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sábado, 3 de setembro de 2016

DOIS MIL ANOS DE CRISTIANISMO - IGREJAS PROTESTANTES - LISTA DOS PAPAS - RAMIFICAÇÕES

DOIS MIL ANOS DE CRISTIANISMO

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Este artigo procura apresentar a cronologia das principais  “igrejas protestantes” conhecidas, a lista dos papas da Igreja Católica e as diversas ramificações das igrejas ocidentais, orientais ortodoxas e das igrejas em comunhão com a Igreja Católica. Os autores e as fontes são diversos.

I. CRONOLOGIA DE IGREJAS E SEITAS
Comunidades eclesiais protestantes, fundadores e lista dos papas desde o ano 33.

I - Origem das principais seitas pseudo-evangélicas (cronologia)


Século I a XV - Nenhuma referência, não existiam.

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Século XVI 


Martinho Lutero - 1517 - Igreja Luterana Alemanha
Anabatistas - 1520 - Europa 
Menno Simons - 1561 - Os Menonitas
Rei Henrique VIII - 1534 - Igreja Anglicana - Inglaterra
John Kinox - 1560 - Presbiteriana - Escócia
Robert Braune - 1600 - Congregacionista - Inglaterra
John Smith - 1612 - Batistas - Holanda
Wesley - 1739 - Metodistas - Inglaterra
Josef Smith - 1805 - Mormons - Estados Unidos 
William Miller - 1831 - Adventistas - Inglaterra
Charles T. Russel - 1874 - Testemunhas de Jeová - Estados Unidos
Charles Fox Parham - 1900 - Assembléia de Deus - EE.UU.
Luigi Francescom - 1910 - Congregacionista Cristã no Brasil - EE.UU.
Aimee Semple McPherson - 1915 - Igreja do Evangelho Quadrangular - EE.UU.
Euriço Matos Coutinho - 1954 - Igreja Apostólica - Brasil 
Sun Myung Moon - 1954 - Moomismo - Coréia do Sul
Davi Miranda - 1962 - Igreja Deus é Amor - Brasil 
Edir Macedo - 1977 - Igreja Universal do Reino de Deus - Brasil 
Estevam Hernandez - 1986 - Igreja Renascer em Cristo - Brasil 
Waldemiro Santiago - 1998 - Igreja Mundial do Poder de Deus - Brasil 
Tabernáculo da fé: Willian Marrian Branhan (EUA) – 1946;
Igreja da Unificação (Moon): Yong Myung Mun (Coréia) – 1954;
Igreja Apostólica ( ou Vó Rosa): Eurico Maltos e a Senhora Rosa (Brasil) – 1954;
O Brasil para Cristo: Manoel de Mello (Brasil) – 1955;
Templo Manjedoura Nazareno: Eloy Buges (Brasil) – 1958;
Deus é Amor: David Martins de Miranda (Brasil) – 1962;
Anuário da Fé – 1964;
Luz do Mundo – 1965;
Os Meninos de Deus: David Brandt (EUA) – 1968;
Divine Light Mission (DLM): (EUA) – 1970;
Cruzada da Nova Vida;
Igreja da Restauração;
Reavivamento Bíblico;
Cristo Pentecostal da Bíblia;
Igreja Pentecostal Jesus Nazareno;
Igreja do Evangelho Pleno;
Igreja da Graça;
Evangelho Quadrangular;
Casa da Benção…

No Protestantismo, tronco dos Adventistas, com pouco mais de cem anos de existência, já temos:

Adventistas da Igreja Vindoura;
Adventistas da Bendita Esperança;
Adventistas do Sétimo Dia;
Adventistas Evangélicos
Adventistas do 1.º Advento
Cristãos Adventistas
Igreja Adventista da Sétima Reforma Divina
Igreja Este Brasil é Adventista
União da Vida e do Advento etc.

Do tronco dos Metodistas temos:

Metodistas Livres;
Metodistas Primitivos;
Metodistas Ocidentais;
Metodistas Independentes;
Metodistas da Nova Jerusalém;
Metodistas Reformados;
Metodistas da União Evangélica;
Metodistas dos Irmãos Unidos em Cristo.
Metodistas (Divisão Esportiva)
Metodistas Internacional Fábrica de Milagres

Do tronco dos Batistas já temos:

Batistas Calvinistas
Batistas Congregacionalistas
Batistas Primitivos
Batistas do Livre Pensamento
Batistas dos Seis Princípios
Batistas Tunkers
Batistas Campbellitas
Batistas Abertos
Batistas Fechados
Batistas do Sétimo Dia
Igreja Batista Quemuel
Igreja Batista a Paz do Senhor e Anti-Globo
Igreja Batista Restrita
Igreja Batista Coluna de fogo etc.
Igreja Batista Cópia Da Perfeição.
Igreja Batista da Juventude Sem Drogas e Rock’N'Roll.
Igreja Batista Evangélica da Bazuca Celestial.
Igreja Batista Cósmico e Peregrino
Templo Batista Cósmico e Peregrino.

Do tronco das Assembleias de Deus já temos:

Assembléia de Deus dos Primogênitos
Assembléia de Deus dos Remanescentes
Assembléia da Reforma Universal
Assembléia Ministério Eis-me Aqui
Assembléia de Deus Canela de Fogo.
Assembléia de Deus Filadélfia (Ministério canela de fogo)
Assembléia de Deus Fonte Santa em Biscoitão
Assembleia de Deus Caprichosos na Obra de Deus.
Assembléia de Deus da Beira da Estrada de Tribobó.
Assembléia de Deus do Pai do Filho e do Espírito Santo.
Assembléia de Deus do Papagaio Santo Que Ora a Bíblia.
Assembléia de Deus Filhos e Consolações.
Assembléia de Deus Retiro das Mangueiras etc.

