segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O ESTADO DO VATICANO


“...O Vaticano não é Igreja, mas sim um organismo político-religioso que arroga certas prerrogativas, se interpõem entre Deus e os Católicos”.

7.1 - Neste capítulo, mergulhado em confusão, ele alega: - “O Vaticano não é Igreja, mas sim um organismo político-religioso que arroga certas prerrogativas, se interpõem entre Deus e os Católicos”.

- Resposta: caro “pastor” que se interpõe entre Lutero e os “evangélicos”, é claro que o Vaticano nunca foi Igreja, é sim um Estado. Nunca lemos que a Igreja foi criada em 1929, data da criação do ESTADO VATICANO, pois a Sé de São Pedro existe desde a passagem do apóstolo por Roma (1Pe 5,13). E é essa única instituição divina que rege a vida espiritual dos mais antigos cristãos na terra. São Cipriano, que morreu no ano 258, escreveu: E não há para os fiéis outra casa senão a Igreja Católica.” (Sobre a unidade da Igreja, cap. 4).

Como veem, o ridículo “pastor” escreve só pelo simples fato de querer insultar os católicos.
7.2 - Em seguida, o hilário afirma gratuitamente que: “em sucessivos Concílios depois do século IV, os Papas sancionaram muitos dogmas desconhecidos pelos Cristãos dos primeiros 500 anos e estranho ao novo testamento”.

- Resposta - PURA CALÚNIA! Os primeiros cristãos sempre professaram em paz as mesmas doutrinas dos cristãos católicos de hoje. Quando os Papas precisaram sancionar (confirmar) estas doutrinas antigas, foi porque com o passar do tempo iam surgindo hereges que tentavam negá-las. Uma prova foi quando São Cirilo de Alexandria (370-442), em seu discurso defendendo a maternidade divina de Maria contra o herege Nestório, proclamou:

"A paz que o blasfemo Nestório perturbara, negando que de Maria Virgem nasceu o Verbo e Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo. Ele não quis reconhecer a inviolável virgindade de Maria, nem crer na palavra do arcanjo: "Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo". (São Cirilo de Alexandria, Discurso no Concílio de Éfeso, P.L. LXXVII, 1029-1040)



7.3 - Adiante o velhaco, afirma que: “a Igreja primitiva desconhecia até então a Transubstanciação, o Purgatório, o Celibato, a Infalibilidade papal, o Culto à Maria, a Veneração de Imagens, o uso de água benta, velas, etc”.

- Resposta - PURA CALÚNIA! A Igreja primitiva é a mesmíssima Igreja Católica de hoje. (Revista: Superinteressante. Ed.181, pg.22-23). Façamos enxergar o cego “pastor”, provando com a Bíblia e com os escritos dos primeiros cristãos, que a Igreja Primitiva 'Católica, vivia sim todas estas doutrinas:

A TRANSUBSTANCIAÇÃO é Bíblica: (1Cor 11, 28-29) "Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor."

O bispo São Cirilo de Alexandria (370-442), foi um cristão primitivo, que viveu antes de 500, e contrariando a calúnia do “pastor” ensinava: "Porque o Senhor disse mostrando os elementos: Isto é meu corpo, e Este é o meu sangue, para que não imagineis que o que ali aparece é uma figura, senão para que saibas com toda segurança que, pelo inefável poder de Deus onipotente, as oblações são transformadas real e verdadeiramente no corpo e sangue de Cristo; e que ao comungar delas recebemos a virtude vivificante e santificadora de Cristo." (Cirilo de Alexandria, Comment. In Math. XXVI, 27). Isso mostra o quanto se distanciou de Cristo o protestantismo enganador.

O PURGATÓRIO é Bíblico: (1Cor 3,15) "Se a obra de alguém se queimar, ele sofrerá perda, se bem que ele mesmo será salvo, como se pelo fogo". Cada um será salgado com fogo (Mc 9,49) e (Ml 3, 2-4). São Cipriano, em 249 já dizia: ”...uma coisa é penar muito tempo e purificar-se nas chamas do Purgatório e outra coisa é ter removido todos os pecados, pelo martírio”. (Na luz Perpétua, 5ª. ed., Pe. J. B. Lehmann, Ed. Lar Católico, MG,1959).

