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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

PERGUNTAS QUE PODEM LEVAR O DESVIADO PARA A ÚNICA E LEGÍTIMA IGREJA DE CRISTO





PROTESTANTE: "Na kbça de quem ver um Deus onipotente ser literalmente uma hostia, se espera de tudo. Dos contos do vigário, esse é o meu preferido".

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RESPOSTA:
Hóstia: "Vítima oferecida em sacrifício à divindade"
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  • Segundo mitos astecas, sangue humano era necessário ao sol, como alimento, para que o astro pudesse nascer a cada dia. Sacrifícios humanos eram realizados em grande escala; algumas centenas em um dia só não era incomum. Os corações eram arrancados de vítimas vivas, e levantados ao céu em honra aos deuses. Os sacrifícios eram conduzidos do alto de pirâmides para estar perto dos deuses e o sangue escorria pelos degraus. A economia asteca estava baseada primordialmente no milho, e as pessoas acreditavam que as colheitas dependiam de provisão regular de sangue por meio dos sacrifícios. 
  • Mesmo em épocas de paz, os astecas realizavam guerras, denominadas guerras floridas, que tinham como objetivo, conquistar prisioneiros para que seus corações fossem ofertados aos Deuses. Geralmente escolhia-se o guerreiro mais valente, e para ele era um privilégio morrer em sacrifício.




No sentido de Vítima oferecida em sacrifício, Cristo se ofereceu ao Pai sacrificando-se na cruz por nossos pecados.
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Os Sacrifícios da Lei Antiga eram imperfeitos. Não podiam satisfazer plenamente a Majestade Divina ultrajada. Pois a ofensa feita a Deus pelo pecado era, sob certo aspecto, infinita; e, para satisfazer por ela exigia-se uma vítima de merecimento infinito.


Igreja: Instituída por Cristo, ela é o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15), de tal forma que seus ensinos são os ensinos do próprio Jesus que fala através de seus legítimos enviados: "Quem vos ouve a mim ouve" (Lc 10,16).


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As terríveis calúnias contra os cristãos – aliadas às blasfêmias com que os gnósticos parodiavam os ritos sagrados –, fizeram os fiéis guardar com a mais estrita discrição tudo o que dizia respeito ao Augustíssimo Sacramento do Altar. Durante os anos de perseguição, a própria Divina Liturgia parecia ser transmitida mais por memória do que por escrito. Com exceção das explanações de Tertuliano e de São Justino Mártir, em suas Apologias, não era permitido ao mundo profano nenhum acesso aos "Sagrados Mistérios". Teria sido, na verdade, totalmente espúrio ao espírito do cristianismo primitivo que eles representassem em pinturas ou esculturas uma ação tão sagrada quanto a do Santo Sacrifício da Missa.


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Para cortar o passo às más interpretações 
iniciais, em 28 de julho de 1858 — ou seja, 
doze dias após o fim das aparições — o 
bispo diocesano, D. Laurence, nomeara uma 
“comissão encarregada de constatar a 
autenticidade e a natureza dos fatos que 
têm acontecido… numa gruta no oeste da 
cidade de Lourdes” (p. 21). Foi o ponto de 
partida do atual Bureau Médico de Lourdes. 
Com ele, o espírito naturalista e de orgulho 
revolucionário haveria de sofrer outro revés. 
Pois o Bureau passou a constatar, com base 
em critérios muito rígidos, que o inexplicável 
naturalmente — o milagre — acontece para 
aqueles que apelam à graça da Virgem 
Santíssima, que esmaga sob seus pés 
o pai de todas as revoltas, Satanás.
Aquele que se recusa ouvi-la não pode ser considerado cristão (Mt 18,17) e quem não crê na sã doutrina (o primeiro Evangelho por ela anunciado) será condenado (Mc 16,14-16).


- E como saber, dentre as milhões de seitas existentes qual é a legítima Igreja instituída por Cristo? 


O mesmo São Marcos nos dá uma pista mediante a qual os apóstolos obtiveram a pronta adesão dos pagãos:


"Os discípulos partiram e pregaram por toda parte. O Senhor cooperava com eles e confirmava a sua palavra com os milagres que a acompanhavam" (Mc 16, 20).


- E como saber se esses milagres são falsos ou verdadeiros?

Através de análise meticulosa e científica executada por peritos honestos e capazes, de tal forma que estes não consigam explicar tais fenômenos como sendo reles efeitos de causas naturais.




- Mas a ciência pode errar, pois está em constante evolução de tal forma que algo que não pode ser explicado no momento, poderá, mais tarde, com o avanço do conhecimento e da técnica, ser facilmente explicado. Portanto isso não prova nada!


Sim, prova. Tanto é verdade que tais fenômenos considerados inexplicáveis não acontecem em lugar nenhum a não ser em ambientes católicos.

Fonte: MENTIRAS EM SITES RELIGIOSOS - MSR-4


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