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quinta-feira, 23 de junho de 2011

JOÃO PAULO II e a BULA DAS SOCIEDADES SECRETAS

I - A MENTIRA





"(...) Em 27/11/1983, o papa João Paulo II promulgou uma bula que legalizou a participação dos católicos romanos nas sociedades secretas..."



À ESQUERDA - Bula Papal.





II - ONDE SE ENCONTRA

1.  ESPADA.ETI




2. JESUSSITE






III - A VERDADE DOCUMENTAL


Autor da denúncia:
Jefferson Nóbrega
 


O caluniador cita essa tal bula para criar uma relação do vaticano com a maçonaria.

Analisemos os fatos:

   
Em 27/11/1983 o Papa João Paulo II não promulgou nenhuma Bula, de onde será que eles tiraram essa informação fantasiosa?

Tal bula é mais uma fantasia na mente delirante dos protestantes. Talvez pela “proximidade da data” ou por desconhecimento histórico (fico com a segunda opção) o mentiroso autor do texto quisesse se referir ao Novo Código de Direito Canônico que tinha sido aprovado pelo Papa João Paulo II em 25 de Janeiro deste mesmo ano.

De fato alguns acusam a Igreja de não condenar mais a Maçonaria a partir do novo CDC, isso porque no novo código não aparece a Maçonaria explicitamente citada.

Como diz o ditado “o pior cego é aquele que não que ver” quem ler o que diz o CDC verá que não há necessidade da palavra “Maçonaria” no texto, diz o Novo Código:

"Quem se inscreve em alguma associação que conspira contra a Igreja, seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações, seja punido com interdito" (cânon 1374).

Pra bom entendedor meia palavra basta.

O Cardeal D. Eugênio de Araújo Sales, Arcebispo Emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro, através do artigo “MAÇONARIA E IGREJA CATÓLICA”, esclarece a posição da Igreja dizendo o seguinte:

“Desde o Papa Clemente XII, com a Constituição Apostólica In eminenti, de 28 de abril de 1738 até nossos dias, a Igreja tem proibido aos fiéis a adesão à Maçonaria ou associações 
maçônicas. Após o Concílio Vaticano II, houve quem levantasse a possibilidade de o católico, conservando a sua identidade, ingressar na Maçonaria. Igualmente, se questionou a qual entidade se aplicava o interdito, pois há várias correntes: se à anglo-saxônica ou à franco-maçonaria, a ateia e a deísta, anti-clerical ou de tendência católica. Para superar essa interrogação, o Documento da Congregação para a Doutrina da Fé, com data de 26 de novembro de 1983, e que trata da atitude oficial da Igreja frente à Maçonaria, utiliza a expressão associações maçônicas, sem distinguir uma das outras.

É vedado a todos nós, eclesiásticos ou leigos, ingressar nessa organização e quem o fizer, está em estado de pecado grave e não pode aproximar-se da Sagrada Comunhão .

Entretanto, quem a elas se associar de boa fé e ignorando penalidades, não pecou gravemente. Permanecer após tomar conhecimento da posição da Igreja seria formalizar o ato de desobediência em matéria grave.

A Congregação, no mesmo Documento de 26 de novembro de 1983, declara que não compete às autoridades eclesiásticas locais (Conferência Episcopal, Bispos, párocos, sacerdotes, religiosos) pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas, com um juízo que implique derrogação do quanto acima estabelecido .

O novo Código de Direito Canônico assim se expressa: Quem se inscreve em alguma associação que conspira contra a Igreja, seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações, seja punido com interdito (cânon 1374). No dia seguinte à entrada em vigor do novo Código, isto é, 26 de novembro, é publicada a citada Declaração com a aprovação do Santo Padre.

Diz o Documento que a Maçonaria não vem expressamente citada por um critério redacional e acrescenta: Permanece, portanto, inalterado o parecer negativo da Igreja, a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a Doutrina da Igreja e, por isso, permanece proibida a inscrição nelas”.