Do tronco dos Presbiterianos já temos:

Igreja Presbiteriana a Torre.
Igreja Presbiteriana do Apocalipse Sagrado.
Igreja Presbiteriana Juntando Ovelhas Desgarradas do Rebanho.
Igreja Presbiteriana Orquestra dos Anjos Benfazejos

Muitos fundadores de igrejas e ministérios evangélicos se esmeram na criatividade para dar às suas congregações nomes que as destaquem de todas as outras. Confira o resultado de uma pesquisa em alguns estados do Brasil:

Igreja Evangélica Missão Celestial Pentecostal (São Luis – MA)
Igreja Evangélica Florzinha de Jesus (Londrina – PR)
Igreja Pentecostal Trombeta de Deus (Samambaia – DF)
Igreja Evangélica Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando (Brasília – DF)
Igreja Evangélica Deus Pentecostal da Profecia (São Mateus – ES)
Igreja Evangélica Pentecostal Rebanho do Senhor (Castelo – ES)
Igreja Pentecostal Alarido de Deus (Anápolis – GO)
Igreja pentecostal Esconderijo do Altíssimo (Anápolis – GO)
Igreja comunidade Porta das Ovelhas (Belo Horizonte – MG)
Igreja de Deus que se Reúne nas Casas (Itaúna – MG)
Igreja Evangélica Pentecostal a Volta do Grande Rei (Poços de Caldas – MG)
Igreja Evangélica Cristã Pentecostal Jesus Pastor (Pouso alegre – MG)
Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia (Uberlândia – MG)
Igreja Evangélica Pentecostal Missões Portas Eternas (Contagem – MG)
Igreja Evangélica a Última Trombeta Soará (Contagem – MG)
Igreja Evangélica Pentecostal Sinal da Volta de Cristo (Três Lagoas – MS)
Igreja Pentecostal Jesus Nasceu em Belém (Belém – PA)
Igreja Evangélica Almas para Cristo (Curitiba – PR)
Igreja Evangélica Explosão da Fé (Belford Roxo – RJ)
Igreja Evangélica Vida Profunda (Itaperuna – RJ)
Igreja Pentecostal do Fogo Azul (Duque de Caxias – RJ)
Igreja Pentecostal o Poder de Deus é Fogo (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Evangélica em Obra de Libertação (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Ministério Favos de Mel (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Evangélica Pentecostal Labareda de Fogo (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Evangélica Internacional soldados da Cruz de Cristo (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja a Serpente de Moisés, a que Engoliu as Outras (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Assembléia de Deus com Doutrinas e sem Costumes (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Pentecostal Assembléia dos Santos (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Pentecostal da Unificação em Jesus Cristo (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Templo Evangélico da Sétima Trombeta (Rio de Janeiro – RJ)
Igreja Primitiva do Senhor (Campos – RJ)
Igreja Evangélica Universal Jesus Breve Vem (Vilhena – ES)
Igreja Pentecostal Monte da Obra Missionária (Jaru – RO)
Igreja Pentecostal Remidos do Senhor no Brasil (Pimenta Bueno – RO)
Igreja de Jesus Cristo no Universo (Porto Velho – RO)
Igreja Tabernáculo o Senhor é Meu Pastor (Santana do Livramento – RS)
Igreja Catedral Evangélica Pentecostal do Grande Deus (Bragança Paulista – SP)
Igreja Congregação de Profetas Jesus Nosso Rei dos Judeus (Taubaté – SP)
Igreja Atual dos Últimos Dias (Araras – SP)
Igreja Cristã Pentecostal Universal Sarça Ardente (Cabreuva – SP)
Igreja Despertai Para Jesus (São Vicente – SP)
Igreja de Deus Assembléia dos Anciãos (Itapecirica da Serra – SP)
Igreja do Evangelho Triangular no Brasil (Sertãozinho – SP)
Igreja Evangélica Ministério Cristão Fé e Palavra Pentecostal (Osasco – SP)
Igreja Evangélica Facho de Luz (São Bernardo do Campo – SP)
Igreja Evangélica Pentecostal a Tenda da Salvação (São José do Rio Preto – SP)
Igreja Evangélica Pentecostal os Mensageiros do Rei Jesus (Guaianazes – SP)
Igreja de Novo Amanhã (Canoas – RS)
Igreja Evangélica Pentecostal Primitiva Unida (Piracicaba – SP)
Igreja Pentecostal Barco da Salvação (Mauá – SP)
Igreja Pentecostal Jesus Vem e Vencerá pela Fé (São Paulo – SP)
Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo (São Paulo – SP)
Igreja Evangélica Pentecostal a Última Embarcação Para Cristo (São Paulo – SP)
Igreja Pentecostal Jesus Vem Você Fica (São Paulo – SP)
Igreja Lugar Forte (São Paulo – SP)
Igreja Pentecostal o Senhor Pelejará por Vós (Santo André – SP)
Igreja Pentecostal Povo de Deus Marcha (Orlândia – SP)
Igreja Pentecostal Uma Porta para a Salvação (Presidente Prudente – SP)
Igreja Evangélica Missão Apoio Ina-Shi
Igreja Evangélica Casa de Orações Para Todas as Nações
Igreja Evangélica Ministerial Internacional Emanuel
Igreja Evangélica Renovando Vidas
Igreja Evangélica Jesus a Verdade Que Marca
Igreja Evangélica Fundamento Apostólico


DISSE RUI BARBOSA:

“Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: Religião ou a Católica ou nenhuma”. (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º.)

A Igreja Católica é a mãe de todas as igrejas cristãs. Por isso, outras igrejas não devem ser consideradas “irmãs” da igreja Católica (Papa Bento XVI) 

IGREJA CATÓLICA
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CRONOLOGIA - OS BISPOS DE ROMA (PAPA) DE EXISTÊNCIA CONTÍNUA:



1) São Pedro (33 a 67)
2) São Lino (67 a 76)
3) Santo Anacleto (76 a 88)
4) São Clemente I (88 a 97)
5) Santo Evaristo (97 a 105)
6) Santo Alexandre I (105 a 115)
7) São Sisto I (115 a 125)
8) São Telésforo (125 a 136)
9) Santo Higino (136 a 140)
10) São Pio I (140 a 154)
11) Santo Aniceto (155 a 166)
12) São Sotero (166 a 174)
13) Santo Eleutério (174 a 189)
14) São Vitor I (189 a 199)
15) São Zeferino (199 a 217)
16) São Calisto I (217 a 222)
17) Santo Urbano I (222 a 230)
18) São Ponciano (230 a 235)
19) Santo Antero (235 a 236)
20) São Fabiano (236 a 250)
21) São Cornélio (251 a 253)
22) São Lúcio I (253 a 254)
23) Santo Estevão I (254 a 257)
24) São Sisto II (257 a 258)
25) São Dionísio (259 a 268)
26) São Félix I (269 a 274)
27) Santo Eutiquiano (275 a 283)
28) São Caio (283 a 296)
29) São Marcelino (296 a 304)
30) São Marcelo I (308 a 309)
31) Santo Eusébio (309 a 310)
32) São Melquíades (311 a 314)
33) São Silvestre I (314 a 335)
34) São Marcos (336)
35) São Júlio I (337 a 352)
36) Libério (352 a 366)
37) São Dâmaso I (366 a 384)
38) São Sirício (384 a 399)
39) Santo Anastácio I (399 a 401)
40) Santo Inocêncio I (401 a 417)
41) São Zósimo (417 a 418)
42) São Bonifácio I (418 a 422)
43) São Celestino I (422 a 432)
44) São Sisto III (432 a 440)
45) São Leão Magno (440 a 461)
46) Santo Hilário (461 a 468)
47) São Simplício (468 a 483)
48) São Félix III (II) (483 a 492)
49) São Galásio I (492 a 496)
50) Anastácio II (496 a 498)
51) São Símaco (498 a 514)
52) São Hormisdas (514 a 523)
53) São João I (523 a 526)
54) São Félix IV (III) (526 a 530)
55) Bonifácio II (530 a 532)
56) João II (533 a 535)
57) Santo Agapito I (535 a 536)
58) São Silvério (536 a 537)
59) Vigílio (537 a 555)
60) Pelágio I (556 a 561)
61) João III (561 a 574)
62) Bento I (575 a 579)
63) Pelágio II (579 a 590)
64) São Gregório I (590 a 604)
65) Sabiniano (604 a 607)
66) Bonifácio III (607 a 608)
67) São Bonifácio IV (608 a 615)
68) São Adeodato I (615 a 618)
69) Bonifácio V (619 a 625)
70) Honório I (625 a 638)
71) Severino (640)
72) João IV (640 a 642)
73) Teodoro I (642 a 649)
74) São Martinho I (649 a 655)
75) Santo Eugênio I (655 a 657)
76) São Vitaliano (657 a 672)
77) Adeodato II (672 a 676)
78) Dono (676 a 678)
79) Santo Ágato (678 a 681)
80) São Leão II (682 a 683)
81) São Bento II (684 a 685)
82) João V (685 a 686)
83) Cônon (686 a 687)
84) São Sérgio I (687 a 701)
85) João VI (701 a 705)
86) João VII (705 a 707)
87) Sisínio (707 a 708)
88) Constantino I (708 a 715)
89) São Gregório II (715 a 731)
90) São Gregório III (731 a 741)
91) São Zacarias (741 a 752)
92) Estevão II (752 a 757)
93) São Paulo I (757 a 767)
94) Estevão III (768 a 772)
95) Adriano I (772 a 795)
96) São Leão III (795 a 816)
97) Estevão IV (816 a 817)
98) São Pascoal I (817 a 824)
99) Eugênio II (824 a 827)
100 ) Valentim I (827)
101) Gregório IV (827 a 844)
102) Sério II (844 a 847)
103) São Leão IV (847 a 855)
104) Bento III (855 a 858)
105) São Nicolau I (858 a 867)
106) Adriano II (867 a 872)
107) João VIII (872 a 882)
108) Mariano I (882 a 884)
109) Santo Adriano III (884 a 885)
110) Estevão V (885 a 891)
111) Formoso (891 a 896)
112) Bonifácio VI (896)
113) Estêvão VI (896 a 897)
114) Romano (897)
115) Teodoro II (897)
116) João IX (898 a 900)
117) Bento IV (900 a 903)
118) Leão V (903)
119) Sérgio III (904 a 911)
120) Anastácio III (911 a 913)
121) Lando (913 a 914)
122) João X (914 a 928)
123) Leão VI (928)
124) Estevão VII (929 a 931)
125) João XI (931 a 935)
126) Leão VII (936 a 939)
127) Estêvão VIII (939 a 942)
128) Marino II (942 a 946)
129) Agapito II (946 a 955)
130) João XII (955 a 964)
131) Leão VIII (964 a 965)
132) Bento V (965)
133) João XIII (965 a 972)
134) Bento VI (973 a 974)
135) Bento VII (974 a 983)
136) João XIV (983 a 984)
137) João XV (984 a 996)
138) Gregório V (996 a 999)
139) Silvestre II (999 a 1003)
140) João XVII (1003)
141) João XVIII (1003 a 1009)
142) Sérgio IV (1009 a 1012)
143) Bento VIII (1012 a 1024)
144) João XIX (1024 a 1032)
145) Bento IX (1032 a 1044)
146) Silvestre III (1044)
147) Bento IX (2ª vez) (1045)
148) Gregório VI (1045 a 1046)
149) Clemente II (1046 a 1047)
150) Bento IX (3ª vez) (1047 a 1048)
151) Dâmaso II (1048)
152) São Leão IX (1049 a 1054)
153) Vitor II (1055 a 1057)
154) Estêvão IX (1057 a 1058)
155) Nicolau II (1059 a 1061)
156) Alexandre II (1061 a 1073)
157) São Gregório VII (1073 a 1085)
158) Beato Vitor III (1086 a 1087)
159) Beato Urbano II (1088 a 1099)
160) Pascoal II (1099 a 1118)
161) Gelásio II (1118 a 1119)
162) Calisto II (1119 a 1124)
163) Honório II 91124 a 1130)
164) Inocêncio II (1130 a 1143)
165) Celestino II (1143 a 1144)
166) Lúcio II (1144 a 1145)
167) Beato Eugênio III (1145 a 1153)
168) Anastácio IV (1153 a 1154)
169) Adriano IV (1154 a 1159)
170) Alexandre III (1159 a 1181)
171) Lúcio III (1181 a 1185)
172) Urbano III (1185 a 1187)
173) Gregório VIII (1187)
174) Clemente III (1187 a 1191)
175) Celestino III (1191 a 1198)
176) Inocêncio III (1198 a 1216)
177) Honório III (1216 a 1227)
178) Gregório IX (1227 a 1241)
179) Celestino IV (1241)
180) Inocêncio IV (1243 a 1254)
181) Alexandre IV (1254 a 1261)
182) Urbano IV (1261 a 1264)
183) Clemente IV (1265 a 1268)
184) Beato Gregório X (1271 a 1276)
185) Beato Inocêncio V (1276)
186) Adriano V (1276)
187) João XXI (1276 a 1277)
188) Nicolau III (1277 a 1280)
189) Matinho IV (1281 a 1285)
190) Honório IV (1286 a 1287)
191) Nicolau IV (1288 a 1292)
192) São Celestino V (1293 a 1294)
193) Bonifácio VIII (1294 a 1303)
194) Beato Bento XI (1303 a 1304)
195) Clemente V (1305 a 1314)
196) João XXII (1316 a 1334)
197) Bento XII (1334 a 1342)
198) Clemente VI (1342 a 1352)
199) Inocêncio VI (1352 a 1362)
200) Bento Urbano V (1362 a 1370)
201) Gregório XI (1370 a 1378)
202) Urbano VI (1378 a 1389)
203) Bonifácio IX (1389 a 1404)
204) Inocêncio VII (1404 a 1406)
205) Gregório XII (1406 a 1415)
206) Martinho V (1417 a 1431)
207) Eugênio IV (1431 a 1447)
208) Nicolau V (1447 a 1455)
209) Calisto III (1455 a 1458)
210) Pio II (1458 a 1464)
211) Paulo II (1464 a 1471)
212) Sisto IV (1471 a 1484)
213) Inocêncio VIII (1484 a 1492)
214) Alexandre VI (1492 a 1503)
215) Pio III (1503)
216) Júlio II (1503 a 1513)
217) Leão X (1513 a 1521)
218) Adriano VI (1522 a 1523)
219) Clemente VII (1523 a 1534)
220) Paulo III (1534 a 1549)
221) Júlio III (1550 a 1555)
222) Marcelo II (1555)
223) Paulo IV (1555 a 1559)
224) Pio IV (1559 a 1565)
225) São Pio V (1566 a 1572)
226) Gregório XIII (1572 a 1585)
227) Sisto V (1585 a 1590)
228) Urbano VII (1590)
229) Gregório XIV (1590 a 1591)
230) Inocêncio IX (1591)
231) Clemente VIII (1592 a 1605)
232) Leão XI (1605)
233) Paulo V (1605 a 1621)
234) Gregório XV (1621 a 1623)
235) Urbano VIII (1623 a 1644)
236) Inocêncio X (1644 a 1655)
237) Alexandre VII (1655 a 1667)
238) Clemente IX (1667 a 1669)
239) Clemente X (1670 a 1676)
240) Beato Inocêncio XI (1676 a 1689)
241) Alexandre VIII (1689 a 1691)
242) Inocêncio XII (1691 a 1700)
243) Clemente XI (1700 a 1721)
244) Inocêncio XIII (1721 a 1724)
245) Bento XIII (1724 a 1730)
246) Clemente XII (1730 a 1740)
247) Bento XIV (1740 a 1758)
248) Clemente XIII (1758 a 1769)
249) Clemente XIV (1769 a 1774)
250) Pio VI (1775 a 1799)
251) Pio VII (1800 a 1823)
252) Leão XII (1823 a 1829)
253) Pio VIII (1829 a 1830)
254) Gregório XVI (1831 a 1846)
255) Pio IX (1846 a 1878)
256) Leão XIII (1878 a 1903)
257) São Pio X (1903 a 1914)
258) Bento XV (1914 a 1922)
259) Pio XI (1922 a 1939)
260) Pio XII (1939 a 1958)
261) João XXIII (1958 a 1963)
262) Paulo VI (1963 a 1978)
263) João Paulo I (1978)
264) João Paulo II (1978 a 2005)
265) Bento XVI (2005 a 2013)
266) Francisco (Atual)






