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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O ESTADO DO VATICANO - 12. A CEIA DO SENHOR E A MISSA (I)


12.1 - Desconhecendo que o culto Cristão sempre foi a Missa (missio = missão), caluniava o embusteiro “pastor”: - “’A MISSA’ substituiu o Culto Cristão no ano 394, e tornou-se sacramento a partir de 604”.

- Resposta - PURA CALÚNIA! Plínio, o jovem, no ano 113, escreveu ao Imperador Trajano, descrevendo a missa dos cristãos exatamente como é hoje. Vejamos ainda, o venerado pelo “pastor”, São Justino (que faleceu em 165), na Apologia, após descrever a missa do século II tal qual a conhecemos hoje: "Designamos este alimento eucaristia. A ninguém é permitido dele participar, sem que creia na verdade de nossa doutrina, que já tenha recebido o batismo de remissão dos pecados e do novo nascimento, e viva conforme os ensinamentos de Cristo. Pois não tomamos estas coisas como pão ou bebida comuns; senão, que assim como Jesus Cristo, feito carne pela palavra de Deus, teve carne e sangue para salvar-nos, assim também o alimento feito eucaristia (...) é a carne e o sangue de Jesus encarnado. Assim nos ensinaram." (Primeiro livro das Apologias de S. Justino, pág. 65-67.)


12.2 - E escorregava ainda o “pastor”, dizendo: “A CEIA DO SENHOR, que era simples como se vê no quadro da ‘Última Ceia’ de Leonardo da Vinci, foi celebrada dessa forma por doze séculos, mas no ano 1200 a Igreja Católica substituiu o pão pela Hóstia”. 

- Resposta - PURA BALELA! Leonardo não pintou “quadro”, mas um mural, onde erra tudo. O pão judaico é chato, ázimo e circular, e não aquele francês fermentado do mural, que nem cálice tem. A Igreja nunca “substituiu” o pão pela hóstia, no dicionário, hóstia, quer dizer: ‘ PARTÍCULA DE PÃO ÁZIMO’. Cristo e os apóstolos repartiam exatamente o PÃO ÁZIMO (1Cor 5,7-8). Estranho é “pastor” aceitar o pão francês fermentado do mural no seu culto, e recusar o Cristo como foi pintado no mesmo mural.



12.3 - Delirava ainda o embusteiro: - “A Ceia Cristã sofreu nova agressão quando o Concílio de Roma, 1215-16, isolou as palavras figuradas de Cristo; fizeram uma péssima exegese criando o dogma da Transubstanciação”.

- Resposta - PURA CALÚNIA! Não se cria dogma. Vejamos o que muito antes, diz na missa, este PAI DA IGREJA venerado pelo “pastor”: São João Crisóstomo (349-407), escreveu: "Aqui está Cristo presente. O mesmo Cristo que em outros tempos dispôs a mesa do Cenáculo, tem disposto esta para vós; pois não é um homem, certamente, aquele que faz as ofertas se converterem em corpo e sangue de Nosso Senhor, senão Cristo mesmo, para nós crucificado. Aqui está o bispo que O representa, e que pronunciou as palavras que bem sabeis; mas o poder e a graça de Deus são o que produzem a transformação. Isto é o meu corpo, diz o bispo, e esta palavra transforma as ofertas." (S. João Crisóstomo, In proditionem Judae hom. I, 6). Péssima mentira e péssima exegese protestante. O “pastor” me lembra os escarnecedores de Cristo.



12.4 - Continuava o escarnecedor: - “No ano 1414, o papa João XXIII, retirou o vinho da cerimônia e as Igrejas passaram a servir aos fieis somente a hóstia. - O Catolicismo diz que esse papa foi ‘antipapa’ mas acolhem essa sua decisão”.

