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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

TESTEMUNHO DE VALBER DINIZ - EX-PROTESTANTE. UM SONHO ME CONVERTEU



Um Sonho me Converteu - Testemunho de um ex-evangelico



imagem ilustrativa retirada da internet

Do meu nascimento até o meu aniversário de 25 anos eu vivia feliz na Santa Madre Igreja. Um dia, num desses espasmos de bestialidade, seguindo um suposto amor protestante, eu me vi dentro da igreja batista e lá fui sendo “lavado” cerebralmente com o pano de fundo de estar sendo liberto de todo o mal. A crueldade de uma seita protestante, seja ela qual for, e vale dizer que visitei durante dez longos anos uma penca delas, é que o advento da salvação e da prosperidade só ocorre com os líderes, pois os pobres pecadores sempre serão “acalantados” com frases do tipo: “você não recebe a graça por não ter fé” ou “você não é fiel, ai Deus não abençoa”. Pois bem, dez anos de minha vida eu segui estes passos e esperava sempre uma resposta para os meus mais singelos questionamentos. Lembro-me de perguntar sempre ao pastor onde estava o embasamento bíblico para o protestantismo.
Até me deram um, lá no antigo testamento que fala de um homem que sairá do meio de vós e blá, blá…. Depois vi que em João, não lembro os versos, falava de Cristo.

Pois bem, como nunca me deram um resposta plausível e sempre diziam que eu não tinha alegria por não ter tido, até aquela data, um encontro com Deus, eu estava vazio e mais confuso. Crueldade suprema até um dia que em sonho Deus me deu a constatação de que a Igreja plena e insofismável chama-se Igreja Católica Apostólica Romana. Voltei para Casa como a parábola do filho pródigo.

Vale registrar que era alguém triste, escondido, envergonhado e medíocre. Eu que antes tinha vida, tinha talentos, tinha alegria em estar vivo passei dez anos numa angustia sem explicação. Mas passou e hoje tento me refazer de tamanha besteira. A missa e os seus rituais, a Igreja e seus ensinamentos me são hoje o alimento e a constatação plena da mais perfeita definição de fé.

…era maio de 2004 quando minha mãe me convidou, num sábado à tarde, para que no domingo, sete da manhã eu fosse acompanha-la até a missa do dia das mães. Sabendo que eu estava no meio protestante disse que ficou com medo de me chamar, mas eu prontamente atendi ao seu pedido.

No dia seguinte cedo lá estava eu com minha mãe na Igreja. Missa lotada e na homilia eu notei que o padre referia-se a parábola do filho do pródigo. Mesmo percebendo algo de extraordinário naquelas palavras eu não me entusiasmei e voltei para casa. Paralelo a isto, eu já estava desanimado com idas aos cultos batistas, e depois daquela missa a demora foi ainda mais longa.

Passei então me perguntar o motivo de minha ausência no meio protestante e sempre perguntando a Deus se estava certo a minha atitude. Àquela altura eu já me via desesperado e querendo uma resposta, pois a culpa me consumia. Eu tinha aprendido com eles que Deus sempre estava de olho em nossos atos e que tudo o de ruim que me ocorresse seria motivado por minha falta de fé e compromisso com Jesus. A dúvida e a falta de vontade eram proporcionais e eu me sentia acuado. Um dia eu tive um sonho: “era uma grama verde, forte, ao centro uma casa branca como a neve. Sem portas e sem janelas e algumas pessoas caminhavam em volta dela. De repente uma forte tormenta tomou conta do lugar e todos começaram a correr desordenadamente. Eu via tudo e não me mexia e então peguei duas crianças e entreguei-as a uma senhora cuja vestimenta era diferente das pessoas de branco. Nesta hora tudo cessa e a paz volta ao lugar.”

Na ocasião destes acontecimentos – missa e sonho – eu estava em Teresina. Em julho de 2004 eu vim pra Brasília e aqui uma colega ouviu o meu sonho e me pediu que falasse com um padre amigo seu. Assim o fiz e na tradução simples e perfeita daquele sacerdote, eu percebi o que Deus estava me mostrando. Chorei e então pedindo perdão ao meu Deus eu voltei à sua Casa. E hoje, mesmo com os tropeços de dez anos de vida errada espiritualmente, tenho tido as maiores graças e minha vida é muito, muito, muito melhor do que antes.

De fato meu caro Rafael, fora da Igreja de Cristo, a Santa, Una e Imaculada, não há meios de conhecer a verdade. Agradeço a minha mãe, ao padre Fernando(?), e a minha amiga. Deus, claro, é o Senhor de tudo isto.Este é o meu testemunho.


fonte http://www.pr.gonet.biz/kb_read.php?pref=htm&num=3388

FONTE - FRONT CATÓLICO
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