II. AS IGREJAS ORTODOXAS

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"Jesus de Nazaré (...) surgiu no ambiente sociocultural do mundo judaico na Palestina no início do Império Romano e iniciou sua missão na Galiléia (...), e nessa região ele chamou os primeiros discípulos e constituiu a primeira 'comunidade' (Mt. 10,2) cristã (...). Com o aumento dos discípulos de Cristo (At. 6,1), os Apóstolos de Jesus tomaram consciência da necessidade de formarem uma entidade original, formando assim comunidades que passaram a ser designadas nos Atos dos Apóstolos com o nome de: 'assembleia'. E as primeiras assembleias conhecidas foram as de Jerusalém, de Antioquia (At. 14,27), de Cesaréia (18,22) ..., e todas tinham consciência que elas formavam uma única assembleia 'em um só coração e uma só alma' (At. 4,32); os Apóstolos foram repartidos e enviados para as regiões de influência: região dos Partos, Ásia, Scintia, etc.; chegando até do outro lado do Tigre, (...). Assim surgiram as primeiras comunidades cristãs fora do Império Romano e à luz do Espírito Santo, tomavam consciência de sua plenitude cósmica (Ef. 1,23) (...)" (As Igrejas Orientais Católicas e Ortodoxas - Tradições Vivas. Roberto Khatlab, Ave Maria Edições).



FORMAÇÃO DOS RITOS ORIENTAIS
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"A partir da primeira comunidade de Jerusalém outras Comunidades foram formadas, passando a serem Comunidades locais em torno de outras cidades antigas; todas conservando um acordo universal em fé e moral, segundo as Escrituras e a Tradição de Jerusalém. No entanto as comunidades se desenvolveram e se engajaram nos costumes próprios da região e assim nasceram os diversos 'Ritos' que formaram 'famílias litúrgicas', que no Oriente passaram a ser 'Igrejas Rituais' com costumes e disciplinas próprias. Nos séculos II e III, podemos nos certificar de vários cultos litúrgicos em diferentes centros da cristandade. No século IV, documentos nos revelam a existência de ritos diversos. No Oriente, nesse período, já existiam quatro classes de ritos (...).