(O fato de existirem eclesiásticos na maçonaria prova que há falhas na disciplina)

Cardeal D. Eugênio de Araújo Sales Fonte: Voz do Pastor, 26/01/2001)

 
Interessante que os mentirosos usam a data 27/11/1983 dizendo que a partir daí o papa teria autorizado o ingresso nas sociedades secretas, mas diante dessa mentira a verdade aparece com um pronunciamento do então Cardeal Ratzinger hoje Papa Bento XVI no dia 26/11/1983 (um dia antes da data mentirosa acima).

Vejamos as palavras do Cardeal:


Cardeal Eugênio de Araújo Sales
 DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA
Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé

26.11.1983

Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria, pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior. Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas. Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas.

 
Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. Não corresponde às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cf. AAS 73, 1981, p.240-241).

O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, e ordenou a sua publicação. Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de Novembro de 1983. (Joseph Card. RATZINGER Prefeito)

Vatican

Considerações finais:

No novo Código de Direito Canônico, promulgado em 25 de janeiro de 1983, não aparece mais a excomunhão “latae sententiae” contra os maçons. Em lugar do antigo cân. 2335 aparece o novo cân. 1374: “Quem se inscreve em alguma associação que maquina contra a Igreja seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações seja a punido com interdito”.

 
Pareceu a muitos que a conseqüência da retirada da excomunhão “latae sententíae” permitisse a livre inscrição na Maçonaria. Mas em 26 de novembro de 1983, na véspera da entrada em vigor do novo Código de Direito Canônico,

L´Osservatore Romano publicou uma “Declaração sobre as associações maçônicas”. O texto da Declaração afirma:

a) Permanece imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas.

b) Os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja.

c) Permanece proibida a inscrição na Maçonaria.

d) Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.

e) Não corresponde às autoridades eclesiásticas pronunciar-se sobre a natureza das associações maçônicas com juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido (L´Osservatore Romano, 26/11/1983)

E novamente nos deparamos com mentiras infundadas para seduzir os menos instruídos.


Agora o que será que eles têm a dizer sobre essa foto:

O letreiro da fachada diz:

"Os maçons identificam-se com os Presbiterianos".

E a Maçonaria retribui com o artigo:

MALHETE  [Já retiraram o artigo!]

Fica novamente desmascarada outra farsa protestante na tentativa impossível de vencer a promessa de Cristo “as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.(São Mt 16, 18).


Autor: Jefferson Nóbrega

Sancte Michael Archangele, Defende nos in praelio

Ut inimicos Santae Ecclessiae humiliari digneris, te rogamus, audi nos!

Cai a Farsa.




Fernando Nascimento

O site “Afrodescendentes nas Igrejas Evangélicas” orgulhosamente propala:


Barack Obama, na verdade é também um Maçon grau 32, como podemos verificar na página da Maçonaria Brasileira:


“O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama é um sublime príncipe do Real Segredo, Grau 32 do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), de Obediência pertencente à Maçonaria Prince Hall”

Relação dos Presidentes dos Estados Unidos que foram ou são maçons:

1 – George Washington (Pres. 1789-1797)

2 – James Monroe (Pres. 1817-1825)

3 – Andrew Jackson (Pres. 1829-1837)

4 – James K. Polk (Pres. 1845-1849)

5 – James Buchanan (Pres. 1857-1861)

6 – Andrew Johnson (Pres. 1865-1869)

7 – James A. Garfield (Pres. 1881)

8 – William McKinley (Pres. 1897-1901)

9 – Theodore Roosevelt (Pres. 1901-1909)

10 – William H. Taft (Pres. 1909-1913)

11 – Warren G. Harding (Pres. 1921-1923)

12 – Franklin Delano Roosevelt (Pres. 1933-1945)

13 – Harry S. Truman (Pres. 1945-1953)

14 – Gerald R. Ford (Pres. 1974-1977)

15 – Barack Hussein Obama II (Pres. 2008-2012)


Autor: Fernando Nascimento.

 




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