domingo, 1 de setembro de 2013

ORIGINAIS DESMASCARAM MENTIRA DOS BATISTAS


I - MAIS UMA MENTIRA

Esta é dos Batistas:

"... Quero introduzir de propósito, o testemunho "não batista" da grande antiguidade do povo Batista. Cardeal Hosius (1504-1579) era um prelado Católico Romano cuja obra vitalícia foi a investigação e supressão de grupos não Católicos. Foi nomeado pelo Papa Paulo IV um dos três presidentes papais do famoso Concílio de Trento. Liderou vigorosamente a obra da contra-reforma. Se alguém conheceu as doutrinas e a história de grupos não Católicos após a Reforma, era o Cardeal Hosius. Ele disse: "Se os Batistas não fossem atormentados e cortados fora com a faca durante estes últimos 1.200 anos, fariam um enxame de maior número que todos os Reformadores." (Cartas Apud Opera, pp. 112, 113). Note cuidadosamente que este erudito autoridade Católica tem falado da ferrenha perseguição que os Batistas agüentaram, e que ele claramente faz distinção entre eles e os reformadores, e que ele os data 1.200 anos antes da Reforma Protestante...”

Índice das Mentiras
Autor: Oswaldo


II - ONDE SE ENCONTRA ESTA MENTIRA














III - A VERDADE

CONSIDERAÇÕES LÓGICAS/COMPROVAÇÃO DOCUMENTAIS

CONFORME Marcos Libório (site Montfort - "O RASTO DE SANGUE")

“Com o passar do tempo, as seitas pentecostais e depois as seitas racionalistas e anti-trinitárias, que não tinham mais o mínimo compromisso com a realidade e o bom senso passaram a reescrever a história, evidentemente a seu favor, "encontrando" em toda a humanidade passada membros destas seitas, mantendo a ligação entre Cristo e os novos "pastores", chegando mesmo a remontar sua instituição ao primeiro homem - Adão!


"Evidentemente, estes membros, que eram a "igreja" que atravessou os séculos, foram , segundo eles, sempre perseguidos e martirizados, tendo que passar todo esse tempo incógnitas - 1500 anos, alguns até 1900 anos - e por isso não puderam ser registrados pela história oficial.

"Veja o caso da citação do cardeal Hosiusfeita pelo protestante:

BIBLIOTECA ESTADUAL DA BAVIERA
"O cardeal Hosius, católico, 1524, presidente do Concílio de Trento, escreveu: "Não fosse o fato de terem os batistas sido penosamente atormentados e apunhalados durante os mil e duzentos anos, eles seriam mais numerosos mesmo do que todos os que vieram da Reforma!" (Hosius, Letters, Apud Opera, paginas 112,113)." 

OBSERVAÇÃO: A citação está incorreta: Em vez de "Letters" seria "Liber Epistularum" ; em vez de "Opera" deveria citar "Opera Omnia". 

Baseado nos dados mostrados, isto é, "Hosius, Letters, Apud Opera, paginas 112,113", consegui verificar o "Liber Epistularum" de Osius, que se encontra na Biblioteca Estadual da Baviera como atual proprietário do original, do qual reproduzi na imagem seguinte, o final da pg. 112 e início da pg. 113, levando-se em conta que, em se tratando de declaração tão pequena, mas constante em duas páginas, seja natural que comece no final da pg. 112 e termine no início da página 113:


LIBER EPITULARUM DE OSIUS



TEXTO LATINO: 

"Proferri enim nunc scripturum, Dominum Deum tuum adorabis et illi soli servies, tanquam de solo Deo Patre dictum, cui soli, et nulli creaturae honos hic debeatur. Christum itaque habendum esse procuratorem... (final do pg. 112) ... tantum et mediatorem. Deinde et aliam. Pater maior me est; quam nom minus...(início 113)"

TEXTO, EMBORA MAL TRADUZIDO, POIS NÃO DOMINO BEM O LATIM: 

"A partir, portanto, das Escrituras: adorarás o Senhor teu Deus e somente a ele serviras, como foi dito de Deus Pai somente, do qual somente, e a nenhuma criatura se deve esta honra, sendo Cristo, portanto, tanto curador quanto mediador. Além disso e por outra: o Pai é maior que eu...".

