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sábado, 18 de junho de 2011

IGREJA CATÓLICA - A IGREJA CRISTÃ NÃO TINHA NOME

Índice das Mentiras
Autor: - Oswaldo


I - A MENTIRA



”... A igreja dos apóstolos não adotou nenhum nome específico. Ela é chamada no Novo Testamento simplesmente de igreja. Historicamente ela é denominada Igreja Primitiva, por ter sido a primeira; o sistema de governo e a organização da Igreja Primitiva, suas doutrinas e sua liturgia, eram bem diferentes do que é praticado pela Igreja Católica Romana; a verdade é que a Igreja Católica Romana surgiu das transformações ocorridas na Igreja Primitiva. Transformações que, lamentavelmente, só afastaram a igreja dos ensinos de Jesus Cristo.” – Artigo: “OS CINCO PONTOS DA CALVINISMO

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II - ONDE ELA SE ENCONTRA



1. http://72.14.205.104/search?q=cache:iHkxxHbMD1oJ:ipcamp.org.br/estudo/0000201.doc+503+purgat%C3%B3rio&hl=pt&ct=clnk&cd=23&lr=lang_pt

2. O SERVO:



http://vitali-calvinista.blogspot.com/2006_11_01_archive.html

III - A VERDADE



A IGREJA PRIMITIVA VIROU SORVETE?
 DEMONSTRAÇÃO LÓGICA/DOCUMENTAÇÃO

Ué!!!! Pra onde é que foi a IGREJA PRIMITIVA? Virou sorvete?

Pelas razões acima é de se supor que as portas do inferno PREVALECERAM contra a Igreja de Cristo (São Mateus 16,18) a qual “não tinha nome” e passou a chamar-se “IGREJA CATÓLICA”.

E Cristo, como é que fica nesta história? UM FALSO PROFETA que profetiza algo que não se concretiza?

Pelo que historicamente sabemos, antes de Constantino somente havia a Igreja primitiva e algumas seitas heréticas com pouquíssima ou nenhuma importância. O arianismo ainda não tinha surgido e o gnosticismo desaparecera no século III.

Constantino, o Grande
Portanto, se Constantino tivesse interesse em valer-se do cristianismo somente poderia ter escolhido a Igreja primitiva e nenhuma outra seita com pouca ou nenhuma importância para que pudesse ser-lhe de algum proveito.

Além disso, É MENTIROSA a afirmação de que a Igreja de Cristo não levava o nome de CATÓLICA e isto podemos provar por inúmeros documentos escritos e arqueológicos e entre estes vou mencionar três:

1 – O SÍMBOLO DOS APÓSTOLOS – É o “Credo”, composto pelos apóstolos, recitado pelos católicos em diversas circunstâncias. Dele temos vários e antigos registros, inclusive, encontramo-lo escrito no original de uma carta (c. 225) do bispo Marcelo de Ancyra , e figura também nos escritos de Justino, o mártir (150 d.C): Nele dizemos textualmente:

“Cremos na SANTA IGREJA CATÓLICA... na vida eterna. Amém”

2 – CARTA DE INÁCIO DE ANTIOQUIA – Aqui, Inácio de Antioquia, bispo e mártir, em sua epístola à Igreja de Smirna se refere à Igreja de Cristo chamando-a de IGREJA CATÓLICA:

"Considerai legítima a EUCARISTIA [missa] realizada pelo bispo ou por alguém que foi encarregado por ele. Onde aparece o bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA" (Inácio de Antioquia, bispo cristão martirizado por volta de 107 d.C. por sua fidelidade a Cristo - Carta aos Esmirniotas cap. 8).

3 – CÂNON DE MORATORI – Escrito por volta de 150 d.C. este documento se refere à igreja primitiva com o nome de IGREJA CATÓLICA:

"Deve-se, entretanto, reconhecer uma só Igreja, disseminada por toda a terra. João também, no Apocalipse, embora escreva só para as sete Igrejas, fala para todas. As cartas a Filemon, Tito e as duas a Timóteo, se bem que tenham sido redigidas por amor (a essas pessoas), não o foram menos para a honra da IGREJA CATÓLICA e para organização da disciplina eclesiástica. Há em circulação também uma epístola aos Laodicenses e uma aos Alexandrinos, escritas sob o nome de Paulo em favor da heresia de Marcião, e certo número de outras, que não podem ser aceitas na IGREJA CATÓLICA, porque não convém misturar o fel e o mel". (Cânon de Muratori escrito por volta de 150 dC).

CONCLUSÃO: - Mais uma vez fica provado histórica e documentalmente que os evangélicos mentem e muito. É muito difícil (ou talvez, até impossível) encontrar-se um único site protestante que não tenha pelo menos uma mentira.

OBSERVE-SE, no entanto, que todas as vezes que os desafiamos a localizar um única mentira em sites católicos (que não se refira a questões doutrinárias), ninguém até hoje conseguiu DENUNCIAR UMA MÍSERA MENTIRINHA.

Não será isto um claro sinal de que o ESPÍRITO SANTO DA VERDADE se encontra entre os católicos e não entre os rebelados?
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LUTO ჱܓ (Vanildo - evangélico)

querido amigo OSWALDO,

vc está certíssimo quanto as mentiras em sites protestantes. realmente, falta muito cuidado por parte desses sites em analisar como e quando os fatos realmente ocorreram, mas, quanto a não se encontrar mentiras em sites romanista, discordo totalmente.

mentiras é o que não faltam neles. mas a questão não será quanto a tradição, mas QUANTO AS DOUTRINAS. poderiamos inumerar várias doutrinas defendidas como sendo bíblicas:

o culto a maria, aos santos, as imagens, a eucaristia etc.

poderíamos facilmente dizer q tais ensinos não se acham nas páginas da bíblia sagrada. poderiamos dizer q todas essas doutrinas são frutos de um longo processo na história da igreja cristã. que elas tiveram um começo pós-bíblico e que, mesmo assim, encontram-se bem diferentes de quando começaram.

paz de haver mentiras em sites romanistas.

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OSWALDO -

Vanildo: - "... mentiras é o que não faltam neles. mas a quetão não será quanto a tradição, mas QUANTO AS DOUTRINAS. poderiamos inumerar várias doutrinas defendidas como sendo bíblicas: o culto a maria, aos santos, as imagens, a eucaristia etc. "
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Não pode alguém interpretar a Bíblia a seu modo, e depois vir acusar a Igreja de estar mentindo só porque ela interpreta a mesma passagem, desde o princípio, de forma diferente.

Há alguma razão particular para se ter a certeza de que é a sua interpretação pessoal que está certa e que, em consequência, as demais estão erradas?

Vejamos o seguinte exemplo:

"Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo" (São Mateus 26,26).

A Igreja, desde os primeiros séculos sempre ensinou que as palavras "isto é meu corpo" devem ser entendidas literalmente; já, a partir do séculos XVI, os rebelados protestantes começaram a entender que deveria ser dadas a estas palavras uma interpretação figurada.

Existe alguma razão especial segundo a qual se deve interpretar esta passagem figuradamente?

Na sua opinião, já que desde o princípio a Igreja sempre ensinou que o sentido destas palavras é literal, não seria mais plausível entender que ela tenha recebido esta compreensão a partir dos apóstolos?

Não ficariam mal os protestantes em querer mudar, sem uma razão muito forte, um ensino que vem sido ensinado pela Igreja desde os primórdios?

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