O CELIBATO é Bíblico: (1º Cor, 7, 32-34) “E bem quisera eu, que estivésseis sem cuidado. O solteiro (Padre) cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; - mas o que é casado (“pastor”) cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher.” “Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi CONCEDIDO” (Mt 19,12) e (Apo 14,4). São Pedro foi um cristão primitivo, que até teve sogra, mas DEIXOU TUDO para seguir Jesus: "Eis que nós deixamos tudo e te seguimos." (Lc 18, 28). Tertuliano, também cristão primitivo, falecido pelo ano 222, já dizia em sua obra "os clérigos são celibatários voluntários." (Apologética 197). É incrível como os “pastores” escondem isso e pregam o contrário enganando.

A INFALIBILIDADE PAPAL é Bíblica: Jesus disse a São Pedro, que transmitiu isso aos seus sucessores: "...TUDO O QUE LIGARES SOBRE A TERRA, SERÁ LIGADO TAMBÉM NOS CÉUS; E TUDO O QUE DELIGARES SOBRE A TERRA, SERÁ DESLIGADO NOS CÉUS"..." (Mt 16, 17-19). Conforme os originais, assim testemunha o apóstolo: "O homem espiritual julga a respeito de tudo e por ninguém é julgado" (1Cor 2,15). O desastre protestante está em confundir o dom do cargo com a espiritualidade do seu ocupante. A infalibilidade não tem relação com impecabilidade, assim como “falibilidade” também não tem relação com “pecaminosidade”. Após ter escolhido Pedro, e este o ter negado 3 vezes, Cristo ressuscitado o perdoou e o confirmou 3 vezes (João 21,15-17), Pedro salientou sua liderança (At 15,7). Santo Agostinho, grande teólogo da história e cristão primitivo, referindo-se ao Papa disse: “Roma Locuta, Causa Finita – Roma falou, a causa está encerrada.” (Sermão 131,10).

Confissão de Augsburgo
A VENERAÇÃO À MARIA é Bíblica: (Lc 1,41-44) “Ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre, e Isabel foi cheia do Espírito Santo. Exclamou ela em alta voz: 'Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. De onde me provém que me venha visitar a MÃE DO MEU SENHOR? Ao chegar-me aos ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre”. Até João Batista criança a venerou. O Apóstolo S. Tiago Menor, o qual realizou o esquema da liturgia da Santa Missa, prescreve:

 "Prestemos homenagem, principalmente, a Nossa Senhora, a Santíssima, Imaculada, abençoada acima de todas as criaturas, a gloriosíssima Mãe de Deus, sempre Virgem Maria.” (S. jacob in Liturgia sua).

Dizia São Cirilo de Alexandria (370-442): “Eis que tudo exulta de alegria! Reverenciemos e adoremos a divina Unidade, com santo temor veneremos a indivisível Trindade, ao celebrar com louvores a sempre Virgem Maria! Ela é o templo santo de Deus, que é seu Filho e esposo imaculado. A ele a glória pelos séculos dos séculos. Amém”.

Dizia Santo Agostinho (354-430): "Evidentemente ela é mãe dos membros do Salvador, que somos nós, porque com a sua caridade cooperou para que nascessem na Igreja os fiéis, que são membros daquela cabeça." (De sancta virginitate, VI; PL 40, 399).

Diz a Confissão de fé dos ludibriados “evangélicos”:

"Maria é digna de ser honrada e exaltada no mais alto grau." (Art. 21,27, Confissão de fé de Augsburgo ).