A partir do século V, as comunidades cristãs estavam situadas e organizadas nos grandes centros do Império e formaram e constituíram as Sés, que passaram a ser chamadas de 'Patriarcados' e no Oriente foram constituídas quatro grandes Patriarcados: Constantinopla, Alexandria, Antioquia e Jerusalém. Com o desenvolvimento dos Patriarcados, acima citados, estes acabaram por eliminar os ritos particulares, e no Oriente se concentraram em três grandes ritos:

1.Rito de Constantinopla ou Bizantino (...);

2. Rito de Antioquia e de Jerusalém (...);

3. Rito de Alexandria (...).

Com essa formação, em três ritos, não quer dizer que todos os ritos particulares desapareceram. Alguns sobreviveram sob a influência de heresias ou da situação política do Império e não se sujeitaram à autoridade central dos Patriarcados, mas continuaram com os antigos ritos das metrópoles: (...). Nessa organização, os ritos progrediram (...). Portanto as Igrejas Orientais locais, fundadas pelos Apóstolos e seus sucessores, são unidas entre elas em uma mesma fé, mas diferentes em seus 'Ritos', que é um elemento constitutivo de uma comunidade em torno de uma liturgia, em que são manifestados os patrimônios teológicos, espirituais ... de um povo, dentro de seu ambiente sócio-religioso-cultural. Assim no Oriente os 'Ritos', além de cerimônias religiosas e costumes litúrgicos, no sentido clássico da palavra, passou para um sentido mais amplo, e tornaram-se 'Igrejas-Ritos'; no seio da Igreja Universal, passaram a ser Igrejas 'sui iuris'" (As Igrejas Orientais Católicas e Ortodoxas - Tradições Vivas. Roberto Khatlab, Ave Maria Edições).

FORMAÇÃO DO RITO LATINO
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"A distinção entre Igreja latina e Igreja oriental teve sua primeira origem na divisão política do Império romano em ocidental e oriental, realizada no ano 285 por Diocleciano (284-305); reconhecida na prática por Constantino (306-337), que muda a capital para Bizâncio no ano 330, dando-lhe ademais seu próprio nome; é consumada, no ano 395, por Teodósio (379-395), apesar de que todos os súditos do Império continuavam chamando-se romanos, inclusive na língua grega" (La Ley de La Iglesia. Jose Maria Piñero Carrion, Coleccion Sintesis, Sociedade de Educacion Atenas, Madrid, España, tradução livre).



PATRIARCA / PATRIARCADO

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"Desde as origens da Igreja, há sés episcopais que desempenham um papel particular, bastante superior ao das sés metropolitanas. Trata-se das sés episcopais das principais cidades do império, que foram, ao mesmo tempo, o ponto de partida da evangelização: Roma, Alexandria, Antioquia, mas também Cartago. Os bispos dessas cidades intervêm num território muito maior que a simples província em que se situam, a fim de reunir concílios, confirmar bispos etc." (Para Ler a História da Igreja - Das Origens ao Século XV. Volume I, Jean Comby, Edições Loyola).

"Etimologicamente, patriarca significa pai em grau supremo, ou pai das origens. (...) Na organização eclesiástica dos orientais, patriarca é 'o bispo que tem jurisdição sobre todos os bispos, não excetuados os Metropolitas, sobre o clero e o povo do mesmo território ou Rito, de acordo com a norma do direito'. Na tradição ortodoxa, a Igreja Universal deveria dirimir suas controvérsias mediante acordo da pentarquia ou conjunto dos cinco patriarcados antigos e apostólicos: Jerusalém, Antioquia, Alexandria, Roma e Constantinopla (Bizâncio), reconhecidos pelos primeiros Concílios Ecumênicos. (...) No ocidente, usa-se o título de 'patriarca' como meramente honorífico" (Guia Ecumênico. Estudos da CNBB nº 21, Edições Paulinas).


RUPTURA ENTRE IGREJA LATINA E IGREJA GREGA
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• "Política e religião - Desde o século V, o fosso entre a Igreja latina e a Igreja grega não parava de se acentuar. As razões disso são, a um só tempo, políticas, culturais e dogmáticas. A Igreja grega se encontra vinculada ao poder bizantino. O imperador faz e desfaz os patriarcas de Constantinopla. Paralelamente, os bispos de Roma se libertaram da tutela teórica de Constantinopla. Ao restaurar o Império do Ocidente, o papado parecia empreender uma operação política contra o imperador de Constantinopla e as Igrejas estavam indiretamente engajadas nessa tensão entre os dois impérios.

• Diferenças culturais - Bem mais grave se revela o fosso cultural. As duas Igrejas não se compreendem mais. O Oriente desconhece o latim e o Ocidente muito mais o grego. Herdeiros de uma grande cultura, os gregos permanecem fiéis a ela, tanto no domínio profano como no domínio religioso. No Ocidente, o renascimento carolíngeo logo se esgotou. Nos poucos contatos que mantém, gregos e latinos se odeiam cordialmente. Para os bizantinos, os latinos, essas pessoas do país das trevas, são rústicos, selvagens, incultos e glutões! Para os latinos, os gregos são degenerados, efeminados, detalhistas ao extremo. O qualificativo 'bizantino' tornou-se, desde então, pejorativo.

• Liturgia e doutrina - São ainda as divergências litúrgicas e doutrinais que opõem as duas Igrejas. Para os gregos, o rito é a fé em ação. No Ocidente, distingue-se mais facilmente a doutrina do rito. Para um oriental, mudar os ritos é mudar a fé. Essa é a razão por que as questões referentes aos jejuns, ao pão ázimo ou fermentado, às barbas dos celebrantes, assumem grande importância. No Oriente, monges e bispos são celibatários, mas os padres se casam. No Ocidente, exige-se o celibato para todos os padres, ou, pelo menos em princípio, os homens casados renunciam à vida conjugal após a sua ordenação. Os gregos recriminam os latinos por terem modificado a fórmula de fé através do acréscimo do "filioque" ao Credo de Nicéia-Constantinopla. 'O Espírito procede do Pai', diz o Credo; 'e do Filho', acrescentam os latinos. Há um matiz teológico na compreensão do papel do Espírito. Ignorantes em termos de história, os latinos acusam os gregos de terem suprimido a expressão" (Para Ler a História da Igreja - Das Origens ao Século XV. Volume I, Jean Comby, Edições Loyola).