- Resposta - - PURA CALÚNIA! Este João XXIII (1414), verdadeiramente era antipapa. Os católicos não seguem sua, qualquer “decisão”. Nunca foi “negado” o vinho aos fiéis. Na Bíblia, há só pão na comunhão. Desde o princípio, quando cresceu a comunidade cristã, partir o pão ázimo era suficiente (1Cor 5,8), (At 2,42), (At 2, 46-47); em maior grupo partiam o pão apenas (At 20,7). O que não pode é negar Cristo ao povo e fazer uma vã farra “recordativa”, como fazem os protestantes, que tomam, indignamente, suco de uva e pão de padaria fermentado (1Cor 5,8). Respondemos ainda, que sempre foi só o pão na comunhão, com outro venerável do “pastor”: Santo Inácio de Antioquia (entre 69 e 107), atacando os hereges Docetas dizia: "Ficam longe da Eucaristia e da oração, porque não querem reconhecer que a Eucaristia É A CARNE DO NOSSO SALVADOR, Jesus Cristo, a qual padeceu pelos nossos pecados e a qual o Pai, na sua bondade, ressuscitou. Estes, que negam o dom de Deus, encontram a morte na mesma contestação deles. Seria melhor para eles que praticassem a caridade, para depois ressuscitar." (Carta aos Esminiotas cap 4,1).



12.5 - Seguia o escarnecedor, agora dizendo que: “O dogma da Transubstanciação foi aprovado no Concílio de Trento em 1551, e que a partir desse Concílio” - Achincalhava: - “qualquer sacerdote Católico, com um passe, transforma o trigo, vinho e água em carne, ossos, sangue, nervos e cabelos de Cristo, tudo dentro de uma hóstia”.

- Resposta: PURO INSULTO A CRISTO! A Igreja apenas confirmava, desta vez em Trento, a doutrina de Jesus, negada pelos primeiros hereges protestantes; como fez S. Paulo: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei...” (1 Cor 11, 23-28); como vimos acima Santo Inácio de Antioquia (entre 69 e 107) atacando os hereges docetas; assim como também vimos São João Crisóstomo (349-407), vivendo a TRANSUBISTANCIAÇÃO, e dizendo: “Isto é o meu corpo, diz o bispo, e esta palavra transforma as ofertas". Cai o insulto do “pastor”.



12.6 - Subestimando os grandes Teólogos Católicos, dizia o embusteiro: - “A palavra ‘Eucaristia’ significa ação de graças, até hoje os teólogos católicos desentendem entre si sobre a aplicação desse termo no ‘santíssimo sacramento’.” 

- Resposta - PURO DELÍRIO! Todos os Teólogos Católicos, Ortodoxos e Anglicanos que vivem a Eucaristia, designa primeiramente, o pão da Sagrada Comunhão, um Sacramento Cristão. Quem nunca se entende são os recentes “evangélicos” com Deus e com seus “deformadores”. O próprio golpista Lutero, vencido nessa confissão aos cristãos de Estrasburgo admite a Eucaristia, dizia: "Confesso que o dr. Karlstadt ou qualquer outro me teria prestado um grande serviço, se, há cinco anos, tivesse provado que no Sacramento só havia pão e vinho. Naquela ocasião tive grandes vexames e lutei e torci por encontrar uma saída, pois vi que com isso podia dar o maior golpe contra o Papado. Também havia dois que eram mais hábeis que o dr. Karlstadt e que não martirizavam tanto as palavras segundo seu próprio parecer. Mas estou preso, não encontro saída. O texto é tão majestoso que com palavras não se deixa tirar da mente." (De Wette, II-576 e segs.; citado em Lúcio Navarro, A legítima interpretação da Bíblia, Campanha de instrução religiosa Brasil-Portugal, 1958, pág. 448).

Parece até, que é a blasfêmia e o insulto, que sustenta a fé avessa dessa gente. Os sofismas dos “pastores” os afastaram de Deus.



12.7 - Em seguida, usando opinião apócrifa, ele acusa o Papa Pio IX de gloriar-se “com suposto dogma proclamado”, e de ter dito que seria “superior a Maria que deu a luz a um Cristo, ele poderia fazer quantos quisesse”.

- Resposta – PURA CALÚNIA! No 1º Concílio Vaticano, celebrado por Pio IX, não consta essa palhaçada do “pastor”. Este foi o vigésimo Concílio da Igreja que inclusive, apenas confirmou toda a devoção a MÃE DE DEUS. Bola fora! (Encarta).