A VENERAÇÃO DE IMAGEM é Bíblica: Deus manda fazer uma serpente de bronze, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas, que olhassem para ela (Num 21,8-9). Manda fazer dois querubins de ouro e colocá-los sobre a Arca da Aliança, para falar do meio deles (Ex 25,18-22). Manda ainda, Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imagens de querubins, palmas, flores, bois e leões (1Reis 6,23-35 e 7,29). Deus condena ídolo deus e não “imagens de esculturas”. A serpente foi quebrada só quando alguns passaram a vê-la como um ídolo deus. O falsário tradutor protestante, João Ferreira de Almeida, adulterou as já incompletas bíblias protestantes, colocando o termo “Imagem de Escultura” onde nos originais constam ÍDOLO, para fazer confusão. Como poderia Deus proibir “imagens de escultura” se mandou construir duas para colocar sobre a arca da aliança que guardavam as tábuas, que na verdade proíbem ÍDOLOS???? Exemplos das falsificações protestantes estão em (Isaías 44,9-10,15,17). O falsário protestante, além de enfiar “imagem de escultura” onde consta ÍDOLO, ainda enfiou criminosamente a palavra “procissão” em (Is 45,20). Mas não conseguiu adulterar os versículos a seguir, que restauram o sentido verdadeiro dos originais, com o ídolo de Micas, que não era mais um deus, transformado em “imagem” para a casa de Deus: “E os filhos de Dã levantaram para si aquela IMAGEM DE ESCULTURA, e Jônatas, filho de Gérson, o filho de Manassés, ele e seus filhos foram sacerdotes da tribo dos danitas, até ao dia do cativeiro da terra. Assim, pois, A IMAGEM DE ESCULTURA, que fizera Mica, estabeleceram para si, todos os dias que a casa de Deus esteve em Siló” (Jz 18,30-31). Cai a farsa. Deus só proibia figura de si, porque ninguém o viu no monte Horebe (Dt 4,15-19), se o esculpissem estariam mentindo.


E para calar definitivamente o aleivoso “pastor”, apresento a seguir, as preciosas esculturas, símbolos e pinturas encontradas pelos arqueólogos nas catacumbas de Roma do século I, onde os apóstolos e os cristãos primitivos celebravam missa escondidos de seus perseguidores. Abaixo: Nossa Senhora e o menino Jesus, Cristo Pastor, Pintura Cristo com Apóstolos e Monograma de Cristo:



Abaixo: Cinco Santos Mártires, Corredor da Catacumba, Cubículo dos Sacramentos.



Mais fotos, acesse:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20040827093000&lang=bra#fotos


Martin N. Dreher - à esquerda
Longe da ignorância dos fanáticos freqüentadores de seitas brasileiros, na Ilha de Malta, na Reunião Mundial das igrejas protestantes, foi assinado um acordo onde 92% das Igrejas Luteranas entre outras, já reconheceram que as imagens católicas não são e nunca foram ídolos. A esse respeito, sugiro a leitura do livro "História da Igreja", vol. 3, de Martin N. Dreher, Ed. Sinodal, em especial as págs. 53 a 57, já que se trata de uma editora protestante e um autor protestante, que defendem o uso de imagens nas igrejas de Deus. O cristão primitivo S. Gregório de Nissa (+394) sobre as imagens, escreveu: "O desenho mudo sabe falar sobre as paredes das igrejas e ajuda grandemente", (Panegírico de S. Teodoro, PG 46, 737d). Também dizia o grande teólogo primitivo Santo Agostinho (354-430): “Não há, pois, superstição alguma nas peregrinações do povo cristãos a certos lugares em que Deus obra milagres pelas relíquias ou imagens dos santos”.

Morre o embuste protestante.

A ÁGUA BENTA é Bíblica: ao contrário do que calunia o “pastor”, A Função purificadora da água é marcante, na Bíblia ela aparece em vários acontecimentos, na vida das pessoas. E até como poder de Deus na cura de várias enfermidades (Jo 9,7). A água lembra o próprio Cristo, que é a água viva (Jo 4,10) Para você entender a função da água benta confira em: (Números 5,17-18) (Números 8, 5-7) (Números 19,18) (Ezequiel 36,25).

