparece com grande freqüência do VT ao NT, provando que a tradução não foi dos originais, mas, surrupiada de versões latinas.

As novas edições do adolescente João Ferreira, trazem muitos velhos erros, apesar de aparecer escrito na página inicial de cada volume, as frases: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL. Tais expressões significam, em bom português, que o que foi impresso trouxe sempre erros e mais erros, a ponto de a própria legítima Palavra de Deus ter tido a necessidade de ser examinada de novo (revista) e "corrigida" por seres humanos incapazes, dando a entender que essa Palavra revelada pela Escritura Sagrada, no Antigo e no Novo Testamento, continha erros e precisou ser CORRIGIDA!

Em 1819, a Bíblia iniciada e não terminada por João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título:

"A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia. Londres, na oficina de R. e A Taylor, 1819 - 8º gr. de IV - 884pp. A que se segue, com rosto e numeração o Novo Testamento, contendo IV – 279 páginas."

Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, que usava o título de “padre” para ganhar credibilidade, os protestantes, continuaram usando esse mesmo falso título, para dar credibilidade a sua bíblia ainda hoje infestada de erros. Alguns dizem que ele usava o título de “padre” ingenuamente, porque eram assim também chamados os missionários protestantes. Mas ingênuo mesmo, é quem crê numa marmelada destas.

Como se não bastasse as distorções das Sagradas Escritura, eles também a mutilaram arrancando-lhe sete livros.


Até o início do séc. XVII, os deuterocanônicos estavam lá nas Bíblias protestantes. Dá uma conferida na edição protestante KJV de 1611, e veja que nela estavam TODOS OS DEUTEROCANÔNICOS. Somente após a morte do Rei Tiago é que os protestantes resolveram “reformar” sua bíblia, ARRANCANDO-LHE definitivamente os deuterocanônicos, e os tachando erroneamente de “apócrifos”, por contrariarem suas doutrinas humanas. E ainda espalharam a mentira de que a Igreja os teria inserido no Concílio de Trento. Para desmascará-los, basta ver tais livros no índice de bíblia de Gutemberg, impressa quase um século antes deste Concílio. Veja: CENTRO HARRY RANSOM

Corrigindo os protestantes: "apócrifos" sempre significou: [escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas,] (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja. Esses é que são os espúrios, ocultos etc, etc..



Já os deuterocanônicos, estão sim no Cânon cristão. Confira: já escrevia Santo Agostinho, no ano 397: "... O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio,... Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus,... Para dois livros, Sabedoria e Eclesiástico, é designado Salomão como autor, mas nossa provável opinião é que foram escritos por Jesus, o filho de Sirac,... Baruque,..."(Santo Agostinho, Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13  ano 397).

Virginia Mollenkott

Durante os anos em que a bíblia protestante NIV (Nova Versão Internacional), esteve sendo preparada (1968-1978), trabalhou na comissão Virginia Mollenkott. Ela declarou sem a menor cerimônia: "Meu lesbianismo sempre tem sido parte de mim..." (New International Version - What today's Christian needs to know about the NIV, G.W. & D.E. Anderson, article no. 74 TBS).

Declarou ainda a tradutora protestante: "Até onde eu sei, ninguém incluindo o Dr. Palmer suspeitava que eu era lésbica enquanto eu estava trabalhando na NIV; era informação que eu mantinha privada naquela época". (Carta de Virginia Mollenkott a Michael J. Penfold datada em 18 Dez. 1996).

Como resultado natural de seu homossexualismo, Virginia Mollenkott certamente influenciou o texto da NIV, que suprimiu palavras contundentes sobre a condenação que o Senhor faz à prática homossexual. A mais escancarada foi em 1Cor 6,10 onde as palavras "efeminados" e "sodomitas" [em grego literalmente "arsenokoites" - homem que pratica coito com outro homem], foram retiradas e substituídas por "male prostitutes" (homens prostitutos) e "homosexual offenders" (ofensores de homossexuais!). Veja, agora, que se você prega para um homossexual que ele está em pecado quando pratica o homossexualismo, você o está ofendendo e você é que está cometendo o pecado imperdoável!!!

A corrupção foi tanta, que 64.576 palavras estão faltando na corrupta NVI e DEZESSETE VERSOS INTEIROS! Veja a lista:

Em Mateus:               3 versos:        17:21, 18:11 e 23:14.
Em Marcos:               5 versos:        7:16, 9:44, 9:46, 11:26 e 15:28.
Em Lucas:                  2 versos:        17:36, 23:17.
Em João:                   1 verso:          5:4.
Em Atos:                    4 versos:        8:37, 15:34, 24:7, 28:28,
Em Romanos:           1 verso:          16:24 e
Em 1João:                 1 verso:          5:7.
Total:                         17 versos subtraídos!

A NVI foi lançada no Brasil, e certamente é a preferida das igrejas evangélicas gays: ‘Sinos de Belém’ e ‘Acalanto’. Ótima, para as corriqueiras cerimônias “matrimoniais” gays da igreja presbiteriana.

E assim vai o povo errante do “Somente a fé”, do “significa”, dos falsários mortos, do errático tradutor de dezesseis anos que se dizia “padre”, do “revista e corrigida”, do “ corrigida e fiel”, do Shakspear, do arranca livros e da lésbica tradutora, chamando o Todo Poderoso Deus, de “El Shadai”(???),  de “Jeová” (???), ou qualquer outra coisa que os corruptores determinarem. O problema, como vimos, é que seus ludibriados leitores viciam na palavra errada.  

O Reverendo. Dr. Aked, ministro batista, declarou à "Appleton's Magazine," em setembro de 1908:

"Nas páginas da versão protestante da Bíblia será achado erros históricos, enganos aritméticos, inconsistências e contradições múltiplas, e, o que é longe pior, a pessoa acha que os crimes mais horríveis são cometidos por homens que falam: 'Deus disse,' em justificação de seus terríveis atos. Além disso, a Bíblia inglesa é uma versão de uma versão que é uma tradução de uma tradução. Veio do hebraico, grego e latim em inglês. Em todas suas fases antigas foi copiada à mão de um manuscrito a outro por escritores diferentes, um processo que resultou em muitos enganos".

Corrompendo e mutilando a Bíblia, Lutero e seus seguidores caem sob a maldição da própria Bíblia, que diz:

"Eu declaro a todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro; E se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, descritas neste livro." (Apoc. 22,18-19).

"É que de fato, não somos, como tantos outros, falsificadores da palavra de Deus. Mas é na sua integridade, tal como procede de Deus, que nós a pregamos em Cristo, sob os olhares de Deus." (2 Cor. 2,17).


Bibliografias ao longo do texto.

Autor: Fernando Nascimento  

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