- Mas, poderá alguém alegar, tratam-se de duas citações, sendo uma na pg. 112 e outra na 113...

Tem razão! Portanto, as pgs. 112 e 113 deveria conter, pelo menos uma vez, o termo "batista" ou, "anabatista" que, no latim se escreve respectivamente: "BAPTISTA" e "ANABAPTISTA":

"Se os BATISTAS não fossem atormentados e cortados fora com a faca durante estes últimos 1.200 anos, fariam um enxame de maior número que todos os Reformadores." 

Acontece que isto não se encontra em nenhuma das páginas mencionadas  (Cartas Apud Opera, pp. 112, 113) aqui reproduzidas a seguir. 

Tente, você que duvida, localizar nestas páginas um desses termos: baptista ou anabaptistaSe localizar pode me chamar de TRAPACEIRO, MENTIROSO, ou qualquer outro adjetivo que achar por bem se enquadrar em mim (para que nem por engano isso não aconteça ainda vou reler com cuidado as páginas 112 e 113):

PÁGINA 112
Clique para ver o original: "HOSIUS - OPERA OMNIA - 
LIBER EPISTULARUM - PG 112"
PÁGINA 113
Clique para ver o original: "HOSIUS - OPERA OMNIA - LIBER EPISTULARUM - PG 113"


ENFIM:

Tudo o que consta as páginas 112 e 113 em nada relembra a alegada declaração atribuída pelos Batistas ao Cardeal Hosius. Trata-se de uma completa e DESLAVADA MENTIRA.

Continuando os escritos de Marcos Libório (site Montfort - "O RASTO DE SANGUE"):

"1ª Mentira: - O cardeal Hosius não foi quem presidiu Trento, mas foi assistente do cardeal del Monte.

"2ª Mentira: - A data também é imprecisa, pois o Concílio foi de 1545 a 1563.

"3ª Mentira: - A citação é ainda mais suspeita, pois os batistas nem haviam surgido ainda, e um cardeal diz que eles foram perseguidos por 1200 anos? Se nem o dr.(?) Carroll [autor e inventor das mentiras] conseguiu identificar alguns destes "perseguidos", que devem ter sido numerosos, dado o dilatado tempo da alegada perseguição, como atribuir a um cardeal tal frase?



J. M. Carrol - (Dr.?)
Fantasioso Autor de 
"Rastro de Sangue"
"O livro "Rastro de Sangue -  O livro "Rastro de Sangue" escrito por J. M. CARROLL,  repete a mesma mentira.

"No caso, os batistas seriam este povo oculto, que foi perseguido desde Tertuliano até a rebelião luterana, e, depois da dos calvinistas e zwinglianos, mas que, segundo contam, nunca esmoreceu, permanecendo com as chamadas notas da igreja do Novo Testamento, segundo o desconhecido dr.(?) Carroll.


"É evidentemente mais uma reedição caricaturada da história” [Montfort –  Autor: Marcos Libório]

'
O Concílio Tridentino

”... O Concílio Tridentino foi convocado pelo papa Paulo III com a bula Laetare Jerusalem (19-11-1544) , inaugurado em 13 de dezembro de 1545. A bula papal destinava ao concílio as tarefas de :

1. condenar os erros em matéria de fé ,

2. deter os abusos ,

3. reconstituir a unidade da Igreja,

3. fazer a cruzada contra os turcos.

Tiveram direito a voto (por cabeça) os cardeais e os bispos .


O Papa Paulo III decreta a suspensão do Concílio de Trento.

Inaugurado com a presença de 31 bispos, a maioria italianos, sob a presidência dos legados papais, os cardeais Giovanni del Monte, Marcello Cervini e o inglês Reginald Pole, o Concílio de Trento foi suspenso por Paulo III em 1549, em decorrência da epidemia de tifo e da transferência do concílio para Bolonha, com o objetivo de escapar à excessiva ingerência de Carlos V.