E finalmente contrariando a omissão do “pastor”, - As VELAS estão sim na Bíblia desde o princípio: “(...) e eis um castiçal todo de ouro, e um vaso de azeite no cimo, com as suas sete lâmpadas; e cada lâmpada posta no cimo tinha sete canudos” (Zac 4,2), (conforme Bíblia João Ferreira). Cristo aparece entre castiçais (Ap 1, 13) e (Ap 2, 1). Confira mais em: (Números 8,2-4), (Êxodo 39,37), (Levítico 24,1-4), (Êxodo 35,8). “Lâmpadas” na Bíblia, quer dizer “velas”, pois Thomas Édson, é claro, ainda não havia inventado a lâmpada elétrica. Está provado que este vil “pastor” age de má fé. Todas as doutrinas católicas citadas vêm desde o princípio do Cristianismo.



7.4 - Em seguida, ele num blefe descarado, descreve uma relação de nomes, sem saber que eram de Católicos ocidentais e orientais. Dizia o hilário “pastor”: “Viveram nos 4 primeiros séculos milhões de Cristãos entre eles homens veneráveis” - (ahh, ele venera?) - “conhecidos como pais da Igreja”. - E continua o velhaco “pastor”, citando em letras maiúsculas: “ANOTE AS DATAS EM QUE VIVERAM ALGUNS DELES, todos antes do século IV”.

- Resposta - Pronto, estava armado seu sofisma, para insinuar que a Igreja Católica veio depois do século IV. Prepare-se para rir. Pois a relação que Ele citou, começa já pelo segundo Papa da Igreja Católica, dizia: “Lino viveu no ano 65, Cleto no ano 69, Clemente no ano 95, Justino no ano 100, Santo Inácio viveu no ano 110, Higino no ano 139, Papias no ano 140, Policarpo no ano 155, Santo Irineu viveu no ano 180, Orígenes no ano 220, Urbano no ano 223, São Cipriano no ano 247, São Vicente viveu por volta do ano 310, São Silvestre no ano 314, São João Crisóstomo no ano 350, Santo Antão ano 356, São Jerônimo, tradutor da Bíblia viveu no ano 340, São Genaro e São Sebastião ano 384, Ambrósio no ano 397 e Santo Agostinho, bispo de Hipona, viveu no ano 420, etc.” - Vale salientar que ele chamou estes Católicos de “HOMENS VENERÁVEIS” e mandou “ANOTAR” suas datas. Pedimos também ao caro leitor, que ANOTE os nomes acima, pois estes CATÓLICOS VENERÁVEIS serão aqui, a PEDRA DE TROPEÇO deste ridículo “pastor”, que prega a mentira para rapinar na ignorância.


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7.5 - Dizia: “AGORA NOTE AS DATAS NAS QUAIS ALGUNS DOGMAS FORAM INTRODUZIDOS NA IGREJA, todos depois do século IV”. - fantasiava assim, que a Igreja “introduziu” dogmas, quando só confirmou as verdades de fé. Caluniava: - “Ano 431, a Igreja começava a cultuar Maria, mãe de Jesus”.

- Resposta - PURA CALÚNIA! A profecia Bíblica diz que todas as gerações a proclamarão bem aventurada (Lc 1,48). Santo Efrém, que morreu em 9/6/373, já havia escrito 20 hinos para Maria, onde a exalta como: “Mais resplandecente que o sol”, “Conciliadora do céu e da terra”, “paz”, “Honra das virgens”, “Toda pura imaculada”, “Incorrupta”, “Venerável”, “Santíssima”, “Inviolada”, “honorífica”, etc. (Um Sto. p/ cada dia – M. Sgarbossa, L. Giovannini, Paulus, p.181). Também Santo Agostinho, citado por ele, já dizia: "Na verdade, era digno, e de todo conveniente, que o parto daquela que havia procriado ao Senhor do céu e da terra, e que permanece virgem após ter dado à luz, fosse celebrado não somente com festejos humanos, mas com cânticos sublimes de louvor, pelos anjos." (Sermão 193,1 - 10° do Natal).