CISMA ORIENTAL

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"Mas apesar de todas as tentativas de viverem juntos (Roma e Bizâncio), no início do século XI, aconteceu a maior cisão histórica da Igreja (...). Após frequentes discussões, o conflito explodiu definitivamente em 1054, data simbólica do 'Cisma Oriental', chamado também de 'Cisma grego' e 'Cisma bizantino'. (...) Em 25 de março de 1043, Miguel Celulário é eleito Patriarca de Constantinopla (...). O Patriarca Miguel iniciou uma campanha de difamação e acusações contra os latinos, fechou igrejas latinas em Constantinopla e cobriu de anátemas o clero latino. (...) Diante desse fato, o Papa Leão IX confiou ao Cardeal Humberto de Mouenmutier a missão de responder a estas acusações. O Cardeal Humberto usou todas as suas forças para defender a autoridade da Santa Sé Apostólica, concluindo com um pedido de paz e de concórdia. Em seguida houve uma correspondência com o Patriarca de Antioquia, que declarou o desejo de ficar em comunhão com a Igreja de Roma, sem entrar muito nos detalhes das discussões entre Roma e Constantinopla. (...) Em seguida o Papa Leão IX decide enviar uma comissão a Constantinopla dirigida pelo Cardeal Humberto, bispo de Silva Cândida, um dos principais membros da Cúria Romana, Frederico de Lorraine (futuro Papa Estevão IX [1057-1058]) e Pedro, Bispo de Amalfi. O objetivo é dialogar com o Patriarca Miguel Cerulário e o Rei (Basileus) Constantino IX, por isso levaram duas cartas, uma ao Rei e outra ao Patriarca. A carta ao Rei era sobretudo de ordem política e abordava algumas atitudes do Patriarca Miguel em 1052 contra os latinos. A carta ao Patriarca Miguel continha logicamente as afirmações de união que este sempre apresentou, mas continha também os comentários de suas irregularidades jurídicas contra as Sés, justificados pelo seu título de 'Patriarca Ecumênico'. O conteúdo era rigoroso, apresentando o temperamento de Humberto, mais forte que o Papa Leão IX.



Ao chegar em Constantinopla, a comissão foi visitar o Rei e entregou-lhe a carta. No momento de encontrar o Patriarca Miguel, a comissão não quis fazer o cerimonial junto ao Patriarca, e este, por sua vez, duvidando que a carta do legado, Cardeal Humberto, fosse realmente do Papa Leão IX, ignorou a comissão, principalmente quando soube que o Papa tinha falecido (19 de abril de 1054), e recusou-se a dialogar. O Cardeal Humberto e a comissão, não conseguindo convencer o Patriarca Miguel, decidiram deixar Constantinopla, e no dia '16 de julho de 1054', sábado antes da liturgia, os enviados do Papa foram à igreja de Santa Sofia, e o Cardeal Humberto agindo de sua própria autoridade, sendo que o Papa Leão IX tinha falecido, colocou sobre o altar-mor uma 'Bula de Excomunhão'. Este documento continha a marca do Cardeal Humberto, defensor das idéias da reforma da Igreja, primazia do Papa de Roma e seu direito de guardar toda a Igreja. Foi um golpe rápido e em seguida foram ao Palácio se despedir do Rei, que nada sabia sobre a Bula de Excomunhão, que a comissão deixou sobre o altar-mor da igreja de Santa Sofia, mas não reagiu imediatamente. Deixou circular rumores para excitar a cólera do povo contra a comissão dos latinos. Em seguida (dia 21 de julho), o Patriarca Miguel reuniu um Sínodo e excomungou solenemente o legado pontifício e seus companheiros, entretanto o Sínodo tomou a precaução de não atingir o Papa, excomungando apenas o legado e sua comitiva.


O Patriarca Miguel Cerulário teve sua vitória, fez o Rei desistir da união, vingou-se de Roma. (...) E a separação definitiva não foi com o Patriarca Fócio (século IX), nem com o Patriarca Miguel Cerulário (século XI), pois apesar das divergências entre Roma e Constantinopla, os Patriarcas Orientais permaneceram em comunhão parcial com o Papa de Roma. A verdadeira causa da ruptura aconteceu principalmente na época das Cruzadas, quando estes dirigindo-se para a 'Terra Santa' desviou-se até Constantinopla e a colocou em sítio, e saquearam os museus levando as Relíquias, obras de arte, tesouros bizantinos ... Os bispos orientais foram substituídos por latinos, aumentando ainda mais as divergências entre gregos e latinos. O cisma estava confirmado entre as Igrejas do Oriente e do Ocidente, que permanece até o dia de hoje. E enfim a cisão de 1054, entre a Igreja de Roma (Ocidente) e a Igreja de Constantinopla (Oriente), levou outras Igrejas do Oriente, sem nenhum ato formal, a seguirem o exemplo de Constantinopla e se separaram também da Igreja de Roma e passaram a serem subsidiárias da Sé de Constantinopla.

A partir do 'Cisma Oriental' foi formada a 'Igreja dissidente do Oriente' e chamaram-se 'Ortodoxos', os portadores da 'verdadeira fé' em oposição à Igreja Católica (do Ocidente). (...) As igrejas dissidentes do Oriente, após abandonarem o centro da unidade se dividiram em numerosas e separadas Igrejas nacionais, autocéfalas ou autônomas, e aos poucos foram se emancipando do Patriarcado de Constantinopla e elegendo cada uma um Patriarca ou Metropolita próprio, e hoje o Patriarca de Constantinopla não exerce nenhuma jurisdição sobre as outras Igrejas; o mesmo possui apenas um primado de honra desde o ano 350" (As Igrejas Orientais Católicas e Ortodoxas - Tradições Vivas. Roberto Khatlab, Ave Maria Edições).


VOLTA À UNIÃO
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"Desde o século XII voltaram à unir-se com a Igreja de Roma muitos dos separados, ainda que conservando seu próprio patriarcado e rito, sendo conhecidos como ritos orientais católicos, igrejas orientais unidas, patriarcados unidos ou igreja grega, pela língua usada, ou igreja bizantina pela cidade de Bizâncio-Constantinopla, considerada capital de todo o oriente" (La Ley de La Iglesia. Jose Maria Piñero Carrion, Coleccion Sintesis, Sociedade de Educacion Atenas, Madrid, España, tradução livre).




DECLARAÇÃO COMUM

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"Após séculos de hostil distanciamento, a Declaração conjunta do papa Paulo VI e do patriarca Atenágoras I, na véspera do encerramento do Concílio Vaticano II, a 7 de dezembro de 1965, inaugurou um novo período de aproximação, reconciliação e confiança mútua entre as duas igrejas" (Cristianismo 2.000 Anos de Caminhada. Alberto Antoniazzi e Henrique Cristiano. Suplemento da Revista Família Cristã. Edições Paulinas).

