sexta-feira, 1 de abril de 2016

O TERRORISMO PETISTA

Archive for the ‘terrorismo petista’ Category

Relação de marginais perigosos procurados pela Polícia – Não tente resistir, eles matam sem piedade como os terroristas bárbaros da década de 1970

22 de julho de 2014

A capacidade que tem o PT de produzir sacanagem ultrapassa em 1000% a criatividade de Franz Kafka

9 de novembro de 2013
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Hora da colheita: Professores ensinam que Polícia defende a Classe Dominante

27 de outubro de 2013

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Tráfico em aldeia, índio que matou dois policiais traficava, resultado do politicamente correto e impunidade em reservas indígenas


16 de agosto de 2011
Condenado por morte de policiais, índio é preso pela PF por tráfico
PEGOU SÓ UM ANO, PELO CRIME BARBARO.
Confronto entre sem-terra e policiais militares na Esplanada dos Ministérios deixou mais de 40 feridos 
Indígena foi flagrado com maconha; operação ainda apreendeu duas motocicletas
Fabiano Arruda
http://www.campograndenews.com.br/cidades/pf-prende-indio-em-caarapo-acusado-de-matar-policiais-civis-em-2006
Quero deixar aqui o meu protesto contra esse movimento de criminosos do MST ,composto ,não por trabalhadores rurais ,SEM TERRA , mas por MILÍCIAS ARMADAS .
Policiais federais prenderam nesta manhã, durante desdobramento da Operação Tekohá, na Aldeia Tey Cuê, em Caarapó, Ezequiel Valensuela, que já esteve preso por um ano por duplo homicídio triplamente qualificado dos policiais civis Rodrigo Lorenzzato e Ronilson Magalhães Bartie em 1º de abril de 2006 na aldeia Passo Piraju, região de Dourados.



Segundo informações da PF, Valensuela foi flagrado na ação de hoje com quantidade, não revelada, de maconha.
Na época do crime, conforme consta, os policiais foram assassinados mediante emboscada e outros recursos que dificultaram a defesa, requintes de crueldade e utilização de punhais, facas, pedaços de madeira e arma de fogo.
À época, chegou a ser afirmado que Valensuela e outros quatro índios guarani-caiuá teriam confundido os policiais com seguranças de produtores rurais da região.
Ainda durante a ação em Caarapó, ainda conforme a PF, foi lavrado Termo Circunstanciado contra uma jovem por porte de entorpecente, apreendida uma arma de fogo e duas motocicletas, que apresentavam sinais de adulteração e, possivelmente, são frutos de roubo.
Tekohá – Iniciada em 10 de junho, a Operação Tekohá, executada nas aldeias Jaguapirú e Bororó, em Dourados, prendeu 11 pessoas e registrou 362 ocorrências ou denúncias; média de seis por dia. Três indígenas foram presos em flagrante.
No período foram apreendidas 140 armas brancas, como facas, além de drogas, maconha e cocaína, bebidas alcoólicas e cartões de benefício de programas do governo retidos por traficantes.
A Federal também encontrou 721 quilos de leite em pó vencidos, enviados para as famílias indígenas por meio de programas sociais.
A Tekohá, desencadeada para combater violência e tráfico de drogas dentro da reserva, tem término previsto para 3 de outubro, quando a Polícia Federal deve deixar o comando da operação e repassar o policiamento para a Polícia Militar.

Do movimento Paz no campo – O racismo contra o movimento mestiço

15 de maio de 2009

Recebemos da organização “Nação Mestiça” um e-mail que relata como procedem os aliados da Seppir, a Secretaria de Promoção Igualdade Racial da Presidência da Republica.

“A II Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas, encerrou-se ontem (09/05/09). Com muitas manobras, os aliados da SEPPIR (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República) conseguiram todas as vagas para a Conferência Nacional. Quando ia ser iniciada a discussão sobre as propostas, a polícia de choque fez uma fila separando o movimento negro do movimento mestiço.

“Os ‘quilombolas’ e outras pessoas do movimento negro, alguns deles conhecidos militantes do PT e do PCdoB, votaram contra propostas que incluíam a palavra mestiço e caboclo. Nas propostas que vieram da municipal de Manaus e que incluíam a palavra caboclo, votaram pela retirada da palavra. Como a conferência estava se prolongando muito e os delegados deles já deviam estar cansados, aprovaram que a votação das propostas seria por bloco, ou seja, tudo ou nada. No bloco das propostas do grupo de Controle Social, que tivera maioria de mestiços e vieram com diversas propostas citando a palavra mestiço e caboclo, eles votaram contra todo o bloco, de modo que o Relatório Final da conferência do AM não terá propostas do grupo do Controle Social. Este foi o único bloco que não foi aprovado”.