7.6 - Desconversava o embusteiro:


- “Ano 503, decretam a existência do purgatório”

- Resposta - PURA CALÚNIA! Muito cristão primitivo citado por ele, ensinava o purgatório: Tertuliano (160-220) na carta (De Monogamia 10) prega o purgatório; Clemente de Alexandria em 202, um dos teólogos mais importantes de Alexandria, explicou o Purgatório (Stromata, 6:14,in ANF,II:504); S. João Crisóstomo (349-407) dizia: "Os Apóstolos instituíram a oração pelos mortos e esta lhes presta grande auxílio e real utilidade." (In Philipp. III 4, PG 62, 204); Sto. Agostinho (+430), pregou o Purgatório; A oração pelos mortos no purgatório está no livro 2Macabeus 12,43-46, Lutero arrancou este livro das bíblias protestantes. Este constam na Bíblia de Gutemberg, impressa quase um século antes da de Lutero.


7.7 - Mudava ele de calúnia:


- “Ano 783, iniciam a veneração de Imagens”.

- Resposta: - PURA CALÚNIA! Muitos séculos antes, já dizia Santo Agostinho (†430): “É evidente que o milagre não é produzido materialmente pelas relíquias, mas pela vontade de Deus sobre elas. Não há, pois, superstição alguma nas peregrinações do povo cristãos a certos lugares em que Deus obra milagres pelas relíquias ou imagens dos santos”.

Dizia também S. Gregório Magno (†604), doutor da Igreja, corrigindo à Sereno: "Tu não devias quebrar o que foi colocado nas igrejas não para ser adorado, mas simplesmente para ser venerado. Uma coisa é adorar uma imagem, outra coisa é aprender, mediante essa imagem, a quem se dirigem as tuas preces”. (Epístola XI 13 PL 77,1128c).



7.8 - Blefava o falaz:

 -“Ano 933, a Igreja institui a ‘Canonização’”.

Resposta: -  PURA CALÚNIA! CONFIRMOU O QUE ANTES HAVIA. Note que na relação de “pais da Igreja” que o “pastor” mandou anotar, grande parte já era santo canonizado por aclamação popular. Até nas bíblias protestantes, na abertura dos evangelhos e cartas, seus autores são precedidos da palavra “São” ou “S” abreviado, significando “santo canonizado” antes da data inventada pelo malandro “pastor”. O Cristão só obtém a canonização, ou por 2 milagres, ou por ter sido mártir. Fato que põe por terra as calúnias do “pastor” contra Padre Anchieta e Santo Inácio de Loyola, pesquise a biografia oficial destes santos homens, e não as quimeras que escrevem os protestantes. Dica de boa leitura é o livrinho: “Um Santo Para Cada Dia”, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini, Ed. Paulus.



7.9 - Prosseguiam as lorotas do “pastor”:


- “Ano 1074, é instituído o Celibato”.

- Resposta: - PURA CALÚNIA! Tertuliano, falecido pelo ano 222, já dizia: "os clérigos são celibatários voluntários". E o próprio S. Paulo celibatário, já deixava claro que o celibatário é quem cuida das coisas do Senhor, escreveu: “ E bem quisera eu, que estivésseis sem cuidado. O solteiro (Padre) cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; - mas o que é casado (“pastor”) cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher.” (1Cor 7, 32-34).

Seu blefe de que os padres não casam porque a Igreja teme perder propriedades é uma invenção ridícula, pois os padres são voluntários e não funcionários. Se assim fosse, as milhares de propriedades das “igrejas” protestantes pertenceriam aos 50 ex-“pastores” americanos que se converteram ao catolicismo (Revista Sansum Corda, ed. especial 1996, pp. 2-13).