• Anátema: Termo grego aplicado, como o hebreu "cherem", tanto ao processo de excomunhão como ao objeto sobre o qual recai uma maldição e que é considerado, portanto, intocável.

• Excomunhão: Desligamento da comunhão (religiosa); o termo hebraico correspondente é "cherem". Nos tempos talmúdicos, a excomunhão era empregada, comumente, como arma contra os judeus considerados responsáveis por ensinamentos tidos como perigosos à comunidade. Consistia na completa ruptura de relações pessoais, comerciais, sociais e religiosas com o acusado, até seu arrependimento.
(As Religiões ontem e hoje. Dr. Hugo Schlesinger e Pe. Humberto Porto. Edições Paulinas).


III. AS IGREJAS CATÓLICAS E ORIENTAIS

I. RITO OCIDENTAL (Latino ou Romano).

Igreja Católica Apostólica Romana (Patriarcado de Roma)


II. RITOS ORIENTAIS
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1. Igrejas unidas plenamente ao Patriarcado de Roma

a. Tradição Alexandrina (copta)

Rito Alexandrino

. Igreja Copta Católica (Patriarcado de Alexandria)

. Igreja Etíope Católica (atualmente na diáspora)
b. Tradição Antioquena
Rito Siro-maronita
. Igreja Maronita (Patriarcado de Antioquia)
Rito Aramaico ou siríaco-antioqueno
. Igreja Síria Católica (Patriarcado de Antioquia)
. Igreja Siro-Malancar Católica
c. Tradição Constantinopolitana e Bizantina
Rito Greco-bizantino
. Igreja Greco-Melquita Católica (Patriarcado de Antioquia, Alexandria e Jerusalém)
. Igreja Grega Católica em Constantinopla (Patriarcado de Constantinopla)
. Igreja Ítalo-Albanesa Católica
Rito Ucraniano ou bizantino-eslavo
. Igreja Ucrâniana Católica
Rito Bizantino-eslavo
. Igreja Búlgara Católica
. Igreja Eslovaca Católica
. Igreja Húngara Católica
. Igreja Iugoslava Católica
. Igreja Romena Católica
. Igreja Rutena Católica
Rito Bizantino-russo-eslavo
. Igreja (Comunidade) Bielo-russa Católica (atualmente na diáspora)
. Igreja (Comunidade) Russa Católica
Rito Bizantino
. Igreja (Comunidade) Albanesa Católica
d. Tradição Armênia
Rito Armênio
. Igreja Armênia Católica (Patriarcado)
e. Tradição Caldéia ou sírio-oriental (siríaco-antioqueno)
Rito Caldeu ou sírio oriental
. Igreja Caldeana Católica (Patriarcado)
. Igreja Siríaca Malabar Católica
2. Igrejas não unidas plenamente ao Patriarcado de Roma (Igrejas Ortodoxas)

a. Rito Bizantino

Gregos ou helênicos

. Patriarcado (Ecumênico) Ortodoxo de Constantinopla 

. Igreja Ortodoxa da Grécia
. Igreja Ortodoxa de Chipre
Greco-melquitas (cristãos árabes)
. Patriarcado de Alexandria - Ortodoxo
. Patriarcado de Antioquia - Ortodoxo
. Patriarcado de Jerusalém - Ortodoxo
. Igreja de Monte Sinai (ou Patriarcado do Monte Sinai)
Eslavos e outros
. Diocese Albanesa Ortodoxa da América
. Igreja Americana, Grega-Católica, Ortodoxa Cárpato-Russa
. Igreja da Macedônia (ou Macedoniana) Ortodoxa
. Igreja Ortodoxa Autocéfala Ucraniana
. Igreja Ortodoxa da Albânia
. Igreja Ortodoxa da América - Russa
. Igreja Ortodoxa da Bulgária (Patriarcado da Bulgária)
. Igreja Ortodoxa da China
. Igreja Ortodoxa da Estônia
. Igreja Ortodoxa da Finlândia
. Igreja Ortodoxa da Geórgia (Patriarcado da Geórgia)
. Igreja Ortodoxa da Letônia
. Igreja Ortodoxa da Romênia (Patriarcado da Romênia)
. Igreja Ortodoxa da Sérvia (Patriarcado da Sérvia)
. Igreja Ortodoxa das Repúblicas Tcheca e Eslováquia
. Igreja Ortodoxa do Japão
. Igreja Ortodoxa Húngara
. Igreja Ortodoxa na Polônia
. Igreja Russa Ortodoxa (Patriarcado de Moscou)
. Igreja Russa Ortodoxa na Europa Ocidental
. Igreja Russa Ortodoxa no Exílio
. Igreja Ucraniana Ortodoxa (Patriarcado de Moscou)
. Igreja Ucraniana Ortodoxa dos Estados Unidos, Canadá e Europa
b. Rito Armênio (monofisitas)
Igreja Armênia Ortodoxa (Catholicossato de Sis - Cilícia)
Igreja Armênia Ortodoxa (Patriarcado de Constantinopla)
Igreja Armênia Ortodoxa (Patriarcado de Etchmiadzin)
Igreja Armênia Ortodoxa (Patriarcado de Jerusalém)
c. Rito Antioqueno
Igreja do Sul da Índia
Igreja Siríaca Malabar Independente de Thozhiyoor - Índia (monofisitas)
Igreja Siríaca Malankar Ortodoxa (Igreja Siríaca Ortodoxa Jacobita Malankar) (monofisitas)
Igreja Siríaca Mar Tomé de Malabar - Índia (monofisitas)
Igreja Siríaca Ortodoxa - Jacobita (monofisitas)
d. Rito Caldeu (nestorianos)
Antiga Igreja Católica e Apostólica (Ortodoxa)
Igreja Assiríaca do Oriente
e. Rito Alexandrino
Igreja Copta Ortodoxa (monofisitas)
Igreja Ortodoxa Etíope (monofisitas)

