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terça-feira, 21 de junho de 2011

INDULGÊNCIAS - A Lenda da "Venda de Indulgências"

I - A MENTIRA - "Ainda que tenhas violado Maria mãe de Deus, descerás para casa perdoado e certo do paraíso!" ("O Papa e o Concílio" escrito por Döllinger sob a ordem do ditador Otto von Bismark)



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07/09/2008
Autor da DENÚNCIA: - 
Fernando Nascimento

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A LENDA DA VENDA DE INDULGÊNCIAS


II - A MENTIRA ENTRE OUTRAS, ESTÁ NOS SITES PROTESTANTES


1. GRAÇA MAIOR

http://gracamaior.com.br/ibsd-x-catolica/estado-do-vaticano-documentario-5.html

2. SOBRE AS ÁGUAS
http://www.sobreasaguas.com.br/romano.htm

e diz:

3. SOLA SCRIPTURA


4. IGREJA VIVA


5. QUADRANGULAR


6. JESUS SITE


E em muitos outros sites evangélicos amigos da mentira.

 III - DESMASCARANDO O EMBUSTE:


Johann Josph Ignaz von
Döllinger, grande caluniador
da Igreja de Cristo

A fonte citada, "O Papa e o Concílio", é a matriz do embuste que enganou o Sr. Tayne, citado junto a fonte e também Rui Barbosa, quando eram inexperientes.

"O Papa e o Concílio", foi forjado na Alemanha em 1870 pelo apóstata Döllinger, sob o pseudônimo de Janus, por encomenda do tirano Bismarck, para irresponsavelmente atacar a Igreja, tendo sido esquecida depois por ser um trabalho sujo; traduziu-a Rui Barbosa, em sua juventude, e depois arrependeu-se, pelas calúnias e pelo ataque apaixonado que o livro faz contra a Igreja Católica, não permitindo mais sua reimpressão enquanto vivo; após a sua morte, sarcasticamente reimprimiram a obra, rejeitando porém um prefácio que explicava o arrependimento do católico Rui Barbosa. Bismarck foi um tirano alemão, que tentou resolver os problemas da Alemanha com “sangue e aço”, e também calúnias contra a Igreja. Fontes consultadas: (Enc. Encarta 99), (http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20040830124106&lang=bra).

Veja na página 6, da Academia de letras a repulsa de Rui Barbosa pelo livro:


http://www.academia.org.br/abl/media/celebracao12.pdf
Ao fim de sua vida, disse o ainda mais católico Rui Barbosa:

“Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, de Carlos Mariano M. Santos (1998-2004) – Art 5). http://www.paginaoriente.com/livro/artigofin.htm

Este mesmo Rui Barbosa foi elogiado pelo Papa, quando de sua visita a Campo Grande, em 1991.

DEMONSTRANDO OS FATOS PELA PENA DE LUTERO:

Por volta de 1515, Um monge alemão, chamado Lutero, irou-se contra outro monge na Alemanha, que em desobediência ao Papa (em Roma), andava cobrando pelas indulgências apostólicas numa pequena cidade alemã.

Daí em 31 de Outubro de 1517, a tese de Lutero nº 91: “Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do Papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido”.

Veja que, o que o mercenário monge Tetzel fazia, não era a opinião do Papa. Na verdade, a cólera de Lutero, foi contra o ato deste dominicano mercenário, chamado Johann Tetzel. Como prova disso, dizia Lutero em sua tese nº 50: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o Papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas”.

Mas, os protestantes não ensinaram nada disso. Desonestamente ensinam até hoje que foi o Papa que vendia as indulgências, até caluniam que Tetzel vendia bula papal, pura calúnia odiosa.

Lutero não era contra as indulgências apostólicas, escreveu em sua tese 71: “Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.” E sim, contra a venda delas por inescrupulosos que faziam isso sem o conhecimento do Papa, coisa que os protestantes maliciosamente resolveram distorcer para diabolicamente rapinar na ignorância dos desavisados.

Até os slogans sujos atribuídos ao mercenário Tetzel, eles transferiram para a boca do Papa. Deus tenha misericórdia destes “artistas da oratória” (1Cor 1,17). segue...

O próprio Lutero alertava contra esses blasfemadores, que tentam em vão diminuir o poder papal, dizia em sua tese 77: “A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o Papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa”. E continua na tese 78: “Dizemos contra isto que qualquer Papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I. Coríntios XII”.

Como vemos, um mar de mentiras engoliu os protestantes de hoje. Vivem uma fantasia odiosa virtual, onde só o dinheiro de seu “dízimo” é real ($) no bolso dos pastores.

A Igreja Católica nunca vendeu indulgência, Lutero rebelou-se posteriormente, incitado por príncipes devassos alemães. Veja sua frase a seguir, onde ele contrário ao que dizia seu coração, resolveu rebelar-se contra a Igreja:

Em 25 de novembro de 1521 escreveu o confuso Lutero, aos agostinianos de Wittenberg: “Com tamanha dor e trabalho eu devo justificar a minha consciência de que eu sozinho devo acusar o Papa de anticristo e aos bispos de seus apóstolos. Quantas vezes meu coração não me abordou e me puniu com este forte argumento: ‘Isto é correto? Poderiam todos estarem errados e terem errado por todos os séculos? O que há de acontecer se tu errares e liderar uma multidão à condenação eterna?’” (De Wette, 2. 107, citado em O'Hare, p. 195).

O Papa levou dois anos convidando-o amigavelmente a reconhecer seu erro, enquanto este fazia arruaças queimando as bulas, até ser excomungado. Eis a bula do Papa enviada antes de sua rebelião: http://www.geocities.com/apologeticacatolica/exsurge.html

Assegurou Gottfried Fitzer, no livro Was Luther wirklich sagte: "... nunca houve a propalada exposição pública das “noventa e cinco teses” de Lutero. É UMA FARSA, também confirmada por dois historiadores, Erwin Iserloh e KIemens Houselmann. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada e fantasiosa, a notícia da afixação das teses. Não encontramos, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato, escreveu apenas:

"No ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg, sobre o EIba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porém modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém" .

Foi tudo uma farsa que engana os protestantes até hoje. Sabe-se que esta lenda da afixação das teses, foi inventada mais tarde, após a morte de Lutero, pelo alemão Melanchthon, em 1546. Provou-se que ele, Melanchthon, em 1517, estava na cidade de Tünbigen, e não em Wittenberg.

(Fitzer Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Munchen-Zurique, 1968.)

Sábio conselho é o de Jesus nas Escrituras: "O diabo é o pai da mentira" (Jo 8,44), e conseqüentemente do protestantismo.

Cai a farsa

Autor: Fernando Nascimento.

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