domingo, 5 de junho de 2011

FRAUDE BATISTA SOBRE O CARDEAL HOSIUS


I - MAIS UMA MENTIRA

Esta é dos Batistas:

"... Quero introduzir de propósito, o testemunho "não batista" da grande antiguidade do povo Batista. Cardeal Hosius (1504-1579) era um prelado Católico Romano cuja obra vitalícia foi a investigação e supressão de grupos não Católicos. Foi nomeado pelo Papa Paulo IV um dos três presidentes papais do famoso Concílio de Trento. Liderou vigorosamente a obra da contra-reforma. Se alguém conheceu as doutrinas e a história de grupos não Católicos após a Reforma, era o Cardeal Hosius. Ele disse: "Se os Batistas não fossem atormentados e cortados fora com a faca durante estes últimos 1.200 anos, fariam um enxame de maior número que todos os Reformadores." (Cartas Apud Opera, pp. 112, 113). Note cuidadosamente que este erudito autoridade Católica tem falado da ferrenha perseguição que os Batistas agüentaram, e que ele claramente faz distinção entre eles e os reformadores, e que ele os data 1.200 anos antes da Reforma Protestante...”



Autor: Oswaldo


Clique em: "Pg. 112 da obra citada em LIBER EPISTULARAUM 
de Stanislau Hosius"

II - ONDE SE ENCONTRA ESTA MENTIRA


1. O PREGADOR: 10/01/2010



2. TEMPLO BATISTA BÍBLICO

3. BLOG DO PR. LUCIANO

4. DEBATE BÍBLICO

5. RASTRO DE SANGUE

6. OBREIRO APROVADO

7. BATISTAS NÃO SÃO PROTESTANTES

8. SETE CARACTERÍSTICA DISTINTIVA DA IGREJA BATISTA




III - A VERDADE

CONSIDERAÇÕES LÓGICAS/COMPROVAÇÃO DOCUMENTAIS

“Com o passar do tempo, as seitas pentecostais e depois as seitas racionalistas e anti-trinitárias, que não tinham mais o mínimo compromisso com a realidade e o bom senso passaram a reescrever a história, evidentemente a seu favor, "encontrando" em toda a humanidade passada membros destas seitas, mantendo a ligação entre Cristo e os novos "pastores", chegando mesmo a remontar sua instituição ao primeiro homem - Adão!



Evidentemente, estes membros, que eram a "igreja" que atravessou os séculos, foram sempre perseguidos e martirizados, tendo que passar todo esse tempo incógnitas - 1500 anos, alguns até 1900 anos - e por isso não puderam ser registrados pela história oficial.




ADENDO DO OSWALDO

A terrível "perseguição" imaginada e sofrida pelos batistas por
parte da Igreja Católica desde o século IV, não lhes permitiu
aparecer nem deixar registros históricos (?!).
Alegam: "A terrível 'perseguição' que lhes movia a Igreja Católica não lhes permitiu sequer aparecer" 

Entretanto, , o que faziam esses "valorosos" filhos da luzQue faziam esses "denodados" batistas, enquanto os católicos, derramando seu sangue pela causa de Cristo, enfrentando todas as adversidades convertiam romanos e bárbaros, espalhavam o saber em suas inúmeras escolas paroquiais e universidades e levavam a luz de Cristo às mais distantes parte da terra? 
É vergonhoso dizer, mas estes "heróis" se e
scondiam-se às pencas nos mais recônditos desvãos e obscuros buracos das montanhas, acovardados, borrando-se todos de medo da "Santa Inquisição"!!!!... (Eram tão peritos na arte do "esconde-esconde" que nesses 1200 anos a Inquisição nunca logrou meter na fogueira nenhum deles!!!).

Pelo que foi dito esses "corajosos" e "verdadeiros" cristãos, escondiam a "luz" de Cristo debaixo do alqueire (medida de capacidade) em vez de pô-la num "velador" [haste com peanha (pedestal)] (Almeida - Mat, 5:15): 

"... nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa."


Veja o caso da citação do cardeal Hosius, citada pelos batistas:

"O cardeal Hosius, católico, 1524, presidente do Concílio de Trento, escreveu: "Não fosse o fato de terem os batistas sido penosamente atormentados e apunhalados durante os mil e duzentos anos, eles seriam mais numerosos mesmo do que todos os que vieram da Reforma!" (Hosius, Letters, Apud Opera, paginas 112,113)." OBSERVAÇÃO: A citação está incorreta: Em vez de "Letters" seria "Liber Epistularum" ; em vez de "Opera" deveria citar "Opera Omnia". 