Reabertura do Concílio Tridentino.

Em 1551, após a suspensão , pelo papa Júlio III, sucessor de Paulo III, o Concílio de Trento chega a ter seis sessões solenes, mas é novamente suspenso em abril de 1552, devido ao fracasso das negociações com os protestantes e à traição de Maurício da Saxônia, que passara a apoiar os franceses. Contudo, no decorrer dessas sessões, o Concílio não deixou de discutir e aprovar importantes decretos, como os que versavam sobre a presença real de Cristo na Eucaristia (doutrina da transubstanciação), sobre a penitência (necessidade da confissão auricular) e sobre a extrema-unção.


João Leyde

A Reforma Protestante criou duas correntes: uma mística e uma racionalista. A Igreja luterana estava inserida na corrente racionalista e os movimentos anabatistas e milenaristas representavam a linha mística .

Lutero era intolerante com todos os que discordavam de sua doutrina, malgrado tivesse proclamado a doutrina do livre-exame da Sagrada Escritura .

Defendeu a guerra contra os camponeses anabatistas e excomungou Storch e Münzer.

O triunfo luterano sobre os milenaristas em Frankenhausen não acabou com a corrente mística.

João de Leyde era um místico inserido no fenômeno milenarista , considerava-se um Messias; foi coroado no cemitério da cidade e implantou um reino comunista de terror e promiscuidade sexual em Munster considerada a Nova Jerusalém.

Tanto católicos como protestantes resolveram exterminar o misticismo anabatista. João de Leyde (Leida) fugindo de Munster, instalou-se em Basiléia. Trocou seu nome para David Joris, pregava na clandestinidade. Era considerado o mais cruel de todos os anabatistas.

O Bispo reconquista a cidade; preso e torturado, João de Leyde teve seus ossos colocados numa jaula suspensa nas torres da Catedral.

Batistas

IGREJA BATISTA - Fundada em Londres, em 1611, 
por um grupo de luteranos liderados por Thomas 
Helwys (1550-1616)  e difundida nos Estados  
Unidos. Valoriza o sacramento do batismo, mas 
não reconhece o batismo recebido na infância. 
Para eles, esse sacramento depende de uma 
decisão pessoal tomada oor um adulto
Os batistas atribuem sua origem aos anabatistas, mas foram ex-luteranos que fundaram esse confissão protestante. A Igreja batista nasceu de um grupo de luteranos.

Sendo fundada em Londres, em 1611, a partir de um grupo de luteranos liderados por Thomas Helwys (1550-1616).

Segundo os batistas, a salvação não necessita das boas obras. Valorizam o batismo e defendem sua realização em adultos . Grande presença nos EUA!






Cardeal Hosius

Stanislaus Hosius (1504-1579), Cardeal polonês nascido em Cracóvia a 5 de maio 1504.

Estudou direito em Padua e Bologna, entrou para a Igreja e tornou-se bispo, em 1549, de KuIm; em 1551 , de Ermland, e em 1561 feito cardeal.

O bispo Hosius participou do Concílio de Trento. Os batistas gostam de citá-lo para provar que são descendentes dos anabatistas.

Hosius teria chamado os batistas de 'anabatistas' em 1554. O cardeal Hosius não presidiu Trento, foi assistente do cardeal del Monte... “ (Prof. Everton Jobim)