“Os movimentos negros apresentaram oito candidatos que ficaram com as oito vagas da sociedade civil para a próxima Conferência Nacional.

“Aprovaram também uma moção contra o movimento mestiço e contra o FORAFRO – que são contrários a cotas raciais e a favor de cotas sociais”.

“Algumas pessoas não suportaram os constrangimentos e discriminações e se retiraram do evento, O movimento mestiço permaneceu até o fim lutando contra essa política de divisão racial do país – e continuará lutando”.

Diz ainda o documento que só conseguiram participar do evento porque chamaram a imprensa para estar presente.

É com atitudes como essa que se constrói a “democracia” do movimento quilombola que visa implantar no País – isto sim -a guerra de raças, o confisco rural e urbano e o coletivismo, como ficou demonstrado no livro “A Revolução Quilombola” do jornalista Nelson Ramos Barretto, que o Movimento Paz no Campo vem divulgando por todo o Brasil e do qual já se esgotaram duas edições em poucos meses.

Terror da censura petista na rede globo e ninguém se importa.

17 de fevereiro de 2009

O Carrasco Azul comunica:

“””URGENTE!!! LEIAM E REPASSEM! URGENTE!!!

Recebi este e-mail da socióloga e escritora Maria Lucia Victor Barbosa e, solicito aos amigos (as), divulgá-lo para os seus contatos:

Caríssimos amigos,
Ontem comuniquei que havia recebido um telefonema da Globo News, de Brasília. A pessoa me fez um convite em nome do Alexandre Garcia, para que eu participasse do “Espaço Aberto”. A pauta seria sobre América Latina. Eu iria para Brasília hoje e amanhã faria a gravação. Hoje voltaram a me telefonar dizendo que a pauta havia mudado e que ficaria para uma outra vez. Tenho absoluta certeza de que Alexandre Garcia me indicou para o programa, mas esbarrou na censura da Globo. Como podem comprovar mais uma vez nesse episódio, a censura do governo Lula, funciona para valer. Isso confirma o que já sabemos: é dificílimo termos algum espaço na mídia.

O único espaço em que ainda temos liberdade, por enquanto, é aqui na Internet. Mesmo sendo patrulhados e ofendidos pelos “companheiros”. Pois vamos em frente. Se somos do “Clube dos 16%”, encarnamos a única resistência, já que não temos partidos ou lideranças de oposição para unir e coordenar os descontentes e os indignados que somos. Em breve escreverei outro artigo e enviarei para vocês. Muito obrigada pela solidariedade e pela amizade, que apesar de virtual, é real. Somos poucos, mas existimos.
Um grande abraço,
Maria Lucia
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Historia da revolução de 1964 31 de março história do terrorismo no Brasil – o que os comunistas fizeram contra os brasileiros

1 de fevereiro de 2009

História do Terrorismo no Brasil – em PDF


Reunidos em 25 de julho de 1998, 32 anos passados das hediondas explosões do Recife, um punhado de democratas civis e militares, inconformados com a omissão das autoridades legais e indignados com a desfaçatez dos esquerdistas revanchistas, organizou o grupo “TERRORISMO NUNCA MAIS” (TERNUMA), a fim de resgatar a verdadeira história da Revolução de 1964 e, mais uma vez, opor-se a todos aqueles que ainda teimam em defender os referenciais comunistas, travestidos como se fossem democráticos.

A estratégia de guerrilha do MST

25 de janeiro de 2009
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O que é o Mst – o horror do mst

24 de janeiro de 2009

Os nossos Talibãs : MST


A fazenda Estância do Céu era uma típica propriedade dos pampas gaúchos. Localizada em São Gabriel, a 320 quilômetros de Porto Alegre, seus 5 000 hectares eram ocupados por 10 000 bois e 6 000 carneiros que pastavam entre plantações de arroz e soja. O cenário, de tão bucólico, parecia um cartão-postal. Tudo mudou na fria e ensolarada manhã do dia 14 de abril passado. Por volta das 7 horas, 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, invadiram a propriedade aos gritos. “Nós ganhamos. Ganhamos dos porcos. A fazenda é nossa.” Armados com foices, facões, estilingues, bombas, rojões, lanças, machados, paus e escudos, os sem-terra transformaram a Estância do Céu em um inferno. Alimentos e produtos agrícolas foram saqueados. As telhas da sede da fazenda foram roubadas. Os sem-terra picharam paredes, arrancaram portas e janelas e espalharam fezes pelo chão. Bombas caseiras foram escondidas em trincheiras. Animais de estimação, abatidos a golpes de lança, foram jogados em poços de água potável. Quatro dias depois, quando a polícia finalmente conseguiu retirar os sem-terra da fazenda, só sobravam ruínas.
Por Otávio Cabral
O que vai acima é trecho de uma reportagem sobre os métodos do MST, que completa 25 anos. A polícia gaúcha apreendeu um farto material do movimento. Ele ensina como roubar, fraudar cadastros do governo e fabricar bombas e trincheiras. A reportagem traz dados impressionantes. Dos 800 invasores que depredaram a fazenda Estância do Céu, por exemplo, 673 já foram identificados. Nada menos que 168 tinham passagem pela polícia. Havia antecedentes de furto, roubo e até estupro.
(…)
Na íntegra em:

Currículo da ministra e candidata Dilma Stela Roussef – Voto consciente

16 de novembro de 2008
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Guerra das polícias – Psdb condena terrorismo do PT

17 de outubro de 2008
Data: 16/10/2008
Sérgio Guerra critica politização de greve da polícia em SP
Senador reprova provocação petista feita às vésperas da eleição
Brasília (16 de outubro) – O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), rechaçou a politização da greve da Polícia Civil no estado de São Paulo. Na tarde desta quinta-feira, militantes do PT e de entidades ligadas ao partido e ao governo Lula como a Força Sindical e a CUT participaram de manifestação contra o governo paulista. Houve confronto nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes entre os policiais civis e os militares, que impediram a tentativa de aproximação da sede do governo. Guerra classificou o ato de “provocação” e avisou que fracassará a tentativa dos petistas de mudar os rumos do 2.º turno da eleição para prefeito na capital paulista, marcada para o próximo dia 26.

EQUILÍBRIO E AUTORIDADE
Minutos após falar com José Serra, Guerra foi ao plenário do Senado e disse que o governador está reagindo com equilíbrio e autoridade a um movimento contaminado de caráter político. Na opinião do presidente do PSDB, é comprometedora a participação de petistas na manifestação dos policiais civis, ainda mais em um momento em que a candidatura do partido à Prefeitura de São Paulo “naufraga”, como apontam as pesquisas eleitorais. “Não aceitamos esse confronto, essa precária oposição. Polícia misturada com CUT, polícia misturada com Força Sindical, polícia misturada com PT em uma mobilização para desfazer a autoridade do governador do estado às vésperas da eleição”, reprovou.
Como lembrou o senador, o PT é recorrente no uso de ações condenáveis na tentativa de mudar os rumos de eleições com perspectiva desfavorável. Foi o que ocorreu, por exemplo, no início desta semana, quando foram ao ar propagandas da campanha de Marta Suplicy questionando a vida pessoal do candidato Gilberto Kassab. Para o senador, foram insinuações “reacionárias, burras, descabidas e preconceituosas contra Kassab”. Outro episódio ocorreu na campanha presidencial de 2006, quando petistas foram flagrados com uma montanha de dinheiro que seria usado para comprar um dossiê contra o então candidato tucano Geraldo Alckmin, episódio ainda obscuro.
Na opinião do presidente do PSDB, as greves são naturais e explicáveis em um regime democrático. No entanto, o senador condenou a tentativa irresponsável de provocar, desmoralizar e agredir o governo paulista, em um movimento com a participação de entidades como a Força Sindical, cujo principal líder é investigado pelo Conselho de Ética da Câmara, e da CUT, aliada de primeira hora do Planalto. “Estão tentando criar incidentes para tentar mudar a definição das urnas. É preciso limite para o PT, que desempenha seu papel de forma deplorável. Não posso concordar com esse partido que se mete em mensalão, corrupção, confusão e conspiração, enfim, em todo esse movimento deplorável’, reiterou Guerra.
O parlamentar tucano alertou que o partido não aceitará o confronto de uma oposição que nada tem de democrática. “Não vão levar isso a frente. Levarão uma surra nas urnas. A primeira será agora. A segunda ocorrerá em 2010”, concluiu Sérgio Guerra.
Ao “Jornal Nacional” da TV Globo, o governador de São Paulo afirmou que uma minoria da polícia civil participou do protesto de hoje. Segundo Serra, dos 35 mil efetivos da força, no máximo 1,2 mil estiveram na passeata, sendo que muitos deles não são policiais, mas integrantes de partidos e de sindicatos como a Força Sindical e a CUT, como apontado por Sérgio Guerra. O governador reprovou ainda o uso de armas por manifestantes. “Reivindicações devem ser feitas na mesa, conversando”, apontou, ao alertar que o governo não aceitará o uso da violência.