Baseado nos dados mostrados, isto é, "Hosius, Letters, Apud Opera, paginas 112,113, consegui verificar o "Liber Epistularum" (Letters) de Osius, que se encontra na Biblioteca Estadual da Baviera proprietária de um original, do qual extraí o final da pg. 112 e início da pg. 113, supondo-se que, por se tratar de declaração tão pequena deveria estar presente nas duas páginas, isto é, no final da pg. 112 e no início da pg. 113:


LIBER EPISTULARUM DE HOSIUS
.............................................................................................



1ª Mentira: - O cardeal Hosius não foi quem presidiu Trento, mas foi assistente do cardeal del Monte.

2ª Mentira: - A data também é imprecisa, pois o Concílio foi de 1545 a 1563.

3ª Mentira: - A citação é ainda mais suspeita, pois os batistas nem haviam surgido ainda, e um cardeal diz que eles foram perseguidos por 1200 anos? Se nem o dr.(?) Carroll [autor e inventor das mentiras] conseguiu identificar alguns destes "perseguidos", que devem ter sido numerosos, dado o dilatado tempo da alegada perseguição, como atribuir a um cardeal tal frase?


O QUE PODERÃO ALEGAR 

Poderão alegar que a passagem se encontra por inteiro no corpo da pg. 112 e repetida igualmente no 113. 

Para provar a falsidade reproduzo a seguir por inteiro a pg. 112. Mesmo que o leitor não entenda de latim, ao menos, poderá verificar que nesta página não existe nenhuma palavra "Baptista" ou mesmo "Anabaptista" necessária, visto constar na declaração atribuída ao cardeal. A seguir a reprodução das páginas 112 e 113:


Clique em: 
"Pg. 112 da obra citada em LIBER EPISTULARAUM de Stanislau Hosius"


Clique em
"Pg. 113 da obra citada em LIBER EPISTULARAUM de Stanislau Hosius"






O livro "Rastro de Sangue"


J. M. Carrol - (Dr.?)
Fantasioso Autor de
"Rastro de Sangue"
O livro "Rastro de Sangue" escrito por J. M. CARROLL,  repete a mesma história.

Nesse caso, os batistas seriam este povo oculto, que foi perseguido desde Tertuliano até a reforma pelos católicos, e depois da reforma pelos calvinistas e zwinglianos, mas que nunca esmoreceu, permanecendo com as chamadas notas da igreja do Novo Testamento, segundo o desconhecido dr.(?) Carroll.


É evidentemente mais uma reedição caricaturada da história” [Montfort –  Autor: Marcos Libório]


O Concílio Tridentino

”... O Concílio Tridentino foi convocado pelo papa Paulo III com a bula Laetare Jerusalem (19-11-1544) , inaugurado em 13 de dezembro de 1545. A bula papal destinava ao concílio as tarefas de :

1. condenar os erros em matéria de fé ,


2. deter os abusos ,


3. reconstituir a unidade da Igreja,


3. fazer a cruzada contra os turcos.


Tiveram direito a voto (por cabeça) os cardeais e os bispos .




O Papa Paulo III decreta a suspensão do Concílio de Trento.

Inaugurado com a presença de 31 bispos, a maioria italianos, sob a presidência dos legados papais, os cardeais Giovanni del Monte, Marcello Cervini e o inglês Reginald Pole, o Concílio de Trento foi suspenso por Paulo III em 1549, em decorrência da epidemia de tifo e da transferência do concílio para Bolonha, com o objetivo de escapar à excessiva ingerência de Carlos V.

Reabertura do Concílio Tridentino.

Em 1551, após a suspensão , pelo papa Júlio III, sucessor de Paulo III, o Concílio de Trento chega a ter seis sessões solenes, mas é novamente suspenso em abril de 1552, devido ao fracasso das negociações com os protestantes e à traição de Maurício da Saxônia, que passara a apoiar os franceses. Contudo, no decorrer dessas sessões, o Concílio não deixou de discutir e aprovar importantes decretos, como os que versavam sobre a presença real de Cristo na Eucaristia (doutrina da transubstanciação), sobre a penitência (necessidade da confissão auricular) e sobre a extrema-unção.