12.8 – Tendo chutado antes 1216,1551 e agora 1198, caluniava ele: - “Até o século XII, nenhum cristão aceitava que a farinha se transformava em Cristo, até que surgiu um papa autoritário e truculento que sancionou o dogma! Esse papa foi Inocêncio III, ano 1198”. 

- Resposta – PURA CALÚNIA! O Papa, como ele diz, apenas confirmou o que já havia. Já mostramos acima, vários PAIS DA IGREJA, venerados pelo “pastor”, afirmando que o pão e o vinho transformam-se no corpo de Cristo. Como temos prova de sobra, mostraremos mais esta, de muito antes do século XII: São Cirilo de Alexandria (370 - 442) dizia: "(...) Porque o Senhor disse mostrando os elementos: Isto é meu corpo, e Este é o meu sangue, para que não imagineis que o que ali aparece é uma figura, senão para que saibas com toda segurança que, pelo inefável poder de Deus onipotente, as oblações são transformadas real e verdadeiramente no corpo e sangue de Cristo; e que ao comungar delas recebemos a virtude vivificante e santificadora de Cristo." (Cirilo de Alexandria, Comment. In Math. XXVI, 27).

Ele acusando injustamente o Papa Inocêncio III de “autoritário e truculento”, tenta jogar uma cortina de fumaça sobre os gigantescos massacres promovidos pelos protestantes, como: A sangrenta Invasão a Roma; a morte de 30.000 camponeses; a morte dos Jesuítas; a queima de 20.000 mulheres pelo luterano Benedict Carpzov; as queimas de crianças na Suécia; o extermínio dos anabatistas; o massacre de Passy; as 900 mortes de Nicholas Romy; e muito mais. - Ele ousou descrever um fantasioso “Perfil” do Papa Inocêncio III, que de pronto já desmascaramos abaixo:

PAPA - INOCÊNCIO III
O competente Papa Inocêncio III, dificilmente poderia ser o monstro que o “pastor” tenta fantasiar. Ele provocou a ira do Rei João da Inglaterra ao negar-se a aceitar suborno, outro teria aceitado. Suas objeções a Inocêncio III, vem do fato de ele haver pregado firmemente a devida autoridade papal e de ter enviado missão para converter os maus católicos Cátaros de Albi. Esses “albigenses” seguiam uma heresia gnóstica dualista, criam em dois “deuses”, um bom e um mal (Satã); rejeitavam os sacramentos, casar era pecado, eram sexualmente permissivos, evitavam a gravidez e o aborto era encorajado. Isso não era cristianismo e a sociedade e a Igreja não partilhavam disto. Note-se porém, que o Papa Inocêncio III condenou veementemente os excessos da guerra de conquista, iniciada apenas depois que a busca da conversão dos albigenses, feita por meios pacíficos ter fracassado. Quanto a outra missão, enfrentou os muçulmanos, porque estes invadiram a Terra Santa para impedir os cristãos de lá chegarem, tendo demolido muitas Igrejas cristãs. Os que há novecentos anos libertaram Jerusalém considerariam estúpidos os que lhes tivessem dito que davam cumprimento àquilo que seria chamado de “cruzada". Para eles, era “iter”, “peregrinatio”, “succursus”, “passagium”. Cruzada, é um termo propagandista anticatólico, criado só no séc. dezoito, pelos “deformadores”, para inventar “exército sangrento” para a Igreja. O protestante cinema americano faz o resto do trabalho sujo. Tal Papa, também é conhecido por sua luta contra a corrupção na Igreja, tendo sido o patrono e sancionador das primeiras ordens mendicantes de S. Francisco de Assis e S. Domingos. E mais: este Papa NUNCA disse que: “o céu e a terra se submetem ao vigário de Cristo”; como caluniava o “pastor”. Foi contra a “Carta Magna” por esta excluir os humildes e tratar privilégios apenas do rei e da burguesia; Não “instituiu” o confessionário e a hóstia. CONFIRMOU-os. A confissão é Bíblica (Tg 5 15-16), e o pão ázimo também (1Cor 5,7-8); nunca proibiu a leitura da Bíblia, senão apenas das bíblias adulteradas vernáculas. Não “instituiu” a Inquisição, HOMOLOGOU um tribunal para questionar e apurar os casos de heresias dentro da Igreja, almejando a conversão. Dizia a Bula Papal da época: "Mais vale absolver culpados do que, por excessiva severidade, atacar a vida de inocentes... A mansidão mais convém aos homens da Igreja do que a dureza." A Transubstanciação foi apenas, outra vez CONFIRMADA por ele, diante de novos hereges, os cristãos sempre a vivenciaram, provamos antes (Papa Inocêncio III - Site Agnus Dei / Prof. Carlos Ramalhete), (“Cruzada” - Corriere dela Sera, 26 de julho de 1999 - Vittorio Messori.)