7.10 - Mudava de blefe o enganador:


- “Ano 1490, começam conceder perdão e favores espirituais por dinheiro! Inicia a Igreja os negócios com as indulgências”.

- Resposta -  PURA CALÚNIA! Essa é outra velha lorota protestante sem fundamento. A Igreja nunca “vendeu indulgência”. Um desonesto monge na Alemanha, chamado Tetzel, sem o conhecimento do Papa em Roma, que fique claro, fez isso uma vez e foi punido e morreu de desgosto.

E como prova disso dizia Lutero, mestre do “pastor”: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o Papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” (Lutero tese nº 50).

O senhor ensina isso, “pastor”? Se a resposta é não, a quem o senhor ensina NÃO É CRISTÃO. Pois deve-se ensinar isso a eles.



7.11 - Atordoado, mudava de mentira o engravatado:


- “Em 1208 começaram na missa, a "levantar" a hóstia para ser adorada; mas o vinho na Ceia do Senhor começou a ser negado aos fiéis a partir do Concílio de Constança, ano 1414. Essa decisão foi sancionada pelo papa João XXIII. Foi esse mesmo para que mandou queimar vivo João Huss, Reitor da Universidade de Praga, Boêmia

- Resposta: - PURA CALÚNIA! A Eucaristia foi instituída por Cristo (Lc 22,19). Não é a hóstia que é adorada, mas o corpo de Cristo como já provamos, e agora, com a bíblia protestante de João Ferreira, diz a profecia: “Mas, desde o nascente do sol até o poente será grande entre as nações o meu nome; e, em todo lugar, se oferecerá ao meu nome incenso e UMA OBLACÃO PURA (hóstia); porque o meu nome será grande entre as nações, diz o Senhor dos Exércitos”. (Malaquias 1,11).

Onde estão os incensos e a oblação pura da bíblia protestante, para se oferecerem a Deus??? E ao contrário do que o “pastor” caluniava, não foi “negado” aos fiéis o vinho da Ceia, visto que o pão ázimo, coletivamente bastava (At 2,42).

São Paulo fala de “fração”, ou “repartir o pão” apenas, (Atos 20,7).

O que não pode é negar os dois ao povo, como fez o protestantismo, que toma indignamente suco de uva e pão de padaria fermentado, negando o corpo de Cristo.

JAN HUS
Dizia Santo Inácio de Antioquia (entre 69 e 107), contra os hereges: "Ficam longe da Eucaristia e da oração, porque não querem reconhecer que a Eucaristia É A CARNE DO NOSSO SALVADOR, Jesus Cristo, a qual padeceu pelos nossos pecados e a qual o Pai, na sua bondade, ressuscitou. Estes, que negam o dom de Deus, encontram a morte na mesma contestação deles." (Carta aos Esminiotas cap 4,1).

Quanto ao citado por ele “papa João XXIII”, de 1414, que perseguiu o Jan Hus (que ele erroneamente cita “João Huss”).  Não era Papa eleito, e sim um ANTIPAPA que foi obrigado a abdicar. (Enc. Microsoft Encarta 99). Desmantelamos assim, mais uma falcatrua do “pastor”, querendo passar um Antipapa por Papa oficial.




7.12 - “Ano 1215, o papa Inocêncio III, por decreto institui a Transubstanciação, ‘valorizando’ sobremaneira a missa, definida no Concílio de Trento no ano 1551.”

- PURA CALÚNIA! A transformação do pão no corpo de Cristo vem desde a Santa Ceia. Respondemos com a Didakê, o escrito mais antigo que se conserva dos tempos apostólicos, que segundo o grande historiador J. Quasten, foi escrito entre 70 e 90, com São João ainda vivo!.: "Reuni-vos no dia do Senhor, e façam a partilha do pão e ofereçam a Eucaristia; mas primeiro confessem suas faltas, para que seu sacrifício seja puro. Quem tiver alguma diferença com seu amigo, que não participe convosco até que tenha se reconciliado, para evitar a profanação de seu sacrifício. (Mateus, 5, 23-24). Pois esta é a oferta da qual o Senhor disse: "em todo lugar se sacrifica e se oferece ao meu nome uma oblação pura, (...) pois eu sou o grande Rei, diz o Senhor dos Exércitos, e o meu nome é temido entre as nações." (Malaquias, 1, 11-14)". A Didakê, ou "Doutrina dos doze Apóstolos", foi encontrado em 1883. Prosseguia o blefe:



7.13 - “Ano 1870 declaram o papa infalível”

- Resposta - PURA CALÚNIA! ISSO FOI CONFIRMADO. Se o Papa não fosse infalível desde (Mt 16, 17-19) Santo Agostinho (354-430), pai da Igreja, venerado pelo “pastor”, referindo-se ao Papa, muito antes de 1870 não escreveria: “Roma Locuta, Causa Finita – Roma falou, a causa está encerrada.” (Sermão 131,10). Pegue sua bíblia “pastor”: isso é garantia de Cristo a São Pedro e seus sucessores em matéria de fé e moral. (Mt 16-19), (1Cor 2,15).


 7.14 - Continuava o desfile de ignorância:


- “Ano 1854 e 1950, conseguiram depois de 18 séculos de resistência, impor os dogmas sobre Maria, o da Imaculada e o da Assunção respectivamente”

- Resposta - PURA CALÚNIA! Nestas datas apenas FORAM CONFIRMADAS ESTAS DOUTRINAS porque apareceram hereges querendo pôr dúvida as doutrinas Cristãs, que vinham desde o início do cristianismo. Não canso de provar com as palavras dos cristãos primitivos: Dídimo, o cego (+380), que foi mestre de São Jerônimo, tradutor da Bíblia, escreveu: "Mesmo depois do nascimento, ela permaneceu sempre e para sempre virgem imaculada". Santo Agostinho (+ 430), dizia da imaculada: "Nem se deve tocar na palavra "pecado" em se tratando de Maria; e isto em respeito Àquele de quem mereceu ser a Mãe, que a preservou de todo pecado por sua graça”. A assunção de Maria é conhecida pela Igreja Católica desde o primeiro século, uma prova é os Ortodoxos também terem certeza disto, desde que se separaram da Igreja de Cristo. Mas como o protestantismo foi inventado em 1517, só lhe resta irresponsavelmente duvidar do que é fato. Mas quem disse que não se escreveu nada sobre a Assunção de Maria? Vários livros foram escritos pelos cristãos dos primeiros séculos - Acts of St. John by Prochurus, no século II; Joannis liber de Dormitione Mariae, e De transitu B.M. Virginis, ambos do século IV, acesse:
 (http://www.newadvent.org/cathen/14774a.htm).



7.15 - Sem saber que seria desmoralizado como foi, dizia o enganador blefando: “Essas inovações foram introduzidas, como se observa, depois do século IV, quando aquelas pessoas, pais da Igreja, que souberam guardar a fé já não existiam”

- Resposta: PURA CALÚNIA! As citações acima, são exatamente dos pais da Igreja que viveram antes e durante o século IV.


7.16 - Blefava ainda o embusteiro: “Verifica-se que a Igreja Católica não é legítima quando relacionada com o Novo Testamento e com a fé dos primeiros cristãos”

- Resposta: Contrariando o desmoralizado “pastor”, lá está um dos Cristãos primitivos que ele citou e mandou anotar, dizendo: “Que nada façam à Igreja sem o conhecimento do bispo. Que a celebração da Eucaristia seja válida quando celebrada pelo bispo ou por quem este designar. Onde estiver o bispo, esteja o povo, assim como onde está Jesus Cristo, está a Igreja Católica. Não é permitido casar-se ou batizar sem a autorização do bispo; mas tudo o que ele aprovar agrada a Deus. Com isso tudo que fizeres será valioso e uma prova contra o mal”. (Santo Inácio de Antioquia, Carta aos Esmirnenses, 8, 106 d.C.). Isso prova que a Igreja Católica é a legítima Igreja de Cristo, e invalida os casamentos e batizados fora da Igreja Católica. Desaba a farsa protestante.