João Leyde

A Reforma Protestante criou duas correntes: uma mística e uma racionalista. A Igreja luterana estava inserida na corrente racionalista e os movimentos anabatistas e milenaristas representavam a linha mística .

Lutero era intolerante com todos os que discordavam de sua doutrina, malgrado tivesse proclamado a doutrina do livre-exame da Sagrada Escritura .

Defendeu a guerra contra os camponeses anabatistas e excomungou Storch e Münzer.

O triunfo luterano sobre os milenaristas em Frankenhausen não acabou com a corrente mística.

João de Leyde era um místico inserido no fenômeno milenarista , considerava-se um Messias; foi coroado no cemitério da cidade e implantou um reino comunista de terror e promiscuidade sexual em Munster considerada a Nova Jerusalém.

Tanto católicos como protestantes resolveram exterminar o misticismo anabatista. João de Leyde (Leida) fugindo de Munster, instalou-se em Basileia. Trocou seu nome para David Joris, pregava na clandestinidade. Considerado o mais cruel de todos os anabatistas.

O Bispo reconquista a cidade; preso e torturado, João de Leyde teve seus ossos colocados numa jaula suspensa nas torres da Catedral.

Batistas

IGREJA BATISTA - Fundada em Londres, em 1611, por um
grupo de luteranos liderados por Thomas Helwys (1550-1616)
 e difundida nos Estados Unidos. Valoriza o sacramento do
batismo, mas não reconhece o batismo recebido na infância.
Para eles, esse sacramento depende de uma decisão pessoal
tomada oor um adulto
Os batistas atribuem sua origem aos anabatistas, mas foram ex-luteranos que fundaram esse confissão protestante. A Igreja batista nasceu de um grupo de luteranos.

Sendo fundada em Londres, em 1611, a partir de um grupo de luteranos liderados por Thomas Helwys (1550-1616).

Segundo os batistas, a salvação não necessita das boas obras. Valorizam o batismo e defendem sua realização em adultos . Grande presença nos EUA!




Cardeal Hosius

Stanislaus Hosius (1504-1579), Cardeal polonês nascido em Cracóvia a 5 de maio 1504.

Estudou direito em Padua e Bologna, entrou para a Igreja e tornou-se bispo, em 1549, de KuIm; em 1551 , de Ermland, e em 1561 feito cardeal.
O bispo Hosius participou do Concílio de Trento. Os batistas gostam de citá-lo para provar que são descendentes dos anabatistas .
Hosius teria chamado os batistas de 'anabatistas' em 1554. O cardeal Hosius não presidiu Trento, foi assistente do cardeal del Monte... “ (Prof. Everton Jobim)





CONCLUSÃO DO ADENDO DO OSWALDO

Um pouco mais sobre a declaração atribuída a Hosius

É claro que se trata de uma retumbante mentira.


A propósito disso já consultei a muitíssimos batistas objetivando descobrir a verdade sobre o texto principalmente solicitando se poderiam mostrar o texto original latino completo. Ninguém foi capaz de atender meu pedido.

É claro que se trata de um texto apócrifo cuja identificação foi simplesmente inventada tendo por fim “provar” que os Batistas, entre todos os rebelados, é o único grupo cristão dentre as mais de 300.000 seitas rebeladas, a qual existia antes da Rebelião Protestante e dos movimentos que a precederam.

Todavia, a partir dos dados mostrados



A Verdadeira História que os Batistas não Contam

Aqui chegamos àquela tristíssima figura de polígamo chamado João de Leyde (1), um doido amancebado com 17 mulheres. Este homem sumamente exaltado é o único fundador desta seita. O princípio de discórdia foi o batismo das crianças.Um pouco antes, no início da reforma, Lutero já condenava os chamados profetas de Zwickau (2), cujo chefe e fundador era o famoso Tomás Munzer, um dos participantes na revolta dos camponeses.
Thomas Müntzer, Monumento
em Mühlhausen.
Como se sabe, ele foi preso na batalha de
Frakenhausen e decapitado no mesmo lugar. Os seguidores de Munzer fizeram de cidade de Münster o foco de sua pregação e foram chamados de anabatistas, um dos quais, que se chamava João Bockhold, mudou seu nome para João de Leyde; este fanático revolucionou a cidade em 1534 e, na frente de um verdadeiro exército de exploradores, expulsou o bispo desse lugar e ai estabeleceu a poligamia (3) e a comunidade de bens, em que tudo era de uso comum (de todos) incluindo as mulheres!!!!!!!!!!!(4). Em 1536 um pároco católico de Wittmarsum, Menon Simão, seduzido pela reforma, apostatou e abraçou as idéias de João de Leyde. Menon quis suavizar um pouco a doutrina dos sanguinários anabatistas (5); para distinguir a sua reforma das seitas congêneres, deu-lhe o nome de BATISTAS.