12.9 - E ainda mastigando a Transubstanciação, fantasiava o energúmeno: - “A Igreja resistiu o dogma por 335 anos mas foi vencida”.


As Portas do Inferno não prevalecerão
contra ela
- Resposta: Que “igreja” fictícia e essa do “pastor”? Se a Católica de Cristo nunca foi “vencida”, pois o próprio Cristo disse: “AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA" (Mt 16, 17-19). Será que ele está chamando Cristo de mentiroso??? E sua Igreja de “vencida”??? Pois foi o próprio Cristo que instituiu a Transubstanciação após a última Ceia: “fazei isto em memória de mim”, leia (1Cor 11,23-28).

Quanto ao respeito de não mastigar a hóstia, pedido pela Igreja, “pastor”, é pelo fato de esta, após CONSAGRADA tornar-se verdadeiramente o Corpo de Cristo, como lhe ensinaram acima, os “veneráveis” PAIS DA IGREJA que o senhor mandou anotar.



12.10 – Em seguida ele, em tom de chacota, usando literatura apócrifa de ateus e hereges desertores de juramentos, misturava a hóstia com vômito, morcegos, ratos, larvas; tentava qualquer coisa para afastá-la das pessoas, falsificou até a devoção de S. Tomás para com a eucaristia.

- Resposta - Deveria ele ler o belíssimo Adoro Te Devote e a Suma Teológica (3,75.1) de S. Tomás. Fique sabendo, “pastor” se um rato, morcego ou larva comer o pão ázimo, NÃO TERÁ “engulido” (sic) o Cristo como o senhor achincalhou; terá engolido apenas o pão ázimo, pois vimos antes que o pão ázimo só se torna CORPO DE CRISTO, somente depois de CONSAGRADO pelo sacerdote, na hora da missa. Nunca houve discussão escolástica sobre a Transubstanciação, senão dos escolásticos contra os hereges como os DOCETAS (vimos antes).



12.11 - O gaiato “pastor”, ainda perguntou: - “que tipo de cristo possui o catolicismo Romano?”.

Não se deve comer indignamente deste
pão e deste vinho
– Resposta: Possui o Cristo Salvador que alertou pela pena de S. Paulo: “Portanto todo aquele que comer este pão ou beber este vinho indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor” (1Cor 11,27). Isto vale para o “pastor”, seu morcego, seus ratos, suas larvas e seus bodes (Mt 25,32-33,46): “Onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica”, dizia S. Inácio de Antioquia no ano 106, contemporâneo de S. João evangelista, autor do livro Apocalipse.



12.12 - E num lapso primário, ele transcreve que: - “RUBANO MAURO, anos 788-857, arcebispo de Mognuncia, considerava Heresia grave supor que na eucaristia estava presente a carne nascida de Maria”.

- Resposta: omite ele que o arcebispo refere-se apenas ao alimento distribuído “sem a consagração” do sacerdote. Bola fora!


12.13 – Adiante o “pastor”, descaradamente coloca palavras na boca de Sto. Agostinho, dizendo que este “gracejava jocosamente” da transubstanciação dizendo: “Porque preparas os dentes e o estômago? Confiar em Cristo é comer o Pão Vivo, não se pode engulir (sic) Aquele que subiu vivo para o céu!”