• Patriarcado de Roma: Chefe espiritual: o Papa (bispo de Roma, Vigário de Jesus Cristo, Sucessor do Príncipe dos Apóstolos, Sumo Pontífice da Igreja Universal, Patriarca do Ocidente, Primaz da Itália, Arcebispo e Metropolita da Província Romana, Chefe de Estado da Cidade do Vaticano, Servo dos Servos de Deus).
o Annuario Pontifício, 1996, Libreria Editrice Vaticana, Cittá del Vaticano.
o As Igrejas Orientais, Católicas e Ortodoxas, Tradições Vivas, Roberto Khatlab, Ave Maria Edições.
• Tradição e Rito: A divisão em Tradição e Rito está de acordo com o Annuario Pontificio (págs. 1787/1790), Libreria Editrice Vaticana, Cittá del Vaticano, 1996.
• Ortodoxia: é o conjunto das Igrejas autocéfalas, de rito bizantino-eslavo, em oposição tanto aos católicos (latinos ou orientais) quanto aos pré-calcedonianos (Estudos da CNBB nº 21 - Guia Ecumênico).
• Igrejas Autocéfalas: São igrejas independentes, não colocadas sob jurisdição de uma Igreja-mãe ou Patriarcado. São autônomas para o exercício da própria autoridade e escolha de seus chefes. São aptas para eleger seu próprio primaz (patriarca ou arcebispo). Se governam autonomamente. São detentoras de completa independência administrativa e de grande autonomia doutrinal.

• Igrejas Autônomas: São colocadas sob a jurisdição de uma Igreja-mãe, de um Patriarcado.

o Orthodoxia 1992-1993, Ostkirchliches Institut, Regensburg, Germany.

o As Religiões ontem e hoje. Dr. Hugo Schlesinger e Pe. Humberto Porto. Edições Paulinas.

o Estudos da CNBB nº 21 - Guia Ecumênico.
o EDMA Enciclopédia do Mundo Actual. Os Cristãos. Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1977.
o As Igrejas Orientais, Católicas e Ortodoxas, Tradições Vivas, Roberto Khatlab, Ave Maria Edições

• Os Malankares, chamados também de 'Cristãos de São Tomé', sinônimos de Malabar, estão na região situada à costa ocidental do sul da Índia, que forma atualmente o Estado do Kerala. A história dos Malankares é a mesma que a dos Malabares (rito caldeu). O nome Malankar foi adotado pelos fiéis do rito siríaco-ocidental antioqueno católico para diferenciar dos fiéis de rito siríaco-oriental ou caldeu (Malabar).

o As Igrejas Orientais, Católicas e Ortodoxas, Tradições Vivas, Roberto Khatlab, Ave Maria Edições.

• Nestorianos: Doutrina cristológica ligada à Nestório, monge de Antioquia, do século V, que distinguia em Cristo as duas naturezas divina e humana, sem deificação da humanidade, apenas unidas na vontade. A teoria redundava na negação da maternidade divina de Maria. Foi condenada em 431 pelo Concílio de Éfeso.

o As Religiões ontem e hoje. Dr. Hugo Schlesinger e Pe. Humberto Porto. Edições Paulinas.

• Monofisitas: Doutrina teológica, surgida em Alexandria, no século V, que defendia a existência em Cristo, não só de uma única pessoa, como até de uma única natureza, resultante da fusão da divina e da humana. Foi contestada pelo Concílio Ecumênico de Calcedônia em 451, que dividiu a Igreja de Antioquia.

o As Religiões ontem e hoje. Dr. Hugo Schlesinger e Pe. Humberto Porto. Edições Paulinas.

• De acordo com a publicação Estudos da CNBB nº 21, Guia Ecumênico, Edições Paulinas, do Comunicado Mensal da CNBB nº 351 (pp. 997 ss.), nº 357 (pp. 539/541) e de relação fornecida pela Igreja Católica Apostólica Ortodoxa Antioquina do Brasil (São Paulo), "eis uma lista incompleta dos grupos que podemos considerar incluídos no conceito geral de 'Igrejas Brasileiras'. Alguns deles afirmam relacionar-se com os vétero-católicos, através da Igreja Nacional Polonesa de América, coisa que é negada por esta. O mesmo se pode dizer das auto-intituladas 'Igrejas Ortodoxas' destes grupos: nenhuma delas é reconhecida como tal pelas Igrejas Ortodoxas históricas". Também, na referida Relação, a Igreja Católica Apostólica Ortodoxa Antioquina do Brasil (São Paulo) indica como "igrejas falsas, das quais não se reconhece a validade dos sacramentos ou qualquer cerimônia":

o Congregação (ou Sociedade) Missionária de São Marcos Evangelista

o Congregação de São José 

o Congregação dos Missionários de Cristo Sacerdote Eterno 
o Congregação dos Missionários de Jesus
o Congregação dos Missionários de Jesus Peregrino 
o Igreja Católica - Padres Clementinos (Região Santana de São Paulo)
o Igreja Católica Apostólica Brasileira (ICAB)
o Igreja Católica Apostólica Carismática (Santa Catarina)
o Igreja Católica Apostólica Cristã
o Igreja Católica Apostólica de Jerusalém
o Igreja Católica Apostólica Ecumênica Contemporânea
o Igreja Católica Apostólica Independente do Rio de Janeiro
o Igreja Católica Apostólica Livre do Brasil
o Igreja Católica Apostólica Nacional
o Igreja Católica Apostólica Nordestina
o Igreja Católica Apostólica Ortodoxa - Patriarcado do Brasil
o Igreja Católica Apostólica Ortodoxa Americana
o Igreja Católica Apostólica Ortodoxa Ocidental
o Igreja Católica Apostólica Ortodoxa Unida - Eparquia Mundial (Maranhão)
o Igreja Católica Apostólica Tributária
o Igreja Católica Ecumênica Renovada (Lorena, SP)
o Igreja Católica Ortodoxa Grega do Antigo Calendário (ou Igreja Grega Ortodoxa Adepta do Antigo Calendário - Old Calendar)
o Igreja dos Velhos Católicos (ou Velhos Crentes - Raskotnik)
o Igreja Ortodoxa Bielo-Russa na Diáspora
o Igreja Ortodoxa Católica Apostólica Militante (Bahia)
o Igreja Universal do Reino de Deus
o Ordem de Santo André
o Ordem dos Missionários Mensageiros do Verbo Divino
o Ordem dos Santos Padres Católicos Apostólicos Ortodoxos
o Rede Nacional de Missões Católicas (Paróquia Bom Jesus dos Milagres)
o Santa Igreja Velha Católica
Por: Luiz Gonzaga Lourenço.


Fonte: CATÓLICOS ONLINE




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