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domingo, 4 de março de 2012

O PAPA QUE PERSEGUIA OS GATOS




A perseguição dos gatos na Europa pode ser relacionada à peste negra que matou um terço da
população europeia entre 1340 e 1350. A doença, transmitida pelas ...
Animal independente, mas doméstico, distante, mas carinhoso, o gato é um ser misterioso por quem o Homem se sente fascinado, ao ponto de fazer dele objeto de culto em algumas civilizações. De forma contraditória, o gato foi visto por diferentes culturas como um aliado das forças do mal ou um ser divino digno de culto.

Segundo estudos sobre a evolução do gato doméstico, este terá origem no gato-bravo africano, ou europeu, pelo que mantém algumas das características selvagens do seu antecessor. 


É um animal geralmente solitário, ao contrário de outros felinos, de hábitos noturnos e sentidos muito apurados, principalmente a audição e a visão. Caça apenas para sobreviver e contacta com outros gatos apenas para marcar território ou acasalar. 


I - A MENTIRA



"O Papa Gregório IX ordenou o extermínio dos gatos. E assim o tentaram. A humanidade pagou caro por isto. Os ratos tomaram conta do pedaço. A consequente peste negra dizimou cerca de um terço da população européia. Apesar dessa matança, alguns gatos sobreviveram e os inquisidores afirmavam que só tendo parte com o misticismo esse bicho não desapareceria depois de tão intensamente caçado. Daí, a idéia de que o gato tem sete vidas."






III A VERDADE



Tudo não passa de mais uma deslavada calúnia contra a Igreja Católica, disseminada pelas anticatólicas revistas Superinteressante, Galileu e propagada por outros ignorantes infectados pela mentira.



PAPA GREGÓRIO IX  Os gatos nunca foram
perseguidos pelo Papa Gregório IX, e jamais
impediram que o rato preto espalhasse a peste
negra nem na China e nem na Europa, porque 

eles mesmos estavam entre os portadores da 
pulga do rato preto que causavam as mortes, 
por isso a população os matavam e queimavam 
junto com os cães e porcos.  - 
Os gatos nunca foram perseguidos pelo Papa Gregório IX, e jamais impediram que o rato preto espalhasse a peste negra nem na China e nem na Europa, porque eles mesmos estavam entre os portadores da pulga do rato preto que causavam as mortes, por isso a população os matava e queimava juntamente com os cães e porcos. 

O Papa Gregório IX nunca emitiu qualquer bula contra os gatos, ou mesmo a imaginária bula “Voz in Roma” (expressão correta em latim seria "Vox in Roma") tão propalada pelos embusteiros que resolveram nomear tal falsa bula contra os gatos.



Eis as bulas emitidas pelo Papa Gregório IX, onde não consta esta forjada pelos enganadores, e nenhuma delas trata de gatos:



1. Ille humani generis (1232), 



2. Etsi Judaeorum (1233), 


3. Licet ad capiendos (1233), 

4. Si vera sunt (1239). 


Fonte:


Portanto, é falsa tal acusação contra o Papa, que jamais perseguiu gatos. No tempo do Papa Gregório IX não existia peste negra na Europa, e depois de seu pontificado passou-se mais de um século para que a peste negra chegasse da China, onde os gatos abundavam. 

Esta pandemia matou 12 milhões de pessoas na China e Índia.

O Papa Gregório IX foi Papa de 1227 a 1241, a pandemia da peste negra só atingiu a Europa em meados do século XIV.

Que a inquisição foi criada para perseguir bruxas, é outra falsidade forjada pelos protestantes, estes sim, os maiores perseguidores e exterminadores de bruxas. 

Tal lenda da inquisição foi criada pelo protestante Casidoro Reina que usava o pseudônimo de “Montanus”.  O maior perseguidor e matador de bruxas era o luterano Benedict Carpzov.

Ao contrário do que querem fazer parecer os embusteiros, “inquisição” significa inquirir, entrevistar, consultar, e não matar pessoas. 

O tribunal católico questionava somente pessoas da religião católica, e somente católicos, que pregavam heresias dentro da Igreja, absolvendo-os, ou excomungando. Não intervinha contra o que pensavam, ou praticavam pessoas de outros credos.

Bem no inicio da Inquisição, O Papa Alexandre IV, em 1252, dava as instruções claras de que o Tribunal não era para combater a bruxaria, feitiçaria ou quaisquer outras práticas mágicas, mas unicamente para combater a heresia. 

O julgamento e repressão da magia, da feitiçaria, da bruxaria como ações ou poderes, era competência do poder civil. 

Diz o documento emitido por este Papa:



“Como os interesses da fé devem gozar das mais altas prerrogativas e não sofrer detrimento proveniente de cuidados que lhe são estranhos, os que haverão de ser designados como inquisidores pela Santa Sé para lutar contra a peste da heresia não deverão ocupar-se de fatos de adivinhação ou sortilégios, a menos que estes tenham manifestamente sabor herético. Eles não deverão castigar os que se entregam a essas práticas, senão que deixarão essa solicitude á justiça local.” (Líber sextus decretalium)


Moral da história: 

Os gatos nunca foram perseguidos pelo Papa Gregório IX, e jamais impediram que o rato preto espalhasse a peste negra nem na China e nem na Europa, porque eles mesmos estavam entre os portadores da pulga do rato preto que causavam as mortes, por isso a população os matavam e queimavam junto com os cães e porcos.

Ainda hoje, gatos, entre muitas doenças, transmitem aos humanos uma doença parasitária que é a toxoplasmose, que é provocada por um protozoário, o toxoplasma gondii que infecta os felinos que comem aves, ratos ou carne contaminada.

O pior desta doença é para as mulheres grávidas, que pode até causar aborto, ou lesões ao feto. O cenário agrava-se ainda mais se a gestante estiver na sua primeira gravidez. Para saber mais em:

http://www.ruadireita.com/animais-estimacao/info/as-doencas-transmitidas-pelo-gato/

O rato cinzento, que substituiu o rato preto e os antibióticos é que contiveram a peste negra.

Sobre atribuir aos inquisidores o lenda do gato ter sete vidas é outra falsidade.


Muitíssimo antes os provérbios do islâmico Maomé (570-632), já diziam isso dos gatos, e a quantidade de vidas varia de uma parte do planeta para outra. Nos países de língua inglesa são nove, em vez de sete vidas.

Cai a farsa!

Autor: Fernando Nascimento

Referências Bibliográficas:

- DELUMEAU, Jean. A história do medo no ocidente. São Paulo, Companhia das Letras, 1989. (Capítulo 3: Tipologia dos comportamentos coletivos em tempo de peste);

- Grande Enciclopédia Larousse Cultural. v. 19, São Paulo, Nova Cultural, 1998;

- Benedict Carpzov, Practica Nova Rer. Criminalium Imperialis Saxonica in 3 Partes Div., Wittenberg, 1635;

- Tudo Gato


Autor: Fernando nascimento
Fonte - Fim da Farsa
Veja o Índice das Mentiras em GOOGLE+
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