Os BATISTAS tiveram, pois a sua origem de João de Leyde e de Menon, sacerdote apóstata de maus costumes, que os separou dos anabatistas. A doutrina dos batistas reformados respirava
ódio implacável ao poder civil. Batizavam somente os adultos, com uma imersão completa e estavam aferrados à teologia calvinista da predestinação, salvação e santificação do sábado em vez do domingo. João de Leyde, tendo chegado a dominar com seus adeptos a cidade de Münster,

1. - proclamou-se REI ABSOLUTO DE SIÃO,

2 - casou-se com 17 mulheres,

3 - deu o exemplo da mais hedionda orgia e

4 - mandou executar, sem julgamento, todos aqueles que se opuseram à sua vontade.

A reação não se fez esperar. A cidade foi cercada e sendo tomada de assalto, João de Leyde foi supliciado pela indignação popular. Devido a seus crimes de violência e imoralidades os anabatistas foram repelidos em toda parte e perseguidos por católicos e protestantes e foram se espalhando e se enfraquecendo, dando origem a várias seitas novas.

Em 1600 um anabatista fundou na Holanda a nova seita dos mergulhadores (Dompelaars) que conservaram as mesmas idéias a respeito do batismo das crianças e obrigaram os adultos a um segundo batismo pela imersão. Depois de diversas ramificações (congregacionalistas, generais-batistas e anabatistas... ), em 1640 Henri Jesley, pastor puritano, mandou à Holanda um delegado para receber dos mergulhadores o batismo de imersão e depois implantar a mesma prática na Inglaterra, onde introduziram a nova seita dos BATISTAS, cujos adeptos foram os PURITANOS que se insurgiram contra as determinações reais em matéria religiosa... Daí para frente acho que você conhece a história dos BATISTAS.

Em 1950 os BATISTAS estavam classificados como SOCIALISTAS e ANARQUISTAS; os BATISTAS não reconhecem a liberdade de livre-arbítrio; ensinam a licença, isto é, o abuso da liberdade... (isto é verdade? Lembre-se que estou contando o que foi escrito na metade do século passado... você sabe, as seitas se modificam muito e talvez hoje não procedam mais assim). Em 1793 rebentou a primeira divisão, ocasionada por William Carey surgindo outras mais por causa do batismo; uns rejeitaram completamente este sacramento, intitulando-se IGREJAS ABERTAS; outros iam negando ao batismo o caráter sacramental, considerando-o como simples cerimônia bíblica, sem força para dar a vida sobrenatural. Roger William fez-se batista e fundou uma nova seita chamada

BATISTA DOS SEIS PRINCÍPIOS. Houve, deste feito, em pouco tempo, os

BATISTAS LIVRES, os
BATISTAS REFORMADOS, os
BATISTAS CAMBELISTAS, os
BATISTAS CONGREGADOS, os
BATISTAS DOS SEIS PRINCÍPIOS, os
BATISTAS DO SÉTIMO DIA (adventistas), os
BATISTAS DAS IGREJAS ABERTAS, os
BATISTAS DA IGREJA DE DEUS, os
BATISTAS CRISTIANOS, os
BATISTAS DE COMUNHÃO LIVRE,
etc., etc., etc.

___

(1) - "Escritos Sobre a Nova Arte de Ensinar" - Wolfgang Ratke (1571-1635) - Pg. 33;
(2) - "Dicionário Enciclopédico de Teologia" - Arnaldo Schüler - P. 378;
(3) - "Arquivo Popular" - V.4 - Pg. 147 - Ed 1840.
(4) - cfr. J. BOLLE, Les séduction du comunisme pp. 47 a 67 - Montfort(5) - ENGELS, Friedrich. As guerras camponesas na Alemanha. São Paulo: Grijalbo, 1977. p. 37-49 - Apud "História e Sociedade" de Orides Maurer Júnior -  





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