sábado, 6 de setembro de 2014

LANÇADO NO BRASIL DOCUMENTÁRIO QUE DENUNCIA A INDUSTRIA DO ABORTO

Diga não ao aborto
O Apostolado da Divina Misericórdia e a casa pró-vida Mãe Imaculada apoia e recomenda este documentário
A Europa Filmes e a Estação Luz Filmes, distribuidora e produtora cinematográfica, lançam o documentário Blood Money – Aborto Legalizado, produção norte-americana independente, assinada pelo diretor David Kyle.
Na pré-estreia que aconteceu no dia 5 de novembro em São Paulo o diretor falou sobre essa sua primeira incursão no cinema com esse documentário polêmico, que está se tornando um cult pelo realismo com que trata o tema do aborto e pelas denúncias que faz.  O filme entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro nas cidades de Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Belém, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza.
Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição nacional, tem expectativa de interesse do público brasileiro para Blood Money – Aborto Legalizado, pois o filme, segundo ele, disseca o tema, esclarecendo e revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos.“Apesar de mais de 70% da população brasileira serem contra a legalização do aborto,de acordo com os principais institutos de pesquisa do país, o tema gera polêmica e causa grande interesse. O filme esclarece o assunto sob vários aspectos. Por isso, esperamos que provoque repercussão e atraia o público”, assinalou Girão, acrescentando que “o documentário pode contribuir para o amadurecimento deste necessário debate no Brasil, onde ainda teimamos em tratar o aborto com hipocrisia”.
 O conteúdo do documentário
O documentário de Kyle trata do funcionamento legal da indústria do aborto nos Estados Unidos, mostrando de que forma as estruturas médicas disputam e tratam as clientes, os métodos aplicados pelas clínicas e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista.
O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos, legais e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano, com direitos de garantia de vida em contraposição ao direito da mulher de dispor de seu corpo, e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
Blood Money – Aborto Legalizado traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista política, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.

A  produção do documentário
David Kyle, 48 anos, casado, quatro filhos, dois netos, morador de Mariland, ao norte de Washington, é o diretor do documentário Blood Money – Aborto Legalizado, produção na qual dedicou seis anos.
Kyle idealizou o documentário em 2004, durante as eleições presidenciais naquele país, quando o tema foi amplamente debatido, mas só conseguiu começar a realizá-lo em 2008. Desde então, vive em função desta produção que o levou à Espanha e ao Brasil.
Ex-paraquedista e instrutor do exército norte-americano, envolveu-se na política como consultor, conselheiro e candidato, mas desiludiu-se “por causa da corrupção”, dedicando-se, hoje, a divulgar a produção que denuncia os fatos da indústria do aborto, nos Estados Unidos.
Kyle trabalhou como editor e articulista, coordenou campanhas em jornais e tevês e supervisionou a produção de vídeos institucionais, durante sua atividade política, e assim teve o que se poderia qualificar quase como sua primeira incursão na área. Nesta época, conheceu o produtor John Zipp e juntos decidiram realizar um documentário sobre aborto, tema muito debatido por questões eleitoreiras, mas, para eles, verdadeiramente desconhecido dos americanos.
Com o levantamento completo sobre o assunto, listados os principais especialistas do tema nos Estados Unidos, roteiro definido e recursos para produção adquiridos, em 2008 e com dois cinegrafistas Kyle começou a percorrer os Estados Unidos colhendo depoimentos. O documentário foi concluído em junho de 2010, dois anos depois do início de sua produção, e, no mesmo ano, foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos e depois em televisão.
A temática vem atraindo o interesse de sua distribuição fora dos EUA. Primeiro, foi lançado na Espanha em versão dublada e exibido, segundo seu diretor, em 40 salas. Agora, no Brasil, o planejamento inicial da Europa Filmes prevê a exibição em cerca de 20 salas em nove cidades.

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