A Verdadeira História que os Batistas não Contam

Aqui chegamos àquela tristíssima figura de polígamo chamado João de Leyde, de quem falamos acima. Era um doido amancebado com 17 mulheres. Este homem sumamente exaltado é o único fundador desta seita. O princípio de discórdia foi o batismo das crianças. Um pouco antes, no início da reforma, Lutero já condenava os chamados profetas de Zwickau, cujo chefe e fundador era o famoso Tomás Munzer, um dos participantes na revolta dos camponeses. Como se sabe, ele foi preso na batalha de Frakenhausen e decapitado no mesmo lugar. Os seguidores de Munzer fizeram da cidade de Münster o foco de sua pregação e foram chamados de anabatistas, um dos quais, que se chamava João Bockhold, mudou seu nome para João de Leyde; este fanático revolucionou a cidade em 1534 e, na frente de um verdadeiro exército de exploradores, expulsou o bispo desse lugar e aí estabeleceu a poligamia e a comunidade de bens, em que tudo era de uso comum (de todos) incluindo as mulheres!!!!!!!!!!! Em 1536 um pároco católico de WittmarsumMenon Simão, seduzido pela reforma, apostatou e abraçou as idéias de João de Leyde. Menon quis suavizar um pouco a doutrina dos sanguinários anabatistas; para distinguir a sua reforma das seitas congêneres, deu-lhe o nome de BATISTAS. Os BATISTAS tiveram, pois a sua origem de João de Leyde e de Menon, sacerdote apóstata de maus costumes, que os separou dos anabatistas. A doutrina dos batistas reformados respirava ódio implacável ao poder civil. Batizavam somente os adultos, com uma imersão completa e estavam aferrados à teologia calvinista da predestinação, salvação e santificação do sábado em vez do domingo. João de Leyde, tendo chegado a dominar com seus adeptos a cidade de Münster,

1. - proclamou-se REI ABSOLUTO DE SIÃO,

2 - casou-se com 17 mulheres,

3 - deu o exemplo da mais hedionda orgia e

4 - mandou executar, sem julgamento, todos aqueles que se opuseram à sua vontade.

A reação não se fez esperar. A cidade foi cercada e sendo tomada de assalto, João de Leyde foi supliciado pela indignação popular. Devido a seus crimes de violência e imoralidades os anabatistas foram repelidos em toda parte e perseguidos por católicos e protestantes e foram se espalhando e se enfraquecendo, dando origem a várias seitas novas.

Em 1600 um anabatista fundou na Holanda a nova seita dos mergulhadores (Dompelaars) que conservaram as mesmas idéias a respeito do batismo das crianças e obrigaram os adultos a um segundo batismo pela imersão. Depois de diversas ramificações (congregacionalistas, generais-batistas e anabatistas... ), em 1640 Henri Jesley, pastor puritano, mandou à Holanda um delegado para receber dos mergulhadores o batismo de imersão e depois implantar a mesma prática na Inglaterra, onde introduziram a nova seita dos BATISTAS, cujos adeptos foram os PURITANOS que se insurgiram contra as determinações reais em matéria religiosa... Daí para frente acho que você conhece a história dos BATISTAS. 

Em 1950 os BATISTAS estavam classificados como SOCIALISTAS e ANARQUISTAS; os BATISTAS não reconhecem a liberdade de livre-arbítrio; ensinam a licença, isto é, o abuso da liberdade... (isto é verdade? Lembre-se que estou contando o que foi escrito na metade do século passado... você sabe, as seitas se modificam muito e talvez hoje não procedam mais assim). Em 1793 rebentou a primeira divisão, ocasionada por William Carey surgindo outras mais por causa do batismo; uns rejeitaram completamente este sacramento, intitulando-se IGREJAS ABERTAS; outros iam negando ao batismo o caráter sacramental, considerando-o como simples cerimônia bíblica, sem força para dar a vida sobrenatural. Roger William fez-se batista e fundou uma nova seita chamada 

BATISTA DOS SEIS PRINCÍPIOS. Houve, deste feito, em pouco tempo, os 

BATISTAS LIVRES, os 
BATISTAS REFORMADOS, os 
BATISTAS CAMBELISTAS, os 
BATISTAS CONGREGADOS, os 
BATISTAS DOS SEIS PRINCÍPIOS, os 
BATISTAS DO SÉTIMO DIA (adventistas), os 
BATISTAS DAS IGREJAS ABERTAS, os 
BATISTAS DA IGREJA DE DEUS, os 
BATISTAS CRISTIANOS, os 
BATISTAS DE COMUNHÃO LIVRE
etc., etc., etc.

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