7.17 - Finalizando este ataque frustrado, em parafuso o “pastor” escorregava de vez, dizendo: “O Vaticano e a Igreja” (agora distintos?), “para serem honestos deveriam informar, inclusive nos calendários, que os Cristãos primitivos que festejam, não foram Católicos romanos, pois nada souberam do festival de dogmas que foram criados. Se vivessem hoje fariam outra opção religiosa, jamais o catolicismo romano!” 

– Resposta: Como ficou provado, a Igreja não “criou” nenhum dogma, confirmou as verdades da fé cristã primitiva, quando surgiram hereges querendo mudá-las. De uma coisa fique certo o “pastor”, os Cristãos primitivos foram sim Católicos, e deixaram um recado para o “pastor” e seu festival de “igrejas”, dizia S. Cipriano (+258): “Julga conservar a fé aquele que não conserva esta unidade recomendada por Paulo? Confia estar na Igreja aquele que abandona a cátedra de Pedro sobre a qual está fundada a Igreja?" (Sobre a Unidade da Igreja cap. 4).


AGORA, ANOTE AÍ, “PASTOR”, OS DOCUMENTOS CLÁSSICOS ONDE OS PAIS DA IGREJA, CITAM NOMINALMENTE O NOME DA “IGREJA CATÓLICA” COMO SUA IGREJA E DE JESUS CRISTO:


Inácio, Carta aos Esmirnenses 8:1-2. J65 106 DC. / O Martírio de São Policarpo 16:2. J77, 79, 80a, 81a, 155 DC. / Clemente de Alexandria, Stromateis 7:17:107:3. J435 202 DC. / Cipriano, A Unidade da Igreja Católica 4-6. J555-557 251 DC. / Cipriano, Carta a Florêncio 66:69:8. J587 254 DC. / Lactâncio, / Instituições Divinas 4:30:1. *J637 304 DC./ Alexandre de Alexandria, Cartas 12. J680 324 DC. / Atanásio, Carta sobre o Concílio de Nicéia 27. J757 350 DC. / Atanásio, Carta a Serapião 1:28. J782 359 DC. / Atanásio, Carta ao Concílio de Rimini 5. J785 361 DC. / Cirilo de Jerusalém, Leituras Catequéticas 18:1. J836-*839. / Dâmaso, Decreto de Dâmaso 3. J910u 382 DC. / Agostinho, Carta a Vincente o Rogatista 93:7:23. J1422. / Agostinho, Carta a Vitalis 217:5:16. J1456 427AD. / Agostinho, Com. Salmos 88:2:14, 90:2:1. J1478-1479 418 DC. / Agostinho, Sermões 2, 267:4. *J1492, *J1523 430 DC. / Agostinho, Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo 6:14. J1535. / Agostinho, A Verdadeira Religião 7:12+. *J1548, *J1562, J1564. / Agostinho, Contra a carta de Mani 4:5. *J1580-1581. / Agostinho, Instrução Cristã 2:8:12+. *J1584, J1617. / Agostinho, Batismo 4:21:28+. J1629, J1714, J1860a, J1882. / Agostinho, Contra os Pelagianos 2:3:5+. *J1892, *J1898.


Os documentos acima, foram os mesmos que desmascararam a “igreja batista” e seu fantasioso livro intitulado “Rastro de sangue”, onde se arvorava de ser a Igreja de Jesus Cristo, a qual pertenceram todos os pais da Igreja acima. A desmoralização foi total. Pois a igreja batista foi fundada por John Smith em 1604, na Holanda. Pondo fim a esta balela, dizia Sto. Agostinho: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isto não me levasse a autoridade da Igreja Católica" (Sto. Agostinho, Contra epistulam Manichaei quam vocant fundamenti, 5,6).




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