- Resposta - PURA FALSIFICAÇÃO! Sua fonte para esta citação teria sido o suposto “tratado sobre João nº VXV...”, perguntamos: que “nº VXV” é esse, que não existe no algarismo romano? DESMASCARANDO: É claro tratar-se de mais uma lorota do “pastor”, tal tratado sobre João, tem o nº XXIV e não contém a fantasiosa frase acima. Para conferir, leia o livro: C. Folch Gomes. Antologia dos Santos Padres. 2ª. Edição. São Paulo, Edições Paulinas, 1979. ou acesse
http://geocities.yahoo.com.br/momentoscomjesuss/agostinho.htm

EUCARISTIA - PÃO E VINHO/CORPO
E SANGUE DE CRISTO
Mas, esqueçamos as ARTIMANHAS protestantes do “pastor”, e publiquemos as documentais palavras de Sto. Agostinho, sempre em favor da Transubstanciação: “O pão que vedes no altar, logo que é santificado pela palavra de Deus, é o Corpo de Cristo. O cálice, ou mais exatamente o conteúdo do cálice, logo que é santificado pela palavra de Deus, é o sangue de Cristo” (Sermão 227,1). “Estes alimentos são novos no mesmo sentido. Eles são ainda, como vedes, pão e vinho. Mas a partir de quando tiverem sido santificados, o pão será o corpo do Cristo, o vinho será o sangue de Cristo” (Sermão para o dia da páscoa). “... Caso comêsseis antes, encheríeis o estômago; ao comerdes agora edificais o espírito” (Sermão 7,1, para o dia da Páscoa). Como vemos, o protestantismo é a negação da verdade absoluta, o antagonismo do Cristianismo. Veja abaixo como se comportam:

Cristo insiste: "Quem come a minha carne ... permanece em mim e eu nele." (João 6,56). O protestante discorda: Não Senhor, não é a tua carne, porque eu não o quero; é uma ceia, uma simples lembrança!... de tudo que afirmas, nada é verdade. Este “pão do céu” não existe... Este pão não é o teu corpo... Este vinho não é o teu sangue. Teu corpo não é comida. Teu sangue não é bebida. A posição dos protestantes é a posição que tomaram os fariseus e os incrédulos: "Como pode este dar-nos a sua carne a comer?" (João 6, 53), “Duro é este discurso, e quem o pode ouvir?" (João, 6, 60).

12.14 - Mais adiante, para enriquecer seu EVANGELHO DO PAI DA MENTIRA, o energúmeno “pastor”, cita textos agressivos e falsos, que atacam os teólogos católicos e a Eucaristia...

- Resposta - ...mas verificamos que nada disto se encontra na “LA GRANDE ENCICLOPÉDIE FRANÇAISE” citada criminosamente por ele como fonte. Esse expediente do desesperado “pastor”, tem sido comum nestas suas falsas acusações.

Uns ainda não podem;
outros podem, mas são
proibidos de raciocinar
- Proibidos de raciocinar pela ganância, os “pastores” distanciam cada vez mais os incautos “evangélicos” do caminho de Jesus Cristo e da salvação. Eles apostam na IGNORÂNCIA dos indoutos, na “sabedoria da palavra” (1Cor 1,17) e na mentira pregada mil vezes para virar “verdade”. Esqueceram de ler Santo Agostinho e a IGNORÂNCIA TORNOU-SE MOLÉSTIA GERAL NAS DISSENSÕES. Ele encerrava este capítulo, se auto apunhalando, quando citava Santo Agostinho, que certamente nunca leu. Dizia Santo Agostinho: "Eu não acreditaria no Evangelho, se a isto não me levasse a autoridade da Igreja Católica." (Contra epistulam Manichaei quam vocant fundamenti, 5,6). É por isso que Lutero arrependido pelo seu “livre exame” da Bíblia, escrevia: "Se o mundo durar mais tempo, será necessário receber de novo os decretos dos concílios (católicos) a fim de conservar a unidade da fé contra as diversas interpretações da Escritura que por aí correm" (Carta de Lutero à Zwinglio In Bougard, Le Christianisme et les temps presents, tomo IV (7), p. 289).


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