Paulinho da força e a guerra das polícias

17 de outubro de 2008

"""""""  Os crimes cometidos sob o comando de Paulinho """""""


Paulinho da Força, aquele que foi flagrado pela POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO comandando desvios milionários num PROSTÍBULO DA CAPITAL, incentivou cidadãos de bem a praticarem uma série de ações criminosas, ou seja, TRANSFORMOU POLICIAIS EM BANDIDOS!
Acho bom os coordenadores da grave, aqueles que apóiam o Lula e seus assessores colocarem juízo nestes MIOLOS MOLES E ALOPRADOS DO PT QUE SE INFILTRARAM NA ASSOCIAÇÃO DOS POLICIAIS CIVIS DE SÃO PAULO.
Esses meliantes, que agora receberam autorização do STF para serem processados, conseguiram levar pessoas de bem e JOGAR O NOME DA POLÍCIA CIVIL NA LAMA, POIS FIZERAM VÁRIOS POLICIAIS CIVIS violarem os seguintes crimes capitulados no código penal.
Eis o grande feito de Paulinho, transformar policiais em bandidos:
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PECULATO –
Peculato
Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:
Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.
§ 1º – Aplica-se a mesma pena, se o funcionário público, embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o subtrai, ou concorre para que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.
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Dano
Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:
Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa.
Dano qualificado
Parágrafo único – Se o crime é cometido:
I – com violência à pessoa ou grave ameaça;
II – com emprego de substância inflamável ou explosiva, se o fato não constitui crime mais grave.
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A CUT Transformou cidadãos de bem em criminosos!
Fiquem atentos POLICIAIS, vocês estão servindo de massa de manobra para esse bando de aloprados.
INDEPENDÊNCIA OU MOARTA!! “” do orkut

Lixo humano do pt de lula fazendo terrorismo contra a brigada militar do rio grande do sul para prejudicar a candidatura do prefeito de porto alegre


17 de outubro de 2008


Terroristas da 13ª Marcha dos Sem, um amontoado de militantes da CUT, MST e das diversas seitas do PT, promoveram um tumulto na tarde desta quinta-feira, na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini, agredindoa Brigada Militar. O objetivo dos terroristas era um só: promover uma baderna para criar um clima favorável à esganizada deputada federal Maria do Rosário, candidata do PT à prefeitura de Porto Alegre, colocada em segundo lugar nas pesquisas eleitorais. Os terroristas de vários matizes tentaram ultrapassar a barreira formada por policiais militares que trancava o acesso do carro de som à frente do Palácio Piratini. Então partiram para a agressão direta, jogando o caminhão de som sobre policiais.

A Brigada Militar fez o que precisava ser feito: baixou o sarrafo democrático por um tempo suficiente para restaurar a ordem. Foi o suficiente para a horda de terroristas começar a gritar aos quatro cantos do planeta que tinham sofrido uma agressão. Videversus faz questão de deixar bem claro: os agredidos foram os brigadianos. E o que os terroristas queriam era um pouco de sangue para exercerem o papel que julgam necessário, o de vítimas, para tirar proveito eleitoral. Foi a mesma coisa que fizeram em São Paulo, só que lá usando policiais civis comandados pela CUT e Força Sindical para alcançar o mesmo resultado. Os terroristas precisam fazer este tipo de tumulto, porque mal e mal conseguem reunir 1.500 pessoas. Se fossem se juntar para fazer um comício para Maria do Rosário, seria um fracasso total, deporia contra a campanha, e fariam passar a imagem de que ela já está derrotada. Então a solução é promover um sururu na frente do Palácio Piratini. Vide versus saúda a aplicação do sarrafo democrático.
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