segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O ESTADO DO VATICANO - 22. A LENDA DAS 95 TESES DE LUTERO

Assegurou Gottfried Fitzer, no livro Was Luther wirklich seguinte: 

"... nunca houve a propalada exposição pública das 'noventa e cinco teses' de Lutero. É UMA FARSA, também confirmada por dois historiadores, Erwin Iserloh e KIemens Houselmann. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada e fantasiosa, a notícia da afixação das teses. Não encontramos, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato, escreveu apenas: "No ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg, sobre o EIba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porém modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém"



Foi tudo uma farsa que engana os protestantes até hoje.



MELANCHTHON
Sabe-se que esta lenda da afixação das teses, foi inventada mais tarde, após a morte de Lutero, pelo alemão Melanchthon, em 1546. Provou-se que ele, Melanchthon, em 1517, estava na cidade de Tünbigen, e não em Wittenberg.



Grande revelação de Jesus nas Escrituras: O diabo é o pai da mentira (Jo 8,44).



Se a ação de Lutero de lançar suas teses não tinha nada de excepcional, por que posteriormente isso foi lembrado em muitos livros didáticos de “história” com conotações de heroicidade ou excepcionalidade? Em primeiro lugar, porque os desdobramentos não necessariamente luteranos de uma “fé reformada” ganhou avultado corpo e agentes sociais. Sem isso, não há quem celebre ou crie memória social em torno de determinado evento. Em segundo lugar, várias idéias de outros escritos de Lutero foram utilizadas por políticos e intelectuais da segunda metade do século XIX para, muito antes de Max Weber, promover o capitalismo não encorajado pela fé cristã. Foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios “protestantes” o FALSO dia de lançamento das teses de Lutero, como um “marco de ruptura” com Roma. Essa farsa os engana até hoje. Muitos protestantes de hoje e outros que já morreram, nunca leram essas teses que muito defendem o Papa como intercessor de Cristo na terra. (Vide Teses 61, 69, 70, 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 80, 81, 83, 84, 87, 89, 90, 91). (Fonte consultada: Alexander Martins Vianna Prof. do Depto. de História da FEUDUC-RJ).



Se perguntarmos hoje a qualquer iludido protestante: Por que Lutero se rebelou contra a Igreja? Ele vencido pela astúcia do diabo diria: Porque o Papa vendia indulgência. Aí reside a farsa pregada pelos “pastores”. Nesse instante se lhe apresentarmos as teses 51 e 91 do próprio Lutero, causaremos o mais desastroso desconforto ao coitado do protestante, dizia Lutero nessas teses:

“Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro”. (Tese 51).

“Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido”. (Tese 91).

Isso prova que quem vendia indulgência era o desobediente monge Tetzel na Alemanha, sem o conhecimento do Papa, onde teve alguns embates com o também monge Lutero. Após o conhecimento do Papa, Tetzel foi repreendido e morreu de desgosto na cidade de Lipzing. Tetzel e Lutero haviam sido convidados a apresentar-se ao Papa para justificar suas brigas. Tendo Tetzel morrido, Lutero resolveu desobedecer e recusou-se a cumprir a convocação de seu superior. Insuflado por príncipes devassos, optou por rebelar-se e foi excomungado, fundando para si o protestantismo. Adiante, forjaram até uma falsa bula, para dizer que o Papa autorizava Tetzel. Maldade!

Bíblia de Lutero
Na verdade, Lutero nunca “reformou” a Igreja, senão sua bíblia particular, arrancando-lhe sete livros, e a própria doutrina humana que criou. A Igreja instituída por Cristo será a mesma ontem, hoje e sempre. Até agora, Judas Scariotes foi o mais ousado rebelde que a integrou. A Igreja tem a assistência prometida por Cristo até o final dos tempos (Mt 28,19-20), e não compactua com os sofismas dos inúmeros hereges que o tempo devora. Nunca a Igreja de Cristo adotou a doutrina de Lutero, daí não caber a palavra “reforma” ao que Lutero inventara.

Se desejar orientação, procure uma Igreja Católica, só esta foi fundada por Jesus Cristo, é a única presente em todas as cidades de todos os países do mundo, é a única que não tem letreiro na fachada, é muito fácil identificar. Já uma igreja fundada por um pecador nada poderá fazer por sua alma, pois eles mesmos se dirigem a Igreja Católica em busca de seus documentos de batistérios para provarem que são batizados. Suas “igrejas” custavam até pouco tempo R$ 17,00 para o alvará de abertura; a Igreja Católica de Jesus Cristo custou-lhe a vida. “...Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela”. (Ef 5, 25). Só esta pode te declarar ímpio, pagão (Mt 18,17).

Santo Inácio de Antioquia no ano 106 já escrevia: ”Onde estiver o bispo, esteja o povo, assim como onde está Jesus Cristo, está a Igreja Católica”. (Carta aos Esmirnenses, 8, ano 106 d.C.).

"Afaste-se dos que promovem dissensão (divisões da fé), este não servem a Cristo". (Romanos 16,17-18).

“Não te fieis neles ainda que digam coisas boas” (Jeremias